domingo, 19 de dezembro de 2010
QUAL O SIGNIFICADO DO NATAL?
Mt. 1.21
INTRODUÇÃO: O Natal se transformou num grande bolsão comercial. Papais Noel, enfeites, propagandas, tudo como um desafio ao comércio. Não comprar um presente de natal chega às raias do desacato à pessoa que nos é próxima.
CONTEXTO: Este texto é apenas um versículo dentro do anúncio do anjo a José acerca do nascimento de Jesus. José estava desposado de Maria. Já eram casados, mas a consumação através da união de seus corpos ainda não ocorrera. José sabe da gravidez de Maria e pensa em abandoná-la. O anjo vem até José para dizer-lhe que não faça isso, pois o que nasceria de Maria era o Messias, o Salvador prometido.
TRANSIÇÃO: O que tudo aquilo significava para José? Traição? Desrespeito? Leviandade? O que o Natal significa para o povo nos dias de hoje? Quero refletir brevemente nesta ocasião sobre QUAL O SIGNIFICADO DO NATAL?
I – O NATAL TEM UM SIGNIFICADO REDENTIVO.
a – Revelado no nome do Senhor Jesus.
1. Jesus → Ίησόυς → ‘Salvador’ → nome derivado de → YHWH (הוהי) → + Iasa → (השי) tendo o significado de ‘nosso socorro, nosso ajudador, nosso salvador’.
2. A forma mais antiga é o nome de Josué → יהשה → Yehosua → YHWH é salvador.
3. No NT o nome é traduzido por Ίησόυς → Salvador.
4. A salvação ou redenção prometida por Deus recebe seu cumprimento e significado no nome e na pessoa de Jesus.
b – Revelado na missão do Senhor Jesus.
1. A missão do Filho de Deus é estampada no anúncio do anjo a José: ‘Ele salvará...’ (Mt. 1.21).
2. A missão de Jesus é manifestada no anúncio do anjo à Maria: ‘... a quem chamarás pelo nome de Jesus’ (Lc. 1.31).
3. A missão de Jesus é proclamada também pelos anjos aos pastores: ‘É que vos nasceu na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor’ (Lc. 2.11).
4. A missão de Jesus é revelada na natureza do evento: ‘... vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei...’ (Gl. 4.4-5).
5. Não há Natal divorciado do plano redentor de Deus.
II – O NATAL TEM UM SIGNIFICADO ELETIVO.
a – O Natal aponta para a salvação de um povo.
1. Povo → λαός → Termo que indicava nos escritos judaicos a nação de Israel como povo de Deus.
2. Povo → λαός → No NT tem a significação não mais de Israel como nação, mas indica a Igreja, como o povo eleito dentre todos os povos para ser povo de Deus.
– Mt. 1.21 ‘... salvará o seu povo...’
– At. 15.15 ‘... Deus visitou os gentios, a fim de constituir dentre eles um povo para o seu nome...’
b – Povo eleito e exclusivo dele.
1. Tt. 2.14 ‘O qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade, e purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.’
2. I Pe. 2.9 ‘Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva, a fim de proclamar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz’.
III – O NATAL TEM UM SIGNIFICADO SUBSTITUTIVO.
a – Um substituto na história do homem.
1. Desde os tempos primitivos no NT temos o homem sendo poupado por causa de um substituto.
2. No Éden um animal é morto.
3. Isaque é substituído por um cordeiro → ‘Deus proverá’.
4. Páscoa/Egito → Cordeiro como oferta.
b – No NT Jesus é o substituto do pecador.
1. O NT aponta para Jesus como substituto de seu povo na cruz.
2. Jo. 1.29 ‘Eis o Cordeiro de Deus...’
3. A morte de Jesus é a morte de seu povo.
4. A condenação de Jesus é a condenação de seu povo.
CONCLUSÃO: Jesus veio. É Natal.
É nele que temos vida.
Natal aponta para uma nova vida porque é pelo Natal que a vida de Deus veio ao mundo.
Creia!
Entregue-se!
Consagre-se!
sábado, 11 de dezembro de 2010
PAIS E FILHOS NO CAMINHO A SERVIÇO DE DEUS
Lc 2.39-52
OBJETIVO: Ensinar que os pais devem estar atentos aos filhos na caminhada da vida, mesmo que estejam andando pelos caminhos de Deus.
INTRODUÇÃO: Já perdeu seus filhos ou viu o desespero de algum pai/mãe que perdeu seu filho em alguma situação?
CONTEXTO: Lucas dá a narrativa mais completa da infância de Jesus, pois, escrevendo a um gentio queria demonstrar que Jesus é plenamente humano, e ao mesmo tempo plenamente Deus.
TRANSIÇÃO: Os filhos são dádivas que Deus deu e devem ser criados com responsabilidade, pois são portadores de uma alma eterna. Como você está criando seus filhos? Quero compartilhar nesta oportunidade sobre PAIS E FILHOS NO CAMINHO A SERVIÇO DE DEUS.
I – PAIS PODEM PERDER SEUS FILHOS.
a – A família de Jesus viajava uma vez por ano.
1. Lucas registra que José e Maria, os pais de Jesus, iam anualmente para Jerusalém para as festividades da Páscoa, cumprindo assim a ordem de Deus desde os tempos de Moisés.
2. A viagem era feita em caravanas a pé, pelos mais pobres.
– Nazaré distava cerca de 116 Km de Jerusalém.
– Demoravam-se alguns dias para o percurso, dado as dificuldades naturais de uma região quente e árida.
3. As crianças, possivelmente ficavam com outros parentes, até que completassem idade suficiente para suportar uma viagem dessa espécie.
4. Ao chegarem na pré-adolescência tinham o rito de passagem:
– Bar Mitzvá (meninos).
– Bat Mitzvá (meninas).
– A maioridade religiosa, 12 anos, é a ocasião de comemorações que marcam esta evolução tão importante na vida do adolescente.
– Aos 12 anos, o menino judeu é considerado um adulto responsável por seus atos, do ponto de vista judaico.
– Bar Mitzvá significa, literalmente, ‘filho do mandamento’.
– A criança de 12 anos passa a ter as mesmas obrigações religiosas dos adultos, tornando-se responsável pelos seus atos e transgressões.
5. Lc. 2.42 ‘Quando ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume’.
b – Pais perdem seus filhos na viagem da vida.
1. Lucas registra que terminados os dias da festa os pais foram embora com a caravana e não perceberam que o menino Jesus ficara em Jerusalém.
– Lc. 2.43 ‘Terminada a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles percebessem’.
2. Da mesma forma que Maria e José estavam tão envolvidos e tão seguros com o fato de estarem no templo que perderam seu filho; muitos pais hoje também perdem seus filhos apesar de estarem na Igreja.
II – DEVE-SE VOLTAR ONDE OS PERDEU.
a – José e Maria voltaram a buscar Jesus.
1. Lucas em sua narrativa mostra que os pais ficaram tão desapercebidos que só depois de um dia é que se deram conta de que o menino não estava com eles.
– Lc. 2.44 ‘Pensando, porém, estar entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos’.
2. Pais! Cuidado!
– Cuidado, pois podem estar também atarefados com a rotina e poderão perder seus filhos e só perceberem depois de algum tempo.
– Há grande risco nisto!
– Pais, cuidado para não deixar os filhos para trás.
b – Na estrada da vida há lugares fáceis para se perder os filhos.
1. Poderia discorrer aqui sobre muitos lugares ou situações nas quais os pais podem perder seus filhos, mas não o farei.
2. Apenas de lampejo tocarei em alguns desses pontos, mas me atrevo a frisar um em especial que se mostra perigoso em nossos dias.
– Drogas.
– Bebidas.
– Sexo.
– Internet.
– Homossexualismo.
a) O MEC lançou neste fim de ano um kit de educação onde se ensina o homossexualismo nas escolas públicas .
b) Reações estão se dando em todos os seguimentos de nossa sociedade, a começar do próprio Senado .
c) Homossexualismo não é normal nem a luz da Bíblia nem a luz da saúde pública.
d) Por que não se ensina pedofilia também? E necrofilia? Ora, também são opções sexuais!
c – Volte e procure seus filhos.
1. José e Maria procuraram o filho nos lugares mais comuns e não o acharam.
– Entre parentes.
– Entre conhecidos.
2. Muitos pais perdem seus filhos e acreditam que parentes e amigos poderão estar cuidando dos mesmos.
3. Pais! Não terceirize o cuidado de seus filhos, pois se o fizer, quando procurar por eles poderão não os ter mais ao seu lado.
– ‘Adote seu filho, antes que um traficante o adote!’.
– Adote seu filho antes que um homossexual o adote.
– Adote seu filho antes que um programa de internet o adote.
4. Se seu filho ficou para trás volte antes que seja tarde.
– Lc. 2. 45 ‘e, não o tendo encontrado, voltaram à Jerusalém a sua procura’.
III – É PRECISO TÊ-LOS NA CASA DO PAI.
a – Jesus foi encontrado na Casa do Pai.
1. Quando José e Maria encontraram a Jesus, depois de três dias, viram com surpresa que Jesus estava no Templo, discutindo com os doutores da lei.
2. O menino Jesus não tinha a possibilidade de estar sempre no Templo, mas certamente foi educado no conhecimento da Palavra de Deus através de seus pais e, possivelmente através de uma sinagoga.
– É preciso que os pais ensinem a Palavra de Deus aos seus filhos.
– É preciso que os pais levem e ensinem seus filhos a freqüentarem com assiduidade uma boa Escola Dominical para aprenderem desde a infância as Sagradas Letras.
b – Se seus filhos não estão aos pés do Pai, estão no mundo.
1. Existe um jargão sobre a criação de filhos em nossos dias:
– ‘É preciso criar os filhos para o mundo!’.
– Pais! Não crie seus filhos para o mundo, mas crie-os para Deus, pois fazendo assim, serão bons cidadãos neste mundo e no mundo porvir.
2. Pais que inculcam a Palavra de Deus na mente de seus filhos os encontrarão tratando dos negócios da casa do Pai celeste.
CONCLUSÃO: Jesus foi encontrado na casa do Pai.
Onde estão seus filhos?
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2010/11/24/interna_brasil,224563/material-didatico-contra-homofobia-mostra-adolescente-que-virou-travesti.shtml
²(vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ONfPCxKdGT4).
OBJETIVO: Ensinar que os pais devem estar atentos aos filhos na caminhada da vida, mesmo que estejam andando pelos caminhos de Deus.
INTRODUÇÃO: Já perdeu seus filhos ou viu o desespero de algum pai/mãe que perdeu seu filho em alguma situação?
CONTEXTO: Lucas dá a narrativa mais completa da infância de Jesus, pois, escrevendo a um gentio queria demonstrar que Jesus é plenamente humano, e ao mesmo tempo plenamente Deus.
TRANSIÇÃO: Os filhos são dádivas que Deus deu e devem ser criados com responsabilidade, pois são portadores de uma alma eterna. Como você está criando seus filhos? Quero compartilhar nesta oportunidade sobre PAIS E FILHOS NO CAMINHO A SERVIÇO DE DEUS.
I – PAIS PODEM PERDER SEUS FILHOS.
a – A família de Jesus viajava uma vez por ano.
1. Lucas registra que José e Maria, os pais de Jesus, iam anualmente para Jerusalém para as festividades da Páscoa, cumprindo assim a ordem de Deus desde os tempos de Moisés.
2. A viagem era feita em caravanas a pé, pelos mais pobres.
– Nazaré distava cerca de 116 Km de Jerusalém.
– Demoravam-se alguns dias para o percurso, dado as dificuldades naturais de uma região quente e árida.
3. As crianças, possivelmente ficavam com outros parentes, até que completassem idade suficiente para suportar uma viagem dessa espécie.
4. Ao chegarem na pré-adolescência tinham o rito de passagem:
– Bar Mitzvá (meninos).
– Bat Mitzvá (meninas).
– A maioridade religiosa, 12 anos, é a ocasião de comemorações que marcam esta evolução tão importante na vida do adolescente.
– Aos 12 anos, o menino judeu é considerado um adulto responsável por seus atos, do ponto de vista judaico.
– Bar Mitzvá significa, literalmente, ‘filho do mandamento’.
– A criança de 12 anos passa a ter as mesmas obrigações religiosas dos adultos, tornando-se responsável pelos seus atos e transgressões.
5. Lc. 2.42 ‘Quando ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume’.
b – Pais perdem seus filhos na viagem da vida.
1. Lucas registra que terminados os dias da festa os pais foram embora com a caravana e não perceberam que o menino Jesus ficara em Jerusalém.
