Js. 1.1-9
OBJETIVO: Ensinar que o verdadeiro sucesso e prosperidade estão no relacionamento correto com Deus e sua Palavra e não em coisas ou posições que se alcançam nesta vida.
INTRODUÇÃO: O Século XX foi o palco para o surgimento das chamadas ‘Teologias de genitivo’, termo este derivado das declinações gramaticais do grego, declinação esta (genitivo) que aponta para a posse a alguém ou a alguma coisa. Assim surgiram a ‘Teologia do Processo’; ‘Teologia da Esperança’; ‘Teologia da Morte de Deus’; ‘Teologia da Libertação’, entre outras. Essas Teologias se tornam objeto de opção pessoal e não denotam o fruto de uma exegese sadia, contextual e profunda à luz da Bíblia.
CONTEXTO: Moisés morrera. Deus estava chamando de modo pessoal a Josué, para continuar o trabalho de conduzir o povo para dentro da Terra Prometida. Promessas e relações pactuais são renovadas entre Deus e Josué.
TRANSIÇÃO: As promessas de sucesso e prosperidade dadas a Josué são também promessas transferíveis para o povo de Deus, individual ou coletivamente, em qualquer época e situação?
I – PROMESSAS ESTÃO INSERIDAS DENTRO DO CONTEXTO BÍBLICO.
a – Texto fora de seu contexto gera pretexto.
1. Como dito na Introdução, muitas teologias pontuais tem surgido nas últimas décadas, voltadas para um determinado público alvo, sendo manobrados conforme o interesse de seus pregadores.
2. Surgiram também o ‘Movimento Palavra da Fé’, ‘Teologia da Confissão Positiva’ ou ‘Teologia da Prosperidade’, onde, nestes ventos doutrinários o cristão é levado a se firmar sobre algumas afirmações bíblicas isoladas, com sustentáculo para sair de crises pessoais, enfermidades ou financeiras.
2.1 – ‘O cristão é filho do Rei’.
2.2 – ‘Mal nenhum chegará a tua tenda’.
2.3 – ‘Ele levou sobre si as nossas enfermidades’.
3. As verdades bíblicas estão guardadas dentro de um contexto próprio e se não interpretadas dentro da história e gramática corretas poderão criar um sem fim de interpretações variadas dependendo do gosto pessoal.
4. Ilustração: ‘Judas foi e enforcou-se’ ou ‘ O bom samaritano dentro da alegoria’.
b – Toda e qualquer promessa é um conceito transferível?
1. Poderíamos tomar apenas a primeira promessa constante neste texto e testá-la a luz deste princípio.
1.1 – Js. 1.3 ‘Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés’.
1.2 – O cristão pode se apropriar desta promessa e sair mundo afora grilando terras e invadindo propriedade privada, pois a promessa é clara: ‘Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado’.
2. Muitas outras promessas dadas dentro de um contexto específico nas Escrituras são partes dos processos da história da vida civil, social e política de Israel e não podem ser transferidas diretamente ao cristão hoje, mas sobressai o princípio.
3. O princípio é eterno, embora o invólucro contextual possa ser outro.
3.1 – Deus mandou Moisés bater na rocha com o cajado e sairia água para dessedentar a sede do povo.
3.2 – Quando você estiver com sede, basta apenas então bater com uma vara numa rocha e terá água fresca em abundância imediatamente?
3.3 – Princípio subjacente do evento: Deus é poderoso para suprir suas necessidades.
II – A RECEITA DO SUCESSO E DA PROSPERIDADE BASEADA EM PROMESSAS PONTUAIS SÃO BÍBLICAS?
a – Homens prósperos fizeram parte da história bíblica.
1. Jó foi homem prospero e riquíssimo e possuidor de uma fé inabalável.
2. Abraão foi riquíssimo e próspero.
3. José do Egito chegou ao cargo de vice-imperador do maior império da antiguidade.
4. Salomão foi o detentor maior riqueza da história de Israel.
5. O Novo Testamento também aponta para diversos personagens que desfrutaram de grande riqueza.
b– Homens consagrados tiveram vida de opressão e miséria.
1. O Senhor Jesus, não viveu em opulência e riqueza mesmo sendo o verdadeiro ‘Filho do Rei’.
2. Os apóstolos tiveram vida de opressão e perseguição e todos, com exceção de João tiveram morte vergonhosa e estúpida: apedrejados, flechados, decapitados, crucificados, etc...
2.1 – I Co. 4.9-13 (NVI) ‘Porque me parece que Deus nos colocou a nós, os apóstolos, em último lugar, como condenados à morte. Viemos a ser um espetáculo para o mundo, tanto diante de anjos como de homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, mas vocês são sensatos em Cristo! Nós somos fracos, mas vocês são fortes! Vocês são respeitados, mas nós somos desprezados! Até agora estamos passando fome, sede e necessidade de roupas, estamos sendo tratados brutalmente, não temos residência certa e trabalhamos arduamente com nossas próprias mãos. Quando somos amaldiçoados, abençoamos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, respondemos amavelmente. Até agora nos tornamos a escória da terra, o lixo do mundo’.
2.2 – II Co. 11. 24-27 (NVI) ‘Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites. Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar. Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos. Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez’.
3. Como as centenas de milhares de cristãos perseguidos e mortos no período do Império romano, poderiam reivindicar de Deus o cumprimento de promessas pontuais dadas ao povo de Israel?
3.1 – Hb. 11.35b-38 (NVI) ‘Uns foram torturados e recusaram ser libertados, para poderem alcançar uma ressurreição superior; outros enfrentaram zombaria e açoites; outros ainda foram acorrentados e colocados na prisão, apedrejados, serrados ao meio, postos à prova, mortos ao fio da espada. Andaram errantes, vestidos de pele de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos e maltratados. O mundo não era digno deles. Vagaram pelos desertos e montes, pelas cavernas e grutas’.
c – Interpretação incorreta pode trazer resultados danosos.
1. Grande quantidade de cristãos frustrados toma conta do cenário evangélico brasileiro.
1.1 – Muitos vivem decepcionados com a Palavra de Deus.
1.2 – Muitos assumem uma postura de ascetismo e dúvida.
1.3 – Muitos outros perderam a segurança e confiança nos ensinos da Palavra de Deus.
2. Muitos pregadores com o alvo de encherem suas Igrejas usam de tais ‘Teologias’ maltratando assim das ovelhas psicológica, emocional e espiritualmente.
III – A RECEITA DO SUCESSO E DA PROSPERIDADE É BÍBLICA DENTRO DA PERSPECTIVA DO REINO.
a – A perspectiva do Reino aponta para o ‘Já’ e ‘Ainda Não’.
1. O cristão ‘Já’ foi liberto do poder do pecado, mas ‘Ainda Não’ da presença e dos efeitos do pecado.
2. O cristão ‘Já’ pertence ao reino dos Céus, mas ‘Ainda Não’ vive na plenitude do reino.
3. O cristão ‘Já’ possui uma nova natureza, mas ‘Ainda Não’ foi despido da velha natureza.
4. O cristão ‘Já’ é súdito do Céu, ‘Ainda Não’ está vivendo na glória eterna.
5. O cristão ‘Já’ possui a promessa de um mundo perfeito, mas ‘Ainda Não’ vive neste mundo perfeito, antes vive num mundo onde as imperfeições do pecado e da Queda são reais.
b – Na perspectiva do Reino a vida é por fé e não pelo que se vê.
1. O cristão precisa olhar para as promessas das Escrituras como algo a se realizar no plano da salvação e não apenas no campo do prazer da vida física sem problemas, dores e enfermidades.
2. O cristão é chamado para viver por fé independente de sucessos materiais, físicos ou temporais.
2.1 – II Co. 4.16-18 ‘Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno’.
3. O verdadeiro sucesso e prosperidade estão guardados como tesouros e heranças para aqueles que experimentarão a vida plena do reino de Deus.
c – A promessa de sucesso e prosperidade liga-se à Palavra.
1. O sucesso e a prosperidade estão ligados a andar dentro dos princípios da Palavra de Deus.
2. Dentro do caminhar na Palavra o cristão tem a garantia de ser bem sucedido na perspectiva de uma vida de santificação em direção ao Reino.
2.1 – Js. 1.7-8 ‘Somente seja forte e muito corajoso! Tenha o cuidado de obedecer a toda a lei que o meu servo Moisés lhe ordenou; não se desvie dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que você seja bem-sucedido por onde quer que andar. Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido’.
3. Viva uma vida real num mundo real. Deus prometeu uma viagem segura para o seu Reino não uma viagem confortável. ‘Neste mundo tereis aflições’.
CONCLUSÃO: Busque na Palavra de Deus as orientações para uma vida de sucesso e prosperidade na proposta de Deus, de uma vida santificada e transformada em seu dia a dia.
Mesmo com lutas e tristezas, tenha fé que Deus está te guiando para o seu Reino de Glória.
segunda-feira, 9 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
ESCOLHAS SEMRE INTERFEREM NO FUTURO PRÓXIMO OU DISTANTE
Dt. 30.15-20
OBJETIVO: Ensinar que nossas escolhas devem ser orientadas por valores e princípios corretos.
INTRODUÇÃO: ‘Multidões. Multidões no Vale da Decisão’ (Jl. 3.14a). Embora esta frase exclamativa tenha um sentido primariamente escatológico, também aponta para uma realidade existência: Todos os dias, multidões estão tomando decisões sobre suas vidas, o que afetará profundamente o seu futuro próximo ou distante.
CONTEXTO: O povo de Israel estava terminando o período de peregrinação no deserto e Moisés os adverte a escolherem os princípios de Deus, que traria qualidade de vida.
TRANSIÇÃO: Já fez alguma escolha que tenha interferido em sua qualidade de vida para melhor ou para pior?
I – NA ÓTICA DE DEUS ESCOLHAS DANOSAS SÃO POSSÍVEIS.
1. Alternativas se colocam em nosso caminho todos os dias, todas as horas e em todas as circunstâncias.
2. Deus também propõe o risco de más escolhas que poderão ser danosas a vida humana aqui e na eternidade.
3. Causas de uma má escolha:
3.1 – ‘Se o teu coração se desviar’.
3.2 – ‘Se não quiseres dar ouvidos’.
3.3 – ‘Se fores seduzido’.
3.4 – ‘Se te inclinares para outros deuses’.
3.5 – ‘Se servires outros deuses’.
4. Conseqüências de uma escolha danosa.
4.1 – Dt. 30.18a ‘Perecerás’.
4.2 – Dt. 30.18b ‘Não permanecerás longo tempo na terra’.
4.3 – Experimentarás a vida com sabor de morte.
5. Quantas vezes você já ouviu o texto: ‘De que adianta ganhar o mundo e perder a sua alma’?
5.1 – Pensa-se em primeira mão que ‘perder a alma’ é perder a vida na eternidade com Deus. Tem este sentido.
5.2 – Também pode ter o sentido de perder o sabor da vida. Já ouviu a expressão ‘o vinho tem alma’; ou ‘a poesia tem alma’?
5.3 – Perder a alma bem pode apontar para a qualidade de vida que as pessoas perdem por correr meramente atrás das coisas, sem valorizar a vida.
6. Quantas pessoas hoje vivem com o amargo da morte, não tendo alegria, sem alma e se arrastando com uma vidinha miserável.
7. Jesus pode transformar o amargo em doce.
II – NA ÓTICA DE DEUS ESCOLHAS SAUDÁVEIS SÃO POSSÍVEIS.
1. Cada pessoa é uma obra da poesia do Criador.
1.1 – Ef. 2.10 ‘pois somos feitura dele...’.
1.2 – ‘Feitura’ é uma palavra derivada do verbo Poieo (Ποιήω), que no grego é ‘poema’.
2. O Criador não deseja ver suas criaturas, seus poemas, experimentando uma vida amarga e sem qualidade.
2.1 – ‘Não criei a terra para que seja um caos’.
2.2 – Ele não se agrada com a degradação que o pecado provoca na vida da humanidade.
3. Deus propõe ao homem a possibilidades de escolher caminhos que lhe trarão a vida com sentido e realização.
3.1 – ‘Ames o Senhor teu Deus’.
3.2 – ‘Andes nos seus caminhos’.
3.3 – ‘Guardes os seus mandamentos’
3.4 – ‘Guardes os seus estatutos’.
3.5 – ‘Guardes os seus juízos’.
4. Como alguém está na dúvida entre o que é melhor, e outro mais experiente lhe dá uma dica, assim também Deus se dirige ao povo de Israel.
4.1 – Dt. 30.19 ‘Escolhe, pois, a vida’.
4.2 – Para aqueles que não sabem a alternativa correta, Deus está passando a ‘cola’.
5. Nessa prova, só não passa quem não quer.
III – NA ÓTICA DE DEUS AS ESCOLHAS SÃO PARA TODOS.
1. A história de Israel em sua saída do Egito, sua caminhada pelo deserto e sua entrada numa terra abençoada, é uma forma análoga de se contar a história da peregrinação da humanidade e da salvação, que se consuma na pessoa de Cristo.
2. Escolhas feitas sob o prisma dos princípios de Deus afetarão para bem qualquer pessoa, seja ele cristão ou não.
2.1 – Exemplos:
• Se um não cristão escolhe perdoar alguém que o magoou e o ofendeu, estará trazendo sobre si saúde e bem estar, a renovação de relacionamentos e a paz com o próximo.
