Pr. 3.1-8
OBJETIVO: Ensinar que os discípulos pagam o preço e desfrutam das bênçãos da obediência para com os princípios e valores do Reino.
INTRODUÇÃO: Para que serve um distintivo?
CONTEXTO: O livro de Provérbios foi escrito em cerca de 950-900 a.C e é apresentado como sendo de autoria de Salomão, embora os capítulos 30 e 31 são atribuídos à Agur e Lemuel respectivamente . Em I Re. 4:32 tem-se a informação de que Salomão fez 3000 provérbios e 1005 cânticos. O livro de Provérbios contém apenas 915 destes 3000 . ‘O propósito do escritor aqui é traçar o contraste mais nítido entre as consequências de buscar e encontrar a sabedoria e as de seguir uma vida de insensatez’ (Ewerton B. Tokashiki, Ministro presbiteriano e professor no Seminário Presbiteriano Brasil Central/JiParaná e na Faculdade Metodista de Porto Velho).
TRANSIÇÃO: O que te identifica como um cristão verdadeiro? Quero trabalhar esse texto numa perspectiva cristã sob o tema: OBEDIÊNCIA É UM DISTINTIVO DOS DISCÍPULOS.
I – OS DISCÍPULOS SÃO CHAMADOS À OBEDIÊNCIA.
a – A obediência é uma virtude adquirida e exercitável.
1. Ninguém aprende a obediência instintivamente, antes precisa aprender e exercitar como uma disciplina para a mente, para a alma e para o corpo.
2. A obediência nasce de um condicionamento mental e lógico e amadurece na compreensão racional e moral dos preceitos que a rege.
3. Ilustração: ‘Crianças que não podem ver objetos de enfeites em lugares acessíveis que mexem e desarranjam tudo enquanto outras não fazem o mesmo. Onde está a diferença? Pais que ensinaram e pais que não construíram sua autoridade na vida dos filhos nas pequenas coisas’.
b – A obediência é o termômetro da verdadeira espiritualidade.
1. O chamado à obediência é constante nas páginas das Escrituras.
1.1 – Pr. 3.1 (ARA) ‘Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos, e o teu coração guarde os meus mandamentos’.
2. O relacionamento do cristão com Deus não se verifica em certo condicionamento da mente, acumulando aprendizados teóricos, mas sim na observância de sua Palavra.
3. Assim, a espiritualidade verdadeira se verifica na medida da obediência aos princípios de Deus e não na aparente religiosidade.
3.1 – Jo. 14.21 (ARA) ‘Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele’.
4. Cada discípulo é chamado a apresentar o distintivo e as credenciais de cristão através da vivência na obediência.
II – OS DISCÍPULOS ASSUMEM O PREÇO DA OBEDIÊNCIA.
a – Encha-se dos princípios de Deus.
1. É impossível obedecer aquilo que não se conhece.
1.1 – Ilustração: Imagine alguém dirigindo um carro em estrada perigosa sem saber interpretar as placas de trânsito. O que provavelmente aconteceria?
2. Para obedecer a Deus é preciso se encher de sua Palavra.
2.1 – Pr. 3.3 (ARA) ‘... ata-as ao teu pescoço, escreve-as na tábua de seu coração’.
2.2 – Cl. 3.15 (ARA) ‘Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria...’.
3. O primeiro preço a ser assumido para uma vida de obediência é encher-se da Palavra de Deus.
b – Obediência a Deus implica em negar a si próprio.
1. Três posturas para a obediência.
1.1 – Confia no Senhor.
a) Pr. 3.5 (ARA) ‘Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento’.
b) O estribo é o suporte onde o cavaleiro se apoia para cavalgar.
c) Não se apoie em si mesmo.
d) Não confie em si mesmo.
1.2 – Reconhece o Senhor em seus caminhos.
a) Pr. 3. 6 ‘Reconhece-o em todos os seus caminhos e Ele endireitará as suas veredas’.
b) Deus sempre sinalizará sua presença no caminho de seus discípulos.
c) Mt. 28.20 (ARA) ‘E eis que estou convosco todos os dias...’.
d) Através do Espírito Santo a presença de Deus é percebida na vida do discípulo orientando-o em seus caminhos.
1.3 – Teme ao Senhor.
a) Pr. 3.7 ‘Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal’.
b) ‘Temer a Deus é levar Deus a sério’ (Jaime Kemp).
2. O discípulo é reconhecido pela constante luta no caminho da obediência, e mesmo caindo, volta-se para Deus buscando o perdão e novo recomeço com o Senhor.
III – OS DISCÍPULOS COLHEM OS RESULTADOS DA OBEDIÊNCIA.
a – Os resultados da obediência são inevitáveis.
1. É impossível enumerar os frutos da obediência na vida de uma pessoa que teme ao Senhor.
2. As Escrituras são fartas em apontar os benefícios da obediência na vida dos discípulos de Cristo.
b – Alguns resultados da obediência alistados pelo poeta sacro.
1. Pr. 3.2 ‘Eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz’.
1.1 – Certamente o ‘aumentar os dias’ e o ‘acrescentar dos anos de vida’ proposto pelo salmista implica não em longevidade, uma vez que todos os nossos dias estão determinados pelo Soberano, mas em qualidade desses dias e anos vividos pelo discípulo.
1.2 – Não se pode apegar à letra do termo, pois pessoas consagradas e obedientes tiveram suas vidas ceifadas ainda muito jovens.
1.3 – Ilustração: Philip James Elliot, mais conhecido por Jim Elliot (08 de outubro de 1927 - 08 de janeiro de 1956) foi um missionário para o Equador que, junto com outros quatro, foi morto durante a tentativa de evangelizar os nativos através da conhecida Operação Auca.
2. Pr. 3.4 ‘e acharás graça e boa compreensão diante de Deus e dos homens’.
2.1 – Dentro de um quadro de normalidade o discípulo é sempre reconhecido pelos homens como alguém digno.
2.2 – O servo obediente sempre encontrará o favor e cuidado do Senhor, experimentando bênçãos incontáveis em sua vida.
3. Pr. 3.6 ‘Ele endireitará as tuas veredas’.
3.1 – A obediência garante ao discípulo a intervenção do Senhor em seus caminhos endireitando-os conforme os seus propósitos.
3.2 – O discípulo experimenta as constantes ações de Deus prosperando sua vida nos caminhos do bem.
4. Pr. 3.8 ‘Será isto saúde para o teu corpo e refrigério para os teus ossos’.
4.1 – Andar em obediência aos princípios de Deus, via de regra, possibilita melhor saúde física e mental ao discípulo.
CONCLUSÃO: Somos chamados a uma vida de obediência ao Senhor.
Se você só pode obedecer a princípios que você conhece, como discípulo de Cristo, que nota você dá a sua alimentação e conhecimento bíblico?
Como discípulo de Cristo, que nota você dá ao exercício de sua obediência à Palavra de Deus?
domingo, 17 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
COMPROMISSO COM A EVANGELIZAÇÃO E DISCIPULADO DA PRÓXIMA GERAÇÃO
COMPROMISSO COM A EVANGELIZAÇÃO E DISCIPULADO DA PRÓXIMA GERAÇÃO
Sl. 78.1-8
OBJETIVO: Ensinar que somos os responsáveis para que a próxima geração seja evangelizada.
INTRODUÇÃO: Se você conheceu o Evangelho da graça salvadora em Cristo Jesus e hoje desfruta da segurança da salvação e das bênçãos da vida cristã, é um eterno devedor às gerações anteriores que anunciaram a Palavra de Deus.
TRANSIÇÃO: Qual será o futuro espiritual de nossos filhos e netos, no que depender de cada um de nós?
Qual será o futuro espiritual dos jovens e adolescentes de nossa Igreja se depender de cada um de nós?
Quero compartilhar nesta oportunidade sobre COMPROMISSO COM A EVANGELIZAÇÃO E DISCIPULADO DA PRÓXIMA GERAÇÃO.
I – RESPONSABILIDADE COM A PRÓXIMA GERAÇÃO.
a – A percepção de Asafe para com as gerações futuras.
1. Asafe, o salmista compositor desta poesia, era um dos responsáveis pelo ministério de Adoração do templo nos dias de Davi.
2. Com sua experiência na orquestração não só instrumental e musical do grande coral, que se compunha de 288 vozes, mas da orquestração da formação de novos músicos, cantores e compositores, Asafe sabia da importância de se formar as próximas gerações com os valores doutrinais da Palavra de Deus.
3. A composição deste salmo se volta para a proclamação dos feitos poderosos de Deus desde a saída do Egito até a entronização de Davi como rei de Israel.
4. Asafe declara na abertura de sua poesia a necessidade de se contar às gerações vindouras acerca de Deus para que estas o conheçam e o obedeçam.
4.1 – Sl. 78. 4 (ARA) ‘Não os esconderemos de nossos filhos...’.
b – A responsabilidade de nossa geração para com a próxima.
1. À semelhança de Asafe, cada geração tem responsabilidade de transmitir os valores de Deus para a próxima.
2. Daphne Kirk: ‘Quando nos mantemos calados, coisas permanecem escondidas da próxima geração’ .
3. Ilustração: ‘Os maoris, da Austrália, ainda é uma tribo que guarda sua tradição de forma oral. Separam tempo para contarem às crianças as histórias de eu povo. A sua herança estará a salvo enquanto eles se lembrarem de fazer isso’ .
4. Isso é o que devemos fazer também se queremos ver a próxima geração com o Evangelho transformador.
5. Asafe entende o poder da transmissão dos feitos de Deus à próxima geração para esta o sirva e também transmita às outras que viriam depois dela.
5.1 – Sl. 78.4 (ARA) ‘Contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez’.
6. Asafe entende e estende a nós no registro bíblico que não é uma opção, mas uma ordem. Não repassar o conhecimento e os valores de Deus às próximas gerações é desobediência a Deus.
6.1 – Sl. 78.5 (ARA) ‘Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos’.
II – A MISSÃO DE SE ALCANÇAR AS GERAÇÕES.
a – Nossa geração é devedora às gerações do passado e do futuro.
1. O apóstolo Paulo, ao escrever a carta aos Romanos afirma que se reconhecia devedor aos outros que estava à sua frente.
1.1 – Rm. 1.14 (ARA) ‘Pois sou devedor tanto a gregos quanto a bárbaros, tanto a sábios quanto à ignorantes’.
2. Recebemos o Evangelho da Graça de graça e temos o dever de transmiti-lo às próximas gerações, e para isto não basta apenas você crer, é preciso transmitir a fé aos que estão vindo.
3. O vazio e a ausência de valores tem produzido uma geração manipulada pelo poder corruptor do pecado.
4. Qual o caminho que nossos filhos estarão seguindo nos anos por vir se não os conduzirmos nos caminhos do Senhor?
5. É comum ouvirmos, mesmo no meio evangélico, que estamos criando nossos filhos para o mundo quando deveríamos criá-los para Deus.
6. O Senhor está chamando esta geração para assumir a sua posição como pais e mães espirituais para os filhos que estão crescendo em meio a uma sociedade pervertida e corrupta.
b – Necessita-se de gerações conectadas umas às outras.
1. Asafe viu que existe certa conectividade entre uma geração e outra e que precisava se valer deste mecanismo para que o nome e os feitos poderosos e graciosos de Deus alcançassem as gerações vindouras.
1.1 – Sl. 78.5-6 (ARA).
a) ‘nossos pais...’
b) ‘a seus filhos...’.
c) ‘a nova geração...’.
d) ‘filhos que ainda hão de nascer...’.
e) ‘aos seus descendentes...’
1.2 – Sl. 145.4 (ARA) ‘Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos’.
1.3 – Ex. 3.15 (NVI) ‘Disse também Deus a Moisés: Diga aos israelitas: O Senhor, o Deus dos seus ante¬passados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, enviou-me a vocês. Esse é o meu nome para sempre, nome pelo qual serei lembrado de geração em geração’.
1.4 – A conectividade entre as gerações é sempre nomeada nas Escrituras:
a) Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
b) Três gerações conectadas.
2. Há uma conectividade natural entre as gerações.
2.1 – As gerações estão ligadas umas às outras por elos genéticos, por elos afetivos, por elos culturais.
2.2 – Precisamos também ligar as gerações por elos espirituais que resguardam os valores e o conhecimento dos feitos de Deus, especialmente o maior feito: o feito salvador realizado em Cristo Jesus.