– Lc. 2.43 ‘Terminada a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles percebessem’.
2. Da mesma forma que Maria e José estavam tão envolvidos e tão seguros com o fato de estarem no templo que perderam seu filho; muitos pais hoje também perdem seus filhos apesar de estarem na Igreja.
II – DEVE-SE VOLTAR ONDE OS PERDEU.
a – José e Maria voltaram a buscar Jesus.
1. Lucas em sua narrativa mostra que os pais ficaram tão desapercebidos que só depois de um dia é que se deram conta de que o menino não estava com eles.
– Lc. 2.44 ‘Pensando, porém, estar entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos’.
2. Pais! Cuidado!
– Cuidado, pois podem estar também atarefados com a rotina e poderão perder seus filhos e só perceberem depois de algum tempo.
– Há grande risco nisto!
– Pais, cuidado para não deixar os filhos para trás.
b – Na estrada da vida há lugares fáceis para se perder os filhos.
1. Poderia discorrer aqui sobre muitos lugares ou situações nas quais os pais podem perder seus filhos, mas não o farei.
2. Apenas de lampejo tocarei em alguns desses pontos, mas me atrevo a frisar um em especial que se mostra perigoso em nossos dias.
– Drogas.
– Bebidas.
– Sexo.
– Internet.
– Homossexualismo.
a) O MEC lançou neste fim de ano um kit de educação onde se ensina o homossexualismo nas escolas públicas .
b) Reações estão se dando em todos os seguimentos de nossa sociedade, a começar do próprio Senado .
c) Homossexualismo não é normal nem a luz da Bíblia nem a luz da saúde pública.
d) Por que não se ensina pedofilia também? E necrofilia? Ora, também são opções sexuais!
c – Volte e procure seus filhos.
1. José e Maria procuraram o filho nos lugares mais comuns e não o acharam.
– Entre parentes.
– Entre conhecidos.
2. Muitos pais perdem seus filhos e acreditam que parentes e amigos poderão estar cuidando dos mesmos.
3. Pais! Não terceirize o cuidado de seus filhos, pois se o fizer, quando procurar por eles poderão não os ter mais ao seu lado.
– ‘Adote seu filho, antes que um traficante o adote!’.
– Adote seu filho antes que um homossexual o adote.
– Adote seu filho antes que um programa de internet o adote.
4. Se seu filho ficou para trás volte antes que seja tarde.
– Lc. 2. 45 ‘e, não o tendo encontrado, voltaram à Jerusalém a sua procura’.
III – É PRECISO TÊ-LOS NA CASA DO PAI.
a – Jesus foi encontrado na Casa do Pai.
1. Quando José e Maria encontraram a Jesus, depois de três dias, viram com surpresa que Jesus estava no Templo, discutindo com os doutores da lei.
2. O menino Jesus não tinha a possibilidade de estar sempre no Templo, mas certamente foi educado no conhecimento da Palavra de Deus através de seus pais e, possivelmente através de uma sinagoga.
– É preciso que os pais ensinem a Palavra de Deus aos seus filhos.
– É preciso que os pais levem e ensinem seus filhos a freqüentarem com assiduidade uma boa Escola Dominical para aprenderem desde a infância as Sagradas Letras.
b – Se seus filhos não estão aos pés do Pai, estão no mundo.
1. Existe um jargão sobre a criação de filhos em nossos dias:
– ‘É preciso criar os filhos para o mundo!’.
– Pais! Não crie seus filhos para o mundo, mas crie-os para Deus, pois fazendo assim, serão bons cidadãos neste mundo e no mundo porvir.
2. Pais que inculcam a Palavra de Deus na mente de seus filhos os encontrarão tratando dos negócios da casa do Pai celeste.
CONCLUSÃO: Jesus foi encontrado na casa do Pai.
Onde estão seus filhos?
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2010/11/24/interna_brasil,224563/material-didatico-contra-homofobia-mostra-adolescente-que-virou-travesti.shtml
²(vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ONfPCxKdGT4).
domingo, 5 de dezembro de 2010
UM ENCONTRO TRANSFORMADOR
Jo. 4.1-7
OBJETIVO: Ensinar que quando alguém tem um encontro verdadeiro com o Senhor Jesus, tem sua vida transformada e comunica essa transformação a outros.
INTRODUÇÃO: Você já teve um encontro que trouxe transformação para sua vida?
CONTEXTO: O Senhor Jesus iniciara seu ministério público na região norte de Israel. Depois de um tempo, ocasião da páscoa Jesus subiu para Jerusalém ficando ali não muito tempo. De volta para a região de Cana da Galiléia, resolve passar pelas aldeias dos Samaritanos e passa pela cidadezinha de Sicar.
TRANSIÇÃO: Quero falar nesta oportunidade sobre UM ENCONTRO TRANSFORMADOR.
I – A INSACIÁVEL SEDE HUMANA.
a – O contexto da sede no texto.
1. A tradição judaica aponta para este poço na cidade de Sicar (Siquém), foi cavado por Jacó.
2. Flui água em veios constantes pelos flancos da montanha próxima sendo que o poço então é um poço de dreno, de tal modo que a água se infiltra através de suas paredes laterais e não nascendo no fundo do mesmo, daí a expressão ‘poço das águas vivas’.
3. Geralmente as mulheres iam buscar água a tardezinha, pois o sol neste horário já seria mais ameno.
4. De acordo com Philip Sahaff , a época do acontecido deveria ser final de dezembro quando mesmo neste horário o clima era mais suportável.
5. Noutras estações do ano essa hora era quente demais para alguém sair ao ar livre numa caminhada destas.
6. Para uma região árida e desértica a localização deste poço é de grande importância para quem mora ou para quem passa por aquelas cercanias.
7. A necessidade de água para dessedentar a sede era algo comum naquele contexto.
b – A sede do ser humano em seu contexto existencial.
1. O ser humano é um ser sedento por satisfação e prazer.
2. Esse vazio é derivado da queda.
2.1 – Tudo o que o homem busca para sua satisfação ainda é pouco.
2.2 – Nada que o homem busque lhe tirará a sede da busca.
2.3 – ‘Há um vazio no ser humano que só pode ser preenchido com o próprio Deus’ (Agostinho).
3. A busca sempre existirá.
3.1 – No intuito de se realizar e preencher esse vazio existencial o ser humano busca aventuras, formas de vida e de relacionamentos, muitas vezes estranhos e até destrutivos.
a) Pr. 14.12 ‘Há caminhos que ao homem parece direito, mas ao final, são caminhos de morte’.
3.2 – Nada que se busque satisfará o seu coração.
a) Jo. 4.18 ‘cinco maridos já tiveste; e esse que agora tens não é teu marido...’.
b) A mulher samaritana, tida comumente na história como uma possível prostituta.
c) Era uma pessoa que buscava preencher o vazio de sua alma em relacionamentos fortuitos.
d) Essas buscas, como a droga, saciavam a sede no momento, mas depois sempre se mostravam insuficientes e vazios.
4. Você vive uma vida insatisfeita e sempre necessitando de algo que dessedente sua sede?
II – JESUS, A FONTE DAS ÁGUAS VIVAS.
a – O diálogo com a mulher e a transição de Jesus.
1. Jesus quebra barreiras para com aquela mulher.
– Não se podia conversar com uma mulher em público.
– Não se podia conversar com um samaritano.
2. Jesus inicia pedindo água do poço.
– Jo. 4.7 ‘Dá-me de beber’.
– Jesus aproveita uma situação existencial e real para apresentar a salvação àquela mulher.
- Ele estava de fato com sede, pois estava cansado da viagem, e assentara-se junto à fonte, por volta da hora sexta [meio dia (Vs. 6)].
b – A fonte das águas vivas dessedenta a sede espiritual.
1. Jesus se apresenta como a verdadeira água que pode dessedentar a sede humana.
1.1 – Jo. 4.10 ‘Se você soubesse o que Deus pode dar e quem é que está lhe pedindo água, você pediria, e ele te daria a água da vida’.
2 As Escrituras apresentam e demonstram como Jesus pode transformar o pecador dando-lhe uma nova natureza, fazendo dele um novo homem.
2.1 – II Co. 5.17 (NVI) ‘Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!’.
III – A ÁGUA VIVA PRODUZ NOVA VIDA.
a – A nova vida para a Samaritana.
1. O Senhor Jesus afirmou para aquela mulher que quem bebesse da água que Ele desse teria uma nova vida.
– Jo. 4.13-14 (NTLH) ‘Quem beber desta água terá sede de novo, mas a pessoa que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Porque a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que dará a vida eterna’.
2. Ela acreditou! Creu nEle como o Messias e teve uma nova vida.
3. Isso ficou demonstrado no fato de que ela saiu dali e foi alegremente contar do Messias para outras pessoas de sua comunidade, que também creram.
– Jo. 4.42 ‘E disseram à mulher: Agora cremos não somente por causa do que você disse, pois nós mesmos o ouvimos e sabemos que este é realmente o Salvador do mundo’.
b – A nova vida é para todo aquele que crê.
1. Ezequiel profetizou que da parte de Deus sairia um rio que levaria vida por onde quer que passasse esse rio.
2. Ilustração: Ez. 47.
3. Todos quantos tiverem um encontro verdadeiro com Jesus terão sua sede saciada.
– Jo 7:38 ‘Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva’.
4. Exemplos de vidas transformadas:
– A mulher samaritana.
a) Podia ser uma pessoa de vida fácil:
• Porque ia ao poço ao meio dia.
• Teve cinco maridos.
• Estava ajuntada com outro.
b) Reconheceu que Jesus era o Messias.
• Ele falou sobre ela.
• Ela foi contar aos outros.
– O Apóstolo Paulo.
– I Co. 6.9 ‘Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus e no Espírito de nosso Deus’.
– Agostinho de Hipona.
CONCLUSÃO: O encontro com Jesus é transformador.
Você já se encontrou com Jesus?
Você continua se encontrando com Jesus?
OBJETIVO: Ensinar que quando alguém tem um encontro verdadeiro com o Senhor Jesus, tem sua vida transformada e comunica essa transformação a outros.
INTRODUÇÃO: Você já teve um encontro que trouxe transformação para sua vida?
CONTEXTO: O Senhor Jesus iniciara seu ministério público na região norte de Israel. Depois de um tempo, ocasião da páscoa Jesus subiu para Jerusalém ficando ali não muito tempo. De volta para a região de Cana da Galiléia, resolve passar pelas aldeias dos Samaritanos e passa pela cidadezinha de Sicar.
TRANSIÇÃO: Quero falar nesta oportunidade sobre UM ENCONTRO TRANSFORMADOR.
I – A INSACIÁVEL SEDE HUMANA.
a – O contexto da sede no texto.
1. A tradição judaica aponta para este poço na cidade de Sicar (Siquém), foi cavado por Jacó.
2. Flui água em veios constantes pelos flancos da montanha próxima sendo que o poço então é um poço de dreno, de tal modo que a água se infiltra através de suas paredes laterais e não nascendo no fundo do mesmo, daí a expressão ‘poço das águas vivas’.
3. Geralmente as mulheres iam buscar água a tardezinha, pois o sol neste horário já seria mais ameno.
4. De acordo com Philip Sahaff , a época do acontecido deveria ser final de dezembro quando mesmo neste horário o clima era mais suportável.
5. Noutras estações do ano essa hora era quente demais para alguém sair ao ar livre numa caminhada destas.
6. Para uma região árida e desértica a localização deste poço é de grande importância para quem mora ou para quem passa por aquelas cercanias.
7. A necessidade de água para dessedentar a sede era algo comum naquele contexto.
b – A sede do ser humano em seu contexto existencial.
1. O ser humano é um ser sedento por satisfação e prazer.
2. Esse vazio é derivado da queda.
2.1 – Tudo o que o homem busca para sua satisfação ainda é pouco.
2.2 – Nada que o homem busque lhe tirará a sede da busca.
2.3 – ‘Há um vazio no ser humano que só pode ser preenchido com o próprio Deus’ (Agostinho).
3. A busca sempre existirá.
3.1 – No intuito de se realizar e preencher esse vazio existencial o ser humano busca aventuras, formas de vida e de relacionamentos, muitas vezes estranhos e até destrutivos.
a) Pr. 14.12 ‘Há caminhos que ao homem parece direito, mas ao final, são caminhos de morte’.