• Se um não cristão escolhe tratar de seu corpo evitando excessos ou vícios danosos, estará experimentando a vida de forma muito mais saudável, prazerosa e aceitável aos olhos de Deus
3. Escolhas feitas sem considerar os princípios de Deus afetarão para o mal qualquer pessoa, seja ele cristão ou não.
3.1 – Exemplos:
• Se um cristão escolhe não perdoar alguém que o magoou e o ofendeu, estará trazendo sobre si angústias, dores e enfermidades na alma e no físico, além de se privar da comunhão e relacionamentos saudáveis.
• Se um cristão escolhe maltratar de seu corpo com excessos ou vícios danosos estará trazendo para sua vida situações de desprazer, desconforto e amarguras como doenças e dores.
4. Todos participam de decisões que podem afetar sua vida para pior ou para melhor para um futuro próximo ou para o futuro distante.
5. A maior e melhor das decisões que alguém pode tomar em sua vida é abraçar a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, pois nele está a verdadeira vida.
5.1 – Como alguém está na dúvida entre o que é melhor, e outro mais experiente lhe dá uma dica, assim também Deus se dirige a você nesta oportunidade.
5.2 – Dt. 30.19 ‘Escolhe, pois, a vida’.
5.3 – Para aqueles que não sabem a alternativa correta, Deus está passando a ‘cola’.
6. Escolha Jesus como seu Salvador e com Ele certamente todas as outras boas escolhas se tornarão mais claras.
CONCLUSÃO: Não se esqueça que as escolhas são para todos e isto inclui você.
Não se esqueça que suas escolhas podem trazer bons ou maus resultados.
Siga a dica de Deus: ‘Escolhe, pois, a vida’ (Dt. 30.19).
OBJETIVO: Ensinar que nossas escolhas devem ser orientadas por valores e princípios corretos.
INTRODUÇÃO: ‘Multidões. Multidões no Vale da Decisão’ (Jl. 3.14a). Embora esta frase exclamativa tenha um sentido primariamente escatológico, também aponta para uma realidade existência: Todos os dias, multidões estão tomando decisões sobre suas vidas, o que afetará profundamente o seu futuro próximo ou distante.
CONTEXTO: O povo de Israel estava terminando o período de peregrinação no deserto e Moisés os adverte a escolherem os princípios de Deus, que traria qualidade de vida.
TRANSIÇÃO: Já fez alguma escolha que tenha interferido em sua qualidade de vida para melhor ou para pior?
I – NA ÓTICA DE DEUS ESCOLHAS DANOSAS SÃO POSSÍVEIS.
1. Alternativas se colocam em nosso caminho todos os dias, todas as horas e em todas as circunstâncias.
2. Deus também propõe o risco de más escolhas que poderão ser danosas a vida humana aqui e na eternidade.
3. Causas de uma má escolha:
3.1 – ‘Se o teu coração se desviar’.
3.2 – ‘Se não quiseres dar ouvidos’.
3.3 – ‘Se fores seduzido’.
3.4 – ‘Se te inclinares para outros deuses’.
3.5 – ‘Se servires outros deuses’.
4. Conseqüências de uma escolha danosa.
4.1 – Dt. 30.18a ‘Perecerás’.
4.2 – Dt. 30.18b ‘Não permanecerás longo tempo na terra’.
4.3 – Experimentarás a vida com sabor de morte.
5. Quantas vezes você já ouviu o texto: ‘De que adianta ganhar o mundo e perder a sua alma’?
5.1 – Pensa-se em primeira mão que ‘perder a alma’ é perder a vida na eternidade com Deus. Tem este sentido.
5.2 – Também pode ter o sentido de perder o sabor da vida. Já ouviu a expressão ‘o vinho tem alma’; ou ‘a poesia tem alma’?
5.3 – Perder a alma bem pode apontar para a qualidade de vida que as pessoas perdem por correr meramente atrás das coisas, sem valorizar a vida.
6. Quantas pessoas hoje vivem com o amargo da morte, não tendo alegria, sem alma e se arrastando com uma vidinha miserável.
7. Jesus pode transformar o amargo em doce.
II – NA ÓTICA DE DEUS ESCOLHAS SAUDÁVEIS SÃO POSSÍVEIS.
1. Cada pessoa é uma obra da poesia do Criador.
1.1 – Ef. 2.10 ‘pois somos feitura dele...’.
1.2 – ‘Feitura’ é uma palavra derivada do verbo Poieo (Ποιήω), que no grego é ‘poema’.
2. O Criador não deseja ver suas criaturas, seus poemas, experimentando uma vida amarga e sem qualidade.
2.1 – ‘Não criei a terra para que seja um caos’.
2.2 – Ele não se agrada com a degradação que o pecado provoca na vida da humanidade.
3. Deus propõe ao homem a possibilidades de escolher caminhos que lhe trarão a vida com sentido e realização.
3.1 – ‘Ames o Senhor teu Deus’.
3.2 – ‘Andes nos seus caminhos’.
3.3 – ‘Guardes os seus mandamentos’
3.4 – ‘Guardes os seus estatutos’.
3.5 – ‘Guardes os seus juízos’.
4. Como alguém está na dúvida entre o que é melhor, e outro mais experiente lhe dá uma dica, assim também Deus se dirige ao povo de Israel.
4.1 – Dt. 30.19 ‘Escolhe, pois, a vida’.
4.2 – Para aqueles que não sabem a alternativa correta, Deus está passando a ‘cola’.
5. Nessa prova, só não passa quem não quer.
III – NA ÓTICA DE DEUS AS ESCOLHAS SÃO PARA TODOS.
1. A história de Israel em sua saída do Egito, sua caminhada pelo deserto e sua entrada numa terra abençoada, é uma forma análoga de se contar a história da peregrinação da humanidade e da salvação, que se consuma na pessoa de Cristo.
2. Escolhas feitas sob o prisma dos princípios de Deus afetarão para bem qualquer pessoa, seja ele cristão ou não.
2.1 – Exemplos:
• Se um não cristão escolhe perdoar alguém que o magoou e o ofendeu, estará trazendo sobre si saúde e bem estar, a renovação de relacionamentos e a paz com o próximo.
• Se um não cristão escolhe tratar de seu corpo evitando excessos ou vícios danosos, estará experimentando a vida de forma muito mais saudável, prazerosa e aceitável aos olhos de Deus
3. Escolhas feitas sem considerar os princípios de Deus afetarão para o mal qualquer pessoa, seja ele cristão ou não.
3.1 – Exemplos:
• Se um cristão escolhe não perdoar alguém que o magoou e o ofendeu, estará trazendo sobre si angústias, dores e enfermidades na alma e no físico, além de se privar da comunhão e relacionamentos saudáveis.
• Se um cristão escolhe maltratar de seu corpo com excessos ou vícios danosos estará trazendo para sua vida situações de desprazer, desconforto e amarguras como doenças e dores.
4. Todos participam de decisões que podem afetar sua vida para pior ou para melhor para um futuro próximo ou para o futuro distante.
5. A maior e melhor das decisões que alguém pode tomar em sua vida é abraçar a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, pois nele está a verdadeira vida.
5.1 – Como alguém está na dúvida entre o que é melhor, e outro mais experiente lhe dá uma dica, assim também Deus se dirige a você nesta oportunidade.
5.2 – Dt. 30.19 ‘Escolhe, pois, a vida’.
5.3 – Para aqueles que não sabem a alternativa correta, Deus está passando a ‘cola’.
6. Escolha Jesus como seu Salvador e com Ele certamente todas as outras boas escolhas se tornarão mais claras.
CONCLUSÃO: Não se esqueça que as escolhas são para todos e isto inclui você.
Não se esqueça que suas escolhas podem trazer bons ou maus resultados.
Siga a dica de Deus: ‘Escolhe, pois, a vida’ (Dt. 30.19).
TABERÁ OU QUIBROTE-HATAAVÁ?
Nm. 11.1-9, 31-35
OBJETIVO: Ensinar que nossas concupiscências devem permanecer sepultadas em Cristo, enquanto prosseguimos rumo a santificação, olhando firmemente para o Senhor.
INTRODUÇÃO: Você sabe o que são recidivas? Mesmo sem saber a maioria das pessoas sofrem com as recidivas. Aquela gripe mal curada que volta é uma recidiva. Uma sinusite que, volta e meia retorna com todos os seus incômodos é uma recidiva. Herpes que vai e vem... Tuberculose... Câncer...
CONTEXTO: O povo de Israel em sua peregrinação rumo a Canaã, teve algumas recaídas e não foram poucas as vezes que pressionaram Moisés para fazer o caminho de volta ao Egito. Este texto aponta para uma destas reações de Israel.
TRANSIÇÃO: Você já teve uma recaída em algum pecado? Quem não tem pecado que atire a primeira pedra!
I – A MURMURAÇÃO DENOTA INCONFORMIDADE.
a – A proposta de salvação implica na transformação do pecador.
1. A história de Israel em sua saída do Egito, sua caminhada pelo deserto e sua entrada numa terra abençoada, é uma forma análoga de se contar a história da salvação, que se consuma na pessoa de Cristo.
2. A proposta da salvação implica na transformação do pecador, pois no Reino de Deus não entra o pecado. Para a entrada do pecador ali, ele passa por um processo de transformação.
3. Observe o paralelo entre a analogia e a realidade em Cristo:
Analogia em Israel Realidade em Cristo
Israel escravizado. Pecador escravizado.
Morre um cordeiro. Morre o Cordeiro de Deus.
Israel peregrina. Pecador peregrina.
Israel abandona valores. Pecador abandona valores.
Israel entra em Canaã. Pecador entra no Reino.
4. Deus propõe libertação e salvação ao pecador, culminando com sua entrada eterna no Reino de Deus.
b – O pecador não se predispõe abrir mão das concupiscências.
1. O exemplo análogo é demonstrado neste episódio da saída de Israel do Egito.
2. Juntamente com Israel saíram muitos outros povos menores que também estavam escravizados no Egito. Este ‘populacho’ era composto de ‘minorias perseguidas ou outros escravos. Certamente também egípcios que se casaram com israelitas e até mesmo egípcios tementes a Deus’ (Bíblia de Genebra, Comentário de Ex. 12.38).
3. A natureza pecaminosa é arraigada de tal maneira que o pecador não possui condições próprias para vencer o pecado por sua própria disposição e capacidade.
3.1 – Rm. 8.3 ‘Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado’.
II – A INCONFORMIDADE NASCE DA CARNALIDADE.
a – A natureza do pecador é carnal.
1. ‘Todos pecaram’, nos ensinam as Escrituras.
1.1 – Rm. 3.23 (NTLH) ‘Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus’.
1.2 – Rm. 5.12 (NTLH) ‘O pecado entrou no mundo por meio de um só homem, e o seu pecado trouxe consigo a morte. Como resultado, a morte se espalhou por toda a raça humana, porque todos pecaram’.
1.3 – I Re. 8.46 (ARA) ‘Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, a fim de que os leve cativos à terra inimiga, longe ou perto esteja...’.
2. O pecado deformou de tal maneira a natureza humana que todos os âmbitos de nossa existência foram afetados pela força corruptora do pecado.
3. Dentre as formas de expressar sua fé, o calvinismo o faz através do acróstico TULIP, se assevera a Total Depravação da raça humana.
3.1 – Rm. 7.14-15 ‘Eu sou carnal, vendido a escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto’.
3.2 – Sl. 51.5 ‘Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe’.
4. Dado a essa natureza pecaminosa e carnal o ser humano não se conforma à vontade santa e perfeita de Deus, desejando antes, sempre satisfazer seus instintos pecaminosos.
5. Estamos no momento da maior liberação moral de nossa cultura. Somos impactados e saturados via meios de comunicação com propagandas carnavalescas.
5.1 – De onde surgiu o carnaval? Alguns etmólogos propõem como origem o baixo latim "Carnelevamem", modificado mais tarde em "carne, vale!", que significa: "adeus carne!" e se aplicava originariamente à terça feira gorda, a partir de quando a Igreja Católica proibia o consumo de carne.
5.2 – "Carnelevamem", pode ser interpretado como "carnis levamem", "prazer da carne", antes das tristezas e continências que marcam o período da quaresma. É a libertação de todos os impulsos e prazeres, pois o tempo da restrição chegou.
5.3 – Na Quarta-feira de cinzas há confissão e abstinência por quarenta dias, se preparando para a Páscoa. Mero ritual pagão e licencioso.
5.4 – O apóstolo Paulo afirma que não pode haver comunhão da luz com as trevas, nem harmonia entre Cristo e o maligno. (II Co. 6:14-15).
5.5 – O mesmo apóstolo, escrevendo para uma Igreja que saíra do paganismo, e para nós exorta: “... revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13:14).
b – A carnalidade sempre lutará contra a ação de Deus.
1. O ser humano possui em si mesmo os códigos da vontade de Deus instalados em sua consciência, mas o pecado, seja o individual, coletivo ou cultural, degenera a consciência de tal modo que passa a fazer o que não agrada a Deus e causa mal a si mesmo.
2. O apóstolo Paulo fala desse desequilíbrio da natureza humana, colocando-se como exemplo:
2.1 – Rm. 7.22-24 ‘Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?’.