2.3 – É preciso restabelecer esta corrente entre as gerações.
a) Dt. 4.7-9 (NVI) ‘Pois, que grande nação tem um Deus tão próximo como o Senhor, o nosso Deus, sempre que o invocamos? Ou, que grande nação tem decretos e preceitos tão justos como esta lei que estou apresentando a vocês hoje? Apenas tenham cuidado! Tenham muito cuidado para que vocês nunca se esqueçam das coisas que os seus olhos viram; conservem-nas por toda a sua vida na memória. Contem-nas a seus filhos e a seus netos’.
3. A mensagem do Evangelho não pode parecer uma fábula aos nossos adolescentes e jovens, mas deve ser vivida e comunicada de tal maneira que estes queiram conhecer de perto o Deus de seus pais e avós.
4. Nossas crianças, adolescentes e jovens precisam de nossa aceitação amorosa, de nossa presença no sucesso e no fracasso, amando-os continuamente e respeitando-os como indivíduos que irão décadas à nossa frente levando a mensagem da salvação.
5. Eles precisam de todos os heróis da fé que puderem encontrar nas páginas bíblicas e nos bancos de nossas Igrejas.
6. Sl. 127.3-4 (NVI) ‘Os filhos são um presente do Senhor; uma grande recompensa dada por Ele. Os filhos que o homem tem durante a sua mocidade são como flechas de um soldado valente, afiadas e prontas para a defesa’.
6.1 – Daphne Kirk: ‘Os pais tem uma herança em seus filhos; eles são dados como uma recompensa. Eles são os eu prêmio, sua alegria e sua posse mais preciosa. Uma geração assume o seu papel como guerreira do Reino quando toma essas flechas (nossos filhos) e as aponta na direção correta, de modo que, quando chegar o dia de liberá-los, eles irão voar diretamente para o alvo, conquistando as nações e vencendo batalhas contra os poderes da escuridão, porque estavam apontados na direção correta nas mãos de seus pais’ .
III – O NÃO CUMPRIMENTO DA MISSÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS.
a – Seremos tidos por culpados.
1. Cada cristão é responsável pelos que estão nas gerações à frente. ‘Ai de mim se não anunciar o Evangelho – I Co. 9.16’.
2. Ilustração: ‘Quatro leprosos, vivendo do lado de fora dos muros de Samaria. A cidade estava cercada pelos assírios ... Mães já estavam comendo seus bebezinhos assados, para não morrerem de fome. Os quatro leprosos se dirigem ao acampamento dos assírios ... e ao chegar ali, não encontram ninguém. Apropriam-se de comida, roupa e riquezas. Escondem tudo em lugar seguro. E caem em si: Se não transmitirmos essa boa notícia seremos tidos por culpados’.
b – Porque estamos aqui?
1. À medida que o Evangelho alcança cada um de nós, Deus poderia ir nos transportando para seu Reino, mas não o faz. Porque?
2. Ilustração: Et. 4.14 (NVI) ‘Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?’.
3. Foi também para um momento como este que Deus te conservou até aqui.
4. Vivemos num tempo que urge de cada cristão o compromisso com a evangelização e o discipulado de nossos filhos e da próxima geração.
4.1 – Jz. 2.10 (NVI) ‘Depois que toda aquela geração foi reunida a seus antepassados, surgiu uma nova geração que não conhecia o Senhor e o que ele havia feito por Israel’.
4.2 – Jl. 1.3 (NVI) ‘Contem aos seus filhos o que aconteceu, e eles aos seus netos, e os seus netos, à geração seguinte’.
5. Numa pesquisa na Nova Zelândia descobriu-se que 80% das crianças que cresceram em famílias cristãs não estavam mais na Igreja. No Brasil afirma-se que cerca de 40% dos adolescentes que passam pela Fundação Casa (FEBEM) são de famílias evangélicas.
CONCLUSÃO: Ilustração: D. L. Moody não deixava as crianças de famílias cristãs irem a Escola Dominical. Ele dizia que isso faria com que os pais parassem de discipular os filhos deixando-os sob a responsabilidade da Igreja. Foi o que aconteceu. É ainda o que acontece em grande número de famílias.
Sl. 78.1-8
OBJETIVO: Ensinar que somos os responsáveis para que a próxima geração seja evangelizada.
INTRODUÇÃO: Se você conheceu o Evangelho da graça salvadora em Cristo Jesus e hoje desfruta da segurança da salvação e das bênçãos da vida cristã, é um eterno devedor às gerações anteriores que anunciaram a Palavra de Deus.
TRANSIÇÃO: Qual será o futuro espiritual de nossos filhos e netos, no que depender de cada um de nós?
Qual será o futuro espiritual dos jovens e adolescentes de nossa Igreja se depender de cada um de nós?
Quero compartilhar nesta oportunidade sobre COMPROMISSO COM A EVANGELIZAÇÃO E DISCIPULADO DA PRÓXIMA GERAÇÃO.
I – RESPONSABILIDADE COM A PRÓXIMA GERAÇÃO.
a – A percepção de Asafe para com as gerações futuras.
1. Asafe, o salmista compositor desta poesia, era um dos responsáveis pelo ministério de Adoração do templo nos dias de Davi.
2. Com sua experiência na orquestração não só instrumental e musical do grande coral, que se compunha de 288 vozes, mas da orquestração da formação de novos músicos, cantores e compositores, Asafe sabia da importância de se formar as próximas gerações com os valores doutrinais da Palavra de Deus.
3. A composição deste salmo se volta para a proclamação dos feitos poderosos de Deus desde a saída do Egito até a entronização de Davi como rei de Israel.
4. Asafe declara na abertura de sua poesia a necessidade de se contar às gerações vindouras acerca de Deus para que estas o conheçam e o obedeçam.
4.1 – Sl. 78. 4 (ARA) ‘Não os esconderemos de nossos filhos...’.
b – A responsabilidade de nossa geração para com a próxima.
1. À semelhança de Asafe, cada geração tem responsabilidade de transmitir os valores de Deus para a próxima.
2. Daphne Kirk: ‘Quando nos mantemos calados, coisas permanecem escondidas da próxima geração’ .
3. Ilustração: ‘Os maoris, da Austrália, ainda é uma tribo que guarda sua tradição de forma oral. Separam tempo para contarem às crianças as histórias de eu povo. A sua herança estará a salvo enquanto eles se lembrarem de fazer isso’ .
4. Isso é o que devemos fazer também se queremos ver a próxima geração com o Evangelho transformador.
5. Asafe entende o poder da transmissão dos feitos de Deus à próxima geração para esta o sirva e também transmita às outras que viriam depois dela.
5.1 – Sl. 78.4 (ARA) ‘Contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez’.
6. Asafe entende e estende a nós no registro bíblico que não é uma opção, mas uma ordem. Não repassar o conhecimento e os valores de Deus às próximas gerações é desobediência a Deus.
6.1 – Sl. 78.5 (ARA) ‘Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos’.
II – A MISSÃO DE SE ALCANÇAR AS GERAÇÕES.
a – Nossa geração é devedora às gerações do passado e do futuro.
1. O apóstolo Paulo, ao escrever a carta aos Romanos afirma que se reconhecia devedor aos outros que estava à sua frente.
1.1 – Rm. 1.14 (ARA) ‘Pois sou devedor tanto a gregos quanto a bárbaros, tanto a sábios quanto à ignorantes’.
2. Recebemos o Evangelho da Graça de graça e temos o dever de transmiti-lo às próximas gerações, e para isto não basta apenas você crer, é preciso transmitir a fé aos que estão vindo.
3. O vazio e a ausência de valores tem produzido uma geração manipulada pelo poder corruptor do pecado.
4. Qual o caminho que nossos filhos estarão seguindo nos anos por vir se não os conduzirmos nos caminhos do Senhor?
5. É comum ouvirmos, mesmo no meio evangélico, que estamos criando nossos filhos para o mundo quando deveríamos criá-los para Deus.
6. O Senhor está chamando esta geração para assumir a sua posição como pais e mães espirituais para os filhos que estão crescendo em meio a uma sociedade pervertida e corrupta.
b – Necessita-se de gerações conectadas umas às outras.
1. Asafe viu que existe certa conectividade entre uma geração e outra e que precisava se valer deste mecanismo para que o nome e os feitos poderosos e graciosos de Deus alcançassem as gerações vindouras.
1.1 – Sl. 78.5-6 (ARA).
a) ‘nossos pais...’
b) ‘a seus filhos...’.
c) ‘a nova geração...’.
d) ‘filhos que ainda hão de nascer...’.
e) ‘aos seus descendentes...’
1.2 – Sl. 145.4 (ARA) ‘Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos’.
1.3 – Ex. 3.15 (NVI) ‘Disse também Deus a Moisés: Diga aos israelitas: O Senhor, o Deus dos seus ante¬passados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, enviou-me a vocês. Esse é o meu nome para sempre, nome pelo qual serei lembrado de geração em geração’.
1.4 – A conectividade entre as gerações é sempre nomeada nas Escrituras:
a) Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
b) Três gerações conectadas.
2. Há uma conectividade natural entre as gerações.
2.1 – As gerações estão ligadas umas às outras por elos genéticos, por elos afetivos, por elos culturais.
2.2 – Precisamos também ligar as gerações por elos espirituais que resguardam os valores e o conhecimento dos feitos de Deus, especialmente o maior feito: o feito salvador realizado em Cristo Jesus.
2.3 – É preciso restabelecer esta corrente entre as gerações.
a) Dt. 4.7-9 (NVI) ‘Pois, que grande nação tem um Deus tão próximo como o Senhor, o nosso Deus, sempre que o invocamos? Ou, que grande nação tem decretos e preceitos tão justos como esta lei que estou apresentando a vocês hoje? Apenas tenham cuidado! Tenham muito cuidado para que vocês nunca se esqueçam das coisas que os seus olhos viram; conservem-nas por toda a sua vida na memória. Contem-nas a seus filhos e a seus netos’.
3. A mensagem do Evangelho não pode parecer uma fábula aos nossos adolescentes e jovens, mas deve ser vivida e comunicada de tal maneira que estes queiram conhecer de perto o Deus de seus pais e avós.
4. Nossas crianças, adolescentes e jovens precisam de nossa aceitação amorosa, de nossa presença no sucesso e no fracasso, amando-os continuamente e respeitando-os como indivíduos que irão décadas à nossa frente levando a mensagem da salvação.
5. Eles precisam de todos os heróis da fé que puderem encontrar nas páginas bíblicas e nos bancos de nossas Igrejas.
6. Sl. 127.3-4 (NVI) ‘Os filhos são um presente do Senhor; uma grande recompensa dada por Ele. Os filhos que o homem tem durante a sua mocidade são como flechas de um soldado valente, afiadas e prontas para a defesa’.
6.1 – Daphne Kirk: ‘Os pais tem uma herança em seus filhos; eles são dados como uma recompensa. Eles são os eu prêmio, sua alegria e sua posse mais preciosa. Uma geração assume o seu papel como guerreira do Reino quando toma essas flechas (nossos filhos) e as aponta na direção correta, de modo que, quando chegar o dia de liberá-los, eles irão voar diretamente para o alvo, conquistando as nações e vencendo batalhas contra os poderes da escuridão, porque estavam apontados na direção correta nas mãos de seus pais’ .
III – O NÃO CUMPRIMENTO DA MISSÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS.
a – Seremos tidos por culpados.
1. Cada cristão é responsável pelos que estão nas gerações à frente. ‘Ai de mim se não anunciar o Evangelho – I Co. 9.16’.
2. Ilustração: ‘Quatro leprosos, vivendo do lado de fora dos muros de Samaria. A cidade estava cercada pelos assírios ... Mães já estavam comendo seus bebezinhos assados, para não morrerem de fome. Os quatro leprosos se dirigem ao acampamento dos assírios ... e ao chegar ali, não encontram ninguém. Apropriam-se de comida, roupa e riquezas. Escondem tudo em lugar seguro. E caem em si: Se não transmitirmos essa boa notícia seremos tidos por culpados’.
b – Porque estamos aqui?
1. À medida que o Evangelho alcança cada um de nós, Deus poderia ir nos transportando para seu Reino, mas não o faz. Porque?
2. Ilustração: Et. 4.14 (NVI) ‘Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?’.
3. Foi também para um momento como este que Deus te conservou até aqui.
4. Vivemos num tempo que urge de cada cristão o compromisso com a evangelização e o discipulado de nossos filhos e da próxima geração.
4.1 – Jz. 2.10 (NVI) ‘Depois que toda aquela geração foi reunida a seus antepassados, surgiu uma nova geração que não conhecia o Senhor e o que ele havia feito por Israel’.