3.2 – Nada que se busque satisfará o seu coração.
a) Jo. 4.18 ‘cinco maridos já tiveste; e esse que agora tens não é teu marido...’.
b) A mulher samaritana, tida comumente na história como uma possível prostituta.
c) Era uma pessoa que buscava preencher o vazio de sua alma em relacionamentos fortuitos.
d) Essas buscas, como a droga, saciavam a sede no momento, mas depois sempre se mostravam insuficientes e vazios.
4. Você vive uma vida insatisfeita e sempre necessitando de algo que dessedente sua sede?
II – JESUS, A FONTE DAS ÁGUAS VIVAS.
a – O diálogo com a mulher e a transição de Jesus.
1. Jesus quebra barreiras para com aquela mulher.
– Não se podia conversar com uma mulher em público.
– Não se podia conversar com um samaritano.
2. Jesus inicia pedindo água do poço.
– Jo. 4.7 ‘Dá-me de beber’.
– Jesus aproveita uma situação existencial e real para apresentar a salvação àquela mulher.
- Ele estava de fato com sede, pois estava cansado da viagem, e assentara-se junto à fonte, por volta da hora sexta [meio dia (Vs. 6)].
b – A fonte das águas vivas dessedenta a sede espiritual.
1. Jesus se apresenta como a verdadeira água que pode dessedentar a sede humana.
1.1 – Jo. 4.10 ‘Se você soubesse o que Deus pode dar e quem é que está lhe pedindo água, você pediria, e ele te daria a água da vida’.
2 As Escrituras apresentam e demonstram como Jesus pode transformar o pecador dando-lhe uma nova natureza, fazendo dele um novo homem.
2.1 – II Co. 5.17 (NVI) ‘Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!’.
III – A ÁGUA VIVA PRODUZ NOVA VIDA.
a – A nova vida para a Samaritana.
1. O Senhor Jesus afirmou para aquela mulher que quem bebesse da água que Ele desse teria uma nova vida.
– Jo. 4.13-14 (NTLH) ‘Quem beber desta água terá sede de novo, mas a pessoa que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Porque a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que dará a vida eterna’.
2. Ela acreditou! Creu nEle como o Messias e teve uma nova vida.
3. Isso ficou demonstrado no fato de que ela saiu dali e foi alegremente contar do Messias para outras pessoas de sua comunidade, que também creram.
– Jo. 4.42 ‘E disseram à mulher: Agora cremos não somente por causa do que você disse, pois nós mesmos o ouvimos e sabemos que este é realmente o Salvador do mundo’.
b – A nova vida é para todo aquele que crê.
1. Ezequiel profetizou que da parte de Deus sairia um rio que levaria vida por onde quer que passasse esse rio.
2. Ilustração: Ez. 47.
3. Todos quantos tiverem um encontro verdadeiro com Jesus terão sua sede saciada.
– Jo 7:38 ‘Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva’.
4. Exemplos de vidas transformadas:
– A mulher samaritana.
a) Podia ser uma pessoa de vida fácil:
• Porque ia ao poço ao meio dia.
• Teve cinco maridos.
• Estava ajuntada com outro.
b) Reconheceu que Jesus era o Messias.
• Ele falou sobre ela.
• Ela foi contar aos outros.
– O Apóstolo Paulo.
– I Co. 6.9 ‘Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus e no Espírito de nosso Deus’.
– Agostinho de Hipona.
CONCLUSÃO: O encontro com Jesus é transformador.
Você já se encontrou com Jesus?
Você continua se encontrando com Jesus?
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
PERDÃO, MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA
Mt. 18.23-35
OBJETIVO: Apresentar ensino de que o cristão foi perdoado numa dívida impagável e por isso, qualquer ofensa recebida é pequena e deve perdoar.
INTRODUÇÃO: Quantos aqui já possuem dívidas para o ano seguinte? Tratar com dívidas nem sempre é fácil.
Como você se sentiria se, de repente, um coração bondoso se prontificasse para quitar todas as suas dívidas?
CONTEXTO: A questão do perdão, levantada nesta parábola pelo Senhor Jesus, nasce de uma discussão dos discípulos sobre quem seria o maior no reino dos céus.
O Senhor Jesus alude que, o Reino não é lugar para ostentação de grandezas, mas lugar de salvação a todos que, igualmente estão caídos e destruídos pelo poder do pecado. Para esclarecer esse fato o Senhor conta a parábola da ovelha perdida.
Jesus conduz o assunto para a questão da culpa que se pode ter uma pessoa em relação a outra e dá instruções sobre como se tratar desses casos no meio do povo de Deus. Pedro pergunta então quantas vezes se deve perdoar o culpado.
A partir desta pergunta o Senhor Jesus apresenta esta parábola, foco de nossa reflexão nesta ocasião, e norteia toda a questão a partir do prisma de um perdão maior.
TRANSIÇÃO: Você já perdoou alguém que te ofendeu? É fácil perdoar? Você ainda precisa perdoar alguém em seu relacionamento? O que está impedindo o seu perdão? Nesta oportunidade quero refletir sobre o tema: PERDÃO, MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA.
I – O PROBLEMA DO PERDÃO.
a – Todos tem dificuldade em perdoar.
1. O Senhor Jesus estava ensinando aos discípulos sobre o amor perdoador de Deus e o dever de se haver perdão entre os filhos de Deus.
1.1 – A parábola da ovelha perdida (Mt. 18.10-14).
1.2 – Como tratar a um irmão culpado (Mt. 18.15-20).
2. Pedro, querendo ser magnânimo, aumenta a taxa de perdão oferecida comumente pelo judeu de 3 vezes ao dia para sete vezes (Mt. 18.21-22).
3. O Senhor Jesus responde que não sete vezes, mas setenta vezes sete, o que chegaria a um número de quatrocentas e noventa vezes para se perdoar uma pessoa num dia.
4. Quando Jesus acabou de responder a Pedro, o Senhor Jesus, iniciou uma parábola: ‘Por isso o Reino dos Céus é semelhante’, ou seja, essa parábola é a ilustração do que Jesus estava querendo ensinar sobre perdão.
II – O MODELO DO PERDÃO.
a – Somos devedores a Deus.
1. A súmula da parábola:
1.1 – Certo Rei chamou seus servos para prestarem contas.
1.2 – Um lhe devia 10 mil talentos (+- U$10.000.000,00).
a) Ele não tinha como pagar.
b) O Rei ordenou: ‘Vendam a ele, a mulher e os filhos como escravos, a casa e tudo que ele tem’.
c) Ele devia tanto que nem ele mesmo com tudo que possuía dava para pagar.
d) Caiu então de joelhos: ‘Eu suplico, pelo amor de Deus, não faça isso comigo’.
e) Então o Rei declarou a dívida está paga e o réu perdoado.
1.3 – Ele saiu da presença do rei.
a) No caminho encontrou um homem que lhe devia 100 denários .
b) Saltou-lhe ao pescoço, sufocando-o, e sacudindo-o: ‘Pague-me o que me deves’.
c) O outro implorava: ‘Eu suplico, por favor, eu não tenho como’.
d) Ele então disse: ‘Lancem-no na cadeia! Ele só vai sair de lá quando pagar o que me deve’.
e) Seus companheiros viram sua atitude; sabiam da graça e do favor imerecido que o Rei lhe dispensara.
f) Contaram ao rei e este o chamou: ‘Tu és malvado, eu te perdoei a tua dívida, por que não fizeste o mesmo com o outro?’.
g) Então o rei, indignado, o entregou aos verdugos até que ele pagasse toda a dívida.
2. Nesta parábola o Senhor Jesus ensina que todos têm uma dívida impagável para com Deus, e mesmo tudo o que o indivíduo é, faz ou possui não é suficiente para quitar esta dívida.
3. O Senhor Jesus propõe um valor impagável a qualquer pessoa dentro do seu contexto palestino, sabendo que seus ouvintes compreenderiam o tamanho da dívida que se tem para com Deus.
4. O perdão de Deus é estendido graciosamente, sem qualquer mérito ou realização humana que leve a Deus o conceder do perdão.
b – Somos devedores a terceiros.
1. Cada pessoa em sua caminhada nesta vida também comete falhas e se torna devedor para com outros.
2. Nesta condição de devedores, cada um precisa estar disposto a perdoar o próximo, ou a pedir perdão.
3. A relação demonstrada pelo Senhor Jesus entre os dois servos exemplifica este dever de perdoar o próximo.
4. A base do perdão ao próximo, para o cristão, está no fato de que foi enormemente perdoado por Deus.
4.1 – Ef. 4.32 (NVI) ‘Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo’.
4.2 – Cl. 3.13 (NVI) ‘Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou’.
4.3 – Mt. 18.35 (NVI) ‘Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão’.
III – O DEVER DE PERDOAR SEMPRE.
a – ‘De graça recebeste, de graça daí’.
1. O Senhor Jesus ensina aos seus discípulos o princípio da graça. Assim como receberam, assim também deveriam dar.
1.1 – Mt. 10.8 (ARA) ‘Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí’.
2. Na parábola em voga, o perdão é concedido de graça, estando assim, cada cristão, na obrigação de também perdoar de graça.
b – A medida do perdão para o povo de Deus.
1. Quando nós nos confrontamos com a necessidade de perdoar alguém devemos ter em mente seis realidades sobre o padrão divino de perdoar .
1.1 – Deve-se ter em mente que todos nós somos devedores.
a) Todos devemos ao rei, todos devemos a Deus, todos devemos mais do que valemos.
b) Nossa capacidade de dever é muito maior que a nossa capacidade de ser.
c) O que somos não paga nem o que devemos.
d) Somos eternos devedores: nosso pecado, nossa culpa, nossa condenação, nossa dívida é maior do que a nossa capacidade de pagá-la.
1.2 – Sempre que estiver confrontado com a necessidade de perdoar alguém, deve-se lembrar que todos nós recebemos graça.
a) Quando nos ajoelhamos e suplicamos: Tem piedade de mim, Senhor, Ele já perdoou toda a dívida.
b) A dívida está paga, está consumada não há mais o que pagar, Deus cancelou todo o débito, usou de graça para comigo e para com você.
1.3 – Tudo quanto nosso próximo nos deve é infinitamente menor do que aquilo que devemos a Deus.
a) Quando alguém houver feito alguma coisa contra você, saiba que sua dívida com Deus é infinitamente maior do que a dívida do seu próximo para com você.
b) A dívida de qualquer pessoa para comigo é infinitamente menor do que a minha dívida para com Deus.
c) Vejam a comparação que Jesus fez:
• O servo devia ao rei 10 mil talentos (60 milhões de denários).
• Já o outro lhe devia 100 denários.
• Observem a diferença de 60 milhões para 100.
d) O que meu próximo deve a mim não se compara com o que eu devo a Deus.
1.4 – Não perdoar é tratar o outro como Deus não nos tratou.
a) É jogar o meu próximo no cárcere psicológico, existencial, moral e espiritual.
b) É lançá-lo num inferno temporal.
c) E Deus não nos lançou no inferno eterno.
1.5 – Todos os que recebem o perdão de Deus têm perante Ele o compromisso perpétuo de repetir o mesmo gesto com os outros tantas vezes quantas sejam necessárias.
a) Mt. 18.32-33 ‘Então o seu Senhor, Chamou-o, disse: Servo malvado perdoei-te aquela dívida toda, porque tu pediste, tu me suplicaste; não devias tu igualmente, ou como eu fiz contigo, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?’.
b) Quem recebeu o perdão de Deus tem um compromisso perene, perpétuo, definitivo, repetível tantas vezes quantas sejam necessárias de dar aos outros o mesmo perdão que Deus lhe deu.
c) Cabe a você o compromisso de ser uma miniatura de Deus nas relações com o seu próximo!
1.6 – Quem não perdoa coloca a si mesmo debaixo do juízo de Deus.
a) Mt. 18.34-35 ‘Indignando-se o Senhor o entregou aos verdugos até que pagassem toda a dívida. Assim também da mesma maneira, meu Pai Celeste vos fará, se no íntimo, não perdoardes cada um ao seu irmão’.
b) Há muitos verdugos psicológicos, existenciais, emocionais e espirituais para nos punirem já nesta vida.
c) Quem não perdoa não será punido apenas na eternidade, é punido aqui.
d) Quem não perdoa envenena o coração e se auto-chicoteia pelo verdugo da consciência.
