segunda-feira, 8 de agosto de 2011
PROMOVIDO À POSIÇÃO DE IRMÃO E HERDEIRO
Fm. 1.4-20
OBJETIVO: Ensinar que cada novo convertido realmente a Cristo Jesus é elevado à uma posição de filho, irmão e herdeiro na família de Deus.
INTRODUÇÃO: Quantos aqui esperam ir para o Reino de Deus? Não deviam esperar isto, pois o Reino de Deus já está presente. Precisamos é aprender a viver cada vez mais nesta realidade.
CONTEXTO: Paulo escreve esta carta que se parece mais com um bilhete a um amigo e a envia juntamente com uma Carta para a Igreja de Colossos e outra para a Igreja de Laodicéia através do companheiro de missão, o pastor Tíquico (Cl. 4.8-9).
TRANSIÇÃO: Um escravo fugitivo. Prejuízo ao seu senhor. Uma conversão e as diferenças são niveladas. Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: PROMOVIDO À POSIÇÃO DE IRMÃO E HERDEIRO.
I – A IGREJA É A COMPOSIÇÃO DOS CHAMADOS PARA FORA.
a – O que é a Igreja?
1. Paulo escreve esta carta endereçada ao amigo pessoal chamado Filemom, um cristão próspero que morava na cidade de Colossos, na Ásia Menor, atual Turquia.
2. Endereça esta carta também a outras pessoas próximas e à Igreja que se reunia na casa de Filemom.
3. O termo Igreja no português vem do vocábulo grego (Έκκλησία) com o sentido de chamar para fora.
4. A Igreja é o número dos que foram chamados para fora:
2.1 – Chamados para fora do mundo.
2.2 – Chamados para fora do pecado.
5. A Igreja no contexto do Novo Testamento é instituída pelo próprio Senhor Jesus Cristo, tendo Ele mesmo como seu Senhor e Cabeça, e estando destinada à vitória contra o pecado e as hostes do inferno.
3.1 – Mt. 16.18 ‘Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela’.
b – Cada convertido é gerado nova criatura pelo Espírito Santo.
1. As Escrituras ensinam com largueza a operação do Espírito Santo no processo da regeneração do pecador:
1.1 – É o Espírito Santo que convence o pecador do pecado, da justiça e do juízo através do chamado interno.
1.2 – E o Espírito Santo que dá vida interior ao pecador gerando nele uma nova natureza.
1.3 – É o Espírito Santo que processa a conversão no pecador, levando-o ao arrependimento e dando-lhe a fé, com a qual este confia plenamente no sacrifício e perdão oferecidos em Cristo Jesus.
1.4 – É o Espírito Santo que aplica ao coração do pecador a justificação que o Pai estende àquele que com fé confiou em seu Filho Jesus Cristo, como seu Salvador.
1.5 – É o Espírito Santo que aplica ao coração do pecador regenerado a dádiva da adoção, com a qual nos tornamos filhos de Deus e podemos chamá-lo de Abba Pai.
1.6 – É o Espírito Santo que sela o coração do pecador com sua presença e lhe garante ser propriedade inviolável de Deus protegido e guardado para a redenção que se completará no último dia.
1.7 – É o Espírito Santo que, durante toda a vida terrena do pecador regenerado, será o Consolador e Santificador deste, conduzindo-o sempre às transformações especiais da graça, para ser conformado ao caráter de Cristo Jesus.
2. II Co. 5.17 ‘Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!’.
3. Paulo escreve carta a Filemom reconhecendo que esta nova vida era realidade para ele.
3.1 – Fm. 1.4-6 ‘Sempre dou graças a meu Deus, lembrando-me de você nas minhas orações, porque ouço falar da sua fé no Senhor Jesus e do seu amor por todos os santos. Oro para que a comunhão que procede da sua fé seja eficaz no pleno conhecimento de todo o bem que temos em Cristo’.
II – A IGREJA É A COMPOSIÇÃO DOS CHAMADOS PARA A VIVÊNCIA EM FAMÍLIA.
a – A Igreja foi chamada para ser família de Deus.
1. O ensino das Escrituras é que aqueles que foram chamados para a salvação são feitos filhos de Deus.
1.1 – Jo. 1.12 ‘Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus’.
1.2 – Ef. 2.19 ‘Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus’.
2. Pertencer à família de Deus é alto privilégio carregado de bênçãos e prazeres que em nenhuma outra relação do ser em todo o universo poderia jamais ser experimentada.
2.1 – Essa experiência de pertencer à família e vivenciar essa qualidade de vida era presente na vida de Filemom.
b – Relacionamentos saudáveis é parte da saúde da Igreja.
1. Uma família onde a paz e a harmonia reinam em seu seio reflete a vivência de relacionamentos saudáveis, através dos quais cada membro sustenta e suporta os outros em suas necessidades e carências.
2. Pode se ver na Igreja de Colossos e na vida de Filemom as qualidades dessa família de Deus.
2.1 – Fm. 1.7 ‘Seu amor me tem dado grande alegria e consolação, porque você, irmão, tem reanimado o coração dos santos’.
3. O Novo Testamento oferece mais de 40 mandamentos recíprocos ordenando, orientando e instruindo sobre a prática de uma vivência saudável.
4. Através dos mandamentos recíprocos os relacionamentos são aperfeiçoados e carências são supridas.
4.1 – Amem-se uns aos outros – Jo. 13.34.
4.2 – Aceitem-se uns aos outros – Rm. 15.7.
4.3 – Saúdem se uns aos outros – I Co. 16.20.
4.4 – Sujeitem-se uns aos outros – Ef. 5.18-21.
4.5 – Suportem-se uns aos outros – Ef. 4.1-3.
4.6 – Confessem pecados uns aos outros – Tg. 5.16.
4.7 – Perdoem-se uns aos outros – Ef. 4.31-32.
4.8 – Edifiquem-se uns aos outros – I Ts. 5.11.
4.9 – Ensinem uns aos outros – Cl. 3.16.
4.10 – Encorajem uns aos outros – Hb. 3.12-13.
4.11 – Aconselhem-se uns aos outros – Rm. 15.14.
4.12 – Sirvam uns aos outros – Gl. 5.13.
4.13 – Levem os fardos uns dos outros – Gl. 6.2.
4.14 – Sejam hospitaleiros uns dos outros – I Pe. 4.7.
4.15 – Orem uns pelos outros – Tg. 5.16.
5. A Igreja não pode ser vista apenas como um lugar onde pessoas se encontram para oferecer um culto religioso, mas sim como uma família onde as pessoas se amam e se ajudam.
III – A IGREJA É A HERDEIRA DO REINO DE DEUS.
a – Valores do Reino na vida de Filemom e Onésimo.
1. Paulo apresenta uma questão de relacionamento saudável para Filemom assumir e equacionar em sua vida.
1.1 – Enquanto Paulo estava preso em Roma, trabalhou na evangelização de outro preso que por sinal era um escravo fugido das propriedades de Filemom.
1.2 – Uma vez convertido e transformado em irmão na fé e herdeiro do Reino de Deus, Paulo orienta a Filemom a perdoar qualquer prejuízo que tenha tido e receber a Onésimo como irmão amado.
1.3 – Fm. 11-12 ‘0nésimo (cujo nome significa "Útil") não lhe foi de muita utilidade no passado, porém agora vai ser de real utilidade para nós dois. Eu o estou mandando de volta a você, e com ele vai o meu próprio coração’.
1.4 – Fm. 15-16 ‘Você talvez pudesse pensar nisto da seguinte maneira: ele fugiu de você por um curto momento, mas agora poderá pertencer-lhe para sempre não mais apenas um escravo, porém algo muito melhor - um irmão amado, especialmente para mim. Agora ele significará muito mais para você também, porque é não somente um servo, mas também seu irmão em Cristo’.
1.5 – Fm. 18-20 ‘Se ele prejudicou você de alguma forma, ou lhe roubou algo, cobre isso de mim. Eu pagarei (eu, Paulo, garanto isto pessoalmente, escrevendo aqui do meu próprio punho), mas não mencionarei quanto você me deve! Porque na verdade, você me deve até a própria alma! Sim, querido irmão, dê-me alegria com esse ato de amor, e o meu coração cansado louvará ao Senhor’.
2. O Evangelho é um modo de vida tal que as diferenças são niveladas na base do amor de Deus manifestado por em Cristo Jesus e esse mesmo amor é derramado no coração de cada cristão pelo Espírito Santo.
b – A Igreja em todos os tempos é família de Deus.
1. Não podemos olhar para os cristãos do passado como sendo privilegiados e melhores que os de hoje, mas olhar para o potencial que Deus disponibiliza ao seu povo em qualquer lugar e em qualquer época.
2. O mesmo potencial de amor, perdão e congraçamento entre os membros que vemos nas páginas do Novo Testamento, devem estar presentes entre o povo de deus em qualquer época.
3. Ser herdeira do Reino não significa bens materiais, mas qualidade de uma vida transformada que já é realidade para cada convertido a Cristo.
3.1 – O Senhor Jesus ensina que o Reino está dentro de cada um dos súditos e não é algo externo e distante.
3.2 – Lc. 17.21 ‘Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós’.
4. O Reino de Deus é o governo de Deus na vida dos seus filhos através de sua Palavra e de seu Espírito Santo.
CONCLUSÃO: Onésimo, que era um escravo, foi promovido à posição de irmão e herdeiro do Reino juntamente com seu senhor Filemom.
Cada cristão possui esta nova posição em Cristo.
É hora de vivemos dentro desta realidade sem fronteiras que possam nos separar.
sábado, 30 de julho de 2011
A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR
Tt. 2.1-5
OBJETIVO: Por ocasião do ‘Dia dos Avós’ ensinar que o idoso cristão é um grande exemplo de fé para as gerações que o sucedem.
INTRODUÇÃO: Há uma certa tendência de auto desvalorização na vida do idoso que, ao chegar nas décadas finais olha com certo ar de vazio para o seu significado e para o seu futuro.
Além de suas limitações, a própria família e a sociedade também impõe obstáculos ao idoso.
CONTEXTO: O apóstolo Paulo escreve as Cartas Pastorais no intuito de orientar os jovens pastores para o bom cuidado da Igreja. A carta ao Rev. Tito é curta, contudo eivada de ensinos práticos para a vida do rebanho. Depois de orientar sobre a vida e qualidades pessoais do pastor, o apóstolo orienta sobre os membros da referida Igreja. Neste texto o ensino se volta para as diversas classes de pessoas que compunham o rebanho da Igreja.
TRANSIÇÃO: Como são vistos os idosos em nosso meio? Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR.
I – A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR É DE GRANDE UTILIDADE NA FAMÍLIA.
a – Destaques de virtudes relacionais na vivência da família.
1. O apóstolo Paulo destaca tanto nos atributivos aos homens como às mulheres que os mais velhos tem alto poder de influência no meio familiar.
2. Acerca dos homens idosos, o apóstolo indica alguns qualificativos com os quais seriam influentes no meio da família:
2.1 – ‘Temperantes’ – νηϕάλιους – Embora a raiz da palavra aponte para a moderação no uso do vinho, a palavra indica a pessoa que é moderada e têm equilíbrio em tudo o que faz ou fala.
2.2 – ‘Respeitáveis’ – σεμνούς – indica alguém de caráter nobre, respeitoso e digno.
2.3 – ‘Sensatos’ – σώϕρονας – apontando para uma pessoa que é prudente, refletido, auto-controlado.
2.4 – É tão salutar e de forte poder de influência os vovôs que ostentam esses qualificativos no meio da família, tornando-se exemplos dignos de serem imitados e honrados pelos filhos, netos e demais que os cercam.
3. Acerca das mulheres idosas Paulo também apresenta alguns atributivos com os quais a influência no meio da família é forte e transformadora.
3.1 – ‘Sérias’ – ίεροπρεπείς – indicando a maneira própria de sacerdotisas, em santidade e reverência.
3.2 – ‘não caluniadoras’ μή διάβόλους – O termo aqui é usado ao próprio Satanás quando aponta-o como o acusador. Assim as idosas não devem ser caluniadoras ou acusadoras sobre os irmãos, antes devem ser incentivadoras da fé.