4.2 – Jl. 1.3 (NVI) ‘Contem aos seus filhos o que aconteceu, e eles aos seus netos, e os seus netos, à geração seguinte’.
5. Numa pesquisa na Nova Zelândia descobriu-se que 80% das crianças que cresceram em famílias cristãs não estavam mais na Igreja. No Brasil afirma-se que cerca de 40% dos adolescentes que passam pela Fundação Casa (FEBEM) são de famílias evangélicas.
CONCLUSÃO: Ilustração: D. L. Moody não deixava as crianças de famílias cristãs irem a Escola Dominical. Ele dizia que isso faria com que os pais parassem de discipular os filhos deixando-os sob a responsabilidade da Igreja. Foi o que aconteceu. É ainda o que acontece em grande número de famílias.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
EM QUE REPOUSA A ESTABILIDADE DO CASAMENTO?
Gn. 2.18-25
OBJETIVO: Fortalecer o ensino de que se o lar foi criado por Deus então os alicerces do lar também foram dados por Ele.
INTRODUÇÃO: Para muitos o casamento é uma tremenda bolha de sabão. Pode estourar e acabar a qualquer momento. No Brasil, de 1984 a 2007 a taxa cresce mais de 200%. Foi isso que Deus planejou? Para que isso não aconteça, é imprescindível que sejam observados alguns pilares de sustentação da família.
CONTEXTO: Neste contexto ainda é o lar como Deus o criara no princípio. Quero convidá-lo a entrar comigo no Jardim do Éden e fazer uma visita ao lar de Adão. Se o lar de Adão foi criado por Deus, então os alicerces e fundamentos do lar também foram dados por Ele.
TRANSIÇÃO: Caminhe pelo lar de Adão e observe comigo EM QUE REPOUSA A ESTABILIDADE DO CASAMENTO?
I – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO DESFRUTE DE VERDADEIRO COMPANHEIRISMO.
a – Homem e mulher necessitam de companheirismo.
1. Viu Deus que não era bom que o homem esteja só.
1.1 – Gn. 2.18 ‘Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só’.
1.2 – O homem é carente de uma companhia, da presença estável de uma mulher que esteja ao seu lado, livrando-o da terrível sensação de solidão.
1.3 – Desde o princípio isso foi constatado por Deus.
1.4 – A mulher, no entanto, é movida por afeto, que é o mais nutritivo alimento do seu coração.
2. Quando elege o seu cônjuge, ela espera receber dele afeto, em forma de palavras, de toques e de atitudes.
3. As relações conjugais lhes são sinônimos de relações afetivas.
3.1 – A mulher cobra constantemente do homem esse tipo de convivência e um ambiente onde haja compreensão e um nível de confiança baseado no compromisso da fidelidade.
4. Adão sentiu falta de uma companheira.
4.1 – Fomos criados como seres sociais, viver em isolamento geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos, o suicídio.
II – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NA NECESSIDADE DE TRANSPARÊNCIA.
a – Transparência é coluna de estabilidade da família.
1. Como você vê a transparência no texto?
1.1 – Gn. 2.25 ‘Estavam nus’.
1.2 – Não havia nada a esconderem um do outro.
1.3 – Esta é uma figura do que deve acontecer também no âmbito da família.
2. A transparência nos relacionamentos familiares deve ser tão comum que se sintam a vontade uns com os outros pelo fato de saberem que todos se conhecem tão bem.
b – É fácil ser transparente?
1. Quando somos criados num ambiente de transparência, não há dificuldade em deixar que os outros nos vejam como somos e conviver com os outros assim como são.
2. Muitos de nós temos que aprender a arte da transparência.
3. A transparência é um exercício que todos devem fazer para que a família possa alcançar esse nível de vida onde nada haja para se esconder um do outro.
4. Se hipocrisia ou segredos fazem parte da vida familiar, esta família está correndo risco de um desastre iminente.
III – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO EXPERIMENTAR DE ABSOLUTA.
a – Unidade absoluta é coluna de estabilidade do lar cristão.
1. Você o percebe?
1.1 – Gn 2. 24 ‘E serão os dois uma só carne’.
1.2 – Mais que uma união de carne e prazeres físicos, a unidade na vida familiar fala de uma unidade de alma e de propósitos.
2. A verdadeira unidade da família só é alcançada se sua base for a pessoa e o relacionamento com Deus através de Jesus Cristo no poder do Espírito Santo.
2.1 – Sl. 127.1 ‘Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam’.
2.2 – A Profissão de Fé de Josué deve ser a mesma de nossas famílias: ‘Eu e minha casa serviremos ao Senhor’.
IV – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO CULTIVO DA PRESENÇA DE DEUS.
a – A presença de Deus é coluna de estabilidade do lar cristão.
1. Como podia ser vista a presença Deus no lar de Adão?
1.1 – Deus andava no jardim com Adão.
1.2 – Embora a transcendência seja um atributo imutável de Deus, a Sua imanência era a experiência natural na vida de nossos primeiros pais.
1.3 – Deus se manifestava Deus presente no lar e na vida de Adão e Eva.
1.4 – Deus caminhava com Adão pelo Jardim paradisíaco todos os dias.
1.5 – Sua presença era percebida e experimentada.
2. Essa coluna de estabilidade do lar pode ser dispensado?
2.1 – A presença de Deus é uma coluna e um sustentáculo indispensável para a sobrevivência da família nesses dias tão difíceis.
2.2 – Não é apenas aquela fé ou assentimento místico e impessoal que muitas pessoas abrigam como que dizendo: ‘Deus está em minha casa’.
2.3 – Mas sim a realidade de uma pessoa que se relaciona no dia a dia com a família através de sua Palavra, da oração e do seu Espírito Santo.
b – Como este sustentáculo pode ser experimentado no lar?
1. Através da integração e da comunhão da família com a Igreja de forma que seja extensão uma da outra.
2. Através do cultivo da Palavra de Deus na vida de cada membro do lar.
2.1 – Os membros da família não devem ver a Bíblia como material didático para ser usado apenas na Igreja, mas como manual a ser conhecido e consultado para todas as áreas da vida.
3. Através do exercício da oração.
3.1 – Que lugar tem a oração na vida da família.
4. Através do andar no Espírito.
4.1 – A consciência da presença constante e o relacionamento com o Espírito Santo é uma experiência que seu lar desfruta?
CONCLUSÃO: Estes quatro pilares de sustentação do lar de Adão podem ser também as bases para a sustentação de sua família.
O que garante que o seu lar não se somará à cifra de divórcios de nosso país, é a seriedade com que os princípios e valores da Palavra de Deus são vividos na esfera de seu lar.
OBJETIVO: Fortalecer o ensino de que se o lar foi criado por Deus então os alicerces do lar também foram dados por Ele.
INTRODUÇÃO: Para muitos o casamento é uma tremenda bolha de sabão. Pode estourar e acabar a qualquer momento. No Brasil, de 1984 a 2007 a taxa cresce mais de 200%. Foi isso que Deus planejou? Para que isso não aconteça, é imprescindível que sejam observados alguns pilares de sustentação da família.
CONTEXTO: Neste contexto ainda é o lar como Deus o criara no princípio. Quero convidá-lo a entrar comigo no Jardim do Éden e fazer uma visita ao lar de Adão. Se o lar de Adão foi criado por Deus, então os alicerces e fundamentos do lar também foram dados por Ele.
TRANSIÇÃO: Caminhe pelo lar de Adão e observe comigo EM QUE REPOUSA A ESTABILIDADE DO CASAMENTO?
I – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO DESFRUTE DE VERDADEIRO COMPANHEIRISMO.
a – Homem e mulher necessitam de companheirismo.
1. Viu Deus que não era bom que o homem esteja só.
1.1 – Gn. 2.18 ‘Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só’.
1.2 – O homem é carente de uma companhia, da presença estável de uma mulher que esteja ao seu lado, livrando-o da terrível sensação de solidão.
1.3 – Desde o princípio isso foi constatado por Deus.
1.4 – A mulher, no entanto, é movida por afeto, que é o mais nutritivo alimento do seu coração.
2. Quando elege o seu cônjuge, ela espera receber dele afeto, em forma de palavras, de toques e de atitudes.
3. As relações conjugais lhes são sinônimos de relações afetivas.
3.1 – A mulher cobra constantemente do homem esse tipo de convivência e um ambiente onde haja compreensão e um nível de confiança baseado no compromisso da fidelidade.
4. Adão sentiu falta de uma companheira.
4.1 – Fomos criados como seres sociais, viver em isolamento geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos, o suicídio.
II – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NA NECESSIDADE DE TRANSPARÊNCIA.
a – Transparência é coluna de estabilidade da família.
1. Como você vê a transparência no texto?
1.1 – Gn. 2.25 ‘Estavam nus’.
1.2 – Não havia nada a esconderem um do outro.
1.3 – Esta é uma figura do que deve acontecer também no âmbito da família.
2. A transparência nos relacionamentos familiares deve ser tão comum que se sintam a vontade uns com os outros pelo fato de saberem que todos se conhecem tão bem.
b – É fácil ser transparente?
1. Quando somos criados num ambiente de transparência, não há dificuldade em deixar que os outros nos vejam como somos e conviver com os outros assim como são.
2. Muitos de nós temos que aprender a arte da transparência.
3. A transparência é um exercício que todos devem fazer para que a família possa alcançar esse nível de vida onde nada haja para se esconder um do outro.
4. Se hipocrisia ou segredos fazem parte da vida familiar, esta família está correndo risco de um desastre iminente.
III – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO EXPERIMENTAR DE ABSOLUTA.
a – Unidade absoluta é coluna de estabilidade do lar cristão.
1. Você o percebe?
1.1 – Gn 2. 24 ‘E serão os dois uma só carne’.
1.2 – Mais que uma união de carne e prazeres físicos, a unidade na vida familiar fala de uma unidade de alma e de propósitos.
2. A verdadeira unidade da família só é alcançada se sua base for a pessoa e o relacionamento com Deus através de Jesus Cristo no poder do Espírito Santo.
2.1 – Sl. 127.1 ‘Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam’.
2.2 – A Profissão de Fé de Josué deve ser a mesma de nossas famílias: ‘Eu e minha casa serviremos ao Senhor’.
IV – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO CULTIVO DA PRESENÇA DE DEUS.
a – A presença de Deus é coluna de estabilidade do lar cristão.
1. Como podia ser vista a presença Deus no lar de Adão?
1.1 – Deus andava no jardim com Adão.
1.2 – Embora a transcendência seja um atributo imutável de Deus, a Sua imanência era a experiência natural na vida de nossos primeiros pais.
1.3 – Deus se manifestava Deus presente no lar e na vida de Adão e Eva.
1.4 – Deus caminhava com Adão pelo Jardim paradisíaco todos os dias.
1.5 – Sua presença era percebida e experimentada.
2. Essa coluna de estabilidade do lar pode ser dispensado?
2.1 – A presença de Deus é uma coluna e um sustentáculo indispensável para a sobrevivência da família nesses dias tão difíceis.
2.2 – Não é apenas aquela fé ou assentimento místico e impessoal que muitas pessoas abrigam como que dizendo: ‘Deus está em minha casa’.
2.3 – Mas sim a realidade de uma pessoa que se relaciona no dia a dia com a família através de sua Palavra, da oração e do seu Espírito Santo.
b – Como este sustentáculo pode ser experimentado no lar?
1. Através da integração e da comunhão da família com a Igreja de forma que seja extensão uma da outra.
2. Através do cultivo da Palavra de Deus na vida de cada membro do lar.
2.1 – Os membros da família não devem ver a Bíblia como material didático para ser usado apenas na Igreja, mas como manual a ser conhecido e consultado para todas as áreas da vida.
3. Através do exercício da oração.
3.1 – Que lugar tem a oração na vida da família.
4. Através do andar no Espírito.
4.1 – A consciência da presença constante e o relacionamento com o Espírito Santo é uma experiência que seu lar desfruta?
CONCLUSÃO: Estes quatro pilares de sustentação do lar de Adão podem ser também as bases para a sustentação de sua família.
O que garante que o seu lar não se somará à cifra de divórcios de nosso país, é a seriedade com que os princípios e valores da Palavra de Deus são vividos na esfera de seu lar.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
ESVAZIANDO-NOS PARA SERVIR
Fp. 2.5-11
OBJETIVO: Ensinar que o cristão é chamado para servir como o Senhor, e para isso é preciso se esvaziar conforme o modelo de Jesus.
INTRODUÇÃO: Como reconhecer a grandeza de uma pessoa dentro dos padrões de nossa sociedade?