3. Esta luta do pecado contra Deus durará toda a vida do pecador. O fato que nos dá segurança de vitória é a vitória de Cristo na cruz, esmagando a cabeça da serpente e pagando com seu sacrifício uma nova vida para o pecador penitente.
III – A CARNALIDADE PRECISA ESTAR SEPULTADA.
a – Para a carnalidade ser sepultada o pecador morre com ela.
1. Na história de Israel, o povo experimentou uma situação de juízo de Deus no qual se deu a etiologia que marcou a história denominando o lugar com o nome de Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência).
1.1 – O populacho teve desejo por carne e desejo de estar de volta no Egito.
1.2 – Numa demonstração análoga dos desejos de partilhar da vida de um mundo fora dos padrões de Deus.
1.3 – Para acabar com essa revolta contra Deus os tais foram mortos.
2. Isso se dá também com o pecador, que, para finalizar a questão do pecado e da revolta teriam que ser penalizados com o que a Escritura chama de morte eterna.
b – Para a carnalidade ser sepultada Cristo morreu pelo pecador.
1. Mas Deus, em seu grande amor para conosco e, querendo a salvação dos pecadores, ofereceu o seu único Filho à morte para pagar nossas culpas.
2. Jesus morre e com Ele, nossos pecados e culpas.
3. Jesus é sepultado e com Ele também são sepultados nossos pecados e culpas.
4. Jesus ressuscita e com Ele também recebe o poder da ressurreição os que o recebem como seu Senhor e Salvador
CONCLUSÃO: Interessante é notar que na relação de nomes dos lugares por onde Israel passou em sua caminhada rumo a terra prometida (Nm. 33), não se menciona Taberá (Lugar de fogo), mas menciona Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência). Isto é profético e escatológico: isto é, para aquele que adentrar na Nova Terra, não haverá lugar para Taberá (Lugar de fogo), mas sempre haverá a lembrança e a gratidão de Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência).
Na sua vida o predomina ainda é o Taberá (Lugar de fogo)?
Ou predomina em sua vida o Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência)?
Em Cristo podemos ter nosso Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência) ainda nesta caminhada. Sepulte as concupiscências. ‘Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos, pela renovação da vossa mente’ (Rm. 12.2).
OBJETIVO: Ensinar que nossas concupiscências devem permanecer sepultadas em Cristo, enquanto prosseguimos rumo a santificação, olhando firmemente para o Senhor.
INTRODUÇÃO: Você sabe o que são recidivas? Mesmo sem saber a maioria das pessoas sofrem com as recidivas. Aquela gripe mal curada que volta é uma recidiva. Uma sinusite que, volta e meia retorna com todos os seus incômodos é uma recidiva. Herpes que vai e vem... Tuberculose... Câncer...
CONTEXTO: O povo de Israel em sua peregrinação rumo a Canaã, teve algumas recaídas e não foram poucas as vezes que pressionaram Moisés para fazer o caminho de volta ao Egito. Este texto aponta para uma destas reações de Israel.
TRANSIÇÃO: Você já teve uma recaída em algum pecado? Quem não tem pecado que atire a primeira pedra!
I – A MURMURAÇÃO DENOTA INCONFORMIDADE.
a – A proposta de salvação implica na transformação do pecador.
1. A história de Israel em sua saída do Egito, sua caminhada pelo deserto e sua entrada numa terra abençoada, é uma forma análoga de se contar a história da salvação, que se consuma na pessoa de Cristo.
2. A proposta da salvação implica na transformação do pecador, pois no Reino de Deus não entra o pecado. Para a entrada do pecador ali, ele passa por um processo de transformação.
3. Observe o paralelo entre a analogia e a realidade em Cristo:
Analogia em Israel Realidade em Cristo
Israel escravizado. Pecador escravizado.
Morre um cordeiro. Morre o Cordeiro de Deus.
Israel peregrina. Pecador peregrina.
Israel abandona valores. Pecador abandona valores.
Israel entra em Canaã. Pecador entra no Reino.
4. Deus propõe libertação e salvação ao pecador, culminando com sua entrada eterna no Reino de Deus.
b – O pecador não se predispõe abrir mão das concupiscências.
1. O exemplo análogo é demonstrado neste episódio da saída de Israel do Egito.
2. Juntamente com Israel saíram muitos outros povos menores que também estavam escravizados no Egito. Este ‘populacho’ era composto de ‘minorias perseguidas ou outros escravos. Certamente também egípcios que se casaram com israelitas e até mesmo egípcios tementes a Deus’ (Bíblia de Genebra, Comentário de Ex. 12.38).
3. A natureza pecaminosa é arraigada de tal maneira que o pecador não possui condições próprias para vencer o pecado por sua própria disposição e capacidade.
3.1 – Rm. 8.3 ‘Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado’.
II – A INCONFORMIDADE NASCE DA CARNALIDADE.
a – A natureza do pecador é carnal.
1. ‘Todos pecaram’, nos ensinam as Escrituras.
1.1 – Rm. 3.23 (NTLH) ‘Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus’.
1.2 – Rm. 5.12 (NTLH) ‘O pecado entrou no mundo por meio de um só homem, e o seu pecado trouxe consigo a morte. Como resultado, a morte se espalhou por toda a raça humana, porque todos pecaram’.
1.3 – I Re. 8.46 (ARA) ‘Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, a fim de que os leve cativos à terra inimiga, longe ou perto esteja...’.
2. O pecado deformou de tal maneira a natureza humana que todos os âmbitos de nossa existência foram afetados pela força corruptora do pecado.
3. Dentre as formas de expressar sua fé, o calvinismo o faz através do acróstico TULIP, se assevera a Total Depravação da raça humana.
3.1 – Rm. 7.14-15 ‘Eu sou carnal, vendido a escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto’.
3.2 – Sl. 51.5 ‘Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe’.
4. Dado a essa natureza pecaminosa e carnal o ser humano não se conforma à vontade santa e perfeita de Deus, desejando antes, sempre satisfazer seus instintos pecaminosos.
5. Estamos no momento da maior liberação moral de nossa cultura. Somos impactados e saturados via meios de comunicação com propagandas carnavalescas.
5.1 – De onde surgiu o carnaval? Alguns etmólogos propõem como origem o baixo latim "Carnelevamem", modificado mais tarde em "carne, vale!", que significa: "adeus carne!" e se aplicava originariamente à terça feira gorda, a partir de quando a Igreja Católica proibia o consumo de carne.
5.2 – "Carnelevamem", pode ser interpretado como "carnis levamem", "prazer da carne", antes das tristezas e continências que marcam o período da quaresma. É a libertação de todos os impulsos e prazeres, pois o tempo da restrição chegou.
5.3 – Na Quarta-feira de cinzas há confissão e abstinência por quarenta dias, se preparando para a Páscoa. Mero ritual pagão e licencioso.
5.4 – O apóstolo Paulo afirma que não pode haver comunhão da luz com as trevas, nem harmonia entre Cristo e o maligno. (II Co. 6:14-15).
5.5 – O mesmo apóstolo, escrevendo para uma Igreja que saíra do paganismo, e para nós exorta: “... revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13:14).
b – A carnalidade sempre lutará contra a ação de Deus.
1. O ser humano possui em si mesmo os códigos da vontade de Deus instalados em sua consciência, mas o pecado, seja o individual, coletivo ou cultural, degenera a consciência de tal modo que passa a fazer o que não agrada a Deus e causa mal a si mesmo.
2. O apóstolo Paulo fala desse desequilíbrio da natureza humana, colocando-se como exemplo:
2.1 – Rm. 7.22-24 ‘Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?’.
3. Esta luta do pecado contra Deus durará toda a vida do pecador. O fato que nos dá segurança de vitória é a vitória de Cristo na cruz, esmagando a cabeça da serpente e pagando com seu sacrifício uma nova vida para o pecador penitente.
III – A CARNALIDADE PRECISA ESTAR SEPULTADA.
a – Para a carnalidade ser sepultada o pecador morre com ela.
1. Na história de Israel, o povo experimentou uma situação de juízo de Deus no qual se deu a etiologia que marcou a história denominando o lugar com o nome de Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência).
1.1 – O populacho teve desejo por carne e desejo de estar de volta no Egito.
1.2 – Numa demonstração análoga dos desejos de partilhar da vida de um mundo fora dos padrões de Deus.
1.3 – Para acabar com essa revolta contra Deus os tais foram mortos.
2. Isso se dá também com o pecador, que, para finalizar a questão do pecado e da revolta teriam que ser penalizados com o que a Escritura chama de morte eterna.
b – Para a carnalidade ser sepultada Cristo morreu pelo pecador.
1. Mas Deus, em seu grande amor para conosco e, querendo a salvação dos pecadores, ofereceu o seu único Filho à morte para pagar nossas culpas.
2. Jesus morre e com Ele, nossos pecados e culpas.
3. Jesus é sepultado e com Ele também são sepultados nossos pecados e culpas.
4. Jesus ressuscita e com Ele também recebe o poder da ressurreição os que o recebem como seu Senhor e Salvador
CONCLUSÃO: Interessante é notar que na relação de nomes dos lugares por onde Israel passou em sua caminhada rumo a terra prometida (Nm. 33), não se menciona Taberá (Lugar de fogo), mas menciona Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência). Isto é profético e escatológico: isto é, para aquele que adentrar na Nova Terra, não haverá lugar para Taberá (Lugar de fogo), mas sempre haverá a lembrança e a gratidão de Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência).
Na sua vida o predomina ainda é o Taberá (Lugar de fogo)?
Ou predomina em sua vida o Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência)?
Em Cristo podemos ter nosso Quibrote-Hataavá (Sepulcros da concupiscência) ainda nesta caminhada. Sepulte as concupiscências. ‘Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos, pela renovação da vossa mente’ (Rm. 12.2).
domingo, 1 de fevereiro de 2009
VALORES INEGOCIÁVEIS NA VERDADEIRA ADORAÇÃO
Lv. 10.1-3
OBJETIVO: Ensinar que só podemos servir a Deus pelos princípios estabelecidos por Deus.
INTRODUÇÃO: Há tantas expressões de culto subindo aos céus. Tantas cores confessionais. Tantos tons denominacionais e um sem fim de manifestações litúrgicas.
Como saber se a adoração que prestamos a Deus seja na individualidade ou na comunidade são aceitos?
CONTEXTO: O texto está inserido no contexto da caminhada do povo de Israel nos 40 anos de deserto rumo a terra de Canaã.
Dois filhos de Arão, Nadabe e Abiu, acenderam seu incensário não com o fogo do altar, que tinha sido recentemente aceso pelo próprio Senhor (Lv. 9.24), e que daí por diante devia ser usado, mas acenderam com fogo tirado de outro lugar, provavelmente o que tinha sido usado para queimar as ofertas pacíficas (Lv. 9.4). Por não ter sido tirado do altar é chamado de fogo estranho.
Nadabe e Abiú devem ter pensado que o fogo do altar era igual a qualquer outro, afinal todo fogo é sempre fogo e todo fogo queima, não importando de onde tenha sido tirado. Eles deveriam prestar culto a Deus exatamente da forma que o Senhor tinha dito (Ex. 30.1 – 10).
TRANSIÇÃO: A adoração a Deus deve obedecer a princípios estabelecidos pelo próprio Deus em sua Palavra. Quero refletir sobre: VALORES INEGOCIÁVEIS NA VERDADEIRA ADORAÇÃO.
I – A ADORAÇÃO PRECISA SER TEOCÊNTRICA.
a – O Deus Triúno é o centro da adoração cristã.
1. Dizer que Deus é o centro da adoração cristã, parece ser uma afirmação óbvia, mas fato é que nem sempre é um princípio inegociável.
2. A adoração em muitos meios evangélicos é antropocêntrica, ou seja, coloca os desejos, sentimentos e interesses do indivíduo no centro de tudo.
2.1 – O homem tem que se sentir bem.
2.2 – A mensagem tem que agradar o homem.
2.3 – Os cânticos têm que fazer bem.
2.4 – As doutrinas enfatizam a satisfação das necessidades materiais do homem.
2.5 – Deus é apenas um nome usado para recheio: o centro é o homem.
3. Culto onde Deus não é o centro não é adoração bíblica, portanto não pode ser adoração aceita por Deus.
II – A ADORAÇÃO É UMA RESPOSTA A GRAÇA SALVADORA DE DEUS.
a – Adorar é reconhecer o amor eterno e gracioso de Deus.
1. As Escrituras nos ensinam que Deus nos amou desde antes da fundação do mundo.
1.1 – Ef. 1.3-5 ‘Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade’.
1.2 – Jr. 31..... ‘Com amor eterno eu te amei, e com cordas humanas te atraí’
2. As Escrituras nos ensinam que Deus nos amou a ponto se sacrificar por nós, oferecendo seu próprio Filho como pagamento de nossa condenação.
2.1 – I Jo 4.19 ‘... Ele nos amou primeiro’.
2.2 – Rm 5.8 ‘Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores’.
3. A adoração é uma resposta de gratidão a esse amor gracioso de Deus.
b – Adorar é reconhecer a redenção feita no Calvário.
1. Adorar é olhar para esse amor de Deus e reconhecer que não havia outra maneira de sermos salvos, mas apenas pelo sacrifício de Cristo.