3.3 – ‘Mestras do bem’ – καλοδιδασκάλους – indicando que as idosas devem ser ensinadoras de coisas boas, em tudo, às mais novas. Pelo exemplo ou pela palavra as irmãs mais experientes têm muito a ensinar às mulheres mais novas, no sentido que Paulo coloca nos versos 4 e 5.
a) Tt. 2.4-5 ‘a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada’.
3.4 – O alvo do bom comportamento, exemplo e ensino das mulheres mais velhas em referência às mais novas é que o Evangelho seja reconhecido como digno e não difamado: ‘para que a palavra de Deus não seja difamada’.
II – A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR É DE GRANDE IMPACTO NA SOCIEDADE.
a – A vida do idoso na antiga sociedade pagã.
1. Nas sociedades antigas, com seus sistemas patriarcais, a idade avançada era considerada uma coroa de glória.
1.1 – Pr. 20.29 ‘O ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs’.
1.2 – Pr. 16.31 ‘Coroa de honra são as cãs, quando se acham no caminho da justiça’.
1.3 – Esperava-se dos idosos que fossem sábios e líderes naturais dos mais jovens.
2. Mas, mesmo que valores como honradez, reconhecimento e dignidade fossem semeados e esperados nas antigas culturas, sabe-se que na maioria dos casos grande parte dos idosos chegava ao fim de forma desoladora e sub-humana.
2.1 – ‘Na idade das trevas em Roma, os idosos eram mortos, pois, eram considerados inúteis para o trabalho e um peso para a família e sociedade’.
2.2 – ‘Para os gregos, a velhice, de um modo geral, era tratada com desdém, muito desconsiderada e até motivo de pavor, principalmente pela perda dos prazeres obtidos através dos sentidos, já que veneravam o corpo jovem e perfeito’.
3. Era comum nos dias antigos o idoso ser maltratado e abandonado pela família e sociedade, e em decorrência disso se tornar escravo de algum ou diversos vícios.
4. Ainda hoje o abandono e a solidão é uma grande ameaça para o idoso.
5.1 – É preciso que seja acolhido e valorizado.
5.2 – É preciso reconhecer o valor de sua presença.
5.3 – É preciso valorizar seu testemunho de vida.
5.4 – É preciso valorizar o que viveu pela família.
b – O poder transformador do Evangelho na sociedade pagã.
1. O apóstolo Paulo via o valor do Evangelho transformando a sociedade pagã de seus dias alterando comportamentos e mesmo as estruturas familiares e sociais.
2. Há muitos testemunhos registrados pela história dentre os próprios pagãos acerca do valor do Evangelho quanto ao cuidado que o cristianismo semeou acerca dos idosos, dos pobres e dos órfãos.
3. As Escrituras nos ensinam a honrar nossos idosos reconhecendo neles sabedoria e testemunhos acumulados sendo ainda de grande valor para a Igreja e família.
III – A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR É DE GRANDE PODER ESPIRITUAL.
a – Idosos no caminho da fé deixam rastros.
1. Cada cristão, por onde quer que passe deixa suas marcas numa vida de testemunho. Os idosos têm um rastro mais longo.
2. O apóstolo Paulo orienta o jovem pastor Tito a instruírem os idosos a viverem de tal forma que ‘a palavra de Deus não seja difamada’ (Tt. 2.5).
b – O poder espiritual do idoso.
1. Os idosos produzem frutos mesmo quando lhes faltarem as forças físicas e seus corpos já estiverem limitados pelo tempo:
1.1 – Sl. 92.12-15 (NVI) ‘Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como o cedro do Líbano; plantados na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Mesmo na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes, para proclamar que o Senhor é justo. Ele é a minha Rocha; nele não há injustiça’.
2. Muitos são os exemplos de idosos no serviço ao Reino.
2.1 – Simeão e Ana – Idosos e firmes na esperança do Messias.
2.2 – João, o discípulo, morreu aos 94 anos.
2.3 – Paulo, o velho, é decapitado.
2.4 – Pedro, mesmo sem informação exata da idade, morre acima dos 70 anos, crucificado de cabeça para baixo.
2.5 – William Carey, o ‘Pai das Missões Modernas’ morreu com 73 anos, respeitado por todo o mundo, como o pai de um grande movimento missionário.
2.6 – Hudson Taylos, aos 73 anos fez a sua última viagem à China. Na cidade de Changsa, deitou-se numa tarde de 1905 para descansar, e deste sono acordou nas mansões celestiais.
2.7 – Robert Moffat, morreu aos 80 anos depois de servir a África por mais de 50 anos como missionário.
2.8 – John Paton deu sua vida pela evangelização nas Ilhas Hébridas, no pacífico e morreu aos 83 anos.
3. O idoso precisa se reconhecer e se valorizar como parte importante na vida da Igreja, podendo ainda produzir frutos através de seu testemunho, trabalho e intercessão.
4. Os mais novos precisam valorizar os idosos aproximando-se deles numa amizade e companheirismo verdadeiros nesta etapa mais difícil de suas vidas.
CONCLUSÃO: Jovens e adolescentes! Honrem o idoso.
Idosos, se valorizem e se coloquem sempre a serviço do Reino, mesmo que apenas intercedendo diariamente, grande será o seu valor.
OBJETIVO: Por ocasião do ‘Dia dos Avós’ ensinar que o idoso cristão é um grande exemplo de fé para as gerações que o sucedem.
INTRODUÇÃO: Há uma certa tendência de auto desvalorização na vida do idoso que, ao chegar nas décadas finais olha com certo ar de vazio para o seu significado e para o seu futuro.
Além de suas limitações, a própria família e a sociedade também impõe obstáculos ao idoso.
CONTEXTO: O apóstolo Paulo escreve as Cartas Pastorais no intuito de orientar os jovens pastores para o bom cuidado da Igreja. A carta ao Rev. Tito é curta, contudo eivada de ensinos práticos para a vida do rebanho. Depois de orientar sobre a vida e qualidades pessoais do pastor, o apóstolo orienta sobre os membros da referida Igreja. Neste texto o ensino se volta para as diversas classes de pessoas que compunham o rebanho da Igreja.
TRANSIÇÃO: Como são vistos os idosos em nosso meio? Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR.
I – A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR É DE GRANDE UTILIDADE NA FAMÍLIA.
a – Destaques de virtudes relacionais na vivência da família.
1. O apóstolo Paulo destaca tanto nos atributivos aos homens como às mulheres que os mais velhos tem alto poder de influência no meio familiar.
2. Acerca dos homens idosos, o apóstolo indica alguns qualificativos com os quais seriam influentes no meio da família:
2.1 – ‘Temperantes’ – νηϕάλιους – Embora a raiz da palavra aponte para a moderação no uso do vinho, a palavra indica a pessoa que é moderada e têm equilíbrio em tudo o que faz ou fala.
2.2 – ‘Respeitáveis’ – σεμνούς – indica alguém de caráter nobre, respeitoso e digno.
2.3 – ‘Sensatos’ – σώϕρονας – apontando para uma pessoa que é prudente, refletido, auto-controlado.
2.4 – É tão salutar e de forte poder de influência os vovôs que ostentam esses qualificativos no meio da família, tornando-se exemplos dignos de serem imitados e honrados pelos filhos, netos e demais que os cercam.
3. Acerca das mulheres idosas Paulo também apresenta alguns atributivos com os quais a influência no meio da família é forte e transformadora.
3.1 – ‘Sérias’ – ίεροπρεπείς – indicando a maneira própria de sacerdotisas, em santidade e reverência.
3.2 – ‘não caluniadoras’ μή διάβόλους – O termo aqui é usado ao próprio Satanás quando aponta-o como o acusador. Assim as idosas não devem ser caluniadoras ou acusadoras sobre os irmãos, antes devem ser incentivadoras da fé.
3.3 – ‘Mestras do bem’ – καλοδιδασκάλους – indicando que as idosas devem ser ensinadoras de coisas boas, em tudo, às mais novas. Pelo exemplo ou pela palavra as irmãs mais experientes têm muito a ensinar às mulheres mais novas, no sentido que Paulo coloca nos versos 4 e 5.
a) Tt. 2.4-5 ‘a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada’.
3.4 – O alvo do bom comportamento, exemplo e ensino das mulheres mais velhas em referência às mais novas é que o Evangelho seja reconhecido como digno e não difamado: ‘para que a palavra de Deus não seja difamada’.
II – A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR É DE GRANDE IMPACTO NA SOCIEDADE.
a – A vida do idoso na antiga sociedade pagã.
1. Nas sociedades antigas, com seus sistemas patriarcais, a idade avançada era considerada uma coroa de glória.
1.1 – Pr. 20.29 ‘O ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs’.
1.2 – Pr. 16.31 ‘Coroa de honra são as cãs, quando se acham no caminho da justiça’.
1.3 – Esperava-se dos idosos que fossem sábios e líderes naturais dos mais jovens.
2. Mas, mesmo que valores como honradez, reconhecimento e dignidade fossem semeados e esperados nas antigas culturas, sabe-se que na maioria dos casos grande parte dos idosos chegava ao fim de forma desoladora e sub-humana.
2.1 – ‘Na idade das trevas em Roma, os idosos eram mortos, pois, eram considerados inúteis para o trabalho e um peso para a família e sociedade’.
2.2 – ‘Para os gregos, a velhice, de um modo geral, era tratada com desdém, muito desconsiderada e até motivo de pavor, principalmente pela perda dos prazeres obtidos através dos sentidos, já que veneravam o corpo jovem e perfeito’.
3. Era comum nos dias antigos o idoso ser maltratado e abandonado pela família e sociedade, e em decorrência disso se tornar escravo de algum ou diversos vícios.
4. Ainda hoje o abandono e a solidão é uma grande ameaça para o idoso.
5.1 – É preciso que seja acolhido e valorizado.
5.2 – É preciso reconhecer o valor de sua presença.
5.3 – É preciso valorizar seu testemunho de vida.
5.4 – É preciso valorizar o que viveu pela família.
b – O poder transformador do Evangelho na sociedade pagã.
1. O apóstolo Paulo via o valor do Evangelho transformando a sociedade pagã de seus dias alterando comportamentos e mesmo as estruturas familiares e sociais.
2. Há muitos testemunhos registrados pela história dentre os próprios pagãos acerca do valor do Evangelho quanto ao cuidado que o cristianismo semeou acerca dos idosos, dos pobres e dos órfãos.
3. As Escrituras nos ensinam a honrar nossos idosos reconhecendo neles sabedoria e testemunhos acumulados sendo ainda de grande valor para a Igreja e família.
III – A CONDUTA DO IDOSO QUE TEME AO SENHOR É DE GRANDE PODER ESPIRITUAL.
a – Idosos no caminho da fé deixam rastros.
1. Cada cristão, por onde quer que passe deixa suas marcas numa vida de testemunho. Os idosos têm um rastro mais longo.
2. O apóstolo Paulo orienta o jovem pastor Tito a instruírem os idosos a viverem de tal forma que ‘a palavra de Deus não seja difamada’ (Tt. 2.5).
b – O poder espiritual do idoso.
1. Os idosos produzem frutos mesmo quando lhes faltarem as forças físicas e seus corpos já estiverem limitados pelo tempo:
1.1 – Sl. 92.12-15 (NVI) ‘Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como o cedro do Líbano; plantados na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Mesmo na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes, para proclamar que o Senhor é justo. Ele é a minha Rocha; nele não há injustiça’.
2. Muitos são os exemplos de idosos no serviço ao Reino.
2.1 – Simeão e Ana – Idosos e firmes na esperança do Messias.
2.2 – João, o discípulo, morreu aos 94 anos.
2.3 – Paulo, o velho, é decapitado.
2.4 – Pedro, mesmo sem informação exata da idade, morre acima dos 70 anos, crucificado de cabeça para baixo.
2.5 – William Carey, o ‘Pai das Missões Modernas’ morreu com 73 anos, respeitado por todo o mundo, como o pai de um grande movimento missionário.
2.6 – Hudson Taylos, aos 73 anos fez a sua última viagem à China. Na cidade de Changsa, deitou-se numa tarde de 1905 para descansar, e deste sono acordou nas mansões celestiais.
2.7 – Robert Moffat, morreu aos 80 anos depois de servir a África por mais de 50 anos como missionário.
2.8 – John Paton deu sua vida pela evangelização nas Ilhas Hébridas, no pacífico e morreu aos 83 anos.