CONTEXTO: O apóstolo Paulo escreve esta carta aos Filipenses a partir de uma prisão e incentiva os mesmos a assumirem uma postura de simplicidade e serviço, demonstrando que este foi o estilo de vida do próprio Senhor Jesus Cristo.
TRANSIÇÃO: Alguém cheio de si mesmo e que busque glórias pessoais e holofotes teria a disposição de se dar a e servir ao próximo? Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: ESVAZIANDO-SE PARA SERVIR.
I – ESVAZIANDO PARA SERVIR A DEUS.
a – Jesus se esvaziou de privilégios pessoais para salvar outros.
1. Há uma forte interrogação acerca deste texto quanto a que Jesus teria se esvaziado.
1.1 – Teria Ele se esvaziado de sua divindade?
1.2 – Teria ele se esvaziado de seus poderes?
1.3 – Teria Ele se esvaziado de seus atributos?
2. O kénosis de Jesus.
2.1 – Esse termo ‘kénosis’ origina-se na palavra grega usada por Paulo neste texto: κενόω.
2.2 – Esse termo se refere ao esvaziamento de Paulo aponta no verso 7.
a) Fp. 2.7 ‘mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens’.
2.3 – Isso implica numa auto-limitação não no Logos Divino, o eterno Filho de Deus, mas no Homem Jesus, quando Ele pôs de lado o uso prático de alguns de seus atributos divinos.
2.4 – Há uma distinção entre atributos absolutos e essenciais de Deus, tais como o poder absoluto, a santidade, a verdade e o amor; e os atributos relativos que não são essenciais à soberania da divindade, tais como a onipotência, a onipresença e a onisciência.
2.5 – Essa limitação explica o fato de que Jesus nunca usou de sua Onipotência ou Onisciência de modo pleno em seu ministério terreno.
2.6 – Era a renúncia de Si mesmo para seus próprios interesses a fim de cumprir a missão de resgatar o homem pecador.
3. Viveu sua humanidade plena sem que sua divindade interferisse a ponto de não ser visto e reconhecido como homem.
3.1 – Fp. 2. 7 ‘antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana’.
4. Assim como Cristo renunciou a Si mesmo, o cristão também é chamado a uma vida de renúncia de privilégios.
4.1 – Mt. 16.24 ‘Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me’.
b – Jesus serviu a Deus até mesmo com a sua própria morte.
1. O esvaziamento de Jesus o levou à obediência até a morte sacrificial e substitutiva em lugar do pecador.
2. A morte de Jesus serviu a Deus no que respeita ao pagamento e satisfação de nossa dívida diante do Senhor do Universo.
2.1 – Cl. 2.13-15 (NVI) ‘Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz’.
3. O propósito de Deus, sendo ele Justo, era salvar o pecador de modo que a justiça fosse satisfeita, e para isto ofereceu seu próprio Filho como pagamento de nossa dívida.
3.1 – Rm. 3.25-26 (NVI) ‘Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça. Em sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; mas, no presente, demonstrou a sua justiça, a fim de ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus’.
4. A morte de Jesus trouxe a plena satisfação da Justiça de Deus e desta forma o sacrifício de Cristo em prol dos pecadores foi um serviço a Deus.
II – ESVAZIANDO PARA SERVIR AO PRÓXIMO.
a – Jesus serviu ao próximo em vida.
1. A essência do Evangelho é o serviço a Deus e ao próximo. Não há vida cristã divorciada do serviço. O próprio Senhor Jesus apontou para esta essência quando falou de Si mesmo:
1.1 – Mc. 10.45 (NVI) ‘Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos’.
2. O ministério de Jesus foi curto, mas carregado de serviço ao próximo.
2.1 – Jo. 20.30-31 ‘Jesus realizou na presença dos seus discípulos muitos outros sinais milagrosos, que não estão registrados neste livro. Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome’.
2.2 – At. 10.38 ‘como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele’.
3. Assim como Jesus, cada cristão é chamado a esvaziar-se de si mesmo e servir ao próximo.
3.1 – I Jo. 3.18 ‘Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos’.
4. Nosso Mestre e Senhor ensinou que servir é o posto mais alto na carreira do discípulo.
4.1 – Lc. 22.25 ‘Jesus lhes disse: Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores. Mas, vocês não serão assim. Ao contrário, o maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa, como o que serve. Pois quem é maior: o que está à mesa, ou o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve’.
4.2 – Jo. 13.15-17 ‘Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz. Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem’.
5. A vida cristã é a repetição da vida de Cristo em cada cristão numa vida de serviço a Deus e ao próximo.
b – Jesus serviu ao próximo na morte.
1. Sua vida foi serviço ao próximo e sua morte coroou todo este propósito.
2. Deus sua vida em resgate pelos pecadores.
3. O sacrifício substitutivo de Cristo em lugar dos pecadores eleitos foi o maior serviço prestado a humanidade.
4. Isto não resultou apenas em melhorias das condições de saúde ou meras transformações materiais na vida dos beneficiados, mas resultou em mudança de vida em todos os sentidos e por toda a eternidade.
4.1 – Is. 53.10-12a (BV) ‘Apesar disso, o plano perfeito do Senhor exigia sua morte e seu sofrimento. Mas depois de dar a sua vida como oferta pelo pecado, Ele vai ressuscitar, verá os muitos filhos que ganhou através da fé, Ele cumprirá com sucesso a vontade do Senhor. E, quando Ele puder ver o resultado do seu terrível sofrimento, ficará muito satisfeito. Através de tudo o que passou, o meu Servo, o Justo, fará muitas pessoas se tornarem justas diante de Mim, porque Ele mesmo levará sobre Si os pecados delas’.
5. Pelo cumprimento de sua missão Cristo foi exaltado e reconhecido como Senhor.
5.1 – Fp. 3.9-11 ‘Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai’.
5.2 – Is. 53.12a ‘Por causa disso Eu darei a Ele grandes honras e muito poder, porque Ele entregou sua vida a ponto de ir até à morte’.
6. O cristão deve exercer sua vida de serviço a Deus e ao próximo, e a promessa de Deus aponta para recompensa dos fiéis.
CONCLUSÃO: Dizer-se cristão e não ser servo é contradizer a fé afirmada.
Se conhece o verdadeiro cristão não pelo holofotes que lhe são dirigidos, mas ao serviço prestado mesmo sem ser visto ou reconhecido.
Disponha-se a servir a Deus e ao próximo.
OBJETIVO: Ensinar que o cristão é chamado para servir como o Senhor, e para isso é preciso se esvaziar conforme o modelo de Jesus.
INTRODUÇÃO: Como reconhecer a grandeza de uma pessoa dentro dos padrões de nossa sociedade?
CONTEXTO: O apóstolo Paulo escreve esta carta aos Filipenses a partir de uma prisão e incentiva os mesmos a assumirem uma postura de simplicidade e serviço, demonstrando que este foi o estilo de vida do próprio Senhor Jesus Cristo.
TRANSIÇÃO: Alguém cheio de si mesmo e que busque glórias pessoais e holofotes teria a disposição de se dar a e servir ao próximo? Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: ESVAZIANDO-SE PARA SERVIR.
I – ESVAZIANDO PARA SERVIR A DEUS.
a – Jesus se esvaziou de privilégios pessoais para salvar outros.
1. Há uma forte interrogação acerca deste texto quanto a que Jesus teria se esvaziado.
1.1 – Teria Ele se esvaziado de sua divindade?
1.2 – Teria ele se esvaziado de seus poderes?
1.3 – Teria Ele se esvaziado de seus atributos?
2. O kénosis de Jesus.
2.1 – Esse termo ‘kénosis’ origina-se na palavra grega usada por Paulo neste texto: κενόω.
2.2 – Esse termo se refere ao esvaziamento de Paulo aponta no verso 7.
a) Fp. 2.7 ‘mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens’.
2.3 – Isso implica numa auto-limitação não no Logos Divino, o eterno Filho de Deus, mas no Homem Jesus, quando Ele pôs de lado o uso prático de alguns de seus atributos divinos.
2.4 – Há uma distinção entre atributos absolutos e essenciais de Deus, tais como o poder absoluto, a santidade, a verdade e o amor; e os atributos relativos que não são essenciais à soberania da divindade, tais como a onipotência, a onipresença e a onisciência.
2.5 – Essa limitação explica o fato de que Jesus nunca usou de sua Onipotência ou Onisciência de modo pleno em seu ministério terreno.
2.6 – Era a renúncia de Si mesmo para seus próprios interesses a fim de cumprir a missão de resgatar o homem pecador.
3. Viveu sua humanidade plena sem que sua divindade interferisse a ponto de não ser visto e reconhecido como homem.
3.1 – Fp. 2. 7 ‘antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana’.
4. Assim como Cristo renunciou a Si mesmo, o cristão também é chamado a uma vida de renúncia de privilégios.
4.1 – Mt. 16.24 ‘Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me’.
b – Jesus serviu a Deus até mesmo com a sua própria morte.
1. O esvaziamento de Jesus o levou à obediência até a morte sacrificial e substitutiva em lugar do pecador.
2. A morte de Jesus serviu a Deus no que respeita ao pagamento e satisfação de nossa dívida diante do Senhor do Universo.
2.1 – Cl. 2.13-15 (NVI) ‘Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz’.
3. O propósito de Deus, sendo ele Justo, era salvar o pecador de modo que a justiça fosse satisfeita, e para isto ofereceu seu próprio Filho como pagamento de nossa dívida.
3.1 – Rm. 3.25-26 (NVI) ‘Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça. Em sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; mas, no presente, demonstrou a sua justiça, a fim de ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus’.
4. A morte de Jesus trouxe a plena satisfação da Justiça de Deus e desta forma o sacrifício de Cristo em prol dos pecadores foi um serviço a Deus.
II – ESVAZIANDO PARA SERVIR AO PRÓXIMO.
a – Jesus serviu ao próximo em vida.
1. A essência do Evangelho é o serviço a Deus e ao próximo. Não há vida cristã divorciada do serviço. O próprio Senhor Jesus apontou para esta essência quando falou de Si mesmo:
1.1 – Mc. 10.45 (NVI) ‘Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos’.
2. O ministério de Jesus foi curto, mas carregado de serviço ao próximo.
2.1 – Jo. 20.30-31 ‘Jesus realizou na presença dos seus discípulos muitos outros sinais milagrosos, que não estão registrados neste livro. Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome’.
2.2 – At. 10.38 ‘como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele’.
3. Assim como Jesus, cada cristão é chamado a esvaziar-se de si mesmo e servir ao próximo.
3.1 – I Jo. 3.18 ‘Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos’.
4. Nosso Mestre e Senhor ensinou que servir é o posto mais alto na carreira do discípulo.
4.1 – Lc. 22.25 ‘Jesus lhes disse: Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores. Mas, vocês não serão assim. Ao contrário, o maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa, como o que serve. Pois quem é maior: o que está à mesa, ou o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve’.
4.2 – Jo. 13.15-17 ‘Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz. Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem’.
5. A vida cristã é a repetição da vida de Cristo em cada cristão numa vida de serviço a Deus e ao próximo.
b – Jesus serviu ao próximo na morte.
1. Sua vida foi serviço ao próximo e sua morte coroou todo este propósito.
2. Deus sua vida em resgate pelos pecadores.
3. O sacrifício substitutivo de Cristo em lugar dos pecadores eleitos foi o maior serviço prestado a humanidade.
4. Isto não resultou apenas em melhorias das condições de saúde ou meras transformações materiais na vida dos beneficiados, mas resultou em mudança de vida em todos os sentidos e por toda a eternidade.
4.1 – Is. 53.10-12a (BV) ‘Apesar disso, o plano perfeito do Senhor exigia sua morte e seu sofrimento. Mas depois de dar a sua vida como oferta pelo pecado, Ele vai ressuscitar, verá os muitos filhos que ganhou através da fé, Ele cumprirá com sucesso a vontade do Senhor. E, quando Ele puder ver o resultado do seu terrível sofrimento, ficará muito satisfeito. Através de tudo o que passou, o meu Servo, o Justo, fará muitas pessoas se tornarem justas diante de Mim, porque Ele mesmo levará sobre Si os pecados delas’.
5. Pelo cumprimento de sua missão Cristo foi exaltado e reconhecido como Senhor.
5.1 – Fp. 3.9-11 ‘Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai’.
5.2 – Is. 53.12a ‘Por causa disso Eu darei a Ele grandes honras e muito poder, porque Ele entregou sua vida a ponto de ir até à morte’.