1.1 – Sl. 49.7-8 ‘’.
1.2 – Is. 53.5 ‘Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados’.
1.3 – Rm 3.24 ‘... sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus’.
c – Adorar é reconhecer a miséria e culpa humana.
1. Só se reconhece o valor do sacrifício de Cristo quem reconhece a grandeza de sua pecaminosidade.
1.1 – Is. 64.6 ‘... todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapos da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como a um vento, nos arrebatam’.
1.2 – Rm 3.23 ‘Todos pecaram e carecem da glória de Deus’.
1.3 – Sl 130.3 “Se observares, Senhor, iniqüidades, quem, Senhor, subsistirá?”
2. Ninguém que não reconheça o tamanho e a brutalidade de sua pecaminosidade, não se prostra para adorar verdadeira a Deus.
III – A VERDADEIRA ADORAÇÃO É HOLÍSTICA.
a – A adoração não é um momento na vida.
1. É a vida apresentada como sacrifício a Deus.
1.1 – Rm 12.1 ‘Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional’.
2. A adoração não fica num determinado local, mas é toda a nossa vida em todos os locais e momentos, vivida em resposta à graça de Deus.
2.1 – ‘Adoração pública é o momento em que nós tornamos coletivo aquilo que Deus nos chamou para realizarmos individualmente, todos os dias’ Marcelo Giovani.
3. Calvino cunhou a expressão “culto legítimo”, para destacar que a verdadeira adoração só é possível nos moldes da Revelação de Deus, que é a Escritura Sagrada.
4. É comum alguém dizer que vai ao culto. Na verdade ninguém presta um culto público se sua vida privada não for um constante culto a Deus.
4.1 – ‘A adoração não faz parte da vida cristã; ela é a própria vida cristã’. Gerald Vann.
5. A mulher samaritana perguntou a Jesus onde era o local da verdadeira adoração:
5.1 – Jo 4.20-21 ‘Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é que é o lugar onde se deve adorar. Ao que Jesus respondeu: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai’.
5.2 – Jo 4.23-24 ‘Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade’.
6. O ensino apostólico também regulamenta o culto de forma holística na vida do cristão.
6.1 – I Co 10.31 ‘Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus’.
IV – A VERDADEIRA ADORAÇÃO É OFERTA DE PRIMÍCIAS A DEUS.
a – Deus merece as primícias.
1. Parece que Nadabe e Abiú não se deram conta de que deveriam cultuar a Deus oferecendo a Ele o melhor.
1.1 – ‘Adoração é aquilo a que consagramos nosso interesse, nosso entusiasmo e nossa devoção’. Clarence E. MacCartney.
2. Oferecer o melhor não é apenas uma questão de sentimento na hora da adoração pública, mas é uma questão de obediência.
2.1 – ‘Manifestando reverência, aprendemos obediência’. Matthew Henry.
3. Deus recebe as primícias de sua vida? Um bom termômetro desta questão é o desprendimento com que você contribui com sua causa.
3.1 – Pr. 3.9 ‘Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda’.
4. Ninguém de mãos vazias diante do Senhor.
b – O termo ‘primícias’ não pode se restringir a dinheiro.
1. Muitos podem pensar que oferecendo a Deus o seu dinheiro, o resto da vida está liberado, como se o dinheiro comprasse as bênçãos de Deus.
2. Oferecer as ‘primícias’ a Deus é oferecer a Deus sempre o primeiro lugar de nossa vida em todas as coisas.
2.1 – Tempo.
2.2 – Energia, vigor.
• Ec. 12.1 ‘Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que cheguem os maus dias, nos quais dirás: Não tenho neles prazer’.
2.3 – Compromisso.
2.4 – Prioridade.
• Mt. 6.33 ‘Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas’.
c – Deus promete manifestar sua glória.
1. A manifestação da presença e da glória de Deus está destinada àqueles que se achegarem a Deus pelos seus caminhos.
1.1 – Lv. 10.3 ‘’.
2. Fora dos princípios bíblicos não existe verdadeira adoração, mas qualquer tentativa se torna anti-bíblica e insulta a Deus.
CONCLUSÃO: Sua adoração prestada a Deus invade todas as esferas de sua vida ou se limita a um culto?
O perdão gracioso de Deus no sacrifício de Jesus é o ponto alto de sua vida e de sua adoração?
OBJETIVO: Ensinar que só podemos servir a Deus pelos princípios estabelecidos por Deus.
INTRODUÇÃO: Há tantas expressões de culto subindo aos céus. Tantas cores confessionais. Tantos tons denominacionais e um sem fim de manifestações litúrgicas.
Como saber se a adoração que prestamos a Deus seja na individualidade ou na comunidade são aceitos?
CONTEXTO: O texto está inserido no contexto da caminhada do povo de Israel nos 40 anos de deserto rumo a terra de Canaã.
Dois filhos de Arão, Nadabe e Abiu, acenderam seu incensário não com o fogo do altar, que tinha sido recentemente aceso pelo próprio Senhor (Lv. 9.24), e que daí por diante devia ser usado, mas acenderam com fogo tirado de outro lugar, provavelmente o que tinha sido usado para queimar as ofertas pacíficas (Lv. 9.4). Por não ter sido tirado do altar é chamado de fogo estranho.
Nadabe e Abiú devem ter pensado que o fogo do altar era igual a qualquer outro, afinal todo fogo é sempre fogo e todo fogo queima, não importando de onde tenha sido tirado. Eles deveriam prestar culto a Deus exatamente da forma que o Senhor tinha dito (Ex. 30.1 – 10).
TRANSIÇÃO: A adoração a Deus deve obedecer a princípios estabelecidos pelo próprio Deus em sua Palavra. Quero refletir sobre: VALORES INEGOCIÁVEIS NA VERDADEIRA ADORAÇÃO.
I – A ADORAÇÃO PRECISA SER TEOCÊNTRICA.
a – O Deus Triúno é o centro da adoração cristã.
1. Dizer que Deus é o centro da adoração cristã, parece ser uma afirmação óbvia, mas fato é que nem sempre é um princípio inegociável.
2. A adoração em muitos meios evangélicos é antropocêntrica, ou seja, coloca os desejos, sentimentos e interesses do indivíduo no centro de tudo.
2.1 – O homem tem que se sentir bem.
2.2 – A mensagem tem que agradar o homem.
2.3 – Os cânticos têm que fazer bem.
2.4 – As doutrinas enfatizam a satisfação das necessidades materiais do homem.
2.5 – Deus é apenas um nome usado para recheio: o centro é o homem.
3. Culto onde Deus não é o centro não é adoração bíblica, portanto não pode ser adoração aceita por Deus.
II – A ADORAÇÃO É UMA RESPOSTA A GRAÇA SALVADORA DE DEUS.
a – Adorar é reconhecer o amor eterno e gracioso de Deus.
1. As Escrituras nos ensinam que Deus nos amou desde antes da fundação do mundo.
1.1 – Ef. 1.3-5 ‘Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade’.
1.2 – Jr. 31..... ‘Com amor eterno eu te amei, e com cordas humanas te atraí’
2. As Escrituras nos ensinam que Deus nos amou a ponto se sacrificar por nós, oferecendo seu próprio Filho como pagamento de nossa condenação.
2.1 – I Jo 4.19 ‘... Ele nos amou primeiro’.
2.2 – Rm 5.8 ‘Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores’.
3. A adoração é uma resposta de gratidão a esse amor gracioso de Deus.
b – Adorar é reconhecer a redenção feita no Calvário.
1. Adorar é olhar para esse amor de Deus e reconhecer que não havia outra maneira de sermos salvos, mas apenas pelo sacrifício de Cristo.
1.1 – Sl. 49.7-8 ‘’.
1.2 – Is. 53.5 ‘Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados’.
1.3 – Rm 3.24 ‘... sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus’.
c – Adorar é reconhecer a miséria e culpa humana.
1. Só se reconhece o valor do sacrifício de Cristo quem reconhece a grandeza de sua pecaminosidade.
1.1 – Is. 64.6 ‘... todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapos da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como a um vento, nos arrebatam’.
1.2 – Rm 3.23 ‘Todos pecaram e carecem da glória de Deus’.
1.3 – Sl 130.3 “Se observares, Senhor, iniqüidades, quem, Senhor, subsistirá?”
2. Ninguém que não reconheça o tamanho e a brutalidade de sua pecaminosidade, não se prostra para adorar verdadeira a Deus.
III – A VERDADEIRA ADORAÇÃO É HOLÍSTICA.
a – A adoração não é um momento na vida.
1. É a vida apresentada como sacrifício a Deus.
1.1 – Rm 12.1 ‘Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional’.
2. A adoração não fica num determinado local, mas é toda a nossa vida em todos os locais e momentos, vivida em resposta à graça de Deus.
2.1 – ‘Adoração pública é o momento em que nós tornamos coletivo aquilo que Deus nos chamou para realizarmos individualmente, todos os dias’ Marcelo Giovani.
3. Calvino cunhou a expressão “culto legítimo”, para destacar que a verdadeira adoração só é possível nos moldes da Revelação de Deus, que é a Escritura Sagrada.
4. É comum alguém dizer que vai ao culto. Na verdade ninguém presta um culto público se sua vida privada não for um constante culto a Deus.
4.1 – ‘A adoração não faz parte da vida cristã; ela é a própria vida cristã’. Gerald Vann.
5. A mulher samaritana perguntou a Jesus onde era o local da verdadeira adoração:
5.1 – Jo 4.20-21 ‘Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é que é o lugar onde se deve adorar. Ao que Jesus respondeu: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai’.
5.2 – Jo 4.23-24 ‘Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade’.
6. O ensino apostólico também regulamenta o culto de forma holística na vida do cristão.
6.1 – I Co 10.31 ‘Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus’.
IV – A VERDADEIRA ADORAÇÃO É OFERTA DE PRIMÍCIAS A DEUS.
a – Deus merece as primícias.
1. Parece que Nadabe e Abiú não se deram conta de que deveriam cultuar a Deus oferecendo a Ele o melhor.
1.1 – ‘Adoração é aquilo a que consagramos nosso interesse, nosso entusiasmo e nossa devoção’. Clarence E. MacCartney.
2. Oferecer o melhor não é apenas uma questão de sentimento na hora da adoração pública, mas é uma questão de obediência.
2.1 – ‘Manifestando reverência, aprendemos obediência’. Matthew Henry.
3. Deus recebe as primícias de sua vida? Um bom termômetro desta questão é o desprendimento com que você contribui com sua causa.
3.1 – Pr. 3.9 ‘Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda’.
4. Ninguém de mãos vazias diante do Senhor.
b – O termo ‘primícias’ não pode se restringir a dinheiro.
1. Muitos podem pensar que oferecendo a Deus o seu dinheiro, o resto da vida está liberado, como se o dinheiro comprasse as bênçãos de Deus.
2. Oferecer as ‘primícias’ a Deus é oferecer a Deus sempre o primeiro lugar de nossa vida em todas as coisas.
2.1 – Tempo.
2.2 – Energia, vigor.
• Ec. 12.1 ‘Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que cheguem os maus dias, nos quais dirás: Não tenho neles prazer’.
2.3 – Compromisso.
2.4 – Prioridade.
• Mt. 6.33 ‘Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas’.
c – Deus promete manifestar sua glória.
1. A manifestação da presença e da glória de Deus está destinada àqueles que se achegarem a Deus pelos seus caminhos.
1.1 – Lv. 10.3 ‘’.
2. Fora dos princípios bíblicos não existe verdadeira adoração, mas qualquer tentativa se torna anti-bíblica e insulta a Deus.
CONCLUSÃO: Sua adoração prestada a Deus invade todas as esferas de sua vida ou se limita a um culto?
O perdão gracioso de Deus no sacrifício de Jesus é o ponto alto de sua vida e de sua adoração?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
SITUAÇÕES-LIMITE EM NOSSA VIDA SÃO INSTRUMENTOS NAS MÃOS DE DEUS
Ex. 15.22-27
OBJETIVO: Ensinar que nossas situações-limite não devem nos assustar, antes deve despertar em nós o temor diante do único Deus que pode fazer maravilhas.
INTRODUÇÃO: Crises e problemas circundam o ser humano em todo o percurso de sua vida. Se você nunca passou por uma grande crise, não se dê por privilegiado, pois ela virá e é bom você estar preparado.
CONTEXTO: A narrativa se encontra dentro do contexto histórico da saída do povo de Israel do Egito. Depois de atravessarem o Mar Vermelho, caminham por três dias sem água.
Cerca de 6 milhões de pessoas sem água por três dias. Desidratação, diarréia, e mesmo óbitos, poderiam estar acontecendo. O povo estava chegando às raias do desespero.
TRANSIÇÃO: Você já passou por situações onde o desespero bateu à porta? Quero refletir sobre: SITUAÇÕES-LIMITE EM NOSSA VIDA SÃO INSTRUMENTOS NAS MÃOS DE DEUS.
I – SITUAÇOES-LIMITE PODEM ATINGIR O POVO DE DEUS.
a – Três dias sem encontrar água podem gerar colapsos.
1. O povo de Israel já havia passado por um grande susto cerca de três dias antes quando viu o poderoso exército de Faraó se aproximando e não tendo alternativa de fuga, pois de lado havia o deserto, à frente o Mar Vermelho e atrás o exército.