3. O idoso precisa se reconhecer e se valorizar como parte importante na vida da Igreja, podendo ainda produzir frutos através de seu testemunho, trabalho e intercessão.
4. Os mais novos precisam valorizar os idosos aproximando-se deles numa amizade e companheirismo verdadeiros nesta etapa mais difícil de suas vidas.
CONCLUSÃO: Jovens e adolescentes! Honrem o idoso.
Idosos, se valorizem e se coloquem sempre a serviço do Reino, mesmo que apenas intercedendo diariamente, grande será o seu valor.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
SEGUIR A JESUS É UM DISTINTIVO DO DISCÍPULO
Mc. 1.17
OBJETIVO: Ensinar que os verdadeiros discípulos são imitadores de Cristo na proclamação e na prática.
INTRODUÇÃO: Você sabia que:
a) O quarto domingo de Julho é o Dia do Adolescente Presbiteriano em nosso Calendário?
b) A palavra ‘adolescência’ tem sua origem etimológica no Latim ‘ad’ (‘para’) + ‘olescere’ (‘crescer’); portanto ‘adolescência’ significaria ‘crescer para’.
c) Este termo foi introduzido na literatura científica em 1904, pelo psicólogo e educador norte-americano F. Stanley Hall (1846-1924) para designar o período de desenvolvimento entre a infância e a idade adulta?
d) A ONU define juventude como a fase entre 15 e 24 anos de idade?
e) A OMS define adolescente como o indivíduo que se encontra entre os dez e vinte anos de idade?
f) O ECA estabelece ainda a faixa etária que vai dos 12 aos 18 anos?
g) Que a IPB classifica os adolescentes na faixa etária entre 12 e 17 anos?
CONTEXTO: O texto está inserido no lançamento do Ministério de Jesus, onde chama pessoas para serem seus discípulos.
TRANSIÇÃO: Vamos refletir nesta oportunidade sobre SEGUIR A JESUS É UM DISTINTIVO DO DISCÍPULO.
I – SEGUIR A JESUS IMPLICA EM OUVIR O CHAMADO.
a – Como discernir o chamado de Jesus.
1. Existe no estudo da teologia o ‘chamado externo ou vocação geral’ e o ‘chamado interno ou vocação especial’.
1.1 – O ‘chamado externo ou vocação geral’ é o chamado que é feito a todos através da pregação do Evangelho de Cristo, de todas as maneiras em todos os lugares.
a) Mt. 22.14 ‘Muitos serão chamados’.
b) Muitos ouvirão o Evangelho.
1.2 – O ‘chamado interno ou vocação especial’ é aquela operação do Espírito Santo em falar particular e pessoalmente no coração do pecador, convencendo-o acerca da salvação.
a) Mt. 22.14 ‘Poucos serão escolhidos’.
b) Poucos responderão SIM ao Evangelho.
2. Adolescentes são seguidores e fazem seguidores:
2.1 – Heróis (na fantasia ou na realidade).
2.2 – Redes de comunicação (Twitter, Face Book, Buz, Orkut...).
a) Quantas pessoas ou comunidades você segue?
b) Quantos seguem você?
3. Adolescentes são chamados por Jesus.
2.1 – Nas Escrituras:
a) Davi, atitude de fé vitoriosa ainda jovem.
b) Josias, o menino que foi rei aos oito anos.
c) Ezequias, reformador aos 16 anos.
d) A anônima serva de Naamã.
e) O anônimo menino da multiplicação dos pães.
f) Rode, a criada da casa de João Marcos.
g) Timóteo, jovem missionário com Paulo.
• Estes ouviram o chamado!
2.2 – Você já ouviu o chamado de Jesus?
a) Não basta proceder de uma família cristã.
b) Não basta apenas ouvir a pregações na Igreja.
c) Sl. 95.7b-8a (ARA) ‘Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o coração’.
d) At. 17.30 ‘Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam’.
e) A resposta ao chamado é pessoal e decisiva.
II – SEGUIR A JESUS IMPLICA EM AUTO-RENÚNCIA.
a – Auto-renúncia é negar a si mesmo.
1. O Senhor Jesus deixa claro que não se pode servir a dois senhores, e isto em qualquer área da vida.
1.1 – Não se pode servir ao Senhor e ao dinheiro.
1.2 – Não se pode servir ao Senhor e ao mundo.
1.3 – Não se pode servir ao Senhor e a si mesmo.
2. Sobre nosso coração só pode existir um senhor: ou o ‘eu’ ou o Senhor Jesus.
a) Quem está no trono de seu coração?
b) Quem está no trono de seu coração é senhor sobre ele.
c) Lc. 9.23 ‘Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me’.
d) O convite de Jesus é: ‘Vinde após mim’ (Mc. 1.17).
3. Não é fácil assumir a atitude da auto-negação. Nosso pior inimigo não está do lado de fora, mas do lado de dentro: nosso ‘eu’.
4. Quem não abre mão de si mesmo no caminho do Evangelho, pode até mesmo ser um bom religioso, mas jamais será um bom seguidor de Jesus.
b – Auto-renúncia é tomar a cruz.
1. A cruz é símbolo da pior qualidade de morte que o ser humano já inventou, pois produz dores terríveis, lancinantes e constantes, e mata o réu lentamente, podendo o suplício chegar até 40 horas.
2. Quando o Senhor Diz que é preciso tomar a cruz quis enfatizar que o eu não morre num único ato.
2.1 – A morte na cruz pode ser muito lenta, mas a cruz tem um objetivo: tem a intenção de trazer o ‘eu’ à morte.
2.2 – Isto significa que tomar a cruz não é uma atitude única, mas uma atitude diária na vida do discípulo.
a) Lc. 9.23 ‘Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me’.
3. ‘Cada vez que a sua vontade cruza com a vontade de Deus e você escolhe a vontade de Deus contra a sua vontade, isto é tomar a cruz’ (Luiz Palau).
III – SEGUIR A JESUS IMPLICA EM CONSAGRAÇÃO.
a – O universo conspira contra o seguir a Jesus.
1. Não é tão simples seguir a Jesus: é lutar contra si mesmo.
2. Não é apenas o seu coração que se opõe a seguir a Jesus na prática, porque o mal é sistêmico, isto é, está instalado em todo o sistema da estrutura e comportamento de nossa sociedade.
3. Todo o sistema da vida humana está afetado pelo pecado:
3.1 – I Jo. 5.19 (NVI) ‘O mundo inteiro jaz no Maligno’.
3.2 – Ef. 2.1-3 (NVI) ‘Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver, quando seguiam a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência. Anteriormente, todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros, éramos por natureza merecedores da ira’.
4. Esta não é uma teoria tipo ‘Teoria da Conspiração’, mas uma realidade inegável.
b – Só um coração consagrado poderá seguir a Jesus.
1. Consagração é a atitude de entrega pessoal da vida aos pés do Senhor a cada dia num desejo santo de lhe ser agradável e desfrutar de sua presença pessoal e santidade.
2. Ilustração: ‘O Dr. Graham Scroggie, de Edimburgo, estava certa vez falando sobre servir unicamente a Cristo, e no fim do culto, uma jovem crente que tinha sido grandemente despertada, aproximou-se dele.
– E Porque você não se entrega – perguntou o pastor.
– Tenho medo de duas coisas se o fizer – disse a jovem.
– Quais são elas? – perguntou o ministro.
– Eu toco piano em salão de concerto e temo ter que abandonar – explicou a moça.
– E a outra?
– Eu tenho medo de que Deus me mande para a China como missionária.
O Dr. Scroggie abriu a Bíblia em At. 10.14 – onde Pedro diz ao Senhor: “De modo nenhum, Senhor!” – e explicou à moça que um servo nunca dita. Dizer – “De modo nenhum” e ainda acrescentar a palavra “Senhor” é impossível.
– Agora – disse Scroggie – quero que risque a expressão “De modo nenhum” e deixe a palavra “Senhor” ou risque a palavra “Senhor” e deixe a expressão “De modo nenhum”. Deu-lhe um lápis e se afastou em silêncio.
Mais tarde voltou e encontrou a moça com o rosto banhado em lágrimas e balbuciando a palavra “Senhor”, enquanto a expressão “De modo nenhum” estava toda riscada’ .
CONCLUSÃO: Você é um seguidor de Jesus?
Você segue a Jesus tão de perto como segue seus amigos?
Como você segue a Jesus?
Você já levou pessoas a seguir outros nas redes de comunicação?
Você já levou outras pessoas a seguir a Jesus?
OBJETIVO: Ensinar que os verdadeiros discípulos são imitadores de Cristo na proclamação e na prática.
INTRODUÇÃO: Você sabia que:
a) O quarto domingo de Julho é o Dia do Adolescente Presbiteriano em nosso Calendário?
b) A palavra ‘adolescência’ tem sua origem etimológica no Latim ‘ad’ (‘para’) + ‘olescere’ (‘crescer’); portanto ‘adolescência’ significaria ‘crescer para’.
c) Este termo foi introduzido na literatura científica em 1904, pelo psicólogo e educador norte-americano F. Stanley Hall (1846-1924) para designar o período de desenvolvimento entre a infância e a idade adulta?
d) A ONU define juventude como a fase entre 15 e 24 anos de idade?
e) A OMS define adolescente como o indivíduo que se encontra entre os dez e vinte anos de idade?
f) O ECA estabelece ainda a faixa etária que vai dos 12 aos 18 anos?
g) Que a IPB classifica os adolescentes na faixa etária entre 12 e 17 anos?
CONTEXTO: O texto está inserido no lançamento do Ministério de Jesus, onde chama pessoas para serem seus discípulos.
TRANSIÇÃO: Vamos refletir nesta oportunidade sobre SEGUIR A JESUS É UM DISTINTIVO DO DISCÍPULO.
I – SEGUIR A JESUS IMPLICA EM OUVIR O CHAMADO.
a – Como discernir o chamado de Jesus.
1. Existe no estudo da teologia o ‘chamado externo ou vocação geral’ e o ‘chamado interno ou vocação especial’.
1.1 – O ‘chamado externo ou vocação geral’ é o chamado que é feito a todos através da pregação do Evangelho de Cristo, de todas as maneiras em todos os lugares.
a) Mt. 22.14 ‘Muitos serão chamados’.
b) Muitos ouvirão o Evangelho.
1.2 – O ‘chamado interno ou vocação especial’ é aquela operação do Espírito Santo em falar particular e pessoalmente no coração do pecador, convencendo-o acerca da salvação.
a) Mt. 22.14 ‘Poucos serão escolhidos’.
b) Poucos responderão SIM ao Evangelho.
2. Adolescentes são seguidores e fazem seguidores:
2.1 – Heróis (na fantasia ou na realidade).
2.2 – Redes de comunicação (Twitter, Face Book, Buz, Orkut...).
a) Quantas pessoas ou comunidades você segue?
b) Quantos seguem você?
3. Adolescentes são chamados por Jesus.
2.1 – Nas Escrituras:
a) Davi, atitude de fé vitoriosa ainda jovem.
b) Josias, o menino que foi rei aos oito anos.
c) Ezequias, reformador aos 16 anos.
d) A anônima serva de Naamã.
e) O anônimo menino da multiplicação dos pães.
f) Rode, a criada da casa de João Marcos.
g) Timóteo, jovem missionário com Paulo.
• Estes ouviram o chamado!
2.2 – Você já ouviu o chamado de Jesus?
a) Não basta proceder de uma família cristã.
b) Não basta apenas ouvir a pregações na Igreja.
c) Sl. 95.7b-8a (ARA) ‘Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o coração’.
d) At. 17.30 ‘Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam’.
e) A resposta ao chamado é pessoal e decisiva.
II – SEGUIR A JESUS IMPLICA EM AUTO-RENÚNCIA.
a – Auto-renúncia é negar a si mesmo.
1. O Senhor Jesus deixa claro que não se pode servir a dois senhores, e isto em qualquer área da vida.
1.1 – Não se pode servir ao Senhor e ao dinheiro.
1.2 – Não se pode servir ao Senhor e ao mundo.
1.3 – Não se pode servir ao Senhor e a si mesmo.
2. Sobre nosso coração só pode existir um senhor: ou o ‘eu’ ou o Senhor Jesus.
a) Quem está no trono de seu coração?
b) Quem está no trono de seu coração é senhor sobre ele.
c) Lc. 9.23 ‘Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me’.
d) O convite de Jesus é: ‘Vinde após mim’ (Mc. 1.17).