CONCLUSÃO: Ilustração: ‘Um certo beduíno estava dentro da sua tenda ao sol da Palestina quando entrou correndo, um garoto adolescente, que se refugiou atrás dele, chorando e grunhindo. Logo em seguida chegou uma turba alvoroçada, empunhando cacetes e facas. Abriram a portinhola da tenda e disseram ao beduíno: Dá-nos este menino porque ele é um assassino. O beduíno respondeu: Mas há uma lei entre nós que diz que quando um assassino se refugia numa tenda e o dono da tenda lhe dá abrigo e guarida, ele está absolvido. Eu me compadeci deste garoto, quero perdoar-lhe. E o garoto tremia..... Mas eles disseram: Você lhe quer perdoar porque não sabe o que ele fez e nem a quem matou. O beduíno falou: Não importa, eu quero perdoar a ele. Os homens então afirmaram: ele matou seu filho. Vá ver o corpo dele sangrando na areia ali fora. O beduíno caiu num profundo silêncio, depois, enxugando as lágrimas, disse: Então eu vou criá-lo como se fosse o meu filho a quem ele matou’.
Esse é o padrão do perdão divino.
Deus não fez isso por nós?
Jesus fez muito por nós na cruz.
Escondidos atrás da Cruz temos acesso à Tenda do perdão.
E não apenas esse é o padrão divino, mas o padrão para o qual Deus nos desafia.
OBJETIVO: Apresentar ensino de que o cristão foi perdoado numa dívida impagável e por isso, qualquer ofensa recebida é pequena e deve perdoar.
INTRODUÇÃO: Quantos aqui já possuem dívidas para o ano seguinte? Tratar com dívidas nem sempre é fácil.
Como você se sentiria se, de repente, um coração bondoso se prontificasse para quitar todas as suas dívidas?
CONTEXTO: A questão do perdão, levantada nesta parábola pelo Senhor Jesus, nasce de uma discussão dos discípulos sobre quem seria o maior no reino dos céus.
O Senhor Jesus alude que, o Reino não é lugar para ostentação de grandezas, mas lugar de salvação a todos que, igualmente estão caídos e destruídos pelo poder do pecado. Para esclarecer esse fato o Senhor conta a parábola da ovelha perdida.
Jesus conduz o assunto para a questão da culpa que se pode ter uma pessoa em relação a outra e dá instruções sobre como se tratar desses casos no meio do povo de Deus. Pedro pergunta então quantas vezes se deve perdoar o culpado.
A partir desta pergunta o Senhor Jesus apresenta esta parábola, foco de nossa reflexão nesta ocasião, e norteia toda a questão a partir do prisma de um perdão maior.
TRANSIÇÃO: Você já perdoou alguém que te ofendeu? É fácil perdoar? Você ainda precisa perdoar alguém em seu relacionamento? O que está impedindo o seu perdão? Nesta oportunidade quero refletir sobre o tema: PERDÃO, MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA.
I – O PROBLEMA DO PERDÃO.
a – Todos tem dificuldade em perdoar.
1. O Senhor Jesus estava ensinando aos discípulos sobre o amor perdoador de Deus e o dever de se haver perdão entre os filhos de Deus.
1.1 – A parábola da ovelha perdida (Mt. 18.10-14).
1.2 – Como tratar a um irmão culpado (Mt. 18.15-20).
2. Pedro, querendo ser magnânimo, aumenta a taxa de perdão oferecida comumente pelo judeu de 3 vezes ao dia para sete vezes (Mt. 18.21-22).
3. O Senhor Jesus responde que não sete vezes, mas setenta vezes sete, o que chegaria a um número de quatrocentas e noventa vezes para se perdoar uma pessoa num dia.
4. Quando Jesus acabou de responder a Pedro, o Senhor Jesus, iniciou uma parábola: ‘Por isso o Reino dos Céus é semelhante’, ou seja, essa parábola é a ilustração do que Jesus estava querendo ensinar sobre perdão.
II – O MODELO DO PERDÃO.
a – Somos devedores a Deus.
1. A súmula da parábola:
1.1 – Certo Rei chamou seus servos para prestarem contas.
1.2 – Um lhe devia 10 mil talentos (+- U$10.000.000,00).
a) Ele não tinha como pagar.
b) O Rei ordenou: ‘Vendam a ele, a mulher e os filhos como escravos, a casa e tudo que ele tem’.
c) Ele devia tanto que nem ele mesmo com tudo que possuía dava para pagar.
d) Caiu então de joelhos: ‘Eu suplico, pelo amor de Deus, não faça isso comigo’.
e) Então o Rei declarou a dívida está paga e o réu perdoado.
1.3 – Ele saiu da presença do rei.
a) No caminho encontrou um homem que lhe devia 100 denários .
b) Saltou-lhe ao pescoço, sufocando-o, e sacudindo-o: ‘Pague-me o que me deves’.
c) O outro implorava: ‘Eu suplico, por favor, eu não tenho como’.
d) Ele então disse: ‘Lancem-no na cadeia! Ele só vai sair de lá quando pagar o que me deve’.
e) Seus companheiros viram sua atitude; sabiam da graça e do favor imerecido que o Rei lhe dispensara.
f) Contaram ao rei e este o chamou: ‘Tu és malvado, eu te perdoei a tua dívida, por que não fizeste o mesmo com o outro?’.
g) Então o rei, indignado, o entregou aos verdugos até que ele pagasse toda a dívida.
2. Nesta parábola o Senhor Jesus ensina que todos têm uma dívida impagável para com Deus, e mesmo tudo o que o indivíduo é, faz ou possui não é suficiente para quitar esta dívida.
3. O Senhor Jesus propõe um valor impagável a qualquer pessoa dentro do seu contexto palestino, sabendo que seus ouvintes compreenderiam o tamanho da dívida que se tem para com Deus.
4. O perdão de Deus é estendido graciosamente, sem qualquer mérito ou realização humana que leve a Deus o conceder do perdão.
b – Somos devedores a terceiros.
1. Cada pessoa em sua caminhada nesta vida também comete falhas e se torna devedor para com outros.
2. Nesta condição de devedores, cada um precisa estar disposto a perdoar o próximo, ou a pedir perdão.
3. A relação demonstrada pelo Senhor Jesus entre os dois servos exemplifica este dever de perdoar o próximo.
4. A base do perdão ao próximo, para o cristão, está no fato de que foi enormemente perdoado por Deus.
4.1 – Ef. 4.32 (NVI) ‘Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo’.
4.2 – Cl. 3.13 (NVI) ‘Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou’.
4.3 – Mt. 18.35 (NVI) ‘Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão’.
III – O DEVER DE PERDOAR SEMPRE.
a – ‘De graça recebeste, de graça daí’.
1. O Senhor Jesus ensina aos seus discípulos o princípio da graça. Assim como receberam, assim também deveriam dar.
1.1 – Mt. 10.8 (ARA) ‘Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí’.
2. Na parábola em voga, o perdão é concedido de graça, estando assim, cada cristão, na obrigação de também perdoar de graça.
b – A medida do perdão para o povo de Deus.
1. Quando nós nos confrontamos com a necessidade de perdoar alguém devemos ter em mente seis realidades sobre o padrão divino de perdoar .
1.1 – Deve-se ter em mente que todos nós somos devedores.
a) Todos devemos ao rei, todos devemos a Deus, todos devemos mais do que valemos.
b) Nossa capacidade de dever é muito maior que a nossa capacidade de ser.
c) O que somos não paga nem o que devemos.
d) Somos eternos devedores: nosso pecado, nossa culpa, nossa condenação, nossa dívida é maior do que a nossa capacidade de pagá-la.
1.2 – Sempre que estiver confrontado com a necessidade de perdoar alguém, deve-se lembrar que todos nós recebemos graça.
a) Quando nos ajoelhamos e suplicamos: Tem piedade de mim, Senhor, Ele já perdoou toda a dívida.
b) A dívida está paga, está consumada não há mais o que pagar, Deus cancelou todo o débito, usou de graça para comigo e para com você.
1.3 – Tudo quanto nosso próximo nos deve é infinitamente menor do que aquilo que devemos a Deus.
a) Quando alguém houver feito alguma coisa contra você, saiba que sua dívida com Deus é infinitamente maior do que a dívida do seu próximo para com você.
b) A dívida de qualquer pessoa para comigo é infinitamente menor do que a minha dívida para com Deus.
c) Vejam a comparação que Jesus fez:
• O servo devia ao rei 10 mil talentos (60 milhões de denários).
• Já o outro lhe devia 100 denários.
• Observem a diferença de 60 milhões para 100.
d) O que meu próximo deve a mim não se compara com o que eu devo a Deus.
1.4 – Não perdoar é tratar o outro como Deus não nos tratou.
a) É jogar o meu próximo no cárcere psicológico, existencial, moral e espiritual.
b) É lançá-lo num inferno temporal.
c) E Deus não nos lançou no inferno eterno.
1.5 – Todos os que recebem o perdão de Deus têm perante Ele o compromisso perpétuo de repetir o mesmo gesto com os outros tantas vezes quantas sejam necessárias.
a) Mt. 18.32-33 ‘Então o seu Senhor, Chamou-o, disse: Servo malvado perdoei-te aquela dívida toda, porque tu pediste, tu me suplicaste; não devias tu igualmente, ou como eu fiz contigo, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?’.
b) Quem recebeu o perdão de Deus tem um compromisso perene, perpétuo, definitivo, repetível tantas vezes quantas sejam necessárias de dar aos outros o mesmo perdão que Deus lhe deu.
c) Cabe a você o compromisso de ser uma miniatura de Deus nas relações com o seu próximo!
1.6 – Quem não perdoa coloca a si mesmo debaixo do juízo de Deus.
a) Mt. 18.34-35 ‘Indignando-se o Senhor o entregou aos verdugos até que pagassem toda a dívida. Assim também da mesma maneira, meu Pai Celeste vos fará, se no íntimo, não perdoardes cada um ao seu irmão’.
b) Há muitos verdugos psicológicos, existenciais, emocionais e espirituais para nos punirem já nesta vida.
c) Quem não perdoa não será punido apenas na eternidade, é punido aqui.
d) Quem não perdoa envenena o coração e se auto-chicoteia pelo verdugo da consciência.
CONCLUSÃO: Ilustração: ‘Um certo beduíno estava dentro da sua tenda ao sol da Palestina quando entrou correndo, um garoto adolescente, que se refugiou atrás dele, chorando e grunhindo. Logo em seguida chegou uma turba alvoroçada, empunhando cacetes e facas. Abriram a portinhola da tenda e disseram ao beduíno: Dá-nos este menino porque ele é um assassino. O beduíno respondeu: Mas há uma lei entre nós que diz que quando um assassino se refugia numa tenda e o dono da tenda lhe dá abrigo e guarida, ele está absolvido. Eu me compadeci deste garoto, quero perdoar-lhe. E o garoto tremia..... Mas eles disseram: Você lhe quer perdoar porque não sabe o que ele fez e nem a quem matou. O beduíno falou: Não importa, eu quero perdoar a ele. Os homens então afirmaram: ele matou seu filho. Vá ver o corpo dele sangrando na areia ali fora. O beduíno caiu num profundo silêncio, depois, enxugando as lágrimas, disse: Então eu vou criá-lo como se fosse o meu filho a quem ele matou’.
Esse é o padrão do perdão divino.
Deus não fez isso por nós?
Jesus fez muito por nós na cruz.
Escondidos atrás da Cruz temos acesso à Tenda do perdão.
E não apenas esse é o padrão divino, mas o padrão para o qual Deus nos desafia.
domingo, 14 de novembro de 2010
SEUS FILHOS PRECISAM SER REFORMADOS?
I Sm. 2.12-17
OBJETIVO: Ensinar que os valores de Deus precisam dominar o coração de nossos filhos para que experimentem a bênção de uma vida sob constante reforma.
INTRODUÇÃO: Não é preciso pesquisar muito para se perceber a desordem social em que vivemos.
• Violências de todos os tipos imagináveis e inimagináveis.
• Assassinatos e mortes.
• Corrupções.
• Drogas.
• Etc.
CONTEXTO: Samuel foi o último dos juízes e o primeiro dos profetas na história de Israel. Viveu por volta do ano 1050 a.C. Nesse tempo Eli era o sacerdote e juiz sobre Israel. Eli não foi um bom pai e seus filhos foram péssimo exemplo de conduta para o povo.
TRANSIÇÃO: Seus filhos recebem influências negativas no meio social em que convivem? Como trabalhar uma constante reforma na vida deles para que desfrutem de vida mais saudável e ajudem a transformar a sociedade?
I – SEUS FILHOS PRECISAM SER REFORMADOS PORQUE VIVEM EM UMA SOCIEDADE COM VALORES DEFORMADOS.
a – Os filhos de Eli e a influência de uma sociedade deformada.
1. Os filhos de Eli, o sacerdote, viviam a vida sacerdotal de maneira corrompida.
1.1 – Verifica-se que era ‘costume’. A corrupção desses jovens se manifestava como algo além do comportamento pessoal, mas era visto como um costume corporativo.