2. Esta era também uma situação-limite onde Deus mostrou o seu poder. O mar se abriu, Israel passou a pés enxutos enquanto os egípcios pereceram afogados.
3. Agora, caminhando a três dias sem água, o quadro era desolador.
3.1 – O cansaço e o desânimo são normais nestas condições.
3.2 – Sintomas de desidratação, acompanhados de diarréia são comuns nestas circunstâncias.
3.3 – Pessoas à beira do desespero, possivelmente acusando Moisés de inabilidade e irresponsabilidade ao conduzir o povo naquelas condições (Ex. 15.24).
b – A anormalidade e insegurança podem gerar colapsos.
1. A narrativa bíblica mostra diversas situações onde o povo experimentou crises e sinais de colapso devido a instabilidades geradas, sejam de ordem social, política, ou mesmo espiritual.
1.1 – Período dos juízes, onde levantes e motins surgiam interna ou externamente a Israel.
1.2 – Morte de Saul, onde uma parte do povo seguiu a Is-Bosete e a outra parte seguiu a Davi como novo rei.
1.3 – Morte de Davi, onde insurreições surgiram dentro da própria família real trazendo mortes e inquietações.
2. Situações de insegurança e violência são vistas e conhecidas de modo farto por todos nestes tempos.
2.1 – Crime na família Nardoni.
2.2 – Seqüestros diários acontecendo em nossa sociedade.
2.3 – Mortes e calamidades são rotinas em nossos dias.
3. Você tem experimentado situações de crise que tem tirado sua paz e tranquilidade?
c – O povo de Deus não está isento de experimentar colapsos.
1. Tem sido muito difundido no meio evangélico que o cristão não passa por dores, porque é filho do Rei.
2. Doenças e situações adversas não podem acontecer na vida do cristão, e se tais desventuras lhe acontecem, é porque o referido cristão está em desobediência e pecado.
2.1 – Como explicar as desventuras na vida dos grandes homens de Deus na Bíblia?
2.2 – Como explicar as desventuras na vida de grandes homens de Deus no decorrer da História da Igreja?
3. Nosso Senhor Jesus e seus apóstolos ensinaram sobre crises e tribulações:
3.1 – Jo. 16.33 ‘’.
3.2 – I Pe. 1.6 ‘’.
3.3 – Tg. 1.2,12 ‘’.
II – SITUAÇÕES-LIMITE PODEM SER OPORTUNAS À MANIFESTAÇAO DA SOBERANA DE DEUS.
a – Deus é o Deus do impossível.
1. Criar do nada é um ato que só Deus poderia realizar.
1.1 – Gn. 1.1 ‘No princípio criou Deus o céu e a terra’. A expressão que o texto hebraico nos dá ‘bereshit baráh’ tem o significado de criar algo do que não existe.
1.2 – Hb. 11. 3 ‘Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo se vê não foi feito do que é visível’.
2. Deus sempre realizou o impossível aos olhos humanos.
2.1 – Os eventos do Êxodo, libertando o povo de Israel com mão poderosa, e sustentando-os no deserto por quarenta anos com sinais e milagres.
2.2 – A libertação nos dias de Ezequias, onde uma praga infecciosa abateu cerca de 180.000 soldados assírios, deixando o povo de Israel livre da afronta daquela poderosa nação.
b – Deus tem as soluções para os problemas que afligem seu povo.
1. Deus mostra saídas inusitadas.
1.1 – O povo caminhara três dias pelo deserto sem água e, finalmente, chegou a um local onde havia água, mas as águas eram amargas.
1.2 – Murmuraram aos ouvidos de Moisés que, não sabendo resolver o problema, clamou ao Senhor.
1.3 – Moisés pede uma solução e Deus lhe mostra uma árvore.
1.4 – Nem sempre Deus nos mostra o que queremos.
• Is. 55. 8 ‘Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos, declara o Senhor’.
2. Deus transformou água amarga em água potável e doce.
2.1 – Para Deus não há impossível.
2.2 – Deus pode transformar aquilo que está amargo em sua vida em algo doce:
• Seu casamento está amargo? Deus pode mudá-lo.
• Sua vida profissional está amarga? Deus pode mudar esse quadro.
• Seus relacionamentos têm se mostrado amargos e intragáveis? Coloque-os nas mãos de Deus.
• Você tem experimentado crises dentro de sua família e a vida lhe parece um inferno? (Ilustração: Menino diz: ‘Professora, eu sei onde é o inferno’).
• O seu futuro parece não chegar nem se realizar nunca? Espere em Deus.
3. Temos a tendência de fugir das provações e tribulações que nos afetam como se fossem maldições.
3.1 – ‘Ao nos esquivarmos de uma provação, estamos procurando evitar uma bênção’ (Charles H. Spurgeon).
III – SITUAÇOES-LIMITE SÃO OCASIÕES DE SE VOLTAR À PALAVRA DE DEUS.
a – Neste evento Deus deu estatutos e ordenanças a seu povo.
1. Deus estava chamando o povo de Israel para andar e viver através de sua Palavra.
2. A Revelação bíblica ainda estava sendo dada. O importante era o povo aprender que, se andassem na obediência da Palavra, a vida seria mais fácil de ser vivida.
3. Muitos querem as bênçãos de Deus divorciadas da obediência à sua Palavra, porém, este não é o caminho de Deus.
b – A obediência é a condição para se receber soluções especiais.
1. A obediência é a condição sem a qual bênçãos especiais não serão experimentadas.
2. Mesmo em meio a momentos difíceis e escuros, carregados de problemas, se lembre da obediência.
2.1 – ‘Não esqueça nas trevas o que Deus te mostrou na luz’.
3. Deus destaca com Moisés as condições da obediência.
3.1 – ‘Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus’.
3.2 – ‘Se fizeres o que é reto diante dos seus olhos’.
3.3 – ‘Se deres ouvidos aos seus mandamentos’.
3.4 – ‘Se guardardes todos os seus estatutos’.
4. Deus destaca o cuidado protetor para a vida do obediente, afirmando que cercaria com cuidados tais que nem mesmo as enfermidades derivadas da promiscuidade e do pecado egípcio tocariam no seu povo.
4.1 – Ex. 15. 26 ‘ ... não trarei sobre vocês nenhuma das doenças que eu trouxe sobre os egípcios, pois eu sou o SENHOR que os cura’.
4.2 – Jeová Rafah – O Senhor que cura, é o nosso Deus.
c – Deus aponta a solução numa árvore, analogia da cruz.
1. Analogamente Deus mostrou a Moisés que a solução estava na cruz. Deus mostrou a Moisés uma árvore. É o lenho, representando o poder transformador da cruz de Jesus para todo aquele que nele crê.
2. É preciso passar pela cruz de Cristo, entregando-se a Ele para se ter um novo e dócil coração, coração capaz de obedecer à Palavra de Deus.
2.1 – Ez. 36.26-27 ‘Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês; tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne. Porei o meu Espírito em vocês e os levarei a agirem segundo os meus decretos e a obedecerem fielmente às minhas leis’.
CONCLUSÃO: Você precisa deixar Deus tocar a sua vida com a cruz.
Você precisa deixar Deus mudar a sua sorte e os rumos de seus caminhos.
Você precisa se dedicar à obediência da Palavra de Deus.
OBJETIVO: Ensinar que nossas situações-limite não devem nos assustar, antes deve despertar em nós o temor diante do único Deus que pode fazer maravilhas.
INTRODUÇÃO: Crises e problemas circundam o ser humano em todo o percurso de sua vida. Se você nunca passou por uma grande crise, não se dê por privilegiado, pois ela virá e é bom você estar preparado.
CONTEXTO: A narrativa se encontra dentro do contexto histórico da saída do povo de Israel do Egito. Depois de atravessarem o Mar Vermelho, caminham por três dias sem água.
Cerca de 6 milhões de pessoas sem água por três dias. Desidratação, diarréia, e mesmo óbitos, poderiam estar acontecendo. O povo estava chegando às raias do desespero.
TRANSIÇÃO: Você já passou por situações onde o desespero bateu à porta? Quero refletir sobre: SITUAÇÕES-LIMITE EM NOSSA VIDA SÃO INSTRUMENTOS NAS MÃOS DE DEUS.
I – SITUAÇOES-LIMITE PODEM ATINGIR O POVO DE DEUS.
a – Três dias sem encontrar água podem gerar colapsos.
1. O povo de Israel já havia passado por um grande susto cerca de três dias antes quando viu o poderoso exército de Faraó se aproximando e não tendo alternativa de fuga, pois de lado havia o deserto, à frente o Mar Vermelho e atrás o exército.
2. Esta era também uma situação-limite onde Deus mostrou o seu poder. O mar se abriu, Israel passou a pés enxutos enquanto os egípcios pereceram afogados.
3. Agora, caminhando a três dias sem água, o quadro era desolador.
3.1 – O cansaço e o desânimo são normais nestas condições.
3.2 – Sintomas de desidratação, acompanhados de diarréia são comuns nestas circunstâncias.
3.3 – Pessoas à beira do desespero, possivelmente acusando Moisés de inabilidade e irresponsabilidade ao conduzir o povo naquelas condições (Ex. 15.24).
b – A anormalidade e insegurança podem gerar colapsos.
1. A narrativa bíblica mostra diversas situações onde o povo experimentou crises e sinais de colapso devido a instabilidades geradas, sejam de ordem social, política, ou mesmo espiritual.
1.1 – Período dos juízes, onde levantes e motins surgiam interna ou externamente a Israel.
1.2 – Morte de Saul, onde uma parte do povo seguiu a Is-Bosete e a outra parte seguiu a Davi como novo rei.
1.3 – Morte de Davi, onde insurreições surgiram dentro da própria família real trazendo mortes e inquietações.
2. Situações de insegurança e violência são vistas e conhecidas de modo farto por todos nestes tempos.
2.1 – Crime na família Nardoni.
2.2 – Seqüestros diários acontecendo em nossa sociedade.
2.3 – Mortes e calamidades são rotinas em nossos dias.
3. Você tem experimentado situações de crise que tem tirado sua paz e tranquilidade?
c – O povo de Deus não está isento de experimentar colapsos.
1. Tem sido muito difundido no meio evangélico que o cristão não passa por dores, porque é filho do Rei.
2. Doenças e situações adversas não podem acontecer na vida do cristão, e se tais desventuras lhe acontecem, é porque o referido cristão está em desobediência e pecado.
2.1 – Como explicar as desventuras na vida dos grandes homens de Deus na Bíblia?
2.2 – Como explicar as desventuras na vida de grandes homens de Deus no decorrer da História da Igreja?
3. Nosso Senhor Jesus e seus apóstolos ensinaram sobre crises e tribulações:
3.1 – Jo. 16.33 ‘’.
3.2 – I Pe. 1.6 ‘’.
3.3 – Tg. 1.2,12 ‘’.
II – SITUAÇÕES-LIMITE PODEM SER OPORTUNAS À MANIFESTAÇAO DA SOBERANA DE DEUS.
a – Deus é o Deus do impossível.
1. Criar do nada é um ato que só Deus poderia realizar.
1.1 – Gn. 1.1 ‘No princípio criou Deus o céu e a terra’. A expressão que o texto hebraico nos dá ‘bereshit baráh’ tem o significado de criar algo do que não existe.
1.2 – Hb. 11. 3 ‘Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo se vê não foi feito do que é visível’.
2. Deus sempre realizou o impossível aos olhos humanos.
2.1 – Os eventos do Êxodo, libertando o povo de Israel com mão poderosa, e sustentando-os no deserto por quarenta anos com sinais e milagres.
2.2 – A libertação nos dias de Ezequias, onde uma praga infecciosa abateu cerca de 180.000 soldados assírios, deixando o povo de Israel livre da afronta daquela poderosa nação.
b – Deus tem as soluções para os problemas que afligem seu povo.
1. Deus mostra saídas inusitadas.
1.1 – O povo caminhara três dias pelo deserto sem água e, finalmente, chegou a um local onde havia água, mas as águas eram amargas.
1.2 – Murmuraram aos ouvidos de Moisés que, não sabendo resolver o problema, clamou ao Senhor.
1.3 – Moisés pede uma solução e Deus lhe mostra uma árvore.
1.4 – Nem sempre Deus nos mostra o que queremos.
• Is. 55. 8 ‘Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos, declara o Senhor’.
2. Deus transformou água amarga em água potável e doce.
2.1 – Para Deus não há impossível.
2.2 – Deus pode transformar aquilo que está amargo em sua vida em algo doce:
• Seu casamento está amargo? Deus pode mudá-lo.
• Sua vida profissional está amarga? Deus pode mudar esse quadro.
• Seus relacionamentos têm se mostrado amargos e intragáveis? Coloque-os nas mãos de Deus.
• Você tem experimentado crises dentro de sua família e a vida lhe parece um inferno? (Ilustração: Menino diz: ‘Professora, eu sei onde é o inferno’).
• O seu futuro parece não chegar nem se realizar nunca? Espere em Deus.
3. Temos a tendência de fugir das provações e tribulações que nos afetam como se fossem maldições.
3.1 – ‘Ao nos esquivarmos de uma provação, estamos procurando evitar uma bênção’ (Charles H. Spurgeon).