3. Não é fácil assumir a atitude da auto-negação. Nosso pior inimigo não está do lado de fora, mas do lado de dentro: nosso ‘eu’.
4. Quem não abre mão de si mesmo no caminho do Evangelho, pode até mesmo ser um bom religioso, mas jamais será um bom seguidor de Jesus.
b – Auto-renúncia é tomar a cruz.
1. A cruz é símbolo da pior qualidade de morte que o ser humano já inventou, pois produz dores terríveis, lancinantes e constantes, e mata o réu lentamente, podendo o suplício chegar até 40 horas.
2. Quando o Senhor Diz que é preciso tomar a cruz quis enfatizar que o eu não morre num único ato.
2.1 – A morte na cruz pode ser muito lenta, mas a cruz tem um objetivo: tem a intenção de trazer o ‘eu’ à morte.
2.2 – Isto significa que tomar a cruz não é uma atitude única, mas uma atitude diária na vida do discípulo.
a) Lc. 9.23 ‘Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me’.
3. ‘Cada vez que a sua vontade cruza com a vontade de Deus e você escolhe a vontade de Deus contra a sua vontade, isto é tomar a cruz’ (Luiz Palau).
III – SEGUIR A JESUS IMPLICA EM CONSAGRAÇÃO.
a – O universo conspira contra o seguir a Jesus.
1. Não é tão simples seguir a Jesus: é lutar contra si mesmo.
2. Não é apenas o seu coração que se opõe a seguir a Jesus na prática, porque o mal é sistêmico, isto é, está instalado em todo o sistema da estrutura e comportamento de nossa sociedade.
3. Todo o sistema da vida humana está afetado pelo pecado:
3.1 – I Jo. 5.19 (NVI) ‘O mundo inteiro jaz no Maligno’.
3.2 – Ef. 2.1-3 (NVI) ‘Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver, quando seguiam a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência. Anteriormente, todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros, éramos por natureza merecedores da ira’.
4. Esta não é uma teoria tipo ‘Teoria da Conspiração’, mas uma realidade inegável.
b – Só um coração consagrado poderá seguir a Jesus.
1. Consagração é a atitude de entrega pessoal da vida aos pés do Senhor a cada dia num desejo santo de lhe ser agradável e desfrutar de sua presença pessoal e santidade.
2. Ilustração: ‘O Dr. Graham Scroggie, de Edimburgo, estava certa vez falando sobre servir unicamente a Cristo, e no fim do culto, uma jovem crente que tinha sido grandemente despertada, aproximou-se dele.
– E Porque você não se entrega – perguntou o pastor.
– Tenho medo de duas coisas se o fizer – disse a jovem.
– Quais são elas? – perguntou o ministro.
– Eu toco piano em salão de concerto e temo ter que abandonar – explicou a moça.
– E a outra?
– Eu tenho medo de que Deus me mande para a China como missionária.
O Dr. Scroggie abriu a Bíblia em At. 10.14 – onde Pedro diz ao Senhor: “De modo nenhum, Senhor!” – e explicou à moça que um servo nunca dita. Dizer – “De modo nenhum” e ainda acrescentar a palavra “Senhor” é impossível.
– Agora – disse Scroggie – quero que risque a expressão “De modo nenhum” e deixe a palavra “Senhor” ou risque a palavra “Senhor” e deixe a expressão “De modo nenhum”. Deu-lhe um lápis e se afastou em silêncio.
Mais tarde voltou e encontrou a moça com o rosto banhado em lágrimas e balbuciando a palavra “Senhor”, enquanto a expressão “De modo nenhum” estava toda riscada’ .
CONCLUSÃO: Você é um seguidor de Jesus?
Você segue a Jesus tão de perto como segue seus amigos?
Como você segue a Jesus?
Você já levou pessoas a seguir outros nas redes de comunicação?
Você já levou outras pessoas a seguir a Jesus?
domingo, 17 de julho de 2011
OBEDIÊNCIA É UM DISTINTIVO DOS DISCÍPULOS
Pr. 3.1-8
OBJETIVO: Ensinar que os discípulos pagam o preço e desfrutam das bênçãos da obediência para com os princípios e valores do Reino.
INTRODUÇÃO: Para que serve um distintivo?
CONTEXTO: O livro de Provérbios foi escrito em cerca de 950-900 a.C e é apresentado como sendo de autoria de Salomão, embora os capítulos 30 e 31 são atribuídos à Agur e Lemuel respectivamente . Em I Re. 4:32 tem-se a informação de que Salomão fez 3000 provérbios e 1005 cânticos. O livro de Provérbios contém apenas 915 destes 3000 . ‘O propósito do escritor aqui é traçar o contraste mais nítido entre as consequências de buscar e encontrar a sabedoria e as de seguir uma vida de insensatez’ (Ewerton B. Tokashiki, Ministro presbiteriano e professor no Seminário Presbiteriano Brasil Central/JiParaná e na Faculdade Metodista de Porto Velho).
TRANSIÇÃO: O que te identifica como um cristão verdadeiro? Quero trabalhar esse texto numa perspectiva cristã sob o tema: OBEDIÊNCIA É UM DISTINTIVO DOS DISCÍPULOS.
I – OS DISCÍPULOS SÃO CHAMADOS À OBEDIÊNCIA.
a – A obediência é uma virtude adquirida e exercitável.
1. Ninguém aprende a obediência instintivamente, antes precisa aprender e exercitar como uma disciplina para a mente, para a alma e para o corpo.
2. A obediência nasce de um condicionamento mental e lógico e amadurece na compreensão racional e moral dos preceitos que a rege.
3. Ilustração: ‘Crianças que não podem ver objetos de enfeites em lugares acessíveis que mexem e desarranjam tudo enquanto outras não fazem o mesmo. Onde está a diferença? Pais que ensinaram e pais que não construíram sua autoridade na vida dos filhos nas pequenas coisas’.
b – A obediência é o termômetro da verdadeira espiritualidade.
1. O chamado à obediência é constante nas páginas das Escrituras.
1.1 – Pr. 3.1 (ARA) ‘Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos, e o teu coração guarde os meus mandamentos’.
2. O relacionamento do cristão com Deus não se verifica em certo condicionamento da mente, acumulando aprendizados teóricos, mas sim na observância de sua Palavra.
3. Assim, a espiritualidade verdadeira se verifica na medida da obediência aos princípios de Deus e não na aparente religiosidade.
3.1 – Jo. 14.21 (ARA) ‘Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele’.
4. Cada discípulo é chamado a apresentar o distintivo e as credenciais de cristão através da vivência na obediência.
II – OS DISCÍPULOS ASSUMEM O PREÇO DA OBEDIÊNCIA.
a – Encha-se dos princípios de Deus.
1. É impossível obedecer aquilo que não se conhece.
1.1 – Ilustração: Imagine alguém dirigindo um carro em estrada perigosa sem saber interpretar as placas de trânsito. O que provavelmente aconteceria?
2. Para obedecer a Deus é preciso se encher de sua Palavra.
2.1 – Pr. 3.3 (ARA) ‘... ata-as ao teu pescoço, escreve-as na tábua de seu coração’.
2.2 – Cl. 3.15 (ARA) ‘Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria...’.
3. O primeiro preço a ser assumido para uma vida de obediência é encher-se da Palavra de Deus.
b – Obediência a Deus implica em negar a si próprio.
1. Três posturas para a obediência.
1.1 – Confia no Senhor.
a) Pr. 3.5 (ARA) ‘Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento’.
b) O estribo é o suporte onde o cavaleiro se apoia para cavalgar.
c) Não se apoie em si mesmo.
d) Não confie em si mesmo.
1.2 – Reconhece o Senhor em seus caminhos.
a) Pr. 3. 6 ‘Reconhece-o em todos os seus caminhos e Ele endireitará as suas veredas’.
b) Deus sempre sinalizará sua presença no caminho de seus discípulos.
c) Mt. 28.20 (ARA) ‘E eis que estou convosco todos os dias...’.
d) Através do Espírito Santo a presença de Deus é percebida na vida do discípulo orientando-o em seus caminhos.
1.3 – Teme ao Senhor.
a) Pr. 3.7 ‘Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal’.
b) ‘Temer a Deus é levar Deus a sério’ (Jaime Kemp).
2. O discípulo é reconhecido pela constante luta no caminho da obediência, e mesmo caindo, volta-se para Deus buscando o perdão e novo recomeço com o Senhor.
III – OS DISCÍPULOS COLHEM OS RESULTADOS DA OBEDIÊNCIA.
a – Os resultados da obediência são inevitáveis.
1. É impossível enumerar os frutos da obediência na vida de uma pessoa que teme ao Senhor.
2. As Escrituras são fartas em apontar os benefícios da obediência na vida dos discípulos de Cristo.
b – Alguns resultados da obediência alistados pelo poeta sacro.
1. Pr. 3.2 ‘Eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz’.
1.1 – Certamente o ‘aumentar os dias’ e o ‘acrescentar dos anos de vida’ proposto pelo salmista implica não em longevidade, uma vez que todos os nossos dias estão determinados pelo Soberano, mas em qualidade desses dias e anos vividos pelo discípulo.
1.2 – Não se pode apegar à letra do termo, pois pessoas consagradas e obedientes tiveram suas vidas ceifadas ainda muito jovens.
1.3 – Ilustração: Philip James Elliot, mais conhecido por Jim Elliot (08 de outubro de 1927 - 08 de janeiro de 1956) foi um missionário para o Equador que, junto com outros quatro, foi morto durante a tentativa de evangelizar os nativos através da conhecida Operação Auca.
2. Pr. 3.4 ‘e acharás graça e boa compreensão diante de Deus e dos homens’.
2.1 – Dentro de um quadro de normalidade o discípulo é sempre reconhecido pelos homens como alguém digno.
2.2 – O servo obediente sempre encontrará o favor e cuidado do Senhor, experimentando bênçãos incontáveis em sua vida.
3. Pr. 3.6 ‘Ele endireitará as tuas veredas’.
3.1 – A obediência garante ao discípulo a intervenção do Senhor em seus caminhos endireitando-os conforme os seus propósitos.
3.2 – O discípulo experimenta as constantes ações de Deus prosperando sua vida nos caminhos do bem.
4. Pr. 3.8 ‘Será isto saúde para o teu corpo e refrigério para os teus ossos’.
4.1 – Andar em obediência aos princípios de Deus, via de regra, possibilita melhor saúde física e mental ao discípulo.
CONCLUSÃO: Somos chamados a uma vida de obediência ao Senhor.
Se você só pode obedecer a princípios que você conhece, como discípulo de Cristo, que nota você dá a sua alimentação e conhecimento bíblico?
Como discípulo de Cristo, que nota você dá ao exercício de sua obediência à Palavra de Deus?
OBJETIVO: Ensinar que os discípulos pagam o preço e desfrutam das bênçãos da obediência para com os princípios e valores do Reino.
INTRODUÇÃO: Para que serve um distintivo?
CONTEXTO: O livro de Provérbios foi escrito em cerca de 950-900 a.C e é apresentado como sendo de autoria de Salomão, embora os capítulos 30 e 31 são atribuídos à Agur e Lemuel respectivamente . Em I Re. 4:32 tem-se a informação de que Salomão fez 3000 provérbios e 1005 cânticos. O livro de Provérbios contém apenas 915 destes 3000 . ‘O propósito do escritor aqui é traçar o contraste mais nítido entre as consequências de buscar e encontrar a sabedoria e as de seguir uma vida de insensatez’ (Ewerton B. Tokashiki, Ministro presbiteriano e professor no Seminário Presbiteriano Brasil Central/JiParaná e na Faculdade Metodista de Porto Velho).
TRANSIÇÃO: O que te identifica como um cristão verdadeiro? Quero trabalhar esse texto numa perspectiva cristã sob o tema: OBEDIÊNCIA É UM DISTINTIVO DOS DISCÍPULOS.
I – OS DISCÍPULOS SÃO CHAMADOS À OBEDIÊNCIA.
a – A obediência é uma virtude adquirida e exercitável.
1. Ninguém aprende a obediência instintivamente, antes precisa aprender e exercitar como uma disciplina para a mente, para a alma e para o corpo.