6. O cristão deve exercer sua vida de serviço a Deus e ao próximo, e a promessa de Deus aponta para recompensa dos fiéis.
CONCLUSÃO: Dizer-se cristão e não ser servo é contradizer a fé afirmada.
Se conhece o verdadeiro cristão não pelo holofotes que lhe são dirigidos, mas ao serviço prestado mesmo sem ser visto ou reconhecido.
Disponha-se a servir a Deus e ao próximo.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
OUTDOORS DE DEUS
Rm. 1.18-27
OBJETIVO: Ensinar que Deus se revelou e continua se revelando através das coisas criadas.
INTRODUÇÃO: Por que os cavalos, para se erguerem, usam as patas dianteiras, e as vacas, as traseiras? Quem ensinou esses animais serem assim? Por que o canário nasce aos 14 dias, a galinha aos 21, os patos e gansos aos 28, o ganso silvestre aos 35 e os papagaios e avestruzes aos 42 dias? Por que a diferença entre um período e outro é sempre de sete dias?
Quem regula a natureza, sem jamais cometer engano, determinando que as ondas do mar se quebrem na praia à razão de 26 por minuto, tanto na calma como na tormenta?
Coisas interessantes da na natureza:
• A melancia tem número par de franjas.
• A laranja possui número par de gomos.
• A espiga de milho tem número par de fileiras de grãos.
• O cacho de bananas tem, na última fila, número par de bananas, e cada fila de bananas tem uma a menos que a anterior. Desse modo, se uma fileira tem número par, a seguinte terá número ímpar.
• A ciência moderna descobriu que todos os grãos das espigas são em número par, e é admirável que Jesus, ao se referir aos grãos, tenha mencionado exatamente números pares: 30, 60 e 100. (Marcos 4:8).
CONTEXTO: A Carta de Paulo aos Romanos é o mais completo texto de teologia dentre todo o material produzido por este apóstolo. Paulo gasta boa parte de sua carta para demonstrar a universalidade do pecado e a manifestação de Deus se revelando de modo que o pecador seja indesculpável.
TRANSIÇÃO: Pode o homem não perceber a grandeza e a beleza da obra criada manifestando a pessoa de seu criador? Nosso tema nesta oportunidade é: OUTDOORS DE DEUS.
I – DEUS SE REVELA DO CÉU PELAS COISAS CRIADAS.
a – Deus providenciou meios para ser conhecido de suas criaturas.
1. Deus, na sua sabedoria não se deixou ficar sem testemunho e revelação de si mesmo, de modo que suas criaturas não o conhecessem.
1.1 – At. 14.15-17 ‘Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles; o qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos; contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria’.
2. Na sua providência Deus dispôs meios para que Ele fosse conhecido de suas criaturas e de forma tal que toda a sua criação lhe rendesse glória.
2.1 – Sl. 29.9 ‘A voz do SENHOR faz dar cria às corças e desnuda os bosques; e no seu templo tudo diz: Glória!’.
b – Deus continuamente se revela às suas criaturas.
1. O homem jamais poderá conhecer a Deus por iniciativa ou capacidade própria, mas só pode conhece-Lo na medida em que Ele se faz efetivamente conhecido.
2. Deus em sua sabedoria resolveu se revelar através das coisas criadas, de modo tal que todas as coisas criadas comunicam a riqueza do conhecimento de Deus e sua existência.
2.1 – Somos fruto do acaso ou resultado intencional de um Ser inteligente?
2.2 – Se olharmos apenas o corpo humano, já seria o bastante. Há cerca de 50 bilhões de células que compõem o corpo humano. Cada uma delas exerce uma função inteligente. 50 mil bactérias podem estar apenas na borda de um copo quando bebo água. Cerca de um bilhão delas podem ser encontradas em meia colher de chá de saliva.
2.3 – Nossos glóbulos brancos formam um verdadeiro exército que, com inteligência defendem a saúde de nosso organismo. É mero acaso a existência de um sistema assim, ou é resultado de uma Ser inteligente?
2.4 – Uma ameba tem uma única célula, e só dentro de um olho humano estão cerca de 107.000.000 de células. Sete milhões delas são cones que transmitem informações ao cérebro e nos capacitam a perceber cerca de 1000 cores diferentes.
2.5 – O cérebro humano recebe milhões de relatórios simultâneos das células do olho. O cérebro separa e organiza todas essas informações e nos dá o resultado do que vemos. É mero acaso a existência de um sistema assim, ou é resultado de um Ser inteligente?
2.6 – As células mais inteligentes do corpo são as células sexuais e as células nervosas. O óvulo é a maior célula do corpo humano e pode ser vista a olho nu, tendo uma forma oval. Por outro lado os espermatozóides são como girinos que nadam furiosamente agitando suas caudas em direção ao óvulo. Numa ejaculação são bilhões deles, mas apenas um será o conquistador que gerará a nova vida humana. É mero acaso a existência de um sistema assim, ou é resultado de uma Ser inteligente?
c – Deus se manifestou de modo insofismável e pleno.
1. O apóstolo Paulo afirma que o que de Deus se pode conhecer é manifesto aos olhos humanos através das coisas criadas.
1.1 – Rm. 1. 19 (ARA) ‘... porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou’.
2. O apóstolo afirma que não é meramente um sentimento acerca da existência de Deus que nos é dado, mas a percepção e compreensão clara de seus atributos, qualidades e divindade.
2.1 – Rm. 1.20 (NVI) ‘Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis’.
3. O ser humano é indesculpável se não adorar e não glorificar o criador na afirmativa hipotética de não o conhecia.
II – DEUS SE REVELA DE FORMA PATENTE E IRREFUTÁVEL.
a – Os testemunhos de Deus se dirigem aos seres morais.
1. A Bíblia atesta uma quádrupla revelação de Deus:
1.1 – Uma revelação na natureza que nos cerca, na consciência humana, e no governo providencial do mundo. O Livro das obras de Deus .
a) Sl 19:1 (ARA) ‘Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos’.
b) At 14:17 (BV) ‘mas nunca Se deixou sem testemunho; sempre houve as coisas que lembravam a existência dEle - as coisas boas que Ele fazia, tais como mandar a chuva e boas colheitas, e dar a vocês alimento e alegria’.
c) Rm 1:20 (NVI) ‘Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis’.
1.2 – Uma revelação gravada nos corações de cada pessoa.
a) Rm. 2.14-15 ‘De fato, quando os gentios, que não têm a Lei, praticam naturalmente o que ela ordena, tornam-se lei para si mesmos, embora não possuam a Lei; pois mostram que as exigências da Lei estão gravadas em seu coração. Disso dão testemunho também a sua consciência e os pensamentos deles, ora acusando-os, ora defendendo-os’.
1.3 – Uma revelação interpessoal, onde uma pessoa atesta e compartilha a outra sobre a pessoa do Criador.
1.4 – Uma revelação encarnada na Bíblia como Palavra de Deus. O Livro das Palavras de Deus.
a) II Re 17:13 ‘O Senhor advertiu Israel e Judá por meio de todos os seus profetas e videntes: Desviem-se de seus maus caminhos. Obedeçam às minhas ordenanças e aos meus decretos, de acordo com toda a Lei que ordenei aos seus antepassados que obedecessem e que lhes entreguei por meio de meus servos, os profetas’.
b) Hb 1:1-2 ‘Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo’.
2. De forma geral a Teologia Sistemática aponta para duas grandes revelações de Deus.
2.1 – Uma denominada de Revelação Geral.
2.2 – Uma denominada de Revelação Especial.
3. Uma distinção importante:
3.1 – A revelação geral está arraigada na criação, e é dirigida ao homem como homem.
3.2 – A revelação especial está arraigada no plano da redenção de Deus, e é dirigida ao homem na qualidade de pecador, e só pode ser adequadamente compreendida e assimilada somente pela fé.
4. O Dr. Warfield afirma: ‘A primeira é dirigida de modo geral a todos as criaturas inteligentes, e, portanto é acessível a todos os homens; a outra se dirige a uma classe especial de pecadores, aos quais Deus quis tornar conhecida a Sua salvação’.
b – A salvação só se conhece mediante as Escrituras.
1. O homem se torna indesculpável se não reconhecer e glorificar a Deus como o Criador; pois Deus estabeleceu outdoors em toda a sua criação, falando de seu Ser, atributos e divindade.
2. Deus nos ofereceu a revelação maior através das Escrituras e de Seu Filho, possibilitando a salvação de nossa condição de pecadores.
3. Também nisso o homem é indesculpável. O pecado que lança o pecador no inferno é a rejeição do Filho de Deus como seu eterno e único Salvador.
CONCLUSÃO: Olhe para a criação: reconheça e adore o Criador.
Olhe para as Escrituras e para Jesus: reconheça seu pecado e o grande amor salvador de Deus estendido até você.
OBJETIVO: Ensinar que Deus se revelou e continua se revelando através das coisas criadas.
INTRODUÇÃO: Por que os cavalos, para se erguerem, usam as patas dianteiras, e as vacas, as traseiras? Quem ensinou esses animais serem assim? Por que o canário nasce aos 14 dias, a galinha aos 21, os patos e gansos aos 28, o ganso silvestre aos 35 e os papagaios e avestruzes aos 42 dias? Por que a diferença entre um período e outro é sempre de sete dias?
Quem regula a natureza, sem jamais cometer engano, determinando que as ondas do mar se quebrem na praia à razão de 26 por minuto, tanto na calma como na tormenta?
Coisas interessantes da na natureza:
• A melancia tem número par de franjas.
• A laranja possui número par de gomos.
• A espiga de milho tem número par de fileiras de grãos.
• O cacho de bananas tem, na última fila, número par de bananas, e cada fila de bananas tem uma a menos que a anterior. Desse modo, se uma fileira tem número par, a seguinte terá número ímpar.
• A ciência moderna descobriu que todos os grãos das espigas são em número par, e é admirável que Jesus, ao se referir aos grãos, tenha mencionado exatamente números pares: 30, 60 e 100. (Marcos 4:8).
CONTEXTO: A Carta de Paulo aos Romanos é o mais completo texto de teologia dentre todo o material produzido por este apóstolo. Paulo gasta boa parte de sua carta para demonstrar a universalidade do pecado e a manifestação de Deus se revelando de modo que o pecador seja indesculpável.
TRANSIÇÃO: Pode o homem não perceber a grandeza e a beleza da obra criada manifestando a pessoa de seu criador? Nosso tema nesta oportunidade é: OUTDOORS DE DEUS.
I – DEUS SE REVELA DO CÉU PELAS COISAS CRIADAS.
a – Deus providenciou meios para ser conhecido de suas criaturas.
1. Deus, na sua sabedoria não se deixou ficar sem testemunho e revelação de si mesmo, de modo que suas criaturas não o conhecessem.
1.1 – At. 14.15-17 ‘Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles; o qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos; contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria’.
2. Na sua providência Deus dispôs meios para que Ele fosse conhecido de suas criaturas e de forma tal que toda a sua criação lhe rendesse glória.
2.1 – Sl. 29.9 ‘A voz do SENHOR faz dar cria às corças e desnuda os bosques; e no seu templo tudo diz: Glória!’.
b – Deus continuamente se revela às suas criaturas.
1. O homem jamais poderá conhecer a Deus por iniciativa ou capacidade própria, mas só pode conhece-Lo na medida em que Ele se faz efetivamente conhecido.
2. Deus em sua sabedoria resolveu se revelar através das coisas criadas, de modo tal que todas as coisas criadas comunicam a riqueza do conhecimento de Deus e sua existência.
2.1 – Somos fruto do acaso ou resultado intencional de um Ser inteligente?
2.2 – Se olharmos apenas o corpo humano, já seria o bastante. Há cerca de 50 bilhões de células que compõem o corpo humano. Cada uma delas exerce uma função inteligente. 50 mil bactérias podem estar apenas na borda de um copo quando bebo água. Cerca de um bilhão delas podem ser encontradas em meia colher de chá de saliva.
2.3 – Nossos glóbulos brancos formam um verdadeiro exército que, com inteligência defendem a saúde de nosso organismo. É mero acaso a existência de um sistema assim, ou é resultado de uma Ser inteligente?
2.4 – Uma ameba tem uma única célula, e só dentro de um olho humano estão cerca de 107.000.000 de células. Sete milhões delas são cones que transmitem informações ao cérebro e nos capacitam a perceber cerca de 1000 cores diferentes.
2.5 – O cérebro humano recebe milhões de relatórios simultâneos das células do olho. O cérebro separa e organiza todas essas informações e nos dá o resultado do que vemos. É mero acaso a existência de um sistema assim, ou é resultado de um Ser inteligente?