1.2 – Os filhos de Eli foram chamados de filhos de Belial (filhos do mal)?
a) Na demonologia judaica, é reconhecido como um antigo Anjo da Virtude, que após a queda junto com Lúcifer, foi transformado no demônio da arrogância e da loucura, ocupava o posto que agora pertence ao Arcanjo Miguel. É o responsável pela luxúria, e foi por sua causa que as cidades de Sodoma e Gomorra caíram em tentação.
b) Belial quer dizer ‘filhos da indignidade’. (do hebreu Bliyaal בליעל – ‘Sem valia’, ou ‘rebelde’).
c) Em livros antigos dos judeus, as crianças não circuncidadas eram alcunhadas como ‘filhos de Belial ’.
1.3 – O que caracteriza essa vida rebelde, sem valia e cheia de indignidade que os filhos de Eli levavam fica caracterizado na expressão ‘não se importavam com o Senhor’ (vs. 12).
2. Podemos afirmar, segundo as Escrituras que, desde que o ser humano caiu no primeiro pecado, temos experimentado os efeitos disto na vida da sociedade.
3. Dois grandes momentos registrados na Escritura demonstram o grau de corrupção social em que se encontrou a humanidade nos tempos primitivos:
3.1 – A sociedade nos dias de Noé.
3.2 – A sociedade de Sodoma e Gomorra.
4. Mesmo entre o povo de Israel, povo separado pelo Senhor Deus, para experimentar o poder transformador de seus mandamentos, o pecado sempre se mostrou como um mal corrosivo na vida social.
5. Samuel, o último dos juízes de Israel, ainda era um menino se deram os acontecimentos registrados neste capítulo.
b – Vivemos em uma sociedade deformada.
1. Toda a sociedade humana está cheia de deformidades, sendo muitas destas deformidades tradições de longa data no meio social.
2. As perversões sociais vão entrando para a práxis e se tornam costumes que ao longo do tempo se incorporam na cultura.
2.1 – Pais que levavam os filhos homens para os bordéis para sua emancipação sexual.
2.2 – Pais que entregam camisinhas aos seus filhos ao permitirem que se vá a festas libertinas.
2.3 – Mães que levam suas filhas para passar a noite com namorados e as buscam no dia seguinte.
2.4 – Pais e mães que aplaudem seus filhos pré-adolescentes por estarem ‘ficando’.
3. Vivemos em uma sociedade que se deforma a cada dia, onde os filhos muitas vezes não corrigidos entram para a delinquência e em plena adolescência superlotam os órgãos de reabilitação, tipo Febem (Fundação Casa) .
c – Os preceitos de Deus são restringentes do pecado na sociedade.
1. O Velho Testamento está carregado de termos como ‘mandamentos’, ‘preceitos’, ‘juízos’, ‘estatutos’, entre outros para se referir às normatizações de Deus visando o equilíbrio da ética, da moral e da espiritualidade no meio da sociedade humana.
2. Pode-se perceber com o menor esforço o poder restringente dessas normatizações no meio social.
2.1 – Uma leitura no Pentateuco nos fornece material sobejo desse cuidado de Deus em limitar o poder corrosivo do pecado no meio social.
2.2 – As Escrituras apontam desde a seriedade dos pais na correção dos filhos até a pena de morte como fatores restringentes do mal na sociedade.
II – SEUS FILHOS PRECISAM SER REFORMADOS PORQUE TÊM UMA HERANÇA GENÉTICA-ESPIRITUAL DEFORMADA.
a – A origem da deformação está no pecado.
1. É inevitável lermos as Escrituras e não depararmos frontalmente com a questão do pecado na vida humana.
2. A deformidade da raça humana tem sua origem na questão do pecado.
3. Essas deformidades podem ser percebidas na vida dos filhos de Eli.
3.1 – Irreverência e usurpação de direitos sobre os sacrifícios prestados pelo povo (vs. 12-14).
3.2 – Negócio fraudulento: (vs. 15-16).
3.3 – Desprezo para com as coisas santas (vs. 17).
3.4 – Prostituição nos lugares sagrados (vs. 22).
3.5 – Desobediência obstinada ao seu pai (vs. 25b).
b – A disciplina é norma corretiva que não pode ser anulada.
1. O PL 2.654/2003 , a chamada "Lei da Palmada", proposta pela deputada Maria do Rosário (RS), pretende proibir a adoção de castigos moderados.
2. Uma Pesquisa do Datafolha apontou os seguintes índices:
2.1 – 54% são contrários.
2.2 – 36% são a favor.
2.3 – 6% são indiferentes.
2.4 – 4% não sabem opinar.
3. Criar os filhos sob disciplina implica disciplina física?
3.1 – Pv. 13.24 ‘’.
3.2 – Pv. 22.15 ‘’.
3.3 – Pv. 23.14 ‘’.
3.4 – Pv. 26.3 ‘’.
3.5 – Pv. 29. 15 ‘A vara e a Disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe’.
3.6 – Quem está certo: As Escrituras ou o PL 2.654/2003?
3.7 – Podemos afirmar sem medo de errar que a instrução seguida de disciplina poderá trazer uma sociedade melhor.
III – SEUS FILHOS PRECISAM SER REFORMADOS PORQUE FILHOS DEFORMADOS SÃO PASSIVOS DA DISCIPLINA DE DEUS.
a – Os filhos de Eli sofreram a pesada disciplina de Deus.
1. Eli não repreendeu disciplinarmente a seus filhos e no devido tempo a disciplina de Deus veio sobre eles, trazendo a morte e amargura para a família.
1.1 – I Sm. 3.13 – Eli não repreendeu a seus filhos.
1.2 – I Sm. 4.11 – Seus filhos são mortos pelos filisteus.
1.3 – I Sm. 4.18 – Eli cai da cadeira e quebra o pescoço.
1.4 – I Sm. 4.19-22 – Icabode ‘Foi-se a glória de Israel’.
2. As Escrituras apresentam Deus como um Deus zelozo pelos seus filhos e por isso os disciplina.
2.1 – Hb. 12.6-7,11 ‘’.
b – Filhos hoje tem sofrido a pesada disciplina de Deus.
1. Nossa sociedade vive um caos geral, a injustiça campeia solta, e a impunidade se mostra como princípio fortalecedor e legitimador da desordem pública.
2. Centenas de nossos jovens estão morrendo pelas drogas, pela polícia em seu legítimo poder e autoridade, devido a falta de disciplina e correção que devia acontecer a partir do berço.
CONCLUSÃO: Pais! Seus filhos precisam ser reformados.
A fonte da verdadeira reforma é a Palavra de Deus.
Conduza sua vida e a vida de seus filhos sob os ensinos da Palavra de Deus.
Assim terás uma família e uma sociedade melhor.
OBJETIVO: Ensinar que os valores de Deus precisam dominar o coração de nossos filhos para que experimentem a bênção de uma vida sob constante reforma.
INTRODUÇÃO: Não é preciso pesquisar muito para se perceber a desordem social em que vivemos.
• Violências de todos os tipos imagináveis e inimagináveis.
• Assassinatos e mortes.
• Corrupções.
• Drogas.
• Etc.
CONTEXTO: Samuel foi o último dos juízes e o primeiro dos profetas na história de Israel. Viveu por volta do ano 1050 a.C. Nesse tempo Eli era o sacerdote e juiz sobre Israel. Eli não foi um bom pai e seus filhos foram péssimo exemplo de conduta para o povo.
TRANSIÇÃO: Seus filhos recebem influências negativas no meio social em que convivem? Como trabalhar uma constante reforma na vida deles para que desfrutem de vida mais saudável e ajudem a transformar a sociedade?
I – SEUS FILHOS PRECISAM SER REFORMADOS PORQUE VIVEM EM UMA SOCIEDADE COM VALORES DEFORMADOS.
a – Os filhos de Eli e a influência de uma sociedade deformada.
1. Os filhos de Eli, o sacerdote, viviam a vida sacerdotal de maneira corrompida.
1.1 – Verifica-se que era ‘costume’. A corrupção desses jovens se manifestava como algo além do comportamento pessoal, mas era visto como um costume corporativo.
1.2 – Os filhos de Eli foram chamados de filhos de Belial (filhos do mal)?
a) Na demonologia judaica, é reconhecido como um antigo Anjo da Virtude, que após a queda junto com Lúcifer, foi transformado no demônio da arrogância e da loucura, ocupava o posto que agora pertence ao Arcanjo Miguel. É o responsável pela luxúria, e foi por sua causa que as cidades de Sodoma e Gomorra caíram em tentação.
b) Belial quer dizer ‘filhos da indignidade’. (do hebreu Bliyaal בליעל – ‘Sem valia’, ou ‘rebelde’).
c) Em livros antigos dos judeus, as crianças não circuncidadas eram alcunhadas como ‘filhos de Belial ’.
1.3 – O que caracteriza essa vida rebelde, sem valia e cheia de indignidade que os filhos de Eli levavam fica caracterizado na expressão ‘não se importavam com o Senhor’ (vs. 12).
2. Podemos afirmar, segundo as Escrituras que, desde que o ser humano caiu no primeiro pecado, temos experimentado os efeitos disto na vida da sociedade.
3. Dois grandes momentos registrados na Escritura demonstram o grau de corrupção social em que se encontrou a humanidade nos tempos primitivos:
3.1 – A sociedade nos dias de Noé.
3.2 – A sociedade de Sodoma e Gomorra.
4. Mesmo entre o povo de Israel, povo separado pelo Senhor Deus, para experimentar o poder transformador de seus mandamentos, o pecado sempre se mostrou como um mal corrosivo na vida social.
5. Samuel, o último dos juízes de Israel, ainda era um menino se deram os acontecimentos registrados neste capítulo.
b – Vivemos em uma sociedade deformada.
1. Toda a sociedade humana está cheia de deformidades, sendo muitas destas deformidades tradições de longa data no meio social.
2. As perversões sociais vão entrando para a práxis e se tornam costumes que ao longo do tempo se incorporam na cultura.
2.1 – Pais que levavam os filhos homens para os bordéis para sua emancipação sexual.
2.2 – Pais que entregam camisinhas aos seus filhos ao permitirem que se vá a festas libertinas.
2.3 – Mães que levam suas filhas para passar a noite com namorados e as buscam no dia seguinte.
2.4 – Pais e mães que aplaudem seus filhos pré-adolescentes por estarem ‘ficando’.
3. Vivemos em uma sociedade que se deforma a cada dia, onde os filhos muitas vezes não corrigidos entram para a delinquência e em plena adolescência superlotam os órgãos de reabilitação, tipo Febem (Fundação Casa) .
c – Os preceitos de Deus são restringentes do pecado na sociedade.
1. O Velho Testamento está carregado de termos como ‘mandamentos’, ‘preceitos’, ‘juízos’, ‘estatutos’, entre outros para se referir às normatizações de Deus visando o equilíbrio da ética, da moral e da espiritualidade no meio da sociedade humana.
2. Pode-se perceber com o menor esforço o poder restringente dessas normatizações no meio social.
2.1 – Uma leitura no Pentateuco nos fornece material sobejo desse cuidado de Deus em limitar o poder corrosivo do pecado no meio social.
2.2 – As Escrituras apontam desde a seriedade dos pais na correção dos filhos até a pena de morte como fatores restringentes do mal na sociedade.
II – SEUS FILHOS PRECISAM SER REFORMADOS PORQUE TÊM UMA HERANÇA GENÉTICA-ESPIRITUAL DEFORMADA.
a – A origem da deformação está no pecado.
1. É inevitável lermos as Escrituras e não depararmos frontalmente com a questão do pecado na vida humana.
2. A deformidade da raça humana tem sua origem na questão do pecado.
3. Essas deformidades podem ser percebidas na vida dos filhos de Eli.
3.1 – Irreverência e usurpação de direitos sobre os sacrifícios prestados pelo povo (vs. 12-14).
3.2 – Negócio fraudulento: (vs. 15-16).
3.3 – Desprezo para com as coisas santas (vs. 17).
3.4 – Prostituição nos lugares sagrados (vs. 22).
3.5 – Desobediência obstinada ao seu pai (vs. 25b).
b – A disciplina é norma corretiva que não pode ser anulada.
1. O PL 2.654/2003 , a chamada "Lei da Palmada", proposta pela deputada Maria do Rosário (RS), pretende proibir a adoção de castigos moderados.
2. Uma Pesquisa do Datafolha apontou os seguintes índices:
2.1 – 54% são contrários.