2. A obediência nasce de um condicionamento mental e lógico e amadurece na compreensão racional e moral dos preceitos que a rege.
3. Ilustração: ‘Crianças que não podem ver objetos de enfeites em lugares acessíveis que mexem e desarranjam tudo enquanto outras não fazem o mesmo. Onde está a diferença? Pais que ensinaram e pais que não construíram sua autoridade na vida dos filhos nas pequenas coisas’.
b – A obediência é o termômetro da verdadeira espiritualidade.
1. O chamado à obediência é constante nas páginas das Escrituras.
1.1 – Pr. 3.1 (ARA) ‘Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos, e o teu coração guarde os meus mandamentos’.
2. O relacionamento do cristão com Deus não se verifica em certo condicionamento da mente, acumulando aprendizados teóricos, mas sim na observância de sua Palavra.
3. Assim, a espiritualidade verdadeira se verifica na medida da obediência aos princípios de Deus e não na aparente religiosidade.
3.1 – Jo. 14.21 (ARA) ‘Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele’.
4. Cada discípulo é chamado a apresentar o distintivo e as credenciais de cristão através da vivência na obediência.
II – OS DISCÍPULOS ASSUMEM O PREÇO DA OBEDIÊNCIA.
a – Encha-se dos princípios de Deus.
1. É impossível obedecer aquilo que não se conhece.
1.1 – Ilustração: Imagine alguém dirigindo um carro em estrada perigosa sem saber interpretar as placas de trânsito. O que provavelmente aconteceria?
2. Para obedecer a Deus é preciso se encher de sua Palavra.
2.1 – Pr. 3.3 (ARA) ‘... ata-as ao teu pescoço, escreve-as na tábua de seu coração’.
2.2 – Cl. 3.15 (ARA) ‘Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria...’.
3. O primeiro preço a ser assumido para uma vida de obediência é encher-se da Palavra de Deus.
b – Obediência a Deus implica em negar a si próprio.
1. Três posturas para a obediência.
1.1 – Confia no Senhor.
a) Pr. 3.5 (ARA) ‘Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento’.
b) O estribo é o suporte onde o cavaleiro se apoia para cavalgar.
c) Não se apoie em si mesmo.
d) Não confie em si mesmo.
1.2 – Reconhece o Senhor em seus caminhos.
a) Pr. 3. 6 ‘Reconhece-o em todos os seus caminhos e Ele endireitará as suas veredas’.
b) Deus sempre sinalizará sua presença no caminho de seus discípulos.
c) Mt. 28.20 (ARA) ‘E eis que estou convosco todos os dias...’.
d) Através do Espírito Santo a presença de Deus é percebida na vida do discípulo orientando-o em seus caminhos.
1.3 – Teme ao Senhor.
a) Pr. 3.7 ‘Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal’.
b) ‘Temer a Deus é levar Deus a sério’ (Jaime Kemp).
2. O discípulo é reconhecido pela constante luta no caminho da obediência, e mesmo caindo, volta-se para Deus buscando o perdão e novo recomeço com o Senhor.
III – OS DISCÍPULOS COLHEM OS RESULTADOS DA OBEDIÊNCIA.
a – Os resultados da obediência são inevitáveis.
1. É impossível enumerar os frutos da obediência na vida de uma pessoa que teme ao Senhor.
2. As Escrituras são fartas em apontar os benefícios da obediência na vida dos discípulos de Cristo.
b – Alguns resultados da obediência alistados pelo poeta sacro.
1. Pr. 3.2 ‘Eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz’.
1.1 – Certamente o ‘aumentar os dias’ e o ‘acrescentar dos anos de vida’ proposto pelo salmista implica não em longevidade, uma vez que todos os nossos dias estão determinados pelo Soberano, mas em qualidade desses dias e anos vividos pelo discípulo.
1.2 – Não se pode apegar à letra do termo, pois pessoas consagradas e obedientes tiveram suas vidas ceifadas ainda muito jovens.
1.3 – Ilustração: Philip James Elliot, mais conhecido por Jim Elliot (08 de outubro de 1927 - 08 de janeiro de 1956) foi um missionário para o Equador que, junto com outros quatro, foi morto durante a tentativa de evangelizar os nativos através da conhecida Operação Auca.
2. Pr. 3.4 ‘e acharás graça e boa compreensão diante de Deus e dos homens’.
2.1 – Dentro de um quadro de normalidade o discípulo é sempre reconhecido pelos homens como alguém digno.
2.2 – O servo obediente sempre encontrará o favor e cuidado do Senhor, experimentando bênçãos incontáveis em sua vida.
3. Pr. 3.6 ‘Ele endireitará as tuas veredas’.
3.1 – A obediência garante ao discípulo a intervenção do Senhor em seus caminhos endireitando-os conforme os seus propósitos.
3.2 – O discípulo experimenta as constantes ações de Deus prosperando sua vida nos caminhos do bem.
4. Pr. 3.8 ‘Será isto saúde para o teu corpo e refrigério para os teus ossos’.
4.1 – Andar em obediência aos princípios de Deus, via de regra, possibilita melhor saúde física e mental ao discípulo.
CONCLUSÃO: Somos chamados a uma vida de obediência ao Senhor.
Se você só pode obedecer a princípios que você conhece, como discípulo de Cristo, que nota você dá a sua alimentação e conhecimento bíblico?
Como discípulo de Cristo, que nota você dá ao exercício de sua obediência à Palavra de Deus?
quinta-feira, 30 de junho de 2011
COMPROMISSO COM A EVANGELIZAÇÃO E DISCIPULADO DA PRÓXIMA GERAÇÃO
COMPROMISSO COM A EVANGELIZAÇÃO E DISCIPULADO DA PRÓXIMA GERAÇÃO
Sl. 78.1-8
OBJETIVO: Ensinar que somos os responsáveis para que a próxima geração seja evangelizada.
INTRODUÇÃO: Se você conheceu o Evangelho da graça salvadora em Cristo Jesus e hoje desfruta da segurança da salvação e das bênçãos da vida cristã, é um eterno devedor às gerações anteriores que anunciaram a Palavra de Deus.
TRANSIÇÃO: Qual será o futuro espiritual de nossos filhos e netos, no que depender de cada um de nós?
Qual será o futuro espiritual dos jovens e adolescentes de nossa Igreja se depender de cada um de nós?
Quero compartilhar nesta oportunidade sobre COMPROMISSO COM A EVANGELIZAÇÃO E DISCIPULADO DA PRÓXIMA GERAÇÃO.
I – RESPONSABILIDADE COM A PRÓXIMA GERAÇÃO.
a – A percepção de Asafe para com as gerações futuras.
1. Asafe, o salmista compositor desta poesia, era um dos responsáveis pelo ministério de Adoração do templo nos dias de Davi.
2. Com sua experiência na orquestração não só instrumental e musical do grande coral, que se compunha de 288 vozes, mas da orquestração da formação de novos músicos, cantores e compositores, Asafe sabia da importância de se formar as próximas gerações com os valores doutrinais da Palavra de Deus.
3. A composição deste salmo se volta para a proclamação dos feitos poderosos de Deus desde a saída do Egito até a entronização de Davi como rei de Israel.
4. Asafe declara na abertura de sua poesia a necessidade de se contar às gerações vindouras acerca de Deus para que estas o conheçam e o obedeçam.
4.1 – Sl. 78. 4 (ARA) ‘Não os esconderemos de nossos filhos...’.
b – A responsabilidade de nossa geração para com a próxima.
1. À semelhança de Asafe, cada geração tem responsabilidade de transmitir os valores de Deus para a próxima.
2. Daphne Kirk: ‘Quando nos mantemos calados, coisas permanecem escondidas da próxima geração’ .
3. Ilustração: ‘Os maoris, da Austrália, ainda é uma tribo que guarda sua tradição de forma oral. Separam tempo para contarem às crianças as histórias de eu povo. A sua herança estará a salvo enquanto eles se lembrarem de fazer isso’ .
4. Isso é o que devemos fazer também se queremos ver a próxima geração com o Evangelho transformador.
5. Asafe entende o poder da transmissão dos feitos de Deus à próxima geração para esta o sirva e também transmita às outras que viriam depois dela.
5.1 – Sl. 78.4 (ARA) ‘Contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez’.
6. Asafe entende e estende a nós no registro bíblico que não é uma opção, mas uma ordem. Não repassar o conhecimento e os valores de Deus às próximas gerações é desobediência a Deus.
6.1 – Sl. 78.5 (ARA) ‘Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos’.
II – A MISSÃO DE SE ALCANÇAR AS GERAÇÕES.
a – Nossa geração é devedora às gerações do passado e do futuro.
1. O apóstolo Paulo, ao escrever a carta aos Romanos afirma que se reconhecia devedor aos outros que estava à sua frente.
1.1 – Rm. 1.14 (ARA) ‘Pois sou devedor tanto a gregos quanto a bárbaros, tanto a sábios quanto à ignorantes’.
2. Recebemos o Evangelho da Graça de graça e temos o dever de transmiti-lo às próximas gerações, e para isto não basta apenas você crer, é preciso transmitir a fé aos que estão vindo.
3. O vazio e a ausência de valores tem produzido uma geração manipulada pelo poder corruptor do pecado.
4. Qual o caminho que nossos filhos estarão seguindo nos anos por vir se não os conduzirmos nos caminhos do Senhor?
5. É comum ouvirmos, mesmo no meio evangélico, que estamos criando nossos filhos para o mundo quando deveríamos criá-los para Deus.
6. O Senhor está chamando esta geração para assumir a sua posição como pais e mães espirituais para os filhos que estão crescendo em meio a uma sociedade pervertida e corrupta.
b – Necessita-se de gerações conectadas umas às outras.
1. Asafe viu que existe certa conectividade entre uma geração e outra e que precisava se valer deste mecanismo para que o nome e os feitos poderosos e graciosos de Deus alcançassem as gerações vindouras.
1.1 – Sl. 78.5-6 (ARA).
a) ‘nossos pais...’
b) ‘a seus filhos...’.
c) ‘a nova geração...’.
d) ‘filhos que ainda hão de nascer...’.
e) ‘aos seus descendentes...’
1.2 – Sl. 145.4 (ARA) ‘Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos’.
1.3 – Ex. 3.15 (NVI) ‘Disse também Deus a Moisés: Diga aos israelitas: O Senhor, o Deus dos seus ante¬passados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, enviou-me a vocês. Esse é o meu nome para sempre, nome pelo qual serei lembrado de geração em geração’.
1.4 – A conectividade entre as gerações é sempre nomeada nas Escrituras:
a) Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
b) Três gerações conectadas.
2. Há uma conectividade natural entre as gerações.
2.1 – As gerações estão ligadas umas às outras por elos genéticos, por elos afetivos, por elos culturais.
2.2 – Precisamos também ligar as gerações por elos espirituais que resguardam os valores e o conhecimento dos feitos de Deus, especialmente o maior feito: o feito salvador realizado em Cristo Jesus.
2.3 – É preciso restabelecer esta corrente entre as gerações.
a) Dt. 4.7-9 (NVI) ‘Pois, que grande nação tem um Deus tão próximo como o Senhor, o nosso Deus, sempre que o invocamos? Ou, que grande nação tem decretos e preceitos tão justos como esta lei que estou apresentando a vocês hoje? Apenas tenham cuidado! Tenham muito cuidado para que vocês nunca se esqueçam das coisas que os seus olhos viram; conservem-nas por toda a sua vida na memória. Contem-nas a seus filhos e a seus netos’.
3. A mensagem do Evangelho não pode parecer uma fábula aos nossos adolescentes e jovens, mas deve ser vivida e comunicada de tal maneira que estes queiram conhecer de perto o Deus de seus pais e avós.
4. Nossas crianças, adolescentes e jovens precisam de nossa aceitação amorosa, de nossa presença no sucesso e no fracasso, amando-os continuamente e respeitando-os como indivíduos que irão décadas à nossa frente levando a mensagem da salvação.
5. Eles precisam de todos os heróis da fé que puderem encontrar nas páginas bíblicas e nos bancos de nossas Igrejas.
6. Sl. 127.3-4 (NVI) ‘Os filhos são um presente do Senhor; uma grande recompensa dada por Ele. Os filhos que o homem tem durante a sua mocidade são como flechas de um soldado valente, afiadas e prontas para a defesa’.
