terça-feira, 20 de outubro de 2015
POR QUE A IRA DE DEUS?
Rm. 5. 1-11
OBJETIVO: Ensinar que entre o pecador e Deus existe uma barreira de inimizade e que o pecado provoca a ira de Deus, e apresentar a solução para o problema na pessoa e obra de Cristo Jesus.
INTRODUÇÃO: Você consegue conceber Deus como sendo um ser que ira a ponto de destruir pessoas? Jonathan Edward, pastor congregacional norte-americano, foi o mais destacado teólogo e erudito da Nova Inglaterra no período colonial no século XVIII. Em 1734 o Grande Despertamento, chegou à sua igreja, e em 1741 ele proferiu seu famoso sermão ‘Pecadores nas Mãos de um Deus Irado’. Tal foi o estado de consciência de seus ouvintes que muitos se agarravam aos bancos e colunas do templo clamando por misericórdia para que Deus não derramasse sobre eles a sua ira.
CONTEXTO: Romanos é o maior tratado de teologia guardado nas páginas bíblicas. O tom da fala apostólica neste texto é de reconhecimento da miserabilidade universal descrita nos capítulos anteriores, mas também de alívio, sabendo que a ira de Deus pôde ser desviada de sobre aquele grupo de pessoas que se aproxima de Deus confiado na pessoa e obra de Cristo.
TRANSIÇÃO: Não se pode perder de vista que as Escrituras apresentam um Deus que se ira com o pecado, com a pecaminosidade e com o pecador. Não perdendo esse fio da meada, quero vos propor o seguinte tema: ‘POR QUE A IRA DE DEUS?’.
I – A IRA É PRÓPRIA E INEGÁVEL AO SER DIVINO.
1. O conceito de Deus prevalente na sociedade moderna é que a divindade é uma espécie de ‘paizão’.
1.1 – Um velho bonachão assentado em uma cadeira de balanço se divertindo com as brincadeiras de seus filhos aqui na terra.
1.2 – Um deus (com ‘d’ minúsculo) que está pronto a receber a todos com os seus pecados e garantir a salvação eterna de todos, sem levar em consideração os seus pecados.
2. Falar da ira de Deus na sociedade moderna parece não ser politicamente correto (e para muitos evangélicos, parece não ser teologicamente correto).
2.1 – Essa é uma mensagem que agride o homem.
2.2 – Essa é uma mensagem que atinge o orgulho e a vaidade humana.
3. Muitos não conseguem entender como se pode falar de um Deus que se ira.
3.1 – No AT, a ira de Deus é uma resposta à desobediência e pecado do homem.
a) A ira de Deus é direcionada para aqueles que não seguem a Sua vontade.
b) Sl. 7:11 ‘Deus é justo juiz. Ele sente ódio pelo pecado constantemente’.
c) Sl. 2:1-5 ‘1 Por que os povos, cheios de ódio, se reuniram? Por que estão fazendo planos tolos, tentando enganar a Deus? 2 Os líderes das nações se reuniram e traçaram planos para derrotar o Senhor e seu Escolhido. 3 Esta foi a decisão que tomaram: "Vamos quebrar essas correntes e acabar com essa escravidão a Deus!" 4 Em seu trono, no céu, o Senhor ri e faz pouco caso dos tolos planos dos homens. 5 Quando chegar a hora certa, Ele vai mostrar ao mundo a sua ira. Os homens ficarão desorientados, com medo da ira de Deus!’.
d) Sf. 1:14-15 ‘Esse dia terrível está muito perto. Vai chegar muito depressa. No "Dia do Senhor" os homens fortes e valentes chorarão amargamente! É um dia em que a ira de Deus vai ser derramada. Um dia terrível de angústia e sofrimento, um dia de ruína e desolação, de escuridão e de nuvens sombrias’.
3.2 – No NT, os ensinamentos de Jesus apoiam o conceito de Deus como um Deus de ira que julga o pecado.
a) A história do homem rico e Lázaro (Lc. 16:19-31) fala do julgamento de Deus e das graves consequências para o pecador que não se arrepende.
b) Jesus disse em João 3:36 ‘Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele’.
4. Deus não pode ser criticado por dar as pessoas aquilo que elas merecem, especialmente depois de avisá-las com antecedência, vez após vez, sobre qual será o final da história.
5. Sim, muitos há que fogem de visualizar a ira de Deus, como se fossem intimados a ver alguma nódoa no caráter divino, ou algum defeito no governo divino.