2.2 – 36% são a favor.
2.3 – 6% são indiferentes.
2.4 – 4% não sabem opinar.
3. Criar os filhos sob disciplina implica disciplina física?
3.1 – Pv. 13.24 ‘’.
3.2 – Pv. 22.15 ‘’.
3.3 – Pv. 23.14 ‘’.
3.4 – Pv. 26.3 ‘’.
3.5 – Pv. 29. 15 ‘A vara e a Disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe’.
3.6 – Quem está certo: As Escrituras ou o PL 2.654/2003?
3.7 – Podemos afirmar sem medo de errar que a instrução seguida de disciplina poderá trazer uma sociedade melhor.
III – SEUS FILHOS PRECISAM SER REFORMADOS PORQUE FILHOS DEFORMADOS SÃO PASSIVOS DA DISCIPLINA DE DEUS.
a – Os filhos de Eli sofreram a pesada disciplina de Deus.
1. Eli não repreendeu disciplinarmente a seus filhos e no devido tempo a disciplina de Deus veio sobre eles, trazendo a morte e amargura para a família.
1.1 – I Sm. 3.13 – Eli não repreendeu a seus filhos.
1.2 – I Sm. 4.11 – Seus filhos são mortos pelos filisteus.
1.3 – I Sm. 4.18 – Eli cai da cadeira e quebra o pescoço.
1.4 – I Sm. 4.19-22 – Icabode ‘Foi-se a glória de Israel’.
2. As Escrituras apresentam Deus como um Deus zelozo pelos seus filhos e por isso os disciplina.
2.1 – Hb. 12.6-7,11 ‘’.
b – Filhos hoje tem sofrido a pesada disciplina de Deus.
1. Nossa sociedade vive um caos geral, a injustiça campeia solta, e a impunidade se mostra como princípio fortalecedor e legitimador da desordem pública.
2. Centenas de nossos jovens estão morrendo pelas drogas, pela polícia em seu legítimo poder e autoridade, devido a falta de disciplina e correção que devia acontecer a partir do berço.
CONCLUSÃO: Pais! Seus filhos precisam ser reformados.
A fonte da verdadeira reforma é a Palavra de Deus.
Conduza sua vida e a vida de seus filhos sob os ensinos da Palavra de Deus.
Assim terás uma família e uma sociedade melhor.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
ONDE ESTÁ, Ó MORTE, A TUA VITÓRIA?
I Co. 15.50-58
OBJETIVO: Apresentar o ensino de que a morte é um inimigo com os dias contados e que o cristão não precisa viver a lamentar seus mortos, antes viver na esperança de um grande reencontro.
INTRODUÇÃO: Milhões de pessoas vão aos cemitérios para relembrar, lamentar e, de acordo com certas culturas e crenças, até mesmo cultuar seus mortos. Nosso ‘Princípios de Liturgia’, em seu Capítulo X, sobre Funerais, assim ensina: Art. 22 – ‘O corpo humano, mesmo após a morte, deve ser tratado com respeito e decência. Art. 23 – Chegada a hora marcada para o funeral, o corpo será levado com decência para o cemitério e sepultado. Durante essas ocasiões solenes, todos os presentes devem portar-se com gravidade. O oficiante deverá exortá-los a considerar a fragilidade desta vida e a importância de estarem preparados para a morte e para a eternidade’.
CONTEXTO: Paulo, o apóstolo aos gentios, estava nesta parte da carta, respondendo a questões sobre a ressurreição. Não estava interessado na morte, mas com o ensino sobre a ressurreição, oferece consolo sobre os poderes e aflições deixadas pela morte em nossas vidas.
TRANSIÇÃO: Por certo você já ouviu um ditado que diz: ‘Se morrer é descansar, prefiro viver cansado’. Não há porque ter medo da morte. O tema de hoje será: ONDE ESTÁ, Ó MORTE, A TUA VITÓRIA?
I – A MORTE NÃO TEM VITÓRIA PORQUE NÃO FOMOS CRIADOS PARA ESSA REALIDADE.
a – O pecado é o responsável pela entrada da morte no mundo.
1. O apóstolo Paulo realça que o que impulsiona ou motiva a morte é o pecado.
1.1 – I Co. 15.56 (NVI) ‘O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a Lei’.
1.2 – O ‘aguilhão’ é aquilo que ferroa ou impulsiona, gerando uma força ou potencialização.
1.3 – Este mesmo verso na versão Reina Valera tem uma tradução mais enfática: ‘Ya que el aguijón de la muerte es el pecado, y la potencia del pecado, la ley’.
1.4 – Rm. 5.12 (NVI) ‘Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram’.
b – Fomos criados para a vida eterna.
1. O que se depreende das páginas bíblicas é que o homem foi criado para uma qualidade de vida tal que, caso não pecasse, jamais experimentaria o que é a morte.
1.1 – Gn. 2.17 (ARA) ‘De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás’.
2. Mas, nossos primeiros pais, em desobediência a Deus, comeram do fruto proibido, e a partir daí a morte, em todas as suas variações, passou a fazer parte da história humana.
c – A morte dos santos é festa no céu.
1. Ilustração: ‘O céu se alegra com uma reação de maternidade a funerais. Os anjos vêem os enterros dos corpos do mesmo jeito que os avós monitoram as portas das salas de parto. ‘Ele sairá a qualquer minuto!’ Eles mal podem esperar para ver a pessoa que está chegando. Enquanto nós dirigimos carros funerários e vestimos preto, eles estão pendurando fitas rosas e azuis e distribuindo charutos’ (Danilo Sousa).
2. Certamente é com muita alegria que nosso Salvador e os anjos do céu aguardam a chegada dos eleitos.
2.1 – Sl. 116.15 ‘Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos’.
2.2 – Lc. 23:43 ‘Jesus lhe respondeu: Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso’.
2.3 – Ap. 14.13b ‘Bem aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor’.
3. Ilustração: ‘Os três últimos desejos de Alexandre o Grande’: ‘Dizem que estes foram os 3 últimos desejos de Alexandre, o Grande: 1) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época; 2) Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas; 3) Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos. Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou: 1) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte; 2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem; 3) Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos’.
II – A MORTE NÃO TEM VITÓRIA PORQUE JESUS É SENHOR SOBRE ELA.
a – Porque é o Criador de tudo, inclusive da vida.
1. As Escrituras revelam o Senhor Jesus como o eterno Deus, criador de todas as coisas.
2. Jesus é a vida necessária, pois todas as outras formas de vidas foram por Ele criadas e são por Ele sustentadas.
b – Porque Jesus ressuscitou a outros em seu ministério.
1. Jesus provou que tinha o poder sobre a morte quando ressuscitou mortos em seu ministério público.
1.1 – A filha de Jairo.
1.2 – Lázaro.
1.3 – O filho da viúva de Naim (Lc. 7:11-17). Duas grandes multidões se encontram. ‘O solo da morte e o coro da ressurreição’ [Adhemar de Oliveira Godoy].
2. Ele é o Autor e Senhor da vida.
2.1 – II Tm. 1.9b-12 ‘Esta graça nos foi dada em Cristo Jesus desde os tempos eternos, sendo agora revelada pela manifestação de nosso Salvador, Cristo Jesus. Ele tornou inoperante a morte e trouxe à luz a vida e a imortalidade por meio do evangelho. Deste evangelho fui constituído pregador, apóstolo e mestre. Por essa causa também sofro, mas não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou bem certo de que ele é poderoso para guardar o que lhe confiei até aquele dia’.
c – Porque Jesus previu e efetuou sua própria ressurreição.
1. A ressurreição de Jesus foi anunciada diversas vezes e em diferentes ocasiões aos seus discípulos.
2. Jesus ensinou que Ele tinha poder para entregar a sua vida na morte e também para reavê-la através da ressurreição.
2.1 – Jo. 10.18 (NTLH) ‘Ninguém tira a minha vida de mim, mas eu a dou por minha própria vontade. Tenho o direito de dá-la e de tornar a recebê-la, pois foi isso o que o meu Pai me mandou fazer’.
d – Porque promete e garante a ressurreição dos eleitos de Deus.
1. A morte, embora nos dilacere a alma, pela dor que provoca, não deve ser motivo de espanto nem de medo para nenhum cristão.
2. A promessa de Jesus é que todos quantos nele crêem serão ressuscitados para a vida eterna.
2.1 – Jo 6:40 ‘Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia’.
2.2 – Jo 6:44 ‘Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia’.
3. O cristão pode sim, conviver com a realidade da morte sem se assombrar, tratando-a com dignidade e respeito.
4. Ilustração: ‘Vem, doce morte’ .
Vem, doce morte, eu sei que não és o mistério
do sem fim, o pavor do escuro cemitério,
não és o vulto mau, a sombra horrenda e esguia
do cutelo fatal e da mão muito fria
cujo afago cruel, implacável, glacial,
causa toda a aflição do momento final...
Pintam-te assim: voraz, a bailar pela estepe
da existência, andrajosa e vestida de crepe,
megera desumana afogada em vinganças,
arrebatando mães e roubando crianças...
E como és diferente!
És um sussurro manso,
um cântico de paz, um hino de descanso.
Vens brilhando, vens clara e majestosa, toda
adornada de luz como a manhã da Boda.
És o encontro, o momento eterno e majestoso
em que a noiva, feliz se aproxima do esposo...
És o dia esperado em que, os filhos da Luz
podem ver, afinal, o rosto de Jesus,
o dia em que Jesus conduz os filhos seus
para a Vida Eternal na Cidade de Deus,
onde não há mais pranto, onde não há mais dor,
onde existe somente a glória do Senhor!
És um caminho bom – o melhor dos caminhos –
macio, leve, azul, sem pedras ou espinhos.
Leva-me pela mão, ó delicada irmã,
ao Jardim multicor da Nova Canaã.
Irei como um menino, alegre, num transporte...
minh’alma te deseja e diz: “Vem, doce morte!”
CONCLUSÃO: Você pode, como Paulo perguntar: ‘Onde está, ó morte, a tua vitória?’.
A certeza da vida eterna preenche seu coração e estabelece confiança e esperança?
Nada pode separar o cristão da vida eterna que lhe está guardada em Cristo Jesus.
Se esta não é a sua condição diante de Cristo, coloque-se em humildade, arrependimento e fé. Só o Senhor pode te dar segurança.
OBJETIVO: Apresentar o ensino de que a morte é um inimigo com os dias contados e que o cristão não precisa viver a lamentar seus mortos, antes viver na esperança de um grande reencontro.
INTRODUÇÃO: Milhões de pessoas vão aos cemitérios para relembrar, lamentar e, de acordo com certas culturas e crenças, até mesmo cultuar seus mortos. Nosso ‘Princípios de Liturgia’, em seu Capítulo X, sobre Funerais, assim ensina: Art. 22 – ‘O corpo humano, mesmo após a morte, deve ser tratado com respeito e decência. Art. 23 – Chegada a hora marcada para o funeral, o corpo será levado com decência para o cemitério e sepultado. Durante essas ocasiões solenes, todos os presentes devem portar-se com gravidade. O oficiante deverá exortá-los a considerar a fragilidade desta vida e a importância de estarem preparados para a morte e para a eternidade’.
CONTEXTO: Paulo, o apóstolo aos gentios, estava nesta parte da carta, respondendo a questões sobre a ressurreição. Não estava interessado na morte, mas com o ensino sobre a ressurreição, oferece consolo sobre os poderes e aflições deixadas pela morte em nossas vidas.
TRANSIÇÃO: Por certo você já ouviu um ditado que diz: ‘Se morrer é descansar, prefiro viver cansado’. Não há porque ter medo da morte. O tema de hoje será: ONDE ESTÁ, Ó MORTE, A TUA VITÓRIA?
I – A MORTE NÃO TEM VITÓRIA PORQUE NÃO FOMOS CRIADOS PARA ESSA REALIDADE.
a – O pecado é o responsável pela entrada da morte no mundo.
1. O apóstolo Paulo realça que o que impulsiona ou motiva a morte é o pecado.
1.1 – I Co. 15.56 (NVI) ‘O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a Lei’.
1.2 – O ‘aguilhão’ é aquilo que ferroa ou impulsiona, gerando uma força ou potencialização.
1.3 – Este mesmo verso na versão Reina Valera tem uma tradução mais enfática: ‘Ya que el aguijón de la muerte es el pecado, y la potencia del pecado, la ley’.
1.4 – Rm. 5.12 (NVI) ‘Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram’.
b – Fomos criados para a vida eterna.