III – SITUAÇOES-LIMITE SÃO OCASIÕES DE SE VOLTAR À PALAVRA DE DEUS.
a – Neste evento Deus deu estatutos e ordenanças a seu povo.
1. Deus estava chamando o povo de Israel para andar e viver através de sua Palavra.
2. A Revelação bíblica ainda estava sendo dada. O importante era o povo aprender que, se andassem na obediência da Palavra, a vida seria mais fácil de ser vivida.
3. Muitos querem as bênçãos de Deus divorciadas da obediência à sua Palavra, porém, este não é o caminho de Deus.
b – A obediência é a condição para se receber soluções especiais.
1. A obediência é a condição sem a qual bênçãos especiais não serão experimentadas.
2. Mesmo em meio a momentos difíceis e escuros, carregados de problemas, se lembre da obediência.
2.1 – ‘Não esqueça nas trevas o que Deus te mostrou na luz’.
3. Deus destaca com Moisés as condições da obediência.
3.1 – ‘Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus’.
3.2 – ‘Se fizeres o que é reto diante dos seus olhos’.
3.3 – ‘Se deres ouvidos aos seus mandamentos’.
3.4 – ‘Se guardardes todos os seus estatutos’.
4. Deus destaca o cuidado protetor para a vida do obediente, afirmando que cercaria com cuidados tais que nem mesmo as enfermidades derivadas da promiscuidade e do pecado egípcio tocariam no seu povo.
4.1 – Ex. 15. 26 ‘ ... não trarei sobre vocês nenhuma das doenças que eu trouxe sobre os egípcios, pois eu sou o SENHOR que os cura’.
4.2 – Jeová Rafah – O Senhor que cura, é o nosso Deus.
c – Deus aponta a solução numa árvore, analogia da cruz.
1. Analogamente Deus mostrou a Moisés que a solução estava na cruz. Deus mostrou a Moisés uma árvore. É o lenho, representando o poder transformador da cruz de Jesus para todo aquele que nele crê.
2. É preciso passar pela cruz de Cristo, entregando-se a Ele para se ter um novo e dócil coração, coração capaz de obedecer à Palavra de Deus.
2.1 – Ez. 36.26-27 ‘Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês; tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne. Porei o meu Espírito em vocês e os levarei a agirem segundo os meus decretos e a obedecerem fielmente às minhas leis’.
CONCLUSÃO: Você precisa deixar Deus tocar a sua vida com a cruz.
Você precisa deixar Deus mudar a sua sorte e os rumos de seus caminhos.
Você precisa se dedicar à obediência da Palavra de Deus.
domingo, 18 de janeiro de 2009
ESBOÇO DO MAIOR PROJETO JÁ REALIZADO.
Gn. 22. 1 – 19
OBJETIVO: Apresentar o plano de salvação.
INTRODUÇÃO: Em Waldsassen, na Bavária, é interessante apreciar a arquitetura pouco usual de uma catedral em que o número “3” é representado em quase toda parte. Este edifício possui 3 torres e 3 pequenas torres – cada uma das quais tem 3 trapeiras e 3 janelas de água furtada. Ela tem 3 cruzes pequenas e 3 grandes; 3 telhados, 3 respiradouros em cada telhado; 3 janelas e 3 portas em cada sessão do edifício, 3 sessões em cada torre e 3 em cada pequena torre. No interior se encontram 3 altares com 3 remates, 3 escadas, 3 vãos de porta, 3 luzes, 3 arcos transeptos, 3 colunas, 3 nichos, 3 janelas em 3 vãos e 3 estátuas. O construtor foi Georg Dientzhofer, 3º arquiteto de sua família. O término da estrutura exigiu 33 meses, 33 semanas e 33 dias, custando 33.333 florins e 33 kreuzer.
É um projeto interessante na estética, na matemática e na engenharia. Existem muitos outros grandes projetos mundo afora. Porque não mencionar as grandes pirâmides do Egito; ou os arranha-céus com 1000 metros de altura; ou o edifício giratório?
Milhares de projetos existem. Mas qual o maior projeto?
O maior projeto fala de Deus resgatar o homem do seu estado de pecado, corrupção e miséria e elevá-lo à condição de filho e herdeiro de seu reino.
CONTEXTO:Deus chamou a nação de Israel à existência a partir de Abraão. O texto está dentro da promessa de fazer da descendência de Abraão uma bênção a todas as famílias da terra.
TRANSIÇÃO: Quero vos apresentar nesta ocasião o ESBOÇO DO MAIOR PROJETO JÁ REALIZADO.
I – O AMOR DOADOR DE DEUS PAI.
a – O contexto de Abraão.
1. Abraão é desafiado por Deus a apresentar seu próprio filho em holocausto: “Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá: oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei”.
2. Abraão é tido nas Escrituras como um tipo, ou uma figura que simboliza o próprio Deus, dado seu amor pelo filho, dado ser ele o pai de um povo.
3. Abraão, na história da salvação, é apresentado tipificando Deus.
b – O amor de Deus tipificado na entrega de Abraão.
1. Abraão se dispõe. Levanta-se de madrugada, toma seu filho e o que lhe era necessário e sai numa caminhada de três dias, rumo ao local do holocausto.
2. Enquanto caminhava, possivelmente se angustiava ao antever ou pensar no momento do sacrifício. Ferir com a morte o seu próprio filho a quem muito amava.
3. Se a morte de um ente querido já nos dilacera o coração, como não estaria sendo difícil para Abraão só o pensar em matar seu filho, a quem muito amava, com suas próprias mãos.
c – Porque Deus amou o mundo de tal maneira.
1. Ah! Meus irmãos! Esse foi o angustiante dilema de Deus! Entregar à morte o próprio Filho a quem muito amava, para sofrer a culpa de outros, para que esses pudessem ter suas culpas e penalidades perdoadas.
2. Isso é impossível ao ser humano. Perdoar o seu algoz. Perdoar a quem nos ofende. Perdoar a quem nos tortura. Perdoar quem nos cuspiu no rosto e nos relegou um lugar de desprezo.
3. Nós somos os algozes. Nós somos os ofensores. Somos quem infligiu a tortura. Somos quem cuspiu no rosto de Deus e lhe relegou à um lugar de desprezo.
4. A angústia de Deus era por sua causa! Entregar a morte o próprio Filho para perdoar pecadores como você e como eu. Isso só é possível, porque Deus amou o mundo de tal maneira. Porque Ele amava a mim e a ti, Ele deu o seu único Filho a quem muito amava.
4.1 – Jo 3.16 ‘’.
4.2 – Rm 5.8 ‘’.
5. Abrão é uma figura de Deus Pai, que tinha um único Filho, mas o entregou à morte para nos livrar da morte.
II – O AMOR SACRIFICIAL DE DEUS FILHO.
a – A submissão de Isaque diante do sacrifício.
1. Isaque é o filho submisso a quem o pai incumbe de levar a lenha até o local do holocausto.
2. É uma figura de Jesus porque aponta para a submissão do Filho de Deus em levar sobre si os nossos pecados no madeiro.
3. I Pe 2.24 “...carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para o pecado, vivamos para justiça; por suas chagas, fostes sarados”.
b – “Onde está o holocausto?”
1. Isaque não sabia onde estava o holocausto.
2. Não temos a idade exata do jovem Isaque neste acontecimento, mas deduz-se que era ainda muito jovem. Na simplicidade inocente de sua juventude o rapaz interpela o pai: “Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?”
3. Não sabia ser ele próprio o cordeiro que seria executado e imolado naquele altar. O inocente cordeiro.
4. Isaque tipificava Jesus Cristo.
c – Jesus é o Cordeiro de Deus.
1. Jesus, o eterno e único Filho de Deus, que era o objeto do seu infinito, perfeito e eterno amor é quem se prontifica a ser imolado para resgate daqueles que deveriam morrer sem pena, dó ou piedade.
2. No grande Conselho, ou resolução da Divindade, Pai, Filho e Espírito Santo idealizaram o projeto da salvação.
2.1 – O Pai daria um corpo humano ao Filho, o proveria com todos os dons e graças, e o ressuscitaria após a oferta sacrificial em prol da redenção dos pecadores.
2.2 – O Filho se disporia a entregar sua vida como oferta pelo nosso pecado.
2.3 – O Espírito Santo aplicaria, depois, na vida de cada um dos eleitos de Deus o poder redentivo e salvador da morte do Filho, regenerando, convertendo, santificando e glorificando cada um deles para a vida eterna (Ef 1.9,11 e II Tm 1.9-10 falam deste conselho ou resolução da Divindade).
3. Jesus é o Cordeiro de Deus:
3.1 – Jo 1.29 “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.”
3.2 – I Pe 1.18–20 “...sabendo que não foi mediante cousas corruptíveis que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós...”
4. Isaque é apenas o esboço do que realmente aconteceria em Cristo Jesus. Jesus é o real cordeiro de Deus.
III – O PECADOR: SUBSTITUÍDO E SALVO.
a – Isaque é substituído no momento da execução.
1. Abraão estava para desferir o golpe mortal, quando foi impedido.
1.1 – Gn 22.10 “...e, estendendo a mão, tomou o cutelo para imolar o filho”.
1.2 – Gn 22.13 “Tendo Abraão erguido os olhos, viu atrás de si um carneiro preso pelos chifres entre os arbustos; tomou Abraão o carneiro e o ofereceu em holocausto, em lugar de seu filho”.
b – O pecador não poderia pagar suas próprias culpas.
1. Jamais o ser humano poderia pagar por inteiro a sua pena e ainda voltar à vida, pois o salário e a penalidade pelo pecado é morte eterna.
1.1 – Rm 6.23 ‘’.
1.2 – Sl 49.7-9 “...ninguém pode remir, nem pagar a Deus o seu resgate...para que continue a viver perpetuamente...”
2. Plagiando o salmista, poderia-se dizer que: “...pagaria, pagaria, sem jamais chegar ao fim...”
c – Alguém precisava pagar por ele o seu resgate.
1. Ilustração: É como uma pessoa que esteja dentro de um charco de lama e perdição, um tremedal de areia movediça, e quanto mais se debate para sair, mais funda. Jamais pode sair dali por sua própria conta, a menos que alguém venha e o tire.
2. Porque deveria ser Jesus e não outro?
2.1 – De forma teatral, dramatizada e poética, é dito em Apocalipse que foi procurado no céu, na terra e debaixo da terra alguém que realizasse os atos da justiça de Deus, e não foi encontrado.
2.2 – Foi o homem que pecou, portanto o homem deveria morrer pelos seus pecados.
2.3 – Só Deus em carne humana poderia sofrer a culpa do pecado e a culpa humana e voltar à vida.
2.4 – Deus se fez carne em Jesus. Pagou nossa culpa e nosso resgate em Jesus.
d – Somos substituídos por Jesus Cristo.
1. Quando Deus deveria desferir o golpe de execução e condenação sobre nós, ele o faz em seu Filho Jesus Cristo.
2. I Pe 2.24 “...carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para o pecado, vivamos para justiça; por suas chagas, fostes sarados”.
3. Assim como Isaque foi substituído pelo cordeiro, cada um dos que crêem são substituídos pelo cordeiro de Deus.
CONCLUSÃO: Existem grandes projetos e grandes realizações na humanidade, assim como a Catedral de Waldsassen, na Bavária, descrito na Introdução, mas o maior projeto e a maior realização em todo o universo foi exatamente a obra de salvação do pecador.
Creia que Deus entregou seu Filho Jesus em seu lugar. Entregue sua vida a ele para que sejam cancelados os vossos pecados e as suas culpas.
OBJETIVO: Apresentar o plano de salvação.
INTRODUÇÃO: Em Waldsassen, na Bavária, é interessante apreciar a arquitetura pouco usual de uma catedral em que o número “3” é representado em quase toda parte. Este edifício possui 3 torres e 3 pequenas torres – cada uma das quais tem 3 trapeiras e 3 janelas de água furtada. Ela tem 3 cruzes pequenas e 3 grandes; 3 telhados, 3 respiradouros em cada telhado; 3 janelas e 3 portas em cada sessão do edifício, 3 sessões em cada torre e 3 em cada pequena torre. No interior se encontram 3 altares com 3 remates, 3 escadas, 3 vãos de porta, 3 luzes, 3 arcos transeptos, 3 colunas, 3 nichos, 3 janelas em 3 vãos e 3 estátuas. O construtor foi Georg Dientzhofer, 3º arquiteto de sua família. O término da estrutura exigiu 33 meses, 33 semanas e 33 dias, custando 33.333 florins e 33 kreuzer.
É um projeto interessante na estética, na matemática e na engenharia. Existem muitos outros grandes projetos mundo afora. Porque não mencionar as grandes pirâmides do Egito; ou os arranha-céus com 1000 metros de altura; ou o edifício giratório?
Milhares de projetos existem. Mas qual o maior projeto?
O maior projeto fala de Deus resgatar o homem do seu estado de pecado, corrupção e miséria e elevá-lo à condição de filho e herdeiro de seu reino.
CONTEXTO:Deus chamou a nação de Israel à existência a partir de Abraão. O texto está dentro da promessa de fazer da descendência de Abraão uma bênção a todas as famílias da terra.
TRANSIÇÃO: Quero vos apresentar nesta ocasião o ESBOÇO DO MAIOR PROJETO JÁ REALIZADO.