6. Um estudo comparativo nos textos bíblicos mostrará que há mais referências nas Escrituras à indignação, à cólera e à ira de Deus, do que ao Seu amor e ternura.
6.1 – Dt. 32:39-41 ‘Vede agora que eu, eu o sou, e mais nenhum Deus comigo; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro; e ninguém há que escape da minha mão. Porque levantei a minha mão aos céus, e direi: Eu vivo para sempre. Se eu afiar a minha espada reluzente, a travar do juízo a minha mão, farei tornar a vingança sobre os meus adversários, e recompensarei aos meus aborrecedores’.
7. Sendo nós seres imperfeitos nos iramos com a injustiça e com o erro, quanto mais o ser perfeito se ira com ira santa e perfeita.
II – A NATUREZA DA A IRA DE DEUS.
1. A ira de Deus é uma coisa espantosa e assustadora.
1.1 – A ira de Deus contra o pecado e a desobediência é perfeitamente justificada porque o Seu plano para a humanidade é santo e perfeito, assim como Deus é santo e perfeito.
2. Devido a influência da filosofia e de outras religiões pagãs no cristianismo, nós cristãos fomos ensinados erradamente acerca de Deus.
2.1 – O pensamento que domina a sociedade cristã no geral é de um Deus bonzinho que não tem ira, nem punição e muito menos ainda o conceito de inferno e sofrimentos eternos prevalece em grande parte do cristianismo.
3. C. H. Spurgeon: ‘Deus determinou um dia em que julgará o mundo, e suspiramos e choramos até que termine o reino da impiedade e dê descanso aos oprimidos. Irmãos, devemos pregar a vinda do Senhor, e pregá-Lo mais do que temos feito, porque é o poder do Evangelho. A doutrina do julgamento vindouro é poder pelo qual as pessoas são despertadas. Existe uma outra vida; o Senhor virá uma segunda vez; o julgamento chegará; a ira de Deus será revelada. Onde esta mensagem não é pregada, ouso dizer que o Evangelho não é pregado. É absolutamente necessário à pregação do Evangelho de Cristo que as pessoas sejam alertadas a respeito do que acontecerá se elas continuarem em seus pecados. Será que devemos manter as pessoas em um paraíso de mentira? Será que devemos adormecê-los em doces sonecas das quais apenas acordarão no inferno? Será que devemos nos tornar colaboradores para sua condenação através de nossas agradáveis conversas? Em nome de Deus, não!’.
4. Porque Deus é santo, ele odeia todo pecado; e porque ele odeia todo pecado, a Sua ira inflama-se contra o pecador.
4.1 – Como poderia Aquele que é a soma de todas as excelência olhar com igual satisfação para a virtude e o vício, para a sabedoria e a estultícia?
4.2 – Como poderia Aquele que é infinitamente santo ficar indiferente ao pecado e negar-Se a manifestar a Sua ‘severidade’ para com ele?
4.3 – Como poderia Aquele que só tem prazer no que é puro e nobre, deixar de detestar e de odiar o que é impuro e vil?
5. A própria natureza de Deus faz do inferno uma necessidade tão real, um requisito tão imperativo e eterno como o céu o é.
5.1 – A ira de Deus é sua eterna ojeriza por toda injustiça.
5.2 – É o desprazer e a indignação da divina equidade contra o mal.
5.3 – É a santidade de Deus posta em ação contra o pecado.
5.4 – É a causa motora daquela sentença justa que ele lavra sobre os malfeitores.
6. A ira de Deus não é uma retaliação maldosa e mal intencionada, infligindo agravo só pelo prazer de infligí-lo, ou devolver a ofensa recebida; não!
7. Embora seja verdade que Deus vindicará o domínio como Governador do universo, ele não será revanchista.
III – A POSSIBILIDADE DE SE ESCAPAR DA A IRA DE DEUS.
1. Neste texto da carta de Paulo aos Romanos, depois de demonstrar a pecaminosidade de toda raça humana, o apóstolo aponta para o caminho no qual se pode escapar da ira de Deus.
2. O caminho se chama ‘justificação’.
2.1 – Louiz Berkhoff ‘A justificação é um ato judicial de Deus, no qual Ele declara, com base na justiça de Jesus Cristo, que todas as reivindicações da lei são satisfeitas com vistas ao pecador’ .
2.2 – Paulo então declara no primeiro verso do capítulo 5 que só o justificado, mediante a fé em Cristo Jesus, é que pode ter paz com Deus.
3. Somente aqueles que foram cobertos pelo sangue de Cristo derramado na cruz podem estar seguros de que a ira de Deus nunca cairá sobre eles.