1. O que se depreende das páginas bíblicas é que o homem foi criado para uma qualidade de vida tal que, caso não pecasse, jamais experimentaria o que é a morte.
1.1 – Gn. 2.17 (ARA) ‘De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás’.
2. Mas, nossos primeiros pais, em desobediência a Deus, comeram do fruto proibido, e a partir daí a morte, em todas as suas variações, passou a fazer parte da história humana.
c – A morte dos santos é festa no céu.
1. Ilustração: ‘O céu se alegra com uma reação de maternidade a funerais. Os anjos vêem os enterros dos corpos do mesmo jeito que os avós monitoram as portas das salas de parto. ‘Ele sairá a qualquer minuto!’ Eles mal podem esperar para ver a pessoa que está chegando. Enquanto nós dirigimos carros funerários e vestimos preto, eles estão pendurando fitas rosas e azuis e distribuindo charutos’ (Danilo Sousa).
2. Certamente é com muita alegria que nosso Salvador e os anjos do céu aguardam a chegada dos eleitos.
2.1 – Sl. 116.15 ‘Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos’.
2.2 – Lc. 23:43 ‘Jesus lhe respondeu: Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso’.
2.3 – Ap. 14.13b ‘Bem aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor’.
3. Ilustração: ‘Os três últimos desejos de Alexandre o Grande’: ‘Dizem que estes foram os 3 últimos desejos de Alexandre, o Grande: 1) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época; 2) Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas; 3) Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos. Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou: 1) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte; 2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem; 3) Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos’.
II – A MORTE NÃO TEM VITÓRIA PORQUE JESUS É SENHOR SOBRE ELA.
a – Porque é o Criador de tudo, inclusive da vida.
1. As Escrituras revelam o Senhor Jesus como o eterno Deus, criador de todas as coisas.
2. Jesus é a vida necessária, pois todas as outras formas de vidas foram por Ele criadas e são por Ele sustentadas.
b – Porque Jesus ressuscitou a outros em seu ministério.
1. Jesus provou que tinha o poder sobre a morte quando ressuscitou mortos em seu ministério público.
1.1 – A filha de Jairo.
1.2 – Lázaro.
1.3 – O filho da viúva de Naim (Lc. 7:11-17). Duas grandes multidões se encontram. ‘O solo da morte e o coro da ressurreição’ [Adhemar de Oliveira Godoy].
2. Ele é o Autor e Senhor da vida.
2.1 – II Tm. 1.9b-12 ‘Esta graça nos foi dada em Cristo Jesus desde os tempos eternos, sendo agora revelada pela manifestação de nosso Salvador, Cristo Jesus. Ele tornou inoperante a morte e trouxe à luz a vida e a imortalidade por meio do evangelho. Deste evangelho fui constituído pregador, apóstolo e mestre. Por essa causa também sofro, mas não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou bem certo de que ele é poderoso para guardar o que lhe confiei até aquele dia’.
c – Porque Jesus previu e efetuou sua própria ressurreição.
1. A ressurreição de Jesus foi anunciada diversas vezes e em diferentes ocasiões aos seus discípulos.
2. Jesus ensinou que Ele tinha poder para entregar a sua vida na morte e também para reavê-la através da ressurreição.
2.1 – Jo. 10.18 (NTLH) ‘Ninguém tira a minha vida de mim, mas eu a dou por minha própria vontade. Tenho o direito de dá-la e de tornar a recebê-la, pois foi isso o que o meu Pai me mandou fazer’.
d – Porque promete e garante a ressurreição dos eleitos de Deus.
1. A morte, embora nos dilacere a alma, pela dor que provoca, não deve ser motivo de espanto nem de medo para nenhum cristão.
2. A promessa de Jesus é que todos quantos nele crêem serão ressuscitados para a vida eterna.
2.1 – Jo 6:40 ‘Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia’.
2.2 – Jo 6:44 ‘Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia’.
3. O cristão pode sim, conviver com a realidade da morte sem se assombrar, tratando-a com dignidade e respeito.
4. Ilustração: ‘Vem, doce morte’ .
Vem, doce morte, eu sei que não és o mistério
do sem fim, o pavor do escuro cemitério,
não és o vulto mau, a sombra horrenda e esguia
do cutelo fatal e da mão muito fria
cujo afago cruel, implacável, glacial,
causa toda a aflição do momento final...
Pintam-te assim: voraz, a bailar pela estepe
da existência, andrajosa e vestida de crepe,
megera desumana afogada em vinganças,
arrebatando mães e roubando crianças...
E como és diferente!
És um sussurro manso,
um cântico de paz, um hino de descanso.
Vens brilhando, vens clara e majestosa, toda
adornada de luz como a manhã da Boda.
És o encontro, o momento eterno e majestoso
em que a noiva, feliz se aproxima do esposo...
És o dia esperado em que, os filhos da Luz
podem ver, afinal, o rosto de Jesus,
o dia em que Jesus conduz os filhos seus
para a Vida Eternal na Cidade de Deus,
onde não há mais pranto, onde não há mais dor,
onde existe somente a glória do Senhor!
És um caminho bom – o melhor dos caminhos –
macio, leve, azul, sem pedras ou espinhos.
Leva-me pela mão, ó delicada irmã,
ao Jardim multicor da Nova Canaã.
Irei como um menino, alegre, num transporte...
minh’alma te deseja e diz: “Vem, doce morte!”
CONCLUSÃO: Você pode, como Paulo perguntar: ‘Onde está, ó morte, a tua vitória?’.
A certeza da vida eterna preenche seu coração e estabelece confiança e esperança?
Nada pode separar o cristão da vida eterna que lhe está guardada em Cristo Jesus.
Se esta não é a sua condição diante de Cristo, coloque-se em humildade, arrependimento e fé. Só o Senhor pode te dar segurança.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
PORQUE PRECISAMOS DE REFORMA?
II Cr. 34.14-18
OBJETIVO: Ensinar que assim como houve a Reforma nos dias de Josias e a Reforma na Idade Média é preciso considerar que esta é uma tarefa inacabada.
INTRODUÇÃO: Você já fez reforma de casa morando dentro da mesma durante a reforma? É tarefa fácil?
CONTEXTO: Josias reinou em Jerusalém por 30 anos sucedendo a dois dos mais perversos reis daquele país, que foram seu avô e depois seu pai. Precisou reformar a vida da nação. Foi bem sucedido em tudo que realizou. ‘Nem antes nem depois de Josias houve um rei como ele, que se voltasse para o SENHOR de todo o coração, de toda a alma e de todas as suas forças, de acordo com toda a Lei de Moisés’ (II Re. 23.25 – NVI).
TRANSIÇÃO: Será que nosso país precisa de reforma? Será que chegaremos a ter um país melhor, onde a justiça, a correta distribuição dos bens atingirá a todos? Será que a sua vida pessoal precisa de reforma? Ou o seu casamento? Ou a sua família? Quero compartilhar nesta ocasião sobre o tema: PORQUE PRECISAMOS DE REFORMA?
I – PRECISAMOS DE REFORMA PORQUE O PECADO DEFORMOU A VIDA E A HISTÓRIA HUMANA.
a – A entrada e deformação causada pelo pecado na História.
1. As Escrituras são fartas de textos que demonstram a criação de todas as coisas em estado de perfeição e santidade.
2. Logo nas primeiras páginas da Bíblia se tem a revelação da entrada do pecado na história.
3. O pecado é um estado de corrupção que afetou o ser humano em todas as áreas de seu ser e existência. É por isso que nós, reformados, cremos na total depravação do homem.
b – Vislumbres da deformação causada pelo pecado no povo judeu nos dias de Josias.
1. Josias foi rei de Judá entre os anos 639 e 609 antes de Cristo.
2. Na realidade, ao assumir o trono, Josias recebeu uma herança maldita dos governantes anteriores. Seus antecessores no trono foram seu avô Manassés e seu pai Amom.
2.1 – II Cr. 33.1-6 ‘(Manassés)’.
2.2 – II Re. 21.21 ‘(Amom) Fez o que era mau perante o senhor, como fizera Manassés, seu pai. Andou em todos os caminhos em que andara seu pai, serviu aos ídolos que ele servira e os adorou’.
3. O reino de Judá estava envolvido em toda sorte de desvio e perversão espiritual:
3.1 – Adoração aos baalins.
3.2 – Adoração ao poste ídolo = Neustã.
3.3 – Adoração a todo o exército do céu.
3.4 – Sacrifícios de filhos queimados a deuses.
3.5 – A presença de médiuns.
3.6 – A presença de feiticeiros.
3.7 – A presença de adivinhos.
3.8 – Idolatria pagã em geral.
4. A perversão espiritual conduz a perversões morais, éticas e sociais na vida de um povo.
5. Josias empreendeu um grande movimento de reforma de valores e princípios na nação de Judá. Ao reparar o Templo foi encontrado o Livro da Lei, e a partir do conhecimento e ensino da vontade de Deus, a reforma aconteceu.
5.1 – A reforma incluiu uma renovação do pacto do povo de Judá com Deus. Josias, pessoalmente, fez uma aliança com Deus, prometendo que todos iriam fazer a vontade do Senhor, com todo o coração e com toda a alma.
5.2 – II Cr. 34.29-33 (NVI) ‘Em face disso, o rei convocou todas as autoridades de Judá e de Jerusalém. Depois subiu ao templo do SENHOR acompanhado por todos os homens de Judá, todo o povo de Jerusalém, os sacerdotes e os levitas: todo o povo, dos mais simples aos mais importantes. Para todos o rei leu em alta voz todas as palavras do Livro da Aliança, que havia sido encontrado no templo do SENHOR. Ele tomou o seu lugar e, na presença do SENHOR, fez uma aliança, comprometendo-se a seguir o SENHOR e obedecer de todo o coração e de toda a alma aos seus mandamentos, aos seus testemunhos e aos seus decretos, cumprindo as palavras da aliança escritas naquele livro. Depois fez com que todos em Jerusalém e em Benjamim se comprometessem com a aliança; os habitantes de Jerusalém passaram a cumprir a aliança de Deus, o Deus dos seus antepassados. Josias retirou todos os ídolos detestáveis de todo o território dos israelitas e obrigou todos os que estavam em Israel a servirem ao SENHOR, o seu Deus. E enquanto ele viveu, o povo não deixou de seguir o SENHOR, o Deus dos seus antepassados’.
c – Vislumbres da deformação causada pelo pecado hoje.
1. Basta alguns minutos diante dos noticiários para ver os estragos que o pecado causa em nossa sociedade.
1.1 – Na moral.
1.2 – Na ética.
1.3 – Corrupções financeiras.
1.4 – Drogas, assassinatos, brigas.
1.5 – Vivemos em um mundo destruído e em destruição...
II – PRECISAMOS DE REFORMA PORQUE O MUNDO, A CARNE E O DIABO CONTINUAM ATIVOS NA VIDA E NA HISTÓRIA HUMANA.
a – Essa é a tríade mantenedora do pecado.
1. O pecado é uma doença.
1.1 – Que destrói o ser humano em todos os seguimentos de sua vida e existência.
1.2 – É uma doença hereditária.
1.3 – Já existe vacina para quem contraiu a doença.
2. Ilustração: As bactérias necessitam de um ambiente próprio para que possam desenvolver-se. Caso haja assepsia e a erradicação daquilo que seria acultura apropriada para o seu desenvolvimento elas não terão subsistência. O mundo, a carne e o diabo são os elementos que apresentam as condições ideais para a cultura do pecado.
3. O NT apresenta esta tríade mantenedora do pecado.
3.1 – Rm. 8.5 (NVI) ‘Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja’.
3.2 – Gl. 6.14 (NVI) ‘Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo’.
3.3 – I Pe. 5.8 (NVI) ‘Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar’.
b – A vitória do cristão sobre essa tríade está em Cristo.
1. Como dito anteriormente, já existe vacina que cura esta doença.
2. A obra redentora de Jesus é o antídoto necessário para vencer o poder destruidor do pecado.
2.1 – Hb. 2.14 (NVI) ‘Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa condição humana, para que, por sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o Diabo’.
2.2 – Gl. 5.24 (NVI) ‘Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos’.
III – PRECISAMOS DE REFORMA PORQUE A SANTIFICAÇÃO É UM PROCESSO CONTÍNUO.
a – A santificação começa com sua entrega pessoal a Cristo.
1. Quando se recebe o Senhor Jesus como seu único Salvador, dá-se o início da reforma de nossas vidas.
2. O apóstolo Paulo ensina que uma nova vida nasce naquele que verdadeiramente encontra-se com Cristo.
2.1 – II Co. 5.17 (ARA) ‘Assim, se alguém está em cristo nova criatura é; as coisas antigas já passaram, eis que tudo se fez novo’.