6.1 – Daphne Kirk: ‘Os pais tem uma herança em seus filhos; eles são dados como uma recompensa. Eles são os eu prêmio, sua alegria e sua posse mais preciosa. Uma geração assume o seu papel como guerreira do Reino quando toma essas flechas (nossos filhos) e as aponta na direção correta, de modo que, quando chegar o dia de liberá-los, eles irão voar diretamente para o alvo, conquistando as nações e vencendo batalhas contra os poderes da escuridão, porque estavam apontados na direção correta nas mãos de seus pais’ .
III – O NÃO CUMPRIMENTO DA MISSÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS.
a – Seremos tidos por culpados.
1. Cada cristão é responsável pelos que estão nas gerações à frente. ‘Ai de mim se não anunciar o Evangelho – I Co. 9.16’.
2. Ilustração: ‘Quatro leprosos, vivendo do lado de fora dos muros de Samaria. A cidade estava cercada pelos assírios ... Mães já estavam comendo seus bebezinhos assados, para não morrerem de fome. Os quatro leprosos se dirigem ao acampamento dos assírios ... e ao chegar ali, não encontram ninguém. Apropriam-se de comida, roupa e riquezas. Escondem tudo em lugar seguro. E caem em si: Se não transmitirmos essa boa notícia seremos tidos por culpados’.
b – Porque estamos aqui?
1. À medida que o Evangelho alcança cada um de nós, Deus poderia ir nos transportando para seu Reino, mas não o faz. Porque?
2. Ilustração: Et. 4.14 (NVI) ‘Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?’.
3. Foi também para um momento como este que Deus te conservou até aqui.
4. Vivemos num tempo que urge de cada cristão o compromisso com a evangelização e o discipulado de nossos filhos e da próxima geração.
4.1 – Jz. 2.10 (NVI) ‘Depois que toda aquela geração foi reunida a seus antepassados, surgiu uma nova geração que não conhecia o Senhor e o que ele havia feito por Israel’.
4.2 – Jl. 1.3 (NVI) ‘Contem aos seus filhos o que aconteceu, e eles aos seus netos, e os seus netos, à geração seguinte’.
5. Numa pesquisa na Nova Zelândia descobriu-se que 80% das crianças que cresceram em famílias cristãs não estavam mais na Igreja. No Brasil afirma-se que cerca de 40% dos adolescentes que passam pela Fundação Casa (FEBEM) são de famílias evangélicas.
CONCLUSÃO: Ilustração: D. L. Moody não deixava as crianças de famílias cristãs irem a Escola Dominical. Ele dizia que isso faria com que os pais parassem de discipular os filhos deixando-os sob a responsabilidade da Igreja. Foi o que aconteceu. É ainda o que acontece em grande número de famílias.
Sl. 78.1-8
OBJETIVO: Ensinar que somos os responsáveis para que a próxima geração seja evangelizada.
INTRODUÇÃO: Se você conheceu o Evangelho da graça salvadora em Cristo Jesus e hoje desfruta da segurança da salvação e das bênçãos da vida cristã, é um eterno devedor às gerações anteriores que anunciaram a Palavra de Deus.
TRANSIÇÃO: Qual será o futuro espiritual de nossos filhos e netos, no que depender de cada um de nós?
Qual será o futuro espiritual dos jovens e adolescentes de nossa Igreja se depender de cada um de nós?
Quero compartilhar nesta oportunidade sobre COMPROMISSO COM A EVANGELIZAÇÃO E DISCIPULADO DA PRÓXIMA GERAÇÃO.
I – RESPONSABILIDADE COM A PRÓXIMA GERAÇÃO.
a – A percepção de Asafe para com as gerações futuras.
1. Asafe, o salmista compositor desta poesia, era um dos responsáveis pelo ministério de Adoração do templo nos dias de Davi.
2. Com sua experiência na orquestração não só instrumental e musical do grande coral, que se compunha de 288 vozes, mas da orquestração da formação de novos músicos, cantores e compositores, Asafe sabia da importância de se formar as próximas gerações com os valores doutrinais da Palavra de Deus.
3. A composição deste salmo se volta para a proclamação dos feitos poderosos de Deus desde a saída do Egito até a entronização de Davi como rei de Israel.
4. Asafe declara na abertura de sua poesia a necessidade de se contar às gerações vindouras acerca de Deus para que estas o conheçam e o obedeçam.
4.1 – Sl. 78. 4 (ARA) ‘Não os esconderemos de nossos filhos...’.
b – A responsabilidade de nossa geração para com a próxima.
1. À semelhança de Asafe, cada geração tem responsabilidade de transmitir os valores de Deus para a próxima.
2. Daphne Kirk: ‘Quando nos mantemos calados, coisas permanecem escondidas da próxima geração’ .
3. Ilustração: ‘Os maoris, da Austrália, ainda é uma tribo que guarda sua tradição de forma oral. Separam tempo para contarem às crianças as histórias de eu povo. A sua herança estará a salvo enquanto eles se lembrarem de fazer isso’ .
4. Isso é o que devemos fazer também se queremos ver a próxima geração com o Evangelho transformador.
5. Asafe entende o poder da transmissão dos feitos de Deus à próxima geração para esta o sirva e também transmita às outras que viriam depois dela.
5.1 – Sl. 78.4 (ARA) ‘Contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez’.
6. Asafe entende e estende a nós no registro bíblico que não é uma opção, mas uma ordem. Não repassar o conhecimento e os valores de Deus às próximas gerações é desobediência a Deus.
6.1 – Sl. 78.5 (ARA) ‘Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos’.
II – A MISSÃO DE SE ALCANÇAR AS GERAÇÕES.
a – Nossa geração é devedora às gerações do passado e do futuro.
1. O apóstolo Paulo, ao escrever a carta aos Romanos afirma que se reconhecia devedor aos outros que estava à sua frente.
1.1 – Rm. 1.14 (ARA) ‘Pois sou devedor tanto a gregos quanto a bárbaros, tanto a sábios quanto à ignorantes’.
2. Recebemos o Evangelho da Graça de graça e temos o dever de transmiti-lo às próximas gerações, e para isto não basta apenas você crer, é preciso transmitir a fé aos que estão vindo.
3. O vazio e a ausência de valores tem produzido uma geração manipulada pelo poder corruptor do pecado.
4. Qual o caminho que nossos filhos estarão seguindo nos anos por vir se não os conduzirmos nos caminhos do Senhor?
5. É comum ouvirmos, mesmo no meio evangélico, que estamos criando nossos filhos para o mundo quando deveríamos criá-los para Deus.
6. O Senhor está chamando esta geração para assumir a sua posição como pais e mães espirituais para os filhos que estão crescendo em meio a uma sociedade pervertida e corrupta.
b – Necessita-se de gerações conectadas umas às outras.
1. Asafe viu que existe certa conectividade entre uma geração e outra e que precisava se valer deste mecanismo para que o nome e os feitos poderosos e graciosos de Deus alcançassem as gerações vindouras.
1.1 – Sl. 78.5-6 (ARA).
a) ‘nossos pais...’
b) ‘a seus filhos...’.
c) ‘a nova geração...’.
d) ‘filhos que ainda hão de nascer...’.
e) ‘aos seus descendentes...’
1.2 – Sl. 145.4 (ARA) ‘Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos’.
1.3 – Ex. 3.15 (NVI) ‘Disse também Deus a Moisés: Diga aos israelitas: O Senhor, o Deus dos seus ante¬passados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, enviou-me a vocês. Esse é o meu nome para sempre, nome pelo qual serei lembrado de geração em geração’.
1.4 – A conectividade entre as gerações é sempre nomeada nas Escrituras:
a) Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
b) Três gerações conectadas.
2. Há uma conectividade natural entre as gerações.
2.1 – As gerações estão ligadas umas às outras por elos genéticos, por elos afetivos, por elos culturais.
2.2 – Precisamos também ligar as gerações por elos espirituais que resguardam os valores e o conhecimento dos feitos de Deus, especialmente o maior feito: o feito salvador realizado em Cristo Jesus.
2.3 – É preciso restabelecer esta corrente entre as gerações.
a) Dt. 4.7-9 (NVI) ‘Pois, que grande nação tem um Deus tão próximo como o Senhor, o nosso Deus, sempre que o invocamos? Ou, que grande nação tem decretos e preceitos tão justos como esta lei que estou apresentando a vocês hoje? Apenas tenham cuidado! Tenham muito cuidado para que vocês nunca se esqueçam das coisas que os seus olhos viram; conservem-nas por toda a sua vida na memória. Contem-nas a seus filhos e a seus netos’.
3. A mensagem do Evangelho não pode parecer uma fábula aos nossos adolescentes e jovens, mas deve ser vivida e comunicada de tal maneira que estes queiram conhecer de perto o Deus de seus pais e avós.
4. Nossas crianças, adolescentes e jovens precisam de nossa aceitação amorosa, de nossa presença no sucesso e no fracasso, amando-os continuamente e respeitando-os como indivíduos que irão décadas à nossa frente levando a mensagem da salvação.
5. Eles precisam de todos os heróis da fé que puderem encontrar nas páginas bíblicas e nos bancos de nossas Igrejas.
6. Sl. 127.3-4 (NVI) ‘Os filhos são um presente do Senhor; uma grande recompensa dada por Ele. Os filhos que o homem tem durante a sua mocidade são como flechas de um soldado valente, afiadas e prontas para a defesa’.
6.1 – Daphne Kirk: ‘Os pais tem uma herança em seus filhos; eles são dados como uma recompensa. Eles são os eu prêmio, sua alegria e sua posse mais preciosa. Uma geração assume o seu papel como guerreira do Reino quando toma essas flechas (nossos filhos) e as aponta na direção correta, de modo que, quando chegar o dia de liberá-los, eles irão voar diretamente para o alvo, conquistando as nações e vencendo batalhas contra os poderes da escuridão, porque estavam apontados na direção correta nas mãos de seus pais’ .
III – O NÃO CUMPRIMENTO DA MISSÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS.
a – Seremos tidos por culpados.
1. Cada cristão é responsável pelos que estão nas gerações à frente. ‘Ai de mim se não anunciar o Evangelho – I Co. 9.16’.
2. Ilustração: ‘Quatro leprosos, vivendo do lado de fora dos muros de Samaria. A cidade estava cercada pelos assírios ... Mães já estavam comendo seus bebezinhos assados, para não morrerem de fome. Os quatro leprosos se dirigem ao acampamento dos assírios ... e ao chegar ali, não encontram ninguém. Apropriam-se de comida, roupa e riquezas. Escondem tudo em lugar seguro. E caem em si: Se não transmitirmos essa boa notícia seremos tidos por culpados’.
b – Porque estamos aqui?
1. À medida que o Evangelho alcança cada um de nós, Deus poderia ir nos transportando para seu Reino, mas não o faz. Porque?
2. Ilustração: Et. 4.14 (NVI) ‘Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?’.
3. Foi também para um momento como este que Deus te conservou até aqui.
4. Vivemos num tempo que urge de cada cristão o compromisso com a evangelização e o discipulado de nossos filhos e da próxima geração.
4.1 – Jz. 2.10 (NVI) ‘Depois que toda aquela geração foi reunida a seus antepassados, surgiu uma nova geração que não conhecia o Senhor e o que ele havia feito por Israel’.
4.2 – Jl. 1.3 (NVI) ‘Contem aos seus filhos o que aconteceu, e eles aos seus netos, e os seus netos, à geração seguinte’.
5. Numa pesquisa na Nova Zelândia descobriu-se que 80% das crianças que cresceram em famílias cristãs não estavam mais na Igreja. No Brasil afirma-se que cerca de 40% dos adolescentes que passam pela Fundação Casa (FEBEM) são de famílias evangélicas.
CONCLUSÃO: Ilustração: D. L. Moody não deixava as crianças de famílias cristãs irem a Escola Dominical. Ele dizia que isso faria com que os pais parassem de discipular os filhos deixando-os sob a responsabilidade da Igreja. Foi o que aconteceu. É ainda o que acontece em grande número de famílias.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
EM QUE REPOUSA A ESTABILIDADE DO CASAMENTO?
Gn. 2.18-25
OBJETIVO: Fortalecer o ensino de que se o lar foi criado por Deus então os alicerces do lar também foram dados por Ele.