I – O AMOR DOADOR DE DEUS PAI.
a – O contexto de Abraão.
1. Abraão é desafiado por Deus a apresentar seu próprio filho em holocausto: “Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá: oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei”.
2. Abraão é tido nas Escrituras como um tipo, ou uma figura que simboliza o próprio Deus, dado seu amor pelo filho, dado ser ele o pai de um povo.
3. Abraão, na história da salvação, é apresentado tipificando Deus.
b – O amor de Deus tipificado na entrega de Abraão.
1. Abraão se dispõe. Levanta-se de madrugada, toma seu filho e o que lhe era necessário e sai numa caminhada de três dias, rumo ao local do holocausto.
2. Enquanto caminhava, possivelmente se angustiava ao antever ou pensar no momento do sacrifício. Ferir com a morte o seu próprio filho a quem muito amava.
3. Se a morte de um ente querido já nos dilacera o coração, como não estaria sendo difícil para Abraão só o pensar em matar seu filho, a quem muito amava, com suas próprias mãos.
c – Porque Deus amou o mundo de tal maneira.
1. Ah! Meus irmãos! Esse foi o angustiante dilema de Deus! Entregar à morte o próprio Filho a quem muito amava, para sofrer a culpa de outros, para que esses pudessem ter suas culpas e penalidades perdoadas.
2. Isso é impossível ao ser humano. Perdoar o seu algoz. Perdoar a quem nos ofende. Perdoar a quem nos tortura. Perdoar quem nos cuspiu no rosto e nos relegou um lugar de desprezo.
3. Nós somos os algozes. Nós somos os ofensores. Somos quem infligiu a tortura. Somos quem cuspiu no rosto de Deus e lhe relegou à um lugar de desprezo.
4. A angústia de Deus era por sua causa! Entregar a morte o próprio Filho para perdoar pecadores como você e como eu. Isso só é possível, porque Deus amou o mundo de tal maneira. Porque Ele amava a mim e a ti, Ele deu o seu único Filho a quem muito amava.
4.1 – Jo 3.16 ‘’.
4.2 – Rm 5.8 ‘’.
5. Abrão é uma figura de Deus Pai, que tinha um único Filho, mas o entregou à morte para nos livrar da morte.
II – O AMOR SACRIFICIAL DE DEUS FILHO.
a – A submissão de Isaque diante do sacrifício.
1. Isaque é o filho submisso a quem o pai incumbe de levar a lenha até o local do holocausto.
2. É uma figura de Jesus porque aponta para a submissão do Filho de Deus em levar sobre si os nossos pecados no madeiro.
3. I Pe 2.24 “...carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para o pecado, vivamos para justiça; por suas chagas, fostes sarados”.
b – “Onde está o holocausto?”
1. Isaque não sabia onde estava o holocausto.
2. Não temos a idade exata do jovem Isaque neste acontecimento, mas deduz-se que era ainda muito jovem. Na simplicidade inocente de sua juventude o rapaz interpela o pai: “Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?”
3. Não sabia ser ele próprio o cordeiro que seria executado e imolado naquele altar. O inocente cordeiro.
4. Isaque tipificava Jesus Cristo.
c – Jesus é o Cordeiro de Deus.
1. Jesus, o eterno e único Filho de Deus, que era o objeto do seu infinito, perfeito e eterno amor é quem se prontifica a ser imolado para resgate daqueles que deveriam morrer sem pena, dó ou piedade.
2. No grande Conselho, ou resolução da Divindade, Pai, Filho e Espírito Santo idealizaram o projeto da salvação.
2.1 – O Pai daria um corpo humano ao Filho, o proveria com todos os dons e graças, e o ressuscitaria após a oferta sacrificial em prol da redenção dos pecadores.
2.2 – O Filho se disporia a entregar sua vida como oferta pelo nosso pecado.
2.3 – O Espírito Santo aplicaria, depois, na vida de cada um dos eleitos de Deus o poder redentivo e salvador da morte do Filho, regenerando, convertendo, santificando e glorificando cada um deles para a vida eterna (Ef 1.9,11 e II Tm 1.9-10 falam deste conselho ou resolução da Divindade).
3. Jesus é o Cordeiro de Deus:
3.1 – Jo 1.29 “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.”
3.2 – I Pe 1.18–20 “...sabendo que não foi mediante cousas corruptíveis que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós...”
4. Isaque é apenas o esboço do que realmente aconteceria em Cristo Jesus. Jesus é o real cordeiro de Deus.
III – O PECADOR: SUBSTITUÍDO E SALVO.
a – Isaque é substituído no momento da execução.
1. Abraão estava para desferir o golpe mortal, quando foi impedido.
1.1 – Gn 22.10 “...e, estendendo a mão, tomou o cutelo para imolar o filho”.
1.2 – Gn 22.13 “Tendo Abraão erguido os olhos, viu atrás de si um carneiro preso pelos chifres entre os arbustos; tomou Abraão o carneiro e o ofereceu em holocausto, em lugar de seu filho”.
b – O pecador não poderia pagar suas próprias culpas.
1. Jamais o ser humano poderia pagar por inteiro a sua pena e ainda voltar à vida, pois o salário e a penalidade pelo pecado é morte eterna.
1.1 – Rm 6.23 ‘’.
1.2 – Sl 49.7-9 “...ninguém pode remir, nem pagar a Deus o seu resgate...para que continue a viver perpetuamente...”
2. Plagiando o salmista, poderia-se dizer que: “...pagaria, pagaria, sem jamais chegar ao fim...”
c – Alguém precisava pagar por ele o seu resgate.
1. Ilustração: É como uma pessoa que esteja dentro de um charco de lama e perdição, um tremedal de areia movediça, e quanto mais se debate para sair, mais funda. Jamais pode sair dali por sua própria conta, a menos que alguém venha e o tire.
2. Porque deveria ser Jesus e não outro?
2.1 – De forma teatral, dramatizada e poética, é dito em Apocalipse que foi procurado no céu, na terra e debaixo da terra alguém que realizasse os atos da justiça de Deus, e não foi encontrado.
2.2 – Foi o homem que pecou, portanto o homem deveria morrer pelos seus pecados.
2.3 – Só Deus em carne humana poderia sofrer a culpa do pecado e a culpa humana e voltar à vida.
2.4 – Deus se fez carne em Jesus. Pagou nossa culpa e nosso resgate em Jesus.
d – Somos substituídos por Jesus Cristo.
1. Quando Deus deveria desferir o golpe de execução e condenação sobre nós, ele o faz em seu Filho Jesus Cristo.
2. I Pe 2.24 “...carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para o pecado, vivamos para justiça; por suas chagas, fostes sarados”.
3. Assim como Isaque foi substituído pelo cordeiro, cada um dos que crêem são substituídos pelo cordeiro de Deus.
CONCLUSÃO: Existem grandes projetos e grandes realizações na humanidade, assim como a Catedral de Waldsassen, na Bavária, descrito na Introdução, mas o maior projeto e a maior realização em todo o universo foi exatamente a obra de salvação do pecador.
Creia que Deus entregou seu Filho Jesus em seu lugar. Entregue sua vida a ele para que sejam cancelados os vossos pecados e as suas culpas.
REFAZENDO O PROJETO DE SUA VIDA
Gn. 28.18-22
OBJETIVO: Apresentar ao Senhor a gratidão pelo conquistado até aqui e refazer o projeto para um novo ano.
INTRODUÇÃO: ‘Fechado para balanço’.
Há certas situações em nossa vida que precisamos também parar e fazer um balanço, refazendo nosso projeto de vida.
CONTEXTO: Jacó trapaceou com seu irmão Esaú, trocando sua progenitura por um prato de lentilhas e, mais tarde, trapaceou com seu pai, roubando a bênção que era para seu irmão. Neste contexto, Esaú procura matá-lo e ele foge. Ao fugir, Deus se manifesta a ele. Reconhecido da dependência de Deus, Jacó refaz sua aliança.
TRANSIÇÃO: Como foi para você este ano que se encerrou? Percalços, pecados e fugas? Acertos, bênçãos e um senso de dependência de Deus? Talvez seja a hora de se realinhar com o pacto já feito com o Senhor e refazer seu projeto para servi-lo melhor! Dentro deste prisma, quero lhes falar sobre o seguinte tema: REFAZENDO O PROJETO DE SUA VIDA.
I – REFAZER O PROJETO DE SUA VIDA IMPLICA EM RECONHECER O CAMINHO JÁ ANDADO ATÉ AQUI.
a – A partir do novo nascimento, o cristão já tem história.
1. Jacó teve diversas experiências com Deus, embora tenha tido uma em especial que definiu o rumo de sua vida.
2. Jacó era um negociador. Estava interessado em vantagens. Mal sabia ele que, assumindo a progenitura, estava assumindo um compromisso com a linhagem, pessoa e ministério do próprio Messias, o Senhor Jesus.
3. Cada cristão verdadeiramente convertido também tem sua experiência pessoal com o Senhor, baseado em seu relacionamento com a pessoa de Cristo.
4. Jacó reconheceu que já andara com o Senhor o suficiente para saber que Deus o chamara para ser de seu povo.
4.1 – O sonho da escada até os céus (Gn. 28.12).
4.2 – A palavra de Deus (Gn. 28.13-15).
5. Cada novo convertido já tem história para saber que Deus o chamara para viver na condição de filho e família de Deus.
b – A poderosa presença de Deus é o marco do início de jornada.
1. Jacó teve uma vida pregressa.
1.1 – Jacó trapaceou com seu irmão.
1.2 – Jacó trapaceou com seu pai.
1.3 – Jacó usou a predileção de sua mãe.
2. Deus se manifestou a Jacó apesar de sua vida pregressa.
2.1 – A iniciativa para se ter um projeto de vida que envolva Deus é sempre de Deus.
2.2 – Olhe o exemplo em Adão: ‘Adão, onde estás?’.
2.3 – Olhe o exemplo em Noé: ‘Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens. Faze uma arca...’.
2.4 – Olhe o exemplo em Paulo: ‘Seguindo ele (Paulo) estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor...’.
3. Todos quantos tiveram a experiência do novo nascimento reconhecem que a iniciativa foi de Deus, porque este o amou antes da fundação do mundo.
4. Você reconhece que veio até aqui em sua vida cristã, porque Deus te trouxe? Esta é uma boa base para refazer seu projeto com Deus.
II – REFAZER O PROJETO DE SUA VIDA IMPLICA EM RECONHECER SUA DEPENDÊNCIA DE DEUS.
a – Jacó afirma a dependência na necessidade da presença de Deus.
1. Jacó reconhece que dependia de Deus e precisava de sua constante presença.
1.1 – ‘Se Deus for comigo...’.(Gn. 28.20).
1.2 – O senso da necessidade da presença de Deus é imprescindível para a segurança do indivíduo na caminhada pelo desconhecido.
2. Ilustração: O exemplo em Moisés: ‘Então, lhe disse Moisés: Se a tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar’ (Ex. 33.15).
3. Cada cristão tem também a necessidade da presença do Senhor em sua caminhada.
4. O Senhor confiou ao seu povo sua promessa de presença e isso basta ao cristão:
4.1 – Mt. 28.20 ‘Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação do século’.
4.2 – Hb. 13.5 ‘De amaneira alguma, te deixarei, nunca jamais te abandonarei’.
5. A dependência da necessidade da presença de Deus é uma boa base para refazer seu projeto de vida.
b – Jacó afirma a dependência na necessidade da proteção de Deus.
1. Jacó apela para o cuidado protetor de Deus para renovar seu projeto de vida.
1.1 – Jacó estava viajando sozinho, por uma estrada erma, fugindo da morte representada na perseguição de seu irmão Esaú.
1.2 – ‘Se Deus... me guardar nesta jornada que empreendo’ (Gn. 28.20).
2. Cada cristão também sabe o quanto depende da proteção de Deus nesta caminhada incerta, cheia de perigos e problemas.
3. ‘Mas livra-nos do mal’, é a oração que Jesus ensina seus discípulos a fazer recorrendo ao cuidado protetor do Pai (Mt. 6.13b).
4. A dependência da necessidade da proteção de Deus é uma boa base para refazer seu projeto de vida
c – Jacó afirma a dependência na necessidade da provisão de Deus.
1. Jacó, viajando sozinho, fugindo da morte, numa terra inóspita, se coloca diante de Deus para revalidar sua dependência da provisão de Deus para com suas necessidades pessoais.
1.1 – ‘Se Deus... me der o pão para comer e roupa que me vista...’ (Gn. 28. 20).
1.2 – Saber que Deus é a suficiente para suprir as necessidades pessoais é regra básica para qualquer pessoa que estabelece nEle seu projeto de vida, e Jacó sabia disto, pelo exemplo de provisão já visto em seu pai Isaque e seu avô Abrão.
2. Cada cristão também sabe que depende de Deus para sua sobrevivência básica.
3. ‘O pão nosso de cada dia dá-nos hoje’, faz parte da oração que Jesus ensina seus discípulos a fazer recorrendo ao cuidado protetor do Pai (Mt. 6.11).
4. A dependência da necessidade da provisão de Deus é uma boa base para refazer seu projeto de vida.
III – REFAZER O PROJETO DE SUA VIDA IMPLICA EM RECONHECER SUAS RESPONSABILIDADES.
a – Jacó afirma sua responsabilidade assumindo a aliança com Deus.