2.6 – As células mais inteligentes do corpo são as células sexuais e as células nervosas. O óvulo é a maior célula do corpo humano e pode ser vista a olho nu, tendo uma forma oval. Por outro lado os espermatozóides são como girinos que nadam furiosamente agitando suas caudas em direção ao óvulo. Numa ejaculação são bilhões deles, mas apenas um será o conquistador que gerará a nova vida humana. É mero acaso a existência de um sistema assim, ou é resultado de uma Ser inteligente?
c – Deus se manifestou de modo insofismável e pleno.
1. O apóstolo Paulo afirma que o que de Deus se pode conhecer é manifesto aos olhos humanos através das coisas criadas.
1.1 – Rm. 1. 19 (ARA) ‘... porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou’.
2. O apóstolo afirma que não é meramente um sentimento acerca da existência de Deus que nos é dado, mas a percepção e compreensão clara de seus atributos, qualidades e divindade.
2.1 – Rm. 1.20 (NVI) ‘Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis’.
3. O ser humano é indesculpável se não adorar e não glorificar o criador na afirmativa hipotética de não o conhecia.
II – DEUS SE REVELA DE FORMA PATENTE E IRREFUTÁVEL.
a – Os testemunhos de Deus se dirigem aos seres morais.
1. A Bíblia atesta uma quádrupla revelação de Deus:
1.1 – Uma revelação na natureza que nos cerca, na consciência humana, e no governo providencial do mundo. O Livro das obras de Deus .
a) Sl 19:1 (ARA) ‘Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos’.
b) At 14:17 (BV) ‘mas nunca Se deixou sem testemunho; sempre houve as coisas que lembravam a existência dEle - as coisas boas que Ele fazia, tais como mandar a chuva e boas colheitas, e dar a vocês alimento e alegria’.
c) Rm 1:20 (NVI) ‘Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis’.
1.2 – Uma revelação gravada nos corações de cada pessoa.
a) Rm. 2.14-15 ‘De fato, quando os gentios, que não têm a Lei, praticam naturalmente o que ela ordena, tornam-se lei para si mesmos, embora não possuam a Lei; pois mostram que as exigências da Lei estão gravadas em seu coração. Disso dão testemunho também a sua consciência e os pensamentos deles, ora acusando-os, ora defendendo-os’.
1.3 – Uma revelação interpessoal, onde uma pessoa atesta e compartilha a outra sobre a pessoa do Criador.
1.4 – Uma revelação encarnada na Bíblia como Palavra de Deus. O Livro das Palavras de Deus.
a) II Re 17:13 ‘O Senhor advertiu Israel e Judá por meio de todos os seus profetas e videntes: Desviem-se de seus maus caminhos. Obedeçam às minhas ordenanças e aos meus decretos, de acordo com toda a Lei que ordenei aos seus antepassados que obedecessem e que lhes entreguei por meio de meus servos, os profetas’.
b) Hb 1:1-2 ‘Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo’.
2. De forma geral a Teologia Sistemática aponta para duas grandes revelações de Deus.
2.1 – Uma denominada de Revelação Geral.
2.2 – Uma denominada de Revelação Especial.
3. Uma distinção importante:
3.1 – A revelação geral está arraigada na criação, e é dirigida ao homem como homem.
3.2 – A revelação especial está arraigada no plano da redenção de Deus, e é dirigida ao homem na qualidade de pecador, e só pode ser adequadamente compreendida e assimilada somente pela fé.
4. O Dr. Warfield afirma: ‘A primeira é dirigida de modo geral a todos as criaturas inteligentes, e, portanto é acessível a todos os homens; a outra se dirige a uma classe especial de pecadores, aos quais Deus quis tornar conhecida a Sua salvação’.
b – A salvação só se conhece mediante as Escrituras.
1. O homem se torna indesculpável se não reconhecer e glorificar a Deus como o Criador; pois Deus estabeleceu outdoors em toda a sua criação, falando de seu Ser, atributos e divindade.
2. Deus nos ofereceu a revelação maior através das Escrituras e de Seu Filho, possibilitando a salvação de nossa condição de pecadores.
3. Também nisso o homem é indesculpável. O pecado que lança o pecador no inferno é a rejeição do Filho de Deus como seu eterno e único Salvador.
CONCLUSÃO: Olhe para a criação: reconheça e adore o Criador.
Olhe para as Escrituras e para Jesus: reconheça seu pecado e o grande amor salvador de Deus estendido até você.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
QUANDO A CASA NÃO É UM LAR
I Sm. 25.2-3, 24-26, 32-35
OBJETIVO: Ensinar que não se pode contentar apenas em ter uma família, mas edificá-la nos princípios das Escrituras.
INTRODUÇÃO: Lar deve ser aquele cantinho delicioso onde há prazer em voltar para casa depois de um dia de trabalho ou estudos. Deve ser aquele espaço onde a música dos bons relacionamentos seja natural, onde as cores de uma tela que está sendo pintada podem ser retocadas em busca da perfeição e da excelência.
Há casos onde a casa não é um lar; onde a casa não passa de um HOTEL, onde os membros se encontram apenas para comer e dormir; ou um POSTO DE GASOLINA, aonde as pessoas só vão para se abastecer; ou ainda um CAMPO DE BATALHA, onde só se encontram para brigar.
CONTEXTO: Esta história está incrustrada no relato da trajetória de Davi em direção ao trono de Israel. Na caminhada de Davi encontramos o relato de uma família com uma casa que não era um lar.
TRANSIÇÃO: Sua casa de fato é um lar? Quero falar nesta oportunidade sobre o tema: QUANDO A CASA NÃO É UM LAR.
I – UMA CASA PODE NÃO SER UM LAR.
a – Características do esposo.
1. O marido em tela, Nabal, era uma pessoa socialmente bem sucedida.
1.1 – Suas posses.
a) Homem abastado.
b) 3.000 ovelhas: Isso representa muitos dividendos como: leite, queijos, lã para tecelagem e carne.
c) 1.000 cabras: Isso representa dividendos como: leite, couro e carne.
1.2 – Representava um bom patrimônio móvel, além do patrimônio fixo como propriedades.
2. Nabal, o marido em tela, é uma pessoa grosseira e rude.
2.1 – Homem duro e maligno em todo o seu trato.
a) I Sm. 25.3 (BV) ‘O nome desse homem era Nabal; sua esposa, uma mulher muito linda e inteligente, chamava-se Abigail. Mas o marido, que era da família de Calebe, era um tipo esquisito, grosseiro, teimoso; era um sujeito difícil de se lidar’.
2.2 – Nabal distratou e disparatou com os homens de Davi.
a) I Sm. 25.14 (BV) ‘Nesse meio tempo, um dos homens de Nabal foi procurar Abigail, e disse a ela: "Davi enviou homens do deserto para falar com o nosso patrão, mas ele insultou os homens e os expulsou daqui’.
2.3 – I Sm. 25.37 (ARA) ‘... se amorteceu nele o coração e ficou duro como pedra ’.
3. Era um homem maligno.
3.1 – Como seria Nabal, como marido?
a) Por inferência pode-se deduzir que era um marido sem afeição, sem ternura ou carinho.
b) Pode-se inferir que não tinha uma vida relacional agradável com a esposa.
3.2 – Como imaginar Nabal na qualidade de pai?
a) O texto não descreve a presença de filhos nesta família, mas como seria um marido assim, na criação de seus filhos?
b) Seria um pai que daria tempo e atenção aos filhos?
c) Seria um pai terno e carinhoso para com os filhos?
4. Era da casa de Calebe.
4.1 – Era do povo de Deus.
4.2 – Não significa que era convertido.
4.3 – Isso pode indicar que também no meio do povo de Deus, a Igreja, pode haver muitos maridos que não são convertidos e rudes no trato com suas esposas.
b – Características da esposa.
1. A esposa em tela era uma mulher sensata.
1.1 – Prudente.
a) I Sm. 25.33 (ARA) ‘Bendita seja a tua prudência, e bendita sejas tu mesma, que hoje me tolheste de derramar sangue e de que por minha própria mão me vingasse’.
1.2 – Uma esposa ou uma mãe com os dotes de Abigail torna a família mais agradável, pois é uma pacificadora e protetora.
1.3 – O livro de Provérbios, em seu último capítulo, apresenta a mulher virtuosa, sendo reconhecida e louvada pelo esposo e pelos filhos.
2. A esposa em tela era uma mulher formosa.
2.1 – I Sm. 25.3a (BV) ‘O nome desse homem era Nabal; sua esposa, uma mulher muito linda e inteligente, chamava-se Abigail’.
2.2 – Embora o texto apresente adjetivos que aponte para a beleza física da mulher, sabe-se à luz da própria Bíblia e experiência humana, que a verdadeira beleza está além do físico, mas no ser interior.
a) Pr. 31.30 (BV) ‘Os encantos de uma mulher podem ser apenas uma ilusão e a beleza não dura para sempre. A verdadeira beleza, a verdadeira honra de uma mulher está em amar e obedecer ao Senhor’.
b) O temor da esposa, Abigail, aponta para uma pessoa convertida.
II – QUANDO A CASA NÃO É UM LAR FALTA TUDO.
a – Falta amor.
1. O lar pressupõe mais que um ambiente onde se mora, mas aponta para um lugar de aconchego hospitaleiro, onde os relacionamentos são vívidos e significativos. Lar é a expressão de uma família harmoniosa e agradável.
2. Pode-se ter pessoas morando numa mesma casa e não existir amor que as una.
3. É possível olharmos pelas frestas da casa de Nabal e imaginarmos o dia-a-dia do casal.
3.1 – Um marido maligno e duro no trato, como Nabal é descrito, poderia oferecer amor e afeto à sua jovem esposa?
4. Pode-se dizer que o casamento destes dois ainda perdurava porque, principalmente a esposa mantinha um Pacto Matrimonial, onde Deus se coloca como o Juiz.
b – Falta paz.
1. Diferenças entre os cônjuges não precisam se transformar em campo de batalha entre os pares, pelo contrário, devem ser vivenciadas como partes que se completam destacando a beleza da vida a dois.
2. Numa casa onde uma das partes recebe a adjetivação dada a Nabal, ‘homem... duro e maligno em todo o seu trato’ (v.s 3) certamente a falta de paz e segurança emocional e relacional sempre podiam ser experimentadas.
c – Falta romantismo.
1. Como imaginar um ‘homem... duro e maligno em todo o seu trato’ (v.s 3) sendo romântico e carinhoso com sua esposa?
1.1 – ‘Como és formosa, querida minha, como és formosa’.
2. Quem ama galanteia sua/seu amada através de elogios românticos que manifestam a força da libido e da química que atrai e seduz homens e mulheres.
d – Falta cônjuges amigos.
1. Por mais dócil e meiga que possamos imaginar a jovem senhora Abigail, ainda assim torna-se difícil imaginar este casal brincando e sorrindo com as coisas simples da vida.
1.1 – I Sm. 25.3 (BV) Mas o marido, ... era um tipo esquisito, grosseiro, teimoso; era um sujeito difícil de se lidar’.
1.2 – A amizade sincera, franca e aberta era definida por Sócrates como ‘duas almas vivendo em um só corpo’.
1.3 – Um casamento para ter beleza e encanto precisa desfrutar da presença de uma amizade sincera, franca e aberta.
2. Para um relacionamento mais agradável e leve é necessário existir cônjuges que sejam mais que parceiros de casamento, mas também amigos.
3. Quando uma casa não é de fato um lar pode faltar entre outras coisas: amor, paz, romantismo e amizade sincera entre os cônjuges ou demais familiares.
III – DEUS PODE TRANSFORMAR UMA CASA EM LAR.
a – Ele é o Deus soberano que olha para seu povo.
1. Por ser uma mulher temente a Deus, Abigail teve sua sorte mudada, quando o marido duro, insensível e maligno foi atingido de forma direta pela ação do Senhor Todo Poderoso e morreu.
1.1 – I Sm. 25.38 ‘Passados uns dez dias, feriu o SENHOR a Nabal, e este morreu’.
1.2 – Isso não significa que todo marido ou toda esposa de coração duro, insensível ou maligno terá sua vida cortada por uma ação punitiva de Deus e deixará a outra parte livre, mas isto não está descartado.
1.3 – Isso não significa que o marido ou a mulher temente a Deus, representados aqui na figura de Abigail, devam esperar do Senhor uma punição contra a outra parte, figurada aqui na pessoa de Nabal.