3.1 – Rm. 5:9 ‘Como agora fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda seremos salvos da ira de Deus por meio dele!’.
3.2 – Aquele que crê no Filho não sofrerá a ira de Deus pelo seu pecado porque o Filho tomou sobre Si a ira de Deus quando morreu em nosso lugar na cruz.
3.3 – Aqueles que não creem no Filho, os que não O recebem como Salvador, serão julgados no dia da ira.
3.4 – Rm. 2:5 ‘Contudo, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo, para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento’.
3.5 – Sl. 130:3 ‘Se tu, Senhor, observares (imputares) as iniquidades, Senhor quem subsistirá?’.
3.6 – Sl.1:5 ‘...os ímpios não subsistirão no juízo...’.
4. Deus providenciou o modo de podermos receber o favor divino, e rejeitar o plano perfeito é rejeitar o amor, a misericórdia, graça e favor de Deus e incorrer a Sua justa ira.
5. Fuja! Fuja para Cristo! Fuja da ira de Deus! ‘Fuji da ira futura’ (Mt.3:7), antes que seja tarde demais.
5.1 – Ilustração: ‘Permaneça onde o fogo passou!’: Certo fazendeiro, produtor de trigo, em época da colheita, todo o trigal seco, percebe ao longe uma fumaça e vê que toda a região ardia em fogo. Inevitavelmente o fogo atingiria sua plantação e como sua casa era muito próxima ao trigal, tudo seria consumido pelo fogo, incluído sua casa, seus bens e sua família. Rapidamente chama a esposa e as crianças e ateia fogo ao seu trigal, que rapidamente consome o campo, deixando uma grande área de cinzas, e onde eles estariam seguros, para quando chegasse ali o incêndio maior que campeava toda a região. Ele dizia à sua família: Fujam para aqui, onde o fogo já passou!’.
5.2 – Em Cristo passou o fogo da ira de Deus e quem está em Cristo, está seguro.
6. Você Está Pronto para o Dia da Ira do Senhor?
6.1 – 2 Ts. 1:9-11 ‘Os quais sofrerão, como castigo, a perdição eterna, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder, quando naquele dia ele vier para ser glorificado nos seus santos e para ser admirado em todos os que tiverem crido (porquanto o nosso testemunho foi crido entre vós). Pelo que também rogamos sempre por vós, para que o nosso Deus vos faça dignos da sua vocação, e cumpra com poder todo desejo de bondade e toda obra de fé’.
6.2 – Lc. 12:5 ‘Temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno, sim, vos digo, a esse temei’.
CONCLUSÃO: Que o temor da ira de Deus caia sobre cada um aqui nesta ocasião!
Não pense em outra pessoa ao ouvir esta mensagem! É para você que está aqui!
Não fique satisfeito em pensar que você já fugiu para Cristo.
Obtenha certeza disso!
O erro ou engano, será fatal e eterno!
Pv. 1. 24-33 (BV): 24 ‘Eu já chamei tantas vezes e vocês recusaram! Estendi a mão, convidando, mas ninguém Me deu importância. 25 Vocês não deram valor aos Meus conselhos e não aceitaram a Minha repreensão. 26 Por isso, quando chegarem os dias do seu sofrimento, os dias do medo e da tristeza, Eu vou rir e zombar de vocês. 27 Quando a desgraça cair sobre vocês como uma tempestade, quando seu triste fim chegar violento como um furacão, quando vocês estiverem sufocados pelas angústias 28 então vocês vão procurar desesperados a Minha ajuda mas Eu não responderei. Tentarão Me encontrar mas será tudo em vão. 29 Sabem por que isso vai acontecer? Porque vocês desprezaram a verdade e se recusaram a honrar e obedecer o Senhor. 30 Vocês não deram valor aos Meus conselhos e acharam que Minha repreensão era inútil. 31 Por isso, vocês comerão os frutos amargos de sua desobediência. Já que seus planos foram semear ventos, vocês colherão tempestades. 32 Gente vazia! Vocês morrerão porque se afastaram de Mim. Loucos, pensando que tudo estava bem enquanto caminhavam passo a passo para a destruição. Loucos! 33 Vejam que diferença! Quem Me ouve e obedece vive em paz e segurança, sem ter medo do mal’.
Por Que a Morte?
I Co. 15.55-57
OBJETIVO: ‘Demonstrar o horror da morte em suas diversas manifestações e apontar para a cura única possível através da pessoa e sacrifício de Cristo Jesus’.
INTRODUÇÃO: A Morte – horror de tantos – está entre os grandes universais da humanidade.