2.2 – Você já teve o início de uma reforma em sua vida?
3. Muitos foram os movimentos de reforma na história da Igreja. No século XVI a Igreja passou pelo movimento eclodido com as 95 de Martinho Lutero, o que ficou conhecido como Reforma Protestante.
4. De lá para cá muitos outros movimentos de reforma e avivamento passaram pela Igreja, e mesmo sendo reconduzida ao cerne do Evangelho, a Igreja cai em novos desvios.
5. Será que a Igreja precisa de reforma hoje?
5.1 – O grande problema é que se espera uma reforma da Igreja enquanto instituição e não se busca uma reforma do indivíduo.
5.2 – Para uma Igreja reformada necessita-se de um indivíduo reformado.
5.3 – Para uma sociedade reformada necessita-se de um indivíduo reformado.
b – A reforma de Josias foi uma reforma que não funcionou.
1. Foi uma reforma efêmera!
1.1 – Em pouco tempo, desapareceu, sem deixar marcas no povo de Judá!
1.2 – O próprio texto bíblico que nós lemos insinua isso. O último versículo do texto lido para a nossa edificação termina dizendo assim: ‘Enquanto Josias viveu, o povo não deixou de obedecer ao Senhor, o Deus dos seus antepassados’ (II Cr. 34.33c).
1.3 – O primeiro problema é porque foi a reforma de Josias.
a) Em outras palavras, não foi uma reforma do povo de Judá, mas ao contrário, foi uma reforma do rei.
b) Foi uma reforma decidida pelo rei e promovida pelo rei, mas não chegou a ser uma reforma abraçada pelo povo e levada a efeito pelo povo.
c) Foi por isso que a reforma só durou enquanto durou o rei.
d) Bastou o rei morrer para a reforma terminar.
e) Esse é o problema de todas as reformas impostas de cima para baixo.
1.4 – O segundo problema da reforma de Josias foi que ela acabou se tornando uma simples reforma litúrgica.
a) A liturgia é importante.
b) O culto é fundamental.
c) Mas a liturgia não é tudo.
d) E o culto não tem nenhum valor se não for acompanhado pela transformação da vida.
2. A santificação é uma obra inconclusa nesta vida, por isso sempre se terá necessidade de recomeçar a cada dia a reforma na vida de cada cristão.
2.1 – ‘Ecclesia reformata et semper reformanda este’ – ‘Igreja reformada sempre se reformando’.
2.2 – ‘O crente reformado deve estar sempre se reformando’.
3. Há necessidade de reforma em sua vida espiritual ainda?
CONCLUSÃO: Não pare a obre de Deus em sua vida.
Não pare a obra de santificação que é realizada em parceria com o Espírito Santo de Deus.
Continue orando, participando por uma Igreja cada vez mais reformada.
Interceda e viva por um Brasil melhor.
OBJETIVO: Ensinar que assim como houve a Reforma nos dias de Josias e a Reforma na Idade Média é preciso considerar que esta é uma tarefa inacabada.
INTRODUÇÃO: Você já fez reforma de casa morando dentro da mesma durante a reforma? É tarefa fácil?
CONTEXTO: Josias reinou em Jerusalém por 30 anos sucedendo a dois dos mais perversos reis daquele país, que foram seu avô e depois seu pai. Precisou reformar a vida da nação. Foi bem sucedido em tudo que realizou. ‘Nem antes nem depois de Josias houve um rei como ele, que se voltasse para o SENHOR de todo o coração, de toda a alma e de todas as suas forças, de acordo com toda a Lei de Moisés’ (II Re. 23.25 – NVI).
TRANSIÇÃO: Será que nosso país precisa de reforma? Será que chegaremos a ter um país melhor, onde a justiça, a correta distribuição dos bens atingirá a todos? Será que a sua vida pessoal precisa de reforma? Ou o seu casamento? Ou a sua família? Quero compartilhar nesta ocasião sobre o tema: PORQUE PRECISAMOS DE REFORMA?
I – PRECISAMOS DE REFORMA PORQUE O PECADO DEFORMOU A VIDA E A HISTÓRIA HUMANA.
a – A entrada e deformação causada pelo pecado na História.
1. As Escrituras são fartas de textos que demonstram a criação de todas as coisas em estado de perfeição e santidade.
2. Logo nas primeiras páginas da Bíblia se tem a revelação da entrada do pecado na história.
3. O pecado é um estado de corrupção que afetou o ser humano em todas as áreas de seu ser e existência. É por isso que nós, reformados, cremos na total depravação do homem.
b – Vislumbres da deformação causada pelo pecado no povo judeu nos dias de Josias.
1. Josias foi rei de Judá entre os anos 639 e 609 antes de Cristo.
2. Na realidade, ao assumir o trono, Josias recebeu uma herança maldita dos governantes anteriores. Seus antecessores no trono foram seu avô Manassés e seu pai Amom.
2.1 – II Cr. 33.1-6 ‘(Manassés)’.
2.2 – II Re. 21.21 ‘(Amom) Fez o que era mau perante o senhor, como fizera Manassés, seu pai. Andou em todos os caminhos em que andara seu pai, serviu aos ídolos que ele servira e os adorou’.
3. O reino de Judá estava envolvido em toda sorte de desvio e perversão espiritual:
3.1 – Adoração aos baalins.
3.2 – Adoração ao poste ídolo = Neustã.
3.3 – Adoração a todo o exército do céu.
3.4 – Sacrifícios de filhos queimados a deuses.
3.5 – A presença de médiuns.
3.6 – A presença de feiticeiros.
3.7 – A presença de adivinhos.
3.8 – Idolatria pagã em geral.
4. A perversão espiritual conduz a perversões morais, éticas e sociais na vida de um povo.
5. Josias empreendeu um grande movimento de reforma de valores e princípios na nação de Judá. Ao reparar o Templo foi encontrado o Livro da Lei, e a partir do conhecimento e ensino da vontade de Deus, a reforma aconteceu.
5.1 – A reforma incluiu uma renovação do pacto do povo de Judá com Deus. Josias, pessoalmente, fez uma aliança com Deus, prometendo que todos iriam fazer a vontade do Senhor, com todo o coração e com toda a alma.
5.2 – II Cr. 34.29-33 (NVI) ‘Em face disso, o rei convocou todas as autoridades de Judá e de Jerusalém. Depois subiu ao templo do SENHOR acompanhado por todos os homens de Judá, todo o povo de Jerusalém, os sacerdotes e os levitas: todo o povo, dos mais simples aos mais importantes. Para todos o rei leu em alta voz todas as palavras do Livro da Aliança, que havia sido encontrado no templo do SENHOR. Ele tomou o seu lugar e, na presença do SENHOR, fez uma aliança, comprometendo-se a seguir o SENHOR e obedecer de todo o coração e de toda a alma aos seus mandamentos, aos seus testemunhos e aos seus decretos, cumprindo as palavras da aliança escritas naquele livro. Depois fez com que todos em Jerusalém e em Benjamim se comprometessem com a aliança; os habitantes de Jerusalém passaram a cumprir a aliança de Deus, o Deus dos seus antepassados. Josias retirou todos os ídolos detestáveis de todo o território dos israelitas e obrigou todos os que estavam em Israel a servirem ao SENHOR, o seu Deus. E enquanto ele viveu, o povo não deixou de seguir o SENHOR, o Deus dos seus antepassados’.
c – Vislumbres da deformação causada pelo pecado hoje.
1. Basta alguns minutos diante dos noticiários para ver os estragos que o pecado causa em nossa sociedade.
1.1 – Na moral.
1.2 – Na ética.
1.3 – Corrupções financeiras.
1.4 – Drogas, assassinatos, brigas.
1.5 – Vivemos em um mundo destruído e em destruição...
II – PRECISAMOS DE REFORMA PORQUE O MUNDO, A CARNE E O DIABO CONTINUAM ATIVOS NA VIDA E NA HISTÓRIA HUMANA.
a – Essa é a tríade mantenedora do pecado.
1. O pecado é uma doença.
1.1 – Que destrói o ser humano em todos os seguimentos de sua vida e existência.
1.2 – É uma doença hereditária.
1.3 – Já existe vacina para quem contraiu a doença.
2. Ilustração: As bactérias necessitam de um ambiente próprio para que possam desenvolver-se. Caso haja assepsia e a erradicação daquilo que seria acultura apropriada para o seu desenvolvimento elas não terão subsistência. O mundo, a carne e o diabo são os elementos que apresentam as condições ideais para a cultura do pecado.
3. O NT apresenta esta tríade mantenedora do pecado.
3.1 – Rm. 8.5 (NVI) ‘Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja’.
3.2 – Gl. 6.14 (NVI) ‘Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo’.
3.3 – I Pe. 5.8 (NVI) ‘Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar’.
b – A vitória do cristão sobre essa tríade está em Cristo.
1. Como dito anteriormente, já existe vacina que cura esta doença.
2. A obra redentora de Jesus é o antídoto necessário para vencer o poder destruidor do pecado.
2.1 – Hb. 2.14 (NVI) ‘Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa condição humana, para que, por sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o Diabo’.
2.2 – Gl. 5.24 (NVI) ‘Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos’.
III – PRECISAMOS DE REFORMA PORQUE A SANTIFICAÇÃO É UM PROCESSO CONTÍNUO.
a – A santificação começa com sua entrega pessoal a Cristo.
1. Quando se recebe o Senhor Jesus como seu único Salvador, dá-se o início da reforma de nossas vidas.
2. O apóstolo Paulo ensina que uma nova vida nasce naquele que verdadeiramente encontra-se com Cristo.
2.1 – II Co. 5.17 (ARA) ‘Assim, se alguém está em cristo nova criatura é; as coisas antigas já passaram, eis que tudo se fez novo’.
2.2 – Você já teve o início de uma reforma em sua vida?
3. Muitos foram os movimentos de reforma na história da Igreja. No século XVI a Igreja passou pelo movimento eclodido com as 95 de Martinho Lutero, o que ficou conhecido como Reforma Protestante.
4. De lá para cá muitos outros movimentos de reforma e avivamento passaram pela Igreja, e mesmo sendo reconduzida ao cerne do Evangelho, a Igreja cai em novos desvios.
5. Será que a Igreja precisa de reforma hoje?
5.1 – O grande problema é que se espera uma reforma da Igreja enquanto instituição e não se busca uma reforma do indivíduo.
5.2 – Para uma Igreja reformada necessita-se de um indivíduo reformado.
5.3 – Para uma sociedade reformada necessita-se de um indivíduo reformado.
b – A reforma de Josias foi uma reforma que não funcionou.
1. Foi uma reforma efêmera!
1.1 – Em pouco tempo, desapareceu, sem deixar marcas no povo de Judá!
1.2 – O próprio texto bíblico que nós lemos insinua isso. O último versículo do texto lido para a nossa edificação termina dizendo assim: ‘Enquanto Josias viveu, o povo não deixou de obedecer ao Senhor, o Deus dos seus antepassados’ (II Cr. 34.33c).
1.3 – O primeiro problema é porque foi a reforma de Josias.
a) Em outras palavras, não foi uma reforma do povo de Judá, mas ao contrário, foi uma reforma do rei.
b) Foi uma reforma decidida pelo rei e promovida pelo rei, mas não chegou a ser uma reforma abraçada pelo povo e levada a efeito pelo povo.
c) Foi por isso que a reforma só durou enquanto durou o rei.
d) Bastou o rei morrer para a reforma terminar.
e) Esse é o problema de todas as reformas impostas de cima para baixo.
1.4 – O segundo problema da reforma de Josias foi que ela acabou se tornando uma simples reforma litúrgica.
a) A liturgia é importante.
b) O culto é fundamental.
c) Mas a liturgia não é tudo.
d) E o culto não tem nenhum valor se não for acompanhado pela transformação da vida.
2. A santificação é uma obra inconclusa nesta vida, por isso sempre se terá necessidade de recomeçar a cada dia a reforma na vida de cada cristão.
2.1 – ‘Ecclesia reformata et semper reformanda este’ – ‘Igreja reformada sempre se reformando’.
2.2 – ‘O crente reformado deve estar sempre se reformando’.
3. Há necessidade de reforma em sua vida espiritual ainda?
CONCLUSÃO: Não pare a obre de Deus em sua vida.
Não pare a obra de santificação que é realizada em parceria com o Espírito Santo de Deus.
Continue orando, participando por uma Igreja cada vez mais reformada.
Interceda e viva por um Brasil melhor.
Assinar:
Postagens (Atom)