1. Em correspondência direta para com a dependência de Deus em cada uma das áreas propostas, Jacó assinala sua confissão de que não teria outro no lugar de Deus.
2. ‘O Senhor será o meu Deus’ (Gn. 28.21).
2.1 – Especificar quem seria o seu Deus implica no conhecimento da revelação do Nome do próprio Deus.
2.2 – YHWH já tinha se revelado a Abraão como o único Deus do universo.
3. A profissão de fé de que o Senhor é Deus acompanha sempre o seu povo.
3.1 – Sl. 100. 3 ‘Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio’.
3.2 – Sl. 118.27 ‘O SENHOR é Deus, ele é a nossa luz; adornai a festa com ramos até às pontas do altar’.
4. Confessar ao Senhor como seu Deus é um grande privilégio, mas também uma grande responsabilidade, pois se tem sobre si o maior dos nomes a zelar.
b – Jacó afirma sua responsabilidade assumindo comunhão com Deus.
1. Jacó afirma que teria um local como referência da Casa de Deus.
1.1 – Gn. 28.21 ‘A pedra que erigi por coluna será a Casa de Deus’.
1.2 – Aquele lugar passou a se chamar Betel, que significa: Casa de Deus.
1.3 – Gn. 28.17 ‘Quão temível é este lugar! É a Casa de Deus, a porta dos céus’.
2. As Escrituras nos ensinam que Deus não pode ser contido num local restrito, pois Ele é imenso e nada pode contê-lo.
3. Estas mesmas Escrituras nos ensinam a buscar a comunhão com o Senhor e com seu povo em lugar específico.
3.1 – Hb. 10.25 ‘Não descuidemos de nossos deveres na Igreja, nem as suas reuniões, como algumas pessoas fazem’.
4. A comunhão com Deus é imprescindível no projeto de vida de qualquer pessoa que professe a fé em Cristo Jesus, e você não pode ficar de fora.
c – Jacó afirma sua responsabilidade assumindo fidelidade a Deus.
1. Jacó afirma que seria fiel ao Senhor também na manutenção de sua obra, dando de tudo o seu dízimo.
1.1 – Gn. 28. 22b ‘... e de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo’.
1.2 – O dízimo é uma das mais antigas instituições do culto, seja no culto ao Deus Altíssimo ou em diversas outras culturas pagãs.
2. Há nas Escrituras diversas alusões ao princípio de conceder a Deus a décima parte do que Ele provê para o sustento daqueles que O servem.
2.1 – Pr. 3.9 ‘Dê honra ao Senhor, oferecendo a Ele a primeira parte de tudo o que você ganha’.
2.2 – Ml. 3.8-10 ‘Tragam todos os dízimos aos depósitos do Templo, para haver alimento suficiente em minha casa. Se vocês fizerem isto, abrirei as janelas do céu e derramarei uma bênção tão grande que não terão lugar onde guardá-la’.
3. ‘Entregar o dízimo é reconhecer que todas as coisas pertencem a Deus e que estamos submissos a sua vontade declarada nas Escrituras, sabendo que Ele proverá todo o sustento necessário para seu povo’ Rev. Emiliano.
4. O cristão não apenas a responsabilidade e dever de contribuir com a causa do Evangelho que tão graciosamente o alcançou, através da contribuição de outros; mas também tem o privilégio de cultuar a Deus através de sua obediência.
CONCLUSÃO: Refazer o projeto de sua vida para este ano que se inicia é se colocar diante de Deus no reconhecimento do que Deus já te fez até aqui; no reconhecimento de sua dependência para com Deus e de suas responsabilidades para com Ele.
OBJETIVO: Apresentar ao Senhor a gratidão pelo conquistado até aqui e refazer o projeto para um novo ano.
INTRODUÇÃO: ‘Fechado para balanço’.
Há certas situações em nossa vida que precisamos também parar e fazer um balanço, refazendo nosso projeto de vida.
CONTEXTO: Jacó trapaceou com seu irmão Esaú, trocando sua progenitura por um prato de lentilhas e, mais tarde, trapaceou com seu pai, roubando a bênção que era para seu irmão. Neste contexto, Esaú procura matá-lo e ele foge. Ao fugir, Deus se manifesta a ele. Reconhecido da dependência de Deus, Jacó refaz sua aliança.
TRANSIÇÃO: Como foi para você este ano que se encerrou? Percalços, pecados e fugas? Acertos, bênçãos e um senso de dependência de Deus? Talvez seja a hora de se realinhar com o pacto já feito com o Senhor e refazer seu projeto para servi-lo melhor! Dentro deste prisma, quero lhes falar sobre o seguinte tema: REFAZENDO O PROJETO DE SUA VIDA.
I – REFAZER O PROJETO DE SUA VIDA IMPLICA EM RECONHECER O CAMINHO JÁ ANDADO ATÉ AQUI.
a – A partir do novo nascimento, o cristão já tem história.
1. Jacó teve diversas experiências com Deus, embora tenha tido uma em especial que definiu o rumo de sua vida.
2. Jacó era um negociador. Estava interessado em vantagens. Mal sabia ele que, assumindo a progenitura, estava assumindo um compromisso com a linhagem, pessoa e ministério do próprio Messias, o Senhor Jesus.
3. Cada cristão verdadeiramente convertido também tem sua experiência pessoal com o Senhor, baseado em seu relacionamento com a pessoa de Cristo.
4. Jacó reconheceu que já andara com o Senhor o suficiente para saber que Deus o chamara para ser de seu povo.
4.1 – O sonho da escada até os céus (Gn. 28.12).
4.2 – A palavra de Deus (Gn. 28.13-15).
5. Cada novo convertido já tem história para saber que Deus o chamara para viver na condição de filho e família de Deus.
b – A poderosa presença de Deus é o marco do início de jornada.
1. Jacó teve uma vida pregressa.
1.1 – Jacó trapaceou com seu irmão.
1.2 – Jacó trapaceou com seu pai.
1.3 – Jacó usou a predileção de sua mãe.
2. Deus se manifestou a Jacó apesar de sua vida pregressa.
2.1 – A iniciativa para se ter um projeto de vida que envolva Deus é sempre de Deus.
2.2 – Olhe o exemplo em Adão: ‘Adão, onde estás?’.
2.3 – Olhe o exemplo em Noé: ‘Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens. Faze uma arca...’.
2.4 – Olhe o exemplo em Paulo: ‘Seguindo ele (Paulo) estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor...’.
3. Todos quantos tiveram a experiência do novo nascimento reconhecem que a iniciativa foi de Deus, porque este o amou antes da fundação do mundo.
4. Você reconhece que veio até aqui em sua vida cristã, porque Deus te trouxe? Esta é uma boa base para refazer seu projeto com Deus.
II – REFAZER O PROJETO DE SUA VIDA IMPLICA EM RECONHECER SUA DEPENDÊNCIA DE DEUS.
a – Jacó afirma a dependência na necessidade da presença de Deus.
1. Jacó reconhece que dependia de Deus e precisava de sua constante presença.
1.1 – ‘Se Deus for comigo...’.(Gn. 28.20).
1.2 – O senso da necessidade da presença de Deus é imprescindível para a segurança do indivíduo na caminhada pelo desconhecido.
2. Ilustração: O exemplo em Moisés: ‘Então, lhe disse Moisés: Se a tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar’ (Ex. 33.15).
3. Cada cristão tem também a necessidade da presença do Senhor em sua caminhada.
4. O Senhor confiou ao seu povo sua promessa de presença e isso basta ao cristão:
4.1 – Mt. 28.20 ‘Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação do século’.
4.2 – Hb. 13.5 ‘De amaneira alguma, te deixarei, nunca jamais te abandonarei’.
5. A dependência da necessidade da presença de Deus é uma boa base para refazer seu projeto de vida.
b – Jacó afirma a dependência na necessidade da proteção de Deus.
1. Jacó apela para o cuidado protetor de Deus para renovar seu projeto de vida.
1.1 – Jacó estava viajando sozinho, por uma estrada erma, fugindo da morte representada na perseguição de seu irmão Esaú.
1.2 – ‘Se Deus... me guardar nesta jornada que empreendo’ (Gn. 28.20).
2. Cada cristão também sabe o quanto depende da proteção de Deus nesta caminhada incerta, cheia de perigos e problemas.
3. ‘Mas livra-nos do mal’, é a oração que Jesus ensina seus discípulos a fazer recorrendo ao cuidado protetor do Pai (Mt. 6.13b).
4. A dependência da necessidade da proteção de Deus é uma boa base para refazer seu projeto de vida
c – Jacó afirma a dependência na necessidade da provisão de Deus.
1. Jacó, viajando sozinho, fugindo da morte, numa terra inóspita, se coloca diante de Deus para revalidar sua dependência da provisão de Deus para com suas necessidades pessoais.
1.1 – ‘Se Deus... me der o pão para comer e roupa que me vista...’ (Gn. 28. 20).
1.2 – Saber que Deus é a suficiente para suprir as necessidades pessoais é regra básica para qualquer pessoa que estabelece nEle seu projeto de vida, e Jacó sabia disto, pelo exemplo de provisão já visto em seu pai Isaque e seu avô Abrão.
2. Cada cristão também sabe que depende de Deus para sua sobrevivência básica.
3. ‘O pão nosso de cada dia dá-nos hoje’, faz parte da oração que Jesus ensina seus discípulos a fazer recorrendo ao cuidado protetor do Pai (Mt. 6.11).
4. A dependência da necessidade da provisão de Deus é uma boa base para refazer seu projeto de vida.
III – REFAZER O PROJETO DE SUA VIDA IMPLICA EM RECONHECER SUAS RESPONSABILIDADES.
a – Jacó afirma sua responsabilidade assumindo a aliança com Deus.
1. Em correspondência direta para com a dependência de Deus em cada uma das áreas propostas, Jacó assinala sua confissão de que não teria outro no lugar de Deus.
2. ‘O Senhor será o meu Deus’ (Gn. 28.21).
2.1 – Especificar quem seria o seu Deus implica no conhecimento da revelação do Nome do próprio Deus.
2.2 – YHWH já tinha se revelado a Abraão como o único Deus do universo.
3. A profissão de fé de que o Senhor é Deus acompanha sempre o seu povo.
3.1 – Sl. 100. 3 ‘Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio’.
3.2 – Sl. 118.27 ‘O SENHOR é Deus, ele é a nossa luz; adornai a festa com ramos até às pontas do altar’.
4. Confessar ao Senhor como seu Deus é um grande privilégio, mas também uma grande responsabilidade, pois se tem sobre si o maior dos nomes a zelar.
b – Jacó afirma sua responsabilidade assumindo comunhão com Deus.
1. Jacó afirma que teria um local como referência da Casa de Deus.
1.1 – Gn. 28.21 ‘A pedra que erigi por coluna será a Casa de Deus’.
1.2 – Aquele lugar passou a se chamar Betel, que significa: Casa de Deus.
1.3 – Gn. 28.17 ‘Quão temível é este lugar! É a Casa de Deus, a porta dos céus’.
2. As Escrituras nos ensinam que Deus não pode ser contido num local restrito, pois Ele é imenso e nada pode contê-lo.
3. Estas mesmas Escrituras nos ensinam a buscar a comunhão com o Senhor e com seu povo em lugar específico.
3.1 – Hb. 10.25 ‘Não descuidemos de nossos deveres na Igreja, nem as suas reuniões, como algumas pessoas fazem’.
4. A comunhão com Deus é imprescindível no projeto de vida de qualquer pessoa que professe a fé em Cristo Jesus, e você não pode ficar de fora.
c – Jacó afirma sua responsabilidade assumindo fidelidade a Deus.
1. Jacó afirma que seria fiel ao Senhor também na manutenção de sua obra, dando de tudo o seu dízimo.
1.1 – Gn. 28. 22b ‘... e de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo’.
1.2 – O dízimo é uma das mais antigas instituições do culto, seja no culto ao Deus Altíssimo ou em diversas outras culturas pagãs.
2. Há nas Escrituras diversas alusões ao princípio de conceder a Deus a décima parte do que Ele provê para o sustento daqueles que O servem.
2.1 – Pr. 3.9 ‘Dê honra ao Senhor, oferecendo a Ele a primeira parte de tudo o que você ganha’.
2.2 – Ml. 3.8-10 ‘Tragam todos os dízimos aos depósitos do Templo, para haver alimento suficiente em minha casa. Se vocês fizerem isto, abrirei as janelas do céu e derramarei uma bênção tão grande que não terão lugar onde guardá-la’.
3. ‘Entregar o dízimo é reconhecer que todas as coisas pertencem a Deus e que estamos submissos a sua vontade declarada nas Escrituras, sabendo que Ele proverá todo o sustento necessário para seu povo’ Rev. Emiliano.
4. O cristão não apenas a responsabilidade e dever de contribuir com a causa do Evangelho que tão graciosamente o alcançou, através da contribuição de outros; mas também tem o privilégio de cultuar a Deus através de sua obediência.
CONCLUSÃO: Refazer o projeto de sua vida para este ano que se inicia é se colocar diante de Deus no reconhecimento do que Deus já te fez até aqui; no reconhecimento de sua dependência para com Deus e de suas responsabilidades para com Ele.
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