A psicologia nos leva a compreender que a morte não é encarada unicamente como um fenómeno instantâneo, mas sim um verdadeiro processo, não só biológico, como também psicossocial, em que um grande número de atos vitais se extinguem numa sequência tão gradual e saliente que escapa geralmente à simples observação (Quando morre um indivíduo, morre com ele todos os seus atos, projetos, sonhos, ações, transformações nele ou na sociedade em que está inserido, bem como morre todos os seus relacionamentos humanos).
O medo da morte coexiste com o ser humano desde o seu nascimento.
CONTEXTO: Neste contexto o tema em foco não é a morte, mas a ressurreição e a vitória de Cristo sobre a morte para aqueles que nele crêem, contudo quero congelar nossa leitura nestes versículos, para que paremos e observemos mais de perto esse espectro que nos assusta sempre: a morte.
TRANSIÇÃO: Certamente você já parou diante do fim de uma vida e perguntou: ‘Por quê?’. Esse é o nosso tema desta oportunidade: Por que a morte?
I – A MORTE VISTA PELOS OLHOS HUMANOS.
1. Jean-Paul Sartre (1905-1980).
1.1 – Para Sartre a morte é um acontecimento meramente ocasional, quando acontece faz desaparecer o indivíduo do palco do mundo.
1.2 – A morte de alguém é algo que não tem qualquer significado para a sua própria vida — nem é sequer um fato da vida — ela simplesmente acontece e tira-o do mundo.
1.3 – A existência humana ocorre em meio aos nadas (ou ao único nada?) cujos limites são o nascimento e a morte.
2. Martin Heidegger (1888-1976).
2.1 – Heidegger dá ênfase ao sentimento de angústia do homem diante da morte.
2.2 – A angústia da morte é algo que altera radicalmente a existência do homem.
2.3 – Todos os seres vivos morrem, é verdade, mas vivem e morrem enquanto espécie, não têm consciência da mortalidade individual.
3. Karl Jaspers (1883-1969).
3.1 – Semelhante a Heidegger, o filósofo e psicanalista Karl Jaspers a define como uma situação-limite.
3.2 – Situações-limite são aquelas em que o homem é convidado a sair do anonimato da espécie para assumir sua autenticidade, forjar e construir sua vida segundo um plano próprio, não se perder nem se deixar levar pela massificação, pela frivolidade, pela tagarelice, enfim, a metamorfosear-se através da angústia.
4. Sören Kierkegaard (1813-1855).
4.1 – A morte é uma tragédia solitária.
4.2 – Sören Kierkegaard questiona a solidão da morte em seu Livro das reflexões: “Perguntaram a um adolescente como ele gostaria que acontecesse a sua morte: ‘quero morrer dormindo e quando acordar já estar morto’”.
4.3 – Olhe a solidão da morte em pelo ângulo da experiência de espanto ocorrida com um atleta que narrou o seguinte: ‘Sonhei que eu estava no estádio, lá embaixo, correndo na área central, mas... quem era o eu que estava na platéia me assistindo?’.
4.4 – Como um ato solitário aprendemos desde cedo que cada um tem que lidar com sua própria morte.
5. Os pensadores do nosso século estão divididos em duas tendências:
a) niilista: a morte é o fim total do homem.
b) não-niilista: a morte não é o fim total do homem.
II – A REALIDADE DA MORTE.
1. É incontestável o fato de que o homem morre, e dela se fala sem tê-la experimentado, pois quem já experimentou não pode mais falar dela.
2. A experiência da morte não foge ao nosso conhecimento, pois temos a visão dos outros que morrem.
3. De acordo com estimativas, morrem 3 pessoas no mundo a cada segundo; 180 por minuto; 10800 por hora; 259.200 por dia; 7.776.000 por mês; 93.312.000 por ano (eu e você estamos na fila – e a fila anda).
4. Do ponto de vista filosófico, morte é a separação da alma e do corpo.
5. A morte clínica é a cessação das funções essenciais do corpo, mas não há necessariamente uma separação da alma e do corpo. A morte absoluta é a separação definitiva da alma e do corpo.