2. O que se depreende do texto é que Deus olhou para Abigail como uma serva temente e que estava padecendo sob os maus cuidados de um marido cruel.
3. Também soma-se o fato de Nabal ter se mostrado cruel para com Davi que era o escolhido de Deus para ocupar o trono de Israel.
4. Deus é o soberano que olha para o seu povo, e pode-se asseverar, sem dúvidas, que Deus é o também Juiz em matéria de casamento.
b – Ele dispõe os meios e os fins em suas mãos.
1. Quando a casa não é de fato um lar, como um lugar de aconchego e refrigério, certamente precisa ser transformada.
2. Deus pode mudar a história de sua casa. Deus pode fazer dela de fato um lar.
2.1 – Sl. 127.1 ‘Senhor não edificar a casa em vão trabalham os que a edificam’.
3. Qual o caminho que Deus tomará nem sempre o sabemos, mas o caminho que devemos tomar é o caminho de sua Palavra.
4. Conhecendo e vivenciando os princípios estabelecidos na Palavra de Deus, pode-se prever e experimentar nossa casa como um verdadeiro lar.
CONCLUSÃO: Viva a vida comum do lar de modo que sua casa seja mesmo um Lar.
Um lugar aconchegante onde as pessoas querem estar e se sentir seguras e amadas.
A presença de Jesus e de sua Palavra podem transformar seu lar.
OBJETIVO: Ensinar que não se pode contentar apenas em ter uma família, mas edificá-la nos princípios das Escrituras.
INTRODUÇÃO: Lar deve ser aquele cantinho delicioso onde há prazer em voltar para casa depois de um dia de trabalho ou estudos. Deve ser aquele espaço onde a música dos bons relacionamentos seja natural, onde as cores de uma tela que está sendo pintada podem ser retocadas em busca da perfeição e da excelência.
Há casos onde a casa não é um lar; onde a casa não passa de um HOTEL, onde os membros se encontram apenas para comer e dormir; ou um POSTO DE GASOLINA, aonde as pessoas só vão para se abastecer; ou ainda um CAMPO DE BATALHA, onde só se encontram para brigar.
CONTEXTO: Esta história está incrustrada no relato da trajetória de Davi em direção ao trono de Israel. Na caminhada de Davi encontramos o relato de uma família com uma casa que não era um lar.
TRANSIÇÃO: Sua casa de fato é um lar? Quero falar nesta oportunidade sobre o tema: QUANDO A CASA NÃO É UM LAR.
I – UMA CASA PODE NÃO SER UM LAR.
a – Características do esposo.
1. O marido em tela, Nabal, era uma pessoa socialmente bem sucedida.
1.1 – Suas posses.
a) Homem abastado.
b) 3.000 ovelhas: Isso representa muitos dividendos como: leite, queijos, lã para tecelagem e carne.
c) 1.000 cabras: Isso representa dividendos como: leite, couro e carne.
1.2 – Representava um bom patrimônio móvel, além do patrimônio fixo como propriedades.
2. Nabal, o marido em tela, é uma pessoa grosseira e rude.
2.1 – Homem duro e maligno em todo o seu trato.
a) I Sm. 25.3 (BV) ‘O nome desse homem era Nabal; sua esposa, uma mulher muito linda e inteligente, chamava-se Abigail. Mas o marido, que era da família de Calebe, era um tipo esquisito, grosseiro, teimoso; era um sujeito difícil de se lidar’.
2.2 – Nabal distratou e disparatou com os homens de Davi.
a) I Sm. 25.14 (BV) ‘Nesse meio tempo, um dos homens de Nabal foi procurar Abigail, e disse a ela: "Davi enviou homens do deserto para falar com o nosso patrão, mas ele insultou os homens e os expulsou daqui’.
2.3 – I Sm. 25.37 (ARA) ‘... se amorteceu nele o coração e ficou duro como pedra ’.
3. Era um homem maligno.
3.1 – Como seria Nabal, como marido?
a) Por inferência pode-se deduzir que era um marido sem afeição, sem ternura ou carinho.
b) Pode-se inferir que não tinha uma vida relacional agradável com a esposa.
3.2 – Como imaginar Nabal na qualidade de pai?
a) O texto não descreve a presença de filhos nesta família, mas como seria um marido assim, na criação de seus filhos?
b) Seria um pai que daria tempo e atenção aos filhos?
c) Seria um pai terno e carinhoso para com os filhos?
4. Era da casa de Calebe.
4.1 – Era do povo de Deus.
4.2 – Não significa que era convertido.
4.3 – Isso pode indicar que também no meio do povo de Deus, a Igreja, pode haver muitos maridos que não são convertidos e rudes no trato com suas esposas.
b – Características da esposa.
1. A esposa em tela era uma mulher sensata.
1.1 – Prudente.
a) I Sm. 25.33 (ARA) ‘Bendita seja a tua prudência, e bendita sejas tu mesma, que hoje me tolheste de derramar sangue e de que por minha própria mão me vingasse’.
1.2 – Uma esposa ou uma mãe com os dotes de Abigail torna a família mais agradável, pois é uma pacificadora e protetora.
1.3 – O livro de Provérbios, em seu último capítulo, apresenta a mulher virtuosa, sendo reconhecida e louvada pelo esposo e pelos filhos.
2. A esposa em tela era uma mulher formosa.
2.1 – I Sm. 25.3a (BV) ‘O nome desse homem era Nabal; sua esposa, uma mulher muito linda e inteligente, chamava-se Abigail’.
2.2 – Embora o texto apresente adjetivos que aponte para a beleza física da mulher, sabe-se à luz da própria Bíblia e experiência humana, que a verdadeira beleza está além do físico, mas no ser interior.
a) Pr. 31.30 (BV) ‘Os encantos de uma mulher podem ser apenas uma ilusão e a beleza não dura para sempre. A verdadeira beleza, a verdadeira honra de uma mulher está em amar e obedecer ao Senhor’.
b) O temor da esposa, Abigail, aponta para uma pessoa convertida.
II – QUANDO A CASA NÃO É UM LAR FALTA TUDO.
a – Falta amor.
1. O lar pressupõe mais que um ambiente onde se mora, mas aponta para um lugar de aconchego hospitaleiro, onde os relacionamentos são vívidos e significativos. Lar é a expressão de uma família harmoniosa e agradável.
2. Pode-se ter pessoas morando numa mesma casa e não existir amor que as una.
3. É possível olharmos pelas frestas da casa de Nabal e imaginarmos o dia-a-dia do casal.
3.1 – Um marido maligno e duro no trato, como Nabal é descrito, poderia oferecer amor e afeto à sua jovem esposa?
4. Pode-se dizer que o casamento destes dois ainda perdurava porque, principalmente a esposa mantinha um Pacto Matrimonial, onde Deus se coloca como o Juiz.
b – Falta paz.
1. Diferenças entre os cônjuges não precisam se transformar em campo de batalha entre os pares, pelo contrário, devem ser vivenciadas como partes que se completam destacando a beleza da vida a dois.
2. Numa casa onde uma das partes recebe a adjetivação dada a Nabal, ‘homem... duro e maligno em todo o seu trato’ (v.s 3) certamente a falta de paz e segurança emocional e relacional sempre podiam ser experimentadas.
c – Falta romantismo.
1. Como imaginar um ‘homem... duro e maligno em todo o seu trato’ (v.s 3) sendo romântico e carinhoso com sua esposa?
1.1 – ‘Como és formosa, querida minha, como és formosa’.
2. Quem ama galanteia sua/seu amada através de elogios românticos que manifestam a força da libido e da química que atrai e seduz homens e mulheres.
d – Falta cônjuges amigos.
1. Por mais dócil e meiga que possamos imaginar a jovem senhora Abigail, ainda assim torna-se difícil imaginar este casal brincando e sorrindo com as coisas simples da vida.
1.1 – I Sm. 25.3 (BV) Mas o marido, ... era um tipo esquisito, grosseiro, teimoso; era um sujeito difícil de se lidar’.
1.2 – A amizade sincera, franca e aberta era definida por Sócrates como ‘duas almas vivendo em um só corpo’.
1.3 – Um casamento para ter beleza e encanto precisa desfrutar da presença de uma amizade sincera, franca e aberta.
2. Para um relacionamento mais agradável e leve é necessário existir cônjuges que sejam mais que parceiros de casamento, mas também amigos.
3. Quando uma casa não é de fato um lar pode faltar entre outras coisas: amor, paz, romantismo e amizade sincera entre os cônjuges ou demais familiares.
III – DEUS PODE TRANSFORMAR UMA CASA EM LAR.
a – Ele é o Deus soberano que olha para seu povo.
1. Por ser uma mulher temente a Deus, Abigail teve sua sorte mudada, quando o marido duro, insensível e maligno foi atingido de forma direta pela ação do Senhor Todo Poderoso e morreu.
1.1 – I Sm. 25.38 ‘Passados uns dez dias, feriu o SENHOR a Nabal, e este morreu’.
1.2 – Isso não significa que todo marido ou toda esposa de coração duro, insensível ou maligno terá sua vida cortada por uma ação punitiva de Deus e deixará a outra parte livre, mas isto não está descartado.
1.3 – Isso não significa que o marido ou a mulher temente a Deus, representados aqui na figura de Abigail, devam esperar do Senhor uma punição contra a outra parte, figurada aqui na pessoa de Nabal.
2. O que se depreende do texto é que Deus olhou para Abigail como uma serva temente e que estava padecendo sob os maus cuidados de um marido cruel.
3. Também soma-se o fato de Nabal ter se mostrado cruel para com Davi que era o escolhido de Deus para ocupar o trono de Israel.
4. Deus é o soberano que olha para o seu povo, e pode-se asseverar, sem dúvidas, que Deus é o também Juiz em matéria de casamento.
b – Ele dispõe os meios e os fins em suas mãos.
1. Quando a casa não é de fato um lar, como um lugar de aconchego e refrigério, certamente precisa ser transformada.
2. Deus pode mudar a história de sua casa. Deus pode fazer dela de fato um lar.
2.1 – Sl. 127.1 ‘Senhor não edificar a casa em vão trabalham os que a edificam’.
3. Qual o caminho que Deus tomará nem sempre o sabemos, mas o caminho que devemos tomar é o caminho de sua Palavra.
4. Conhecendo e vivenciando os princípios estabelecidos na Palavra de Deus, pode-se prever e experimentar nossa casa como um verdadeiro lar.
CONCLUSÃO: Viva a vida comum do lar de modo que sua casa seja mesmo um Lar.
Um lugar aconchegante onde as pessoas querem estar e se sentir seguras e amadas.
A presença de Jesus e de sua Palavra podem transformar seu lar.
terça-feira, 10 de maio de 2011
CARACTERÍSTICAS DE UMA VERDADEIRA MÃE
I Re. 3.16-28
OBJETIVO: Fortalecer a dignidade da mulher como mãe e desafiar os filhos ao respeito e amor pelas mesmas.
INTRODUÇÃO: Temos tido uma série de manchetes que nos assustam:
a) Criança é encontrada em saco de lixo em uma represa no Estado de São Paulo, e ainda assim conseguiu sobreviver.
b) Criança é encontrada morta em saco de lixo no Rio Grande do Sul.
CONTEXTO: Este texto marca o início do reinado de Salomão e a demonstração pública de que Deus lhe concedera sabedoria como prometera, confirmando-lhe assim a sucessão no reino de Davi.
TRANSIÇÃO: Toda mãe é uma verdadeira mãe? Na verdade isto é um paradoxo, pois, num certo sentido, todas as mães são verdadeiras. Se for uma mãe, logo é uma mãe verdadeira. Mas a questão não paira apenas no âmbito da progenição ou na geração física, que por sua vez torna uma referida mulher numa referida mãe; mas paira no âmbito da encarnação do papel real devido à mãe, tornando-a, não apenas numa mãe verdadeira, mas numa verdadeira mãe. Quero vos falar nesta ocasião sobre ‘CARACTERÍSTICAS DE UMA VERDADEIRA MÃE’.
I – AMOR INTENSO PELOS FILHOS.
a – Gesta com afeição e carinho.
1. Não se abstrai deste texto em pauta a gestação da criança, e muito menos que a criança objeto do texto tenha sido gestada com amor e carinho.
2. A mãe em pauta era uma prostituta. Não se pode também afirmar que uma mãe prostituta não tenha amor e carinho pelo filho em gestação.