INTRODUÇÃO: Para muitos o casamento é uma tremenda bolha de sabão. Pode estourar e acabar a qualquer momento. No Brasil, de 1984 a 2007 a taxa cresce mais de 200%. Foi isso que Deus planejou? Para que isso não aconteça, é imprescindível que sejam observados alguns pilares de sustentação da família.
CONTEXTO: Neste contexto ainda é o lar como Deus o criara no princípio. Quero convidá-lo a entrar comigo no Jardim do Éden e fazer uma visita ao lar de Adão. Se o lar de Adão foi criado por Deus, então os alicerces e fundamentos do lar também foram dados por Ele.
TRANSIÇÃO: Caminhe pelo lar de Adão e observe comigo EM QUE REPOUSA A ESTABILIDADE DO CASAMENTO?
I – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO DESFRUTE DE VERDADEIRO COMPANHEIRISMO.
a – Homem e mulher necessitam de companheirismo.
1. Viu Deus que não era bom que o homem esteja só.
1.1 – Gn. 2.18 ‘Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só’.
1.2 – O homem é carente de uma companhia, da presença estável de uma mulher que esteja ao seu lado, livrando-o da terrível sensação de solidão.
1.3 – Desde o princípio isso foi constatado por Deus.
1.4 – A mulher, no entanto, é movida por afeto, que é o mais nutritivo alimento do seu coração.
2. Quando elege o seu cônjuge, ela espera receber dele afeto, em forma de palavras, de toques e de atitudes.
3. As relações conjugais lhes são sinônimos de relações afetivas.
3.1 – A mulher cobra constantemente do homem esse tipo de convivência e um ambiente onde haja compreensão e um nível de confiança baseado no compromisso da fidelidade.
4. Adão sentiu falta de uma companheira.
4.1 – Fomos criados como seres sociais, viver em isolamento geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos, o suicídio.
II – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NA NECESSIDADE DE TRANSPARÊNCIA.
a – Transparência é coluna de estabilidade da família.
1. Como você vê a transparência no texto?
1.1 – Gn. 2.25 ‘Estavam nus’.
1.2 – Não havia nada a esconderem um do outro.
1.3 – Esta é uma figura do que deve acontecer também no âmbito da família.
2. A transparência nos relacionamentos familiares deve ser tão comum que se sintam a vontade uns com os outros pelo fato de saberem que todos se conhecem tão bem.
b – É fácil ser transparente?
1. Quando somos criados num ambiente de transparência, não há dificuldade em deixar que os outros nos vejam como somos e conviver com os outros assim como são.
2. Muitos de nós temos que aprender a arte da transparência.
3. A transparência é um exercício que todos devem fazer para que a família possa alcançar esse nível de vida onde nada haja para se esconder um do outro.
4. Se hipocrisia ou segredos fazem parte da vida familiar, esta família está correndo risco de um desastre iminente.
III – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO EXPERIMENTAR DE ABSOLUTA.
a – Unidade absoluta é coluna de estabilidade do lar cristão.
1. Você o percebe?
1.1 – Gn 2. 24 ‘E serão os dois uma só carne’.
1.2 – Mais que uma união de carne e prazeres físicos, a unidade na vida familiar fala de uma unidade de alma e de propósitos.
2. A verdadeira unidade da família só é alcançada se sua base for a pessoa e o relacionamento com Deus através de Jesus Cristo no poder do Espírito Santo.
2.1 – Sl. 127.1 ‘Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam’.
2.2 – A Profissão de Fé de Josué deve ser a mesma de nossas famílias: ‘Eu e minha casa serviremos ao Senhor’.
IV – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO CULTIVO DA PRESENÇA DE DEUS.
a – A presença de Deus é coluna de estabilidade do lar cristão.
1. Como podia ser vista a presença Deus no lar de Adão?
1.1 – Deus andava no jardim com Adão.
1.2 – Embora a transcendência seja um atributo imutável de Deus, a Sua imanência era a experiência natural na vida de nossos primeiros pais.
1.3 – Deus se manifestava Deus presente no lar e na vida de Adão e Eva.
1.4 – Deus caminhava com Adão pelo Jardim paradisíaco todos os dias.
1.5 – Sua presença era percebida e experimentada.
2. Essa coluna de estabilidade do lar pode ser dispensado?
2.1 – A presença de Deus é uma coluna e um sustentáculo indispensável para a sobrevivência da família nesses dias tão difíceis.
2.2 – Não é apenas aquela fé ou assentimento místico e impessoal que muitas pessoas abrigam como que dizendo: ‘Deus está em minha casa’.
2.3 – Mas sim a realidade de uma pessoa que se relaciona no dia a dia com a família através de sua Palavra, da oração e do seu Espírito Santo.
b – Como este sustentáculo pode ser experimentado no lar?
1. Através da integração e da comunhão da família com a Igreja de forma que seja extensão uma da outra.
2. Através do cultivo da Palavra de Deus na vida de cada membro do lar.
2.1 – Os membros da família não devem ver a Bíblia como material didático para ser usado apenas na Igreja, mas como manual a ser conhecido e consultado para todas as áreas da vida.
3. Através do exercício da oração.
3.1 – Que lugar tem a oração na vida da família.
4. Através do andar no Espírito.
4.1 – A consciência da presença constante e o relacionamento com o Espírito Santo é uma experiência que seu lar desfruta?
CONCLUSÃO: Estes quatro pilares de sustentação do lar de Adão podem ser também as bases para a sustentação de sua família.
O que garante que o seu lar não se somará à cifra de divórcios de nosso país, é a seriedade com que os princípios e valores da Palavra de Deus são vividos na esfera de seu lar.
OBJETIVO: Fortalecer o ensino de que se o lar foi criado por Deus então os alicerces do lar também foram dados por Ele.
INTRODUÇÃO: Para muitos o casamento é uma tremenda bolha de sabão. Pode estourar e acabar a qualquer momento. No Brasil, de 1984 a 2007 a taxa cresce mais de 200%. Foi isso que Deus planejou? Para que isso não aconteça, é imprescindível que sejam observados alguns pilares de sustentação da família.
CONTEXTO: Neste contexto ainda é o lar como Deus o criara no princípio. Quero convidá-lo a entrar comigo no Jardim do Éden e fazer uma visita ao lar de Adão. Se o lar de Adão foi criado por Deus, então os alicerces e fundamentos do lar também foram dados por Ele.
TRANSIÇÃO: Caminhe pelo lar de Adão e observe comigo EM QUE REPOUSA A ESTABILIDADE DO CASAMENTO?
I – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO DESFRUTE DE VERDADEIRO COMPANHEIRISMO.
a – Homem e mulher necessitam de companheirismo.
1. Viu Deus que não era bom que o homem esteja só.
1.1 – Gn. 2.18 ‘Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só’.
1.2 – O homem é carente de uma companhia, da presença estável de uma mulher que esteja ao seu lado, livrando-o da terrível sensação de solidão.
1.3 – Desde o princípio isso foi constatado por Deus.
1.4 – A mulher, no entanto, é movida por afeto, que é o mais nutritivo alimento do seu coração.
2. Quando elege o seu cônjuge, ela espera receber dele afeto, em forma de palavras, de toques e de atitudes.
3. As relações conjugais lhes são sinônimos de relações afetivas.
3.1 – A mulher cobra constantemente do homem esse tipo de convivência e um ambiente onde haja compreensão e um nível de confiança baseado no compromisso da fidelidade.
4. Adão sentiu falta de uma companheira.
4.1 – Fomos criados como seres sociais, viver em isolamento geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos, o suicídio.
II – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NA NECESSIDADE DE TRANSPARÊNCIA.
a – Transparência é coluna de estabilidade da família.
1. Como você vê a transparência no texto?
1.1 – Gn. 2.25 ‘Estavam nus’.
1.2 – Não havia nada a esconderem um do outro.
1.3 – Esta é uma figura do que deve acontecer também no âmbito da família.
2. A transparência nos relacionamentos familiares deve ser tão comum que se sintam a vontade uns com os outros pelo fato de saberem que todos se conhecem tão bem.
b – É fácil ser transparente?
1. Quando somos criados num ambiente de transparência, não há dificuldade em deixar que os outros nos vejam como somos e conviver com os outros assim como são.
2. Muitos de nós temos que aprender a arte da transparência.
3. A transparência é um exercício que todos devem fazer para que a família possa alcançar esse nível de vida onde nada haja para se esconder um do outro.
4. Se hipocrisia ou segredos fazem parte da vida familiar, esta família está correndo risco de um desastre iminente.
III – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO EXPERIMENTAR DE ABSOLUTA.
a – Unidade absoluta é coluna de estabilidade do lar cristão.
1. Você o percebe?
1.1 – Gn 2. 24 ‘E serão os dois uma só carne’.
1.2 – Mais que uma união de carne e prazeres físicos, a unidade na vida familiar fala de uma unidade de alma e de propósitos.
2. A verdadeira unidade da família só é alcançada se sua base for a pessoa e o relacionamento com Deus através de Jesus Cristo no poder do Espírito Santo.
2.1 – Sl. 127.1 ‘Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam’.
2.2 – A Profissão de Fé de Josué deve ser a mesma de nossas famílias: ‘Eu e minha casa serviremos ao Senhor’.
IV – A ESTABILIDADE DO CASAMENTO REPOUSA NO CULTIVO DA PRESENÇA DE DEUS.
a – A presença de Deus é coluna de estabilidade do lar cristão.
1. Como podia ser vista a presença Deus no lar de Adão?
1.1 – Deus andava no jardim com Adão.
1.2 – Embora a transcendência seja um atributo imutável de Deus, a Sua imanência era a experiência natural na vida de nossos primeiros pais.
1.3 – Deus se manifestava Deus presente no lar e na vida de Adão e Eva.
1.4 – Deus caminhava com Adão pelo Jardim paradisíaco todos os dias.
1.5 – Sua presença era percebida e experimentada.
2. Essa coluna de estabilidade do lar pode ser dispensado?
2.1 – A presença de Deus é uma coluna e um sustentáculo indispensável para a sobrevivência da família nesses dias tão difíceis.
2.2 – Não é apenas aquela fé ou assentimento místico e impessoal que muitas pessoas abrigam como que dizendo: ‘Deus está em minha casa’.
2.3 – Mas sim a realidade de uma pessoa que se relaciona no dia a dia com a família através de sua Palavra, da oração e do seu Espírito Santo.
b – Como este sustentáculo pode ser experimentado no lar?
1. Através da integração e da comunhão da família com a Igreja de forma que seja extensão uma da outra.
2. Através do cultivo da Palavra de Deus na vida de cada membro do lar.
2.1 – Os membros da família não devem ver a Bíblia como material didático para ser usado apenas na Igreja, mas como manual a ser conhecido e consultado para todas as áreas da vida.
3. Através do exercício da oração.
3.1 – Que lugar tem a oração na vida da família.
4. Através do andar no Espírito.
4.1 – A consciência da presença constante e o relacionamento com o Espírito Santo é uma experiência que seu lar desfruta?
CONCLUSÃO: Estes quatro pilares de sustentação do lar de Adão podem ser também as bases para a sustentação de sua família.
O que garante que o seu lar não se somará à cifra de divórcios de nosso país, é a seriedade com que os princípios e valores da Palavra de Deus são vividos na esfera de seu lar.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
ESVAZIANDO-NOS PARA SERVIR
Fp. 2.5-11
OBJETIVO: Ensinar que o cristão é chamado para servir como o Senhor, e para isso é preciso se esvaziar conforme o modelo de Jesus.
INTRODUÇÃO: Como reconhecer a grandeza de uma pessoa dentro dos padrões de nossa sociedade?
CONTEXTO: O apóstolo Paulo escreve esta carta aos Filipenses a partir de uma prisão e incentiva os mesmos a assumirem uma postura de simplicidade e serviço, demonstrando que este foi o estilo de vida do próprio Senhor Jesus Cristo.
TRANSIÇÃO: Alguém cheio de si mesmo e que busque glórias pessoais e holofotes teria a disposição de se dar a e servir ao próximo? Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: ESVAZIANDO-SE PARA SERVIR.
I – ESVAZIANDO PARA SERVIR A DEUS.
a – Jesus se esvaziou de privilégios pessoais para salvar outros.