6. Características do fenômeno da morte.
a) Individualidade: A morte é um acontecimento que cada um deve enfrentar por conta própria. Ninguém pode assumir a morte de outro. Pode-se morrer por outro, mas não substituir a morte do outro.
b) Universalidade: Todos caem sob a foice da morte. Ela não leva em consideração a posição, a raça, a idade, o sexo, a religião da pessoa antes de executar o seu golpe.
c) Inelutabilidade: Contra a morte não há o que fazer. No máximo pode-se obter um pequeno sucesso, que serve para adiar por algum tempo o golpe decisivo. Mas o golpe final pertence à morte.
d) Iminência: Os homens teimam em viver como se a morte não existisse ou fosse longínqua ou não lhes dissesse respeito. Ela é uma potência sempre presente e continuamente ameaça a vida. Ela não é uma simples presença ainda não efetuada, mas algo breve, próximo, que está para acontecer. Bem dizia Sêneca: ‘Nós nos enganamos por considerar a morte como algo de futuro; uma grande parte dela já se passou. Todos os anos já vividos estão em poder da morte’.
e) Inflexibilidade: Diante da morte toda a oração, súplica é vã. A morte quando tem de acontecer é inexorável, não se move a rogos. Ela avança contra todos os homens.
f) Temibilidade: A morte parece assustadora. Ela suscita horror, aversão, angústia no homem.
III – A POSSIBILIDADE DE SE ESCAPAR DA MORTE.
1. As Escrituras nos possibilita observar a morte pelos mais variados ângulos, mas mais comumente pode-se apontar para três deles:
1.1 – Morte física, passou a existir em decorrência do pecado de nossos primeiros pais, conforme o decreto do Todo Poderoso Deus: ‘no dia em que dela comerdes, certamente morrerás’ (Gn. 2.17).
1.2 – Morte espiritual, se tornou experiência e realidade para nossa raça também a partir do primeiro pecado e se caracteriza no rompimento das relações amigáveis entre Criador e criatura (Rm. 5.12; Rm. 6.23).
1.3 – Morte eterna, se concretiza quando a morte física alcança o indivíduo sem que as relações entre Criador e criatura sejam restabelecidas (Jo. 3.36).
2. É dogma de nossa fé cristã que a morte coloca o homem num ‘estado’ definitivo por toda a eternidade, sendo que o homem fica sendo para sempre amigo ou inimigo de Deus conforme as disposições que tenha até o momento de deixar esta terra.
3. Diante daqueles que querem fugir à realidade da punição revelada nas Escrituras Sagradas, levanta-se aqui uma boa questão:
3.1 – ‘Se o inferno não existe, seria justo Hitler e Madre Tereza de Calcutá receberem o mesmo prêmio?’.
4. O inferno não mudará a realidade de que as pessoas serão eternas pecadoras e eternos rebeldes e impenitentes:
4.1 – Inocêncio: ‘Os condenados não se humilharão; pelo contrário, crescerá neles a perseverança do ódio’.
4.2 – Jerônimo: ‘Nos réprobos, o desejo de pecar é insaciável, e a ferida de tais desgraçados é incurável; porque eles mesmos recusam a cura’.
5. Não há como fugir desta realidade: ‘morreremos!’; mas caso você soubesse da existência de uma porta lateral na vida para se escapar da morte, você entraria por ela?
6. Jesus é essa porta.
6.1 – Jo. 10.9 ‘Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem’.
6.2 – A morte de Jesus na cruz do Calvário equivale a morte eterna do pecador, pagando ele a condenação e punição dos pecados e culpas daquele que crê.
6.3 – A condenação que se pagaria por toda a eternidade, Cristo, por ser o próprio Deus, pagou num ato único em lugar do pecador que crê.
7. Para proclamar esta verdade basilar do Evangelho, o apóstolo Paulo vai terminar o texto sobre a ressurreição em Cristo, com um verdadeiro hino de vitória.
7.1 – 1 Co. 15.55-57 ‘Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo’.
7.2 – Por causa da morte de Cristo em meu lugar, esse hino também é meu: ‘Onde está, ó morte, a tua vitória?’.
CONCLUSÃO: A morte não é apenas um processo biológico mecânico, mas uma porta para uma realidade maior, que cada um tem que encarar com seriedade.
Não há como escapar: ‘Põe a tua casa em ordem porque certamente morrerás!’.
A única saída é a salvação em Cristo Jesus.
Entre pela porta de salvação.
Jesus é a porta.
Por Que a Corrupção?
Jr. 8.18-9.6
OBJETIVO: Ensinar sobre a natureza corrupta do ser humano e apresentar o remédio oferecido gratuitamente por Deus.
INTRODUÇÃO: Colarinho branco, Sangue-sugas, Mensalão, Mensalinho, Petrolão, Lava-Jato, e tantos outros nomes de CPIs para apurar corrupção em nosso país... Este é um assunto que todos os brasileiros conhecem bem.