3. A prostituta pode não ter amor por si mesma, contudo, como mulher e mãe, pode amar intensamente seu filho.
4. A gestação, numa verdadeira mãe, sempre é acompanhada com muito cuidado, afeição e carinho, com grande senso de preocupação e proteção da parte, principalmente, da mãe.
b – Cuidado e proteção.
1. Levanta de madrugada.
1.1 – No texto vemos a mãe se levantando de pronto, de madrugada, para, amorável e carinhosamente, amamentar a criança tenra e indefesa que nascera.
1.2 – I Re 3.21 ‘Levantando-me de madrugada para dar de mamar a meu filho, eis que estava morto’.
2. Qual é a mãe que nunca perdeu parte de seu sono em função de seus filhos, muitas vezes, por doença ou alguma inquietação dos filhos, mas também, muitas vezes, por simples carinho maternal?
2.1 – Is 49.15 ‘Pode uma mulher esquecer do filho que ainda mama, de modo que não se compadeça do filho do seu ventre?’.
c – Conhece o filho.
1. ‘... reparando nele pela manhã...’
1.1 – A mãe sempre observa e repara os filhos.
2. Por observação.
2.1 – A mãe conhece os filhos nos detalhes mais triviais da vida, porque observa as qualidades, defeitos, cacoetes, manias, jeitos e trejeitos.
3. Por aquisição de conhecimentos científicos.
3.1 – Quanto as manifestações de doenças.
3.2 – Quanto as características psicológicas.
3.3 – Quanto as características espirituais.
3.4 – Adquira o hábito de ler e procurar obter mais informações sobre seus filhos com referência ao comportamento nas diversas fases da vida, e, quanto as tendências de nossa sociedade; pois assim poderás melhor orientá-lo em seu desenvolvimento.
4. ‘... reparando nele pela manhã...’
4.1 – Uma mãe que ama seus filhos na perspectiva das Escrituras sempre observa e repara os filhos.
II – LUTA PELOS FILHOS.
a – A verdadeira mãe sempre se mostra provedora dos filhos.
1. No texto se vê a mãe indo a busca de justiça junto ao próprio rei.
1.1 – Conta sua história.
1.2 – Dramatiza.
1.3 – Chora.
1.4 – Defende e luta pela vida do filho.
2. A verdadeira mãe não fica passiva diante do sofrimento, tortura ou abuso dos filhos, antes vai a luta em sua defesa.
3. Há casos de crianças usadas e abusadas sexualmente e outras práticas desumanas, como exploração na mendicância, e a mãe se cala.
4. É hora de abrir a boca, de gritar, de expor e defender o indefeso.
4.1 – Pr. 31.8 ‘Abre a boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados’.
b – A verdadeira mãe se mostra construtora dos seus filhos.
1. A mãe que verdadeiramente ama seu filho, não se afrouxa diante das dificuldades e dos desafios da vida moderna, mas se mostra construtora na vida de seus filhos.
2. Basta uma olhada no capítulo 31 de Provérbios para se perceber o perfil da verdadeira mãe com relação aos seus filhos.
III – PAGA O MAIS ALTO PREÇO PELOS FILHOS.
a – Não busca seu próprio interesse em detrimento dos filhos.
1. A verdadeira mãe é aquela que fica muitas vezes num segundo plano, quanto a alimentação, diversão, vestuário e tantas outras áreas, para que os filhos obtenham o melhor.
1.1 –
b – A mãe que ama dá a vida pelo filho.
1. A mãe, no texto que temos nos baseado nesta mensagem, mulher de fibra, que, para que o filho tenha chance, e continue vivo, se dispõe até mesmo a perdê-lo para sua rival.
1.1 – I Re. 3. 24-26 ‘Então o rei ordenou: "Tragam-me uma espada". Trouxeram-lhe. Ele ordenou: "Cortem a criança viva ao meio e dêem metade a uma e metade à outra". A mãe do filho que estava vivo, movida pela compaixão materna, clamou: "Por favor, meu senhor, dê a criança viva a ela! Não a mate!" A outra, porém, disse: "Não será nem minha nem sua. Cortem-na ao meio!"’.
CONCLUSÃO: Mães! Que seus filhos, e nossos filhos sempre vejam em vocês espelhos que reflitam um coração verdadeiramente cheio do amor de Deus, desse amor que dá e se entrega para o bem do próximo. Que Deus, o nosso Deus sempre vejam em vocês, filhas amadas transformadas pela graça de Cristo, a encarnação do verdadeiro amor.
Filhos! Que cada um de vocês saiba valorizar e amar aquela que o Pai do céu vos deu como mãe, com a capacidade de demonstrar e vivenciar o amor de forma tão intensa e sublime.
APLICAÇÃO: Nas Escrituras aprendemos que, Deus, é quem tem o único e verdadeiro amor, em sua forma plena e intensa. Mesmo que os poetas cantem com tanta ênfase e euforia o amor de mãe, mesmo que o elevem aos mais altos patamares da glória, não podemos esquecer: ‘Só Deus possui o amor perfeito.’
Aprendemos nas Escrituras que, Deus na sua muita graça e amor, se prontificou em dar o seu próprio Filho em nosso lugar. A semelhança da mãe, do texto de nossa mensagem, que dá o seu Filho vivo no lugar do filho morto da outra, Deus deu o seu Filho unigênito em nosso lugar, nós que estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Assim ele pagou nossos pecados e nos deu vida através de Jesus Cristo seu Filho.
Se você ainda não tem o Filho, ainda não tem a vida. É hora de receber o valioso presente do céu, Jesus Cristo, e experimentar quão bom é pertencer à família de Deus.
OBJETIVO: Fortalecer a dignidade da mulher como mãe e desafiar os filhos ao respeito e amor pelas mesmas.
INTRODUÇÃO: Temos tido uma série de manchetes que nos assustam:
a) Criança é encontrada em saco de lixo em uma represa no Estado de São Paulo, e ainda assim conseguiu sobreviver.
b) Criança é encontrada morta em saco de lixo no Rio Grande do Sul.
CONTEXTO: Este texto marca o início do reinado de Salomão e a demonstração pública de que Deus lhe concedera sabedoria como prometera, confirmando-lhe assim a sucessão no reino de Davi.
TRANSIÇÃO: Toda mãe é uma verdadeira mãe? Na verdade isto é um paradoxo, pois, num certo sentido, todas as mães são verdadeiras. Se for uma mãe, logo é uma mãe verdadeira. Mas a questão não paira apenas no âmbito da progenição ou na geração física, que por sua vez torna uma referida mulher numa referida mãe; mas paira no âmbito da encarnação do papel real devido à mãe, tornando-a, não apenas numa mãe verdadeira, mas numa verdadeira mãe. Quero vos falar nesta ocasião sobre ‘CARACTERÍSTICAS DE UMA VERDADEIRA MÃE’.
I – AMOR INTENSO PELOS FILHOS.
a – Gesta com afeição e carinho.
1. Não se abstrai deste texto em pauta a gestação da criança, e muito menos que a criança objeto do texto tenha sido gestada com amor e carinho.
2. A mãe em pauta era uma prostituta. Não se pode também afirmar que uma mãe prostituta não tenha amor e carinho pelo filho em gestação.
3. A prostituta pode não ter amor por si mesma, contudo, como mulher e mãe, pode amar intensamente seu filho.
4. A gestação, numa verdadeira mãe, sempre é acompanhada com muito cuidado, afeição e carinho, com grande senso de preocupação e proteção da parte, principalmente, da mãe.
b – Cuidado e proteção.
1. Levanta de madrugada.
1.1 – No texto vemos a mãe se levantando de pronto, de madrugada, para, amorável e carinhosamente, amamentar a criança tenra e indefesa que nascera.
1.2 – I Re 3.21 ‘Levantando-me de madrugada para dar de mamar a meu filho, eis que estava morto’.
2. Qual é a mãe que nunca perdeu parte de seu sono em função de seus filhos, muitas vezes, por doença ou alguma inquietação dos filhos, mas também, muitas vezes, por simples carinho maternal?
2.1 – Is 49.15 ‘Pode uma mulher esquecer do filho que ainda mama, de modo que não se compadeça do filho do seu ventre?’.
c – Conhece o filho.
1. ‘... reparando nele pela manhã...’
1.1 – A mãe sempre observa e repara os filhos.
2. Por observação.
2.1 – A mãe conhece os filhos nos detalhes mais triviais da vida, porque observa as qualidades, defeitos, cacoetes, manias, jeitos e trejeitos.
3. Por aquisição de conhecimentos científicos.
3.1 – Quanto as manifestações de doenças.
3.2 – Quanto as características psicológicas.
3.3 – Quanto as características espirituais.
3.4 – Adquira o hábito de ler e procurar obter mais informações sobre seus filhos com referência ao comportamento nas diversas fases da vida, e, quanto as tendências de nossa sociedade; pois assim poderás melhor orientá-lo em seu desenvolvimento.
4. ‘... reparando nele pela manhã...’
4.1 – Uma mãe que ama seus filhos na perspectiva das Escrituras sempre observa e repara os filhos.
II – LUTA PELOS FILHOS.
a – A verdadeira mãe sempre se mostra provedora dos filhos.
1. No texto se vê a mãe indo a busca de justiça junto ao próprio rei.
1.1 – Conta sua história.
1.2 – Dramatiza.
1.3 – Chora.
1.4 – Defende e luta pela vida do filho.
2. A verdadeira mãe não fica passiva diante do sofrimento, tortura ou abuso dos filhos, antes vai a luta em sua defesa.
3. Há casos de crianças usadas e abusadas sexualmente e outras práticas desumanas, como exploração na mendicância, e a mãe se cala.
4. É hora de abrir a boca, de gritar, de expor e defender o indefeso.
4.1 – Pr. 31.8 ‘Abre a boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados’.
b – A verdadeira mãe se mostra construtora dos seus filhos.
1. A mãe que verdadeiramente ama seu filho, não se afrouxa diante das dificuldades e dos desafios da vida moderna, mas se mostra construtora na vida de seus filhos.
2. Basta uma olhada no capítulo 31 de Provérbios para se perceber o perfil da verdadeira mãe com relação aos seus filhos.
III – PAGA O MAIS ALTO PREÇO PELOS FILHOS.
a – Não busca seu próprio interesse em detrimento dos filhos.
1. A verdadeira mãe é aquela que fica muitas vezes num segundo plano, quanto a alimentação, diversão, vestuário e tantas outras áreas, para que os filhos obtenham o melhor.
1.1 –
b – A mãe que ama dá a vida pelo filho.
1. A mãe, no texto que temos nos baseado nesta mensagem, mulher de fibra, que, para que o filho tenha chance, e continue vivo, se dispõe até mesmo a perdê-lo para sua rival.
1.1 – I Re. 3. 24-26 ‘Então o rei ordenou: "Tragam-me uma espada". Trouxeram-lhe. Ele ordenou: "Cortem a criança viva ao meio e dêem metade a uma e metade à outra". A mãe do filho que estava vivo, movida pela compaixão materna, clamou: "Por favor, meu senhor, dê a criança viva a ela! Não a mate!" A outra, porém, disse: "Não será nem minha nem sua. Cortem-na ao meio!"’.
CONCLUSÃO: Mães! Que seus filhos, e nossos filhos sempre vejam em vocês espelhos que reflitam um coração verdadeiramente cheio do amor de Deus, desse amor que dá e se entrega para o bem do próximo. Que Deus, o nosso Deus sempre vejam em vocês, filhas amadas transformadas pela graça de Cristo, a encarnação do verdadeiro amor.
Filhos! Que cada um de vocês saiba valorizar e amar aquela que o Pai do céu vos deu como mãe, com a capacidade de demonstrar e vivenciar o amor de forma tão intensa e sublime.
APLICAÇÃO: Nas Escrituras aprendemos que, Deus, é quem tem o único e verdadeiro amor, em sua forma plena e intensa. Mesmo que os poetas cantem com tanta ênfase e euforia o amor de mãe, mesmo que o elevem aos mais altos patamares da glória, não podemos esquecer: ‘Só Deus possui o amor perfeito.’
Aprendemos nas Escrituras que, Deus na sua muita graça e amor, se prontificou em dar o seu próprio Filho em nosso lugar. A semelhança da mãe, do texto de nossa mensagem, que dá o seu Filho vivo no lugar do filho morto da outra, Deus deu o seu Filho unigênito em nosso lugar, nós que estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Assim ele pagou nossos pecados e nos deu vida através de Jesus Cristo seu Filho.
Se você ainda não tem o Filho, ainda não tem a vida. É hora de receber o valioso presente do céu, Jesus Cristo, e experimentar quão bom é pertencer à família de Deus.
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