1. Há uma forte interrogação acerca deste texto quanto a que Jesus teria se esvaziado.
1.1 – Teria Ele se esvaziado de sua divindade?
1.2 – Teria ele se esvaziado de seus poderes?
1.3 – Teria Ele se esvaziado de seus atributos?
2. O kénosis de Jesus.
2.1 – Esse termo ‘kénosis’ origina-se na palavra grega usada por Paulo neste texto: κενόω.
2.2 – Esse termo se refere ao esvaziamento de Paulo aponta no verso 7.
a) Fp. 2.7 ‘mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens’.
2.3 – Isso implica numa auto-limitação não no Logos Divino, o eterno Filho de Deus, mas no Homem Jesus, quando Ele pôs de lado o uso prático de alguns de seus atributos divinos.
2.4 – Há uma distinção entre atributos absolutos e essenciais de Deus, tais como o poder absoluto, a santidade, a verdade e o amor; e os atributos relativos que não são essenciais à soberania da divindade, tais como a onipotência, a onipresença e a onisciência.
2.5 – Essa limitação explica o fato de que Jesus nunca usou de sua Onipotência ou Onisciência de modo pleno em seu ministério terreno.
2.6 – Era a renúncia de Si mesmo para seus próprios interesses a fim de cumprir a missão de resgatar o homem pecador.
3. Viveu sua humanidade plena sem que sua divindade interferisse a ponto de não ser visto e reconhecido como homem.
3.1 – Fp. 2. 7 ‘antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana’.
4. Assim como Cristo renunciou a Si mesmo, o cristão também é chamado a uma vida de renúncia de privilégios.
4.1 – Mt. 16.24 ‘Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me’.
b – Jesus serviu a Deus até mesmo com a sua própria morte.
1. O esvaziamento de Jesus o levou à obediência até a morte sacrificial e substitutiva em lugar do pecador.
2. A morte de Jesus serviu a Deus no que respeita ao pagamento e satisfação de nossa dívida diante do Senhor do Universo.
2.1 – Cl. 2.13-15 (NVI) ‘Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz’.
3. O propósito de Deus, sendo ele Justo, era salvar o pecador de modo que a justiça fosse satisfeita, e para isto ofereceu seu próprio Filho como pagamento de nossa dívida.
3.1 – Rm. 3.25-26 (NVI) ‘Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça. Em sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; mas, no presente, demonstrou a sua justiça, a fim de ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus’.
4. A morte de Jesus trouxe a plena satisfação da Justiça de Deus e desta forma o sacrifício de Cristo em prol dos pecadores foi um serviço a Deus.
II – ESVAZIANDO PARA SERVIR AO PRÓXIMO.
a – Jesus serviu ao próximo em vida.
1. A essência do Evangelho é o serviço a Deus e ao próximo. Não há vida cristã divorciada do serviço. O próprio Senhor Jesus apontou para esta essência quando falou de Si mesmo:
1.1 – Mc. 10.45 (NVI) ‘Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos’.
2. O ministério de Jesus foi curto, mas carregado de serviço ao próximo.
2.1 – Jo. 20.30-31 ‘Jesus realizou na presença dos seus discípulos muitos outros sinais milagrosos, que não estão registrados neste livro. Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome’.
2.2 – At. 10.38 ‘como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele’.
3. Assim como Jesus, cada cristão é chamado a esvaziar-se de si mesmo e servir ao próximo.
3.1 – I Jo. 3.18 ‘Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos’.
4. Nosso Mestre e Senhor ensinou que servir é o posto mais alto na carreira do discípulo.
4.1 – Lc. 22.25 ‘Jesus lhes disse: Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores. Mas, vocês não serão assim. Ao contrário, o maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa, como o que serve. Pois quem é maior: o que está à mesa, ou o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve’.
4.2 – Jo. 13.15-17 ‘Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz. Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem’.
5. A vida cristã é a repetição da vida de Cristo em cada cristão numa vida de serviço a Deus e ao próximo.
b – Jesus serviu ao próximo na morte.
1. Sua vida foi serviço ao próximo e sua morte coroou todo este propósito.
2. Deus sua vida em resgate pelos pecadores.
3. O sacrifício substitutivo de Cristo em lugar dos pecadores eleitos foi o maior serviço prestado a humanidade.
4. Isto não resultou apenas em melhorias das condições de saúde ou meras transformações materiais na vida dos beneficiados, mas resultou em mudança de vida em todos os sentidos e por toda a eternidade.
4.1 – Is. 53.10-12a (BV) ‘Apesar disso, o plano perfeito do Senhor exigia sua morte e seu sofrimento. Mas depois de dar a sua vida como oferta pelo pecado, Ele vai ressuscitar, verá os muitos filhos que ganhou através da fé, Ele cumprirá com sucesso a vontade do Senhor. E, quando Ele puder ver o resultado do seu terrível sofrimento, ficará muito satisfeito. Através de tudo o que passou, o meu Servo, o Justo, fará muitas pessoas se tornarem justas diante de Mim, porque Ele mesmo levará sobre Si os pecados delas’.
5. Pelo cumprimento de sua missão Cristo foi exaltado e reconhecido como Senhor.
5.1 – Fp. 3.9-11 ‘Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai’.
5.2 – Is. 53.12a ‘Por causa disso Eu darei a Ele grandes honras e muito poder, porque Ele entregou sua vida a ponto de ir até à morte’.
6. O cristão deve exercer sua vida de serviço a Deus e ao próximo, e a promessa de Deus aponta para recompensa dos fiéis.
CONCLUSÃO: Dizer-se cristão e não ser servo é contradizer a fé afirmada.
Se conhece o verdadeiro cristão não pelo holofotes que lhe são dirigidos, mas ao serviço prestado mesmo sem ser visto ou reconhecido.
Disponha-se a servir a Deus e ao próximo.
OBJETIVO: Ensinar que o cristão é chamado para servir como o Senhor, e para isso é preciso se esvaziar conforme o modelo de Jesus.
INTRODUÇÃO: Como reconhecer a grandeza de uma pessoa dentro dos padrões de nossa sociedade?
CONTEXTO: O apóstolo Paulo escreve esta carta aos Filipenses a partir de uma prisão e incentiva os mesmos a assumirem uma postura de simplicidade e serviço, demonstrando que este foi o estilo de vida do próprio Senhor Jesus Cristo.
TRANSIÇÃO: Alguém cheio de si mesmo e que busque glórias pessoais e holofotes teria a disposição de se dar a e servir ao próximo? Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: ESVAZIANDO-SE PARA SERVIR.
I – ESVAZIANDO PARA SERVIR A DEUS.
a – Jesus se esvaziou de privilégios pessoais para salvar outros.
1. Há uma forte interrogação acerca deste texto quanto a que Jesus teria se esvaziado.
1.1 – Teria Ele se esvaziado de sua divindade?
1.2 – Teria ele se esvaziado de seus poderes?
1.3 – Teria Ele se esvaziado de seus atributos?
2. O kénosis de Jesus.
2.1 – Esse termo ‘kénosis’ origina-se na palavra grega usada por Paulo neste texto: κενόω.
2.2 – Esse termo se refere ao esvaziamento de Paulo aponta no verso 7.
a) Fp. 2.7 ‘mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens’.
2.3 – Isso implica numa auto-limitação não no Logos Divino, o eterno Filho de Deus, mas no Homem Jesus, quando Ele pôs de lado o uso prático de alguns de seus atributos divinos.
2.4 – Há uma distinção entre atributos absolutos e essenciais de Deus, tais como o poder absoluto, a santidade, a verdade e o amor; e os atributos relativos que não são essenciais à soberania da divindade, tais como a onipotência, a onipresença e a onisciência.
2.5 – Essa limitação explica o fato de que Jesus nunca usou de sua Onipotência ou Onisciência de modo pleno em seu ministério terreno.
2.6 – Era a renúncia de Si mesmo para seus próprios interesses a fim de cumprir a missão de resgatar o homem pecador.
3. Viveu sua humanidade plena sem que sua divindade interferisse a ponto de não ser visto e reconhecido como homem.
3.1 – Fp. 2. 7 ‘antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana’.
4. Assim como Cristo renunciou a Si mesmo, o cristão também é chamado a uma vida de renúncia de privilégios.
4.1 – Mt. 16.24 ‘Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me’.
b – Jesus serviu a Deus até mesmo com a sua própria morte.
1. O esvaziamento de Jesus o levou à obediência até a morte sacrificial e substitutiva em lugar do pecador.
2. A morte de Jesus serviu a Deus no que respeita ao pagamento e satisfação de nossa dívida diante do Senhor do Universo.
2.1 – Cl. 2.13-15 (NVI) ‘Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz’.
3. O propósito de Deus, sendo ele Justo, era salvar o pecador de modo que a justiça fosse satisfeita, e para isto ofereceu seu próprio Filho como pagamento de nossa dívida.
3.1 – Rm. 3.25-26 (NVI) ‘Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça. Em sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; mas, no presente, demonstrou a sua justiça, a fim de ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus’.
4. A morte de Jesus trouxe a plena satisfação da Justiça de Deus e desta forma o sacrifício de Cristo em prol dos pecadores foi um serviço a Deus.
II – ESVAZIANDO PARA SERVIR AO PRÓXIMO.
a – Jesus serviu ao próximo em vida.
1. A essência do Evangelho é o serviço a Deus e ao próximo. Não há vida cristã divorciada do serviço. O próprio Senhor Jesus apontou para esta essência quando falou de Si mesmo:
1.1 – Mc. 10.45 (NVI) ‘Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos’.
2. O ministério de Jesus foi curto, mas carregado de serviço ao próximo.
2.1 – Jo. 20.30-31 ‘Jesus realizou na presença dos seus discípulos muitos outros sinais milagrosos, que não estão registrados neste livro. Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome’.
2.2 – At. 10.38 ‘como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele’.
3. Assim como Jesus, cada cristão é chamado a esvaziar-se de si mesmo e servir ao próximo.
3.1 – I Jo. 3.18 ‘Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos’.
4. Nosso Mestre e Senhor ensinou que servir é o posto mais alto na carreira do discípulo.
4.1 – Lc. 22.25 ‘Jesus lhes disse: Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores. Mas, vocês não serão assim. Ao contrário, o maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa, como o que serve. Pois quem é maior: o que está à mesa, ou o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve’.
4.2 – Jo. 13.15-17 ‘Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz. Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem’.
5. A vida cristã é a repetição da vida de Cristo em cada cristão numa vida de serviço a Deus e ao próximo.
b – Jesus serviu ao próximo na morte.
1. Sua vida foi serviço ao próximo e sua morte coroou todo este propósito.
2. Deus sua vida em resgate pelos pecadores.
3. O sacrifício substitutivo de Cristo em lugar dos pecadores eleitos foi o maior serviço prestado a humanidade.
4. Isto não resultou apenas em melhorias das condições de saúde ou meras transformações materiais na vida dos beneficiados, mas resultou em mudança de vida em todos os sentidos e por toda a eternidade.
4.1 – Is. 53.10-12a (BV) ‘Apesar disso, o plano perfeito do Senhor exigia sua morte e seu sofrimento. Mas depois de dar a sua vida como oferta pelo pecado, Ele vai ressuscitar, verá os muitos filhos que ganhou através da fé, Ele cumprirá com sucesso a vontade do Senhor. E, quando Ele puder ver o resultado do seu terrível sofrimento, ficará muito satisfeito. Através de tudo o que passou, o meu Servo, o Justo, fará muitas pessoas se tornarem justas diante de Mim, porque Ele mesmo levará sobre Si os pecados delas’.
5. Pelo cumprimento de sua missão Cristo foi exaltado e reconhecido como Senhor.
5.1 – Fp. 3.9-11 ‘Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai’.
5.2 – Is. 53.12a ‘Por causa disso Eu darei a Ele grandes honras e muito poder, porque Ele entregou sua vida a ponto de ir até à morte’.
6. O cristão deve exercer sua vida de serviço a Deus e ao próximo, e a promessa de Deus aponta para recompensa dos fiéis.
CONCLUSÃO: Dizer-se cristão e não ser servo é contradizer a fé afirmada.
Se conhece o verdadeiro cristão não pelo holofotes que lhe são dirigidos, mas ao serviço prestado mesmo sem ser visto ou reconhecido.
Disponha-se a servir a Deus e ao próximo.
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