Como a ferrugem, a corrupção é mal que desgraça a humanidade, de modo que todos estão contaminados com seu poder de infiltração e destruição.
CONTEXTO: Jeremias foi um pregador em Jerusalém por cerca de quarenta anos (600 anos aC) e via o poder do pecado na vida de seu povo, desde os palácios até ao povo comum.
O tom da fala profética no texto é de pesar sobre o pecado de Israel, misturando-se os sentimentos do profeta com os sentimentos do próprio Deus, na inconformidade com o pecado.
TRANSIÇÃO: Com os olhos na história de Israel e lembrando que tal história sintetiza o comportamento humano em qualquer época e lugar, quero vos propor nesta ocasião o seguinte tema: ‘POR QUE A CORRUPÇÃO?’.
I – A CORRUPÇÃO UNIVERSAL É ANTÍTIPO À CORRUPÇÃO DE ISRAEL.
a – O antítipo é algo representado em algo menor.
1. O povo de Israel foi criado por Deus e separado como um modelo do trato de Deus com a humanidade.
2. As iniquidades, deslizes e pecados de Israel são típicas em todos os povos da humanidade em qualquer época, lugar ou cultura.
3. Olhar para o trato de Deus para com Israel é compreender a forma deDeus tratar com todos os povos.
b – Deus não esconde a corrupção de Israel.
1. Em toda a história de Israel narrada nas Escrituras fica claro que Israel era um povo rebelde, desobediente e que trocava Deus por ídolos e coisas.
1.1 – Jr. 8.19 ‘Ouçam o choro do meu povo, vindo de uma terra distante! "Onde está o Senhor?" eles perguntaram. "Por que Ele nos abandonou?" "Por que eles acenderam a Minha ira, adorando imagens feitas por homens e ídolos de outros povos?" responde o Senhor’.
1.2 – Jr. 9.2-6 ‘Quem me dera ter uma cabana bem longe, no deserto! Assim eu poderia me afastar desse povo fingido e infiel, desse bando de traidores. "Curvam suas línguas como arcos para atirar suas flechas de mentira. Não dão importância à justiça. Vão de mal a pior e nem se lembram de que Eu existo", diz o Senhor. Abram os olhos com seus amigos! Não confiem nem em seus irmãos! Os irmãos enganam um ao outro, e os amigos espalham mentiras e intrigas. Eles zombam abertamente uns dos outros, e nunca falam a verdade. Estão viciados na mentira; eles se gastam com seus pecados. Amontoam maldade sobre maldade; estão tão carregados de mentira, que já não podem Me conhecer, por causa dela, diz o Senhor’.
2. Note que a sequência de pecados atribuídos ao povo de Israel é o extrato moral e ético de nossa sociedade moderna:
2.1 – Fingimento e infidelidade.
2.2 – Línguas mentirosas.
2.3 – Não valorizam a justiça.
2.4 – Indiferentes à Deus.
2.5 – Engano.
2.6 – Intrigas.
2.7 – Zombaria e menosprezo uns com os outros.
2.8 – Amontoam a maldade.
2.9 – Não podem conhecer a Deus.
3. Esse é o retrato da humanidade em todos os tempos, lugares e culturas.
3.1 – Ilustração: Esse tipo de comportamento pode ser encontrado nos palácios de Brasília, e exemplos de corrupção aí não faltam em nossos noticiários, bem como podem ser encontrados no seu ambiente de trabalho, escola ou família.
II – A CORRUPÇÃO É INTRÍNSECO À NATUREZA HUMANA.
a – A Queda Adâmica permitiu o pecado e seu poder corruptivo se instalar em nós.
1. As Escrituras são abundantes em informações de que o pecado é a causa primária da corrupção na vida humana.
2. A doutrina reformada acerca do pecado afirma em um dos postulados da TULIP, a Total Depravação do ser, indicando com isto que todo o ser humano, em todas as suas expressões, foi afetado pelo poder destrutivo do0 pecado.
3. Como afirma a própria Escritura: ‘Não há homem que não peque ’, podemos afirmar com toda lisura que os germes da corrupção estão presentes em cada um de nós.
3.1 – Jr. 17.9 (BV) ‘O coração é a coisa mais mentirosa e traiçoeira que existe do mundo; o coração do homem é terrivelmente cheio de maldade. Não há ninguém capaz de saber até que ponto é mau e pecador o coração humano!’.
3.2 – Jr. 17.9 (NVI) ‘O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?’.
4. Algures alguém afirmou que: ‘Há tanto mal em cada um de nós, como há bem em cada um de nós, de modo tal, que nenhum de nós jamais poderia falar contra qualquer um de nós’.
b – Deus estabeleceu leis ao ser humano para restringir o poder da corrupção.
1. As leis de Deus tem um duplo propósito:
1.1 – Demonstrar a cada um de nós que somos pecadores.
1.2 – Restringir o poder da corrupção na vida humana.
2. Mesmo com as leis humanas e divinas o poder da corrupção, qual praga, se propaga e alastra em todos os seguimentos da vida humana.
III – A CORRUPÇÃO SÓ TERÁ A CURA ÚLTIMA NA REGENERAÇÃO.
a – Pode-se atenuar o poder da corrupção através de leis justas e punição adequada.
1. Infelizmente as leis humanas não conseguem brecar ou estancar o poder da corrupção que sintoma de um mal maior que em nossa gênese: o pecado.
2. I Tm. 1.8-10 ‘Sabemos que a Lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas, para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os sequestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina’.
b – Através da educação e transformação dos valores ético-morais e culturais.
1. Há países onde a educação transforma os valores éticos, morais e culturais, modelando uma sociedade mais justa e menos destruída pela corrupção.
2. Onde não há um esforço real de transformar pela educação e cultura sadia (é o caso do Brasil) a corrupção cresce e se aflora de forma galopante.
c – Através do poder transformador do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
1. Jesus, mesmo sendo Deus, assumiu carregar a culpa de uma parte da humanidade para lhes trazer libertação, cura e transformação.
1.1 – II Co. 8.9 ‘Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos’.
2. O Evangelho transforma o indivíduo de dentro pra fora, pois faz nascer nele uma nova natureza e uma nova vida.
3. As provas estão por aí, incontestes, espalhadas onde quer que haja um cristão.
3.1 – Rm. 1.16 (BV) ‘Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego’.
3.2 – I Co. 6.9-11 (BV) ‘Vocês então não sabem que os que fazem tais coisas não têm parte no reino de Deus? Não se enganem a si próprios. Aqueles Que vivem imoralmente, que são adoradores de ídolos, adúlteros ou homossexuais - não terão parte no seu reino. Nem tampouco os ladrões, os gananciosos, os bêbados, os caluniadores e os salteadores. Houve tempo quando alguns de vocês eram exatamente isso, porém agora seus pecados foram lavados; vocês estão separados para Deus, e Ele os aceitou devido ao que o Senhor Jesus Cristo e o Espírito de nosso Deus fizeram por vocês’.
d – Através da implantação de uma nova ordem quando da Regeneração.
1. Infelizmente não é nesta vida que tal praga será erradicada, mas aqueles que já experimentaram o poder transformador do Evangelho sabem por convicção e experiência que chegará esse dia.
2. ‘Novos céus e nova terra’ é a expressão bíblica para descrever a nova ordem em um mundo livre do pecado e da corrupção.
CONCLUSÃO: O brasileiro Marcos Archer, preso em 2004 por entrar na Indonésia com 13,4 quilos de cocaína e condenado à pena de morte naquele país, a despeito de vários pedidos de clemência remetidos pelos presidentes Lula e Dilma, foi executado no dia 18/01/2015. Alguns poderiam objetar: ‘Meu Deus do Céu, em pleno século XXI, esses bárbaros, ainda fizeram isso? Não foi justo!’ Mas, ia ser justo ele levar o veneno para vender às criancinhas, entregando-as à morte lenta das drogas?! Certamente ia destruir casas inteiras, desfazer lares, prostituir meninas e meninos... Isso é justo? É justo?! Deus cumpriu nele a lei para os que zombam da eternidade como se dela não fossem fazer parte, zombam como se não houvesse um Deus nessa Terra, zombam como se nem houvesse justiça. Pois bem, o Marcos Archer implorou clemência, mas não teve clemência ao levar drogas pra lá. Ainda ponderou: ‘Não é justo eu morrer assim, fuzilado aqui!’ Talvez alguém que ache que a morte dele não justificasse o seu erro. Quanto ao seu estado espiritual, até onde se percebe, Marcos Archer terá uma estada no inferno, longa e eterna. Rejeitou os caminhos de Deus nessa terra, Deus o rejeita na eternidade, preferiu as más obras, e, à Luz de Deus, viverá eternamente nas trevas .
Os germes da corrupção estão em sua vida.
Deus oferece o remédio com cura definitiva através do sacrifício de seu filho Jesus Cristo.
O que você fará com esse remédio?
Quer a cura?
Receba Jesus como seu salvador e experimente o poder transformador do Evangelho, nesta vida e por toda a eternidade.
OBJETIVO: Ensinar sobre a natureza corrupta do ser humano e apresentar o remédio oferecido gratuitamente por Deus.
INTRODUÇÃO: Colarinho branco, Sangue-sugas, Mensalão, Mensalinho, Petrolão, Lava-Jato, e tantos outros nomes de CPIs para apurar corrupção em nosso país... Este é um assunto que todos os brasileiros conhecem bem.
Como a ferrugem, a corrupção é mal que desgraça a humanidade, de modo que todos estão contaminados com seu poder de infiltração e destruição.
CONTEXTO: Jeremias foi um pregador em Jerusalém por cerca de quarenta anos (600 anos aC) e via o poder do pecado na vida de seu povo, desde os palácios até ao povo comum.
O tom da fala profética no texto é de pesar sobre o pecado de Israel, misturando-se os sentimentos do profeta com os sentimentos do próprio Deus, na inconformidade com o pecado.
TRANSIÇÃO: Com os olhos na história de Israel e lembrando que tal história sintetiza o comportamento humano em qualquer época e lugar, quero vos propor nesta ocasião o seguinte tema: ‘POR QUE A CORRUPÇÃO?’.
I – A CORRUPÇÃO UNIVERSAL É ANTÍTIPO À CORRUPÇÃO DE ISRAEL.
a – O antítipo é algo representado em algo menor.
1. O povo de Israel foi criado por Deus e separado como um modelo do trato de Deus com a humanidade.
2. As iniquidades, deslizes e pecados de Israel são típicas em todos os povos da humanidade em qualquer época, lugar ou cultura.
3. Olhar para o trato de Deus para com Israel é compreender a forma deDeus tratar com todos os povos.
b – Deus não esconde a corrupção de Israel.
1. Em toda a história de Israel narrada nas Escrituras fica claro que Israel era um povo rebelde, desobediente e que trocava Deus por ídolos e coisas.
1.1 – Jr. 8.19 ‘Ouçam o choro do meu povo, vindo de uma terra distante! "Onde está o Senhor?" eles perguntaram. "Por que Ele nos abandonou?" "Por que eles acenderam a Minha ira, adorando imagens feitas por homens e ídolos de outros povos?" responde o Senhor’.
1.2 – Jr. 9.2-6 ‘Quem me dera ter uma cabana bem longe, no deserto! Assim eu poderia me afastar desse povo fingido e infiel, desse bando de traidores. "Curvam suas línguas como arcos para atirar suas flechas de mentira. Não dão importância à justiça. Vão de mal a pior e nem se lembram de que Eu existo", diz o Senhor. Abram os olhos com seus amigos! Não confiem nem em seus irmãos! Os irmãos enganam um ao outro, e os amigos espalham mentiras e intrigas. Eles zombam abertamente uns dos outros, e nunca falam a verdade. Estão viciados na mentira; eles se gastam com seus pecados. Amontoam maldade sobre maldade; estão tão carregados de mentira, que já não podem Me conhecer, por causa dela, diz o Senhor’.
2. Note que a sequência de pecados atribuídos ao povo de Israel é o extrato moral e ético de nossa sociedade moderna:
2.1 – Fingimento e infidelidade.
2.2 – Línguas mentirosas.
2.3 – Não valorizam a justiça.
2.4 – Indiferentes à Deus.
2.5 – Engano.
2.6 – Intrigas.
2.7 – Zombaria e menosprezo uns com os outros.
2.8 – Amontoam a maldade.
2.9 – Não podem conhecer a Deus.
3. Esse é o retrato da humanidade em todos os tempos, lugares e culturas.
3.1 – Ilustração: Esse tipo de comportamento pode ser encontrado nos palácios de Brasília, e exemplos de corrupção aí não faltam em nossos noticiários, bem como podem ser encontrados no seu ambiente de trabalho, escola ou família.
II – A CORRUPÇÃO É INTRÍNSECO À NATUREZA HUMANA.
a – A Queda Adâmica permitiu o pecado e seu poder corruptivo se instalar em nós.
1. As Escrituras são abundantes em informações de que o pecado é a causa primária da corrupção na vida humana.
2. A doutrina reformada acerca do pecado afirma em um dos postulados da TULIP, a Total Depravação do ser, indicando com isto que todo o ser humano, em todas as suas expressões, foi afetado pelo poder destrutivo do0 pecado.
3. Como afirma a própria Escritura: ‘Não há homem que não peque ’, podemos afirmar com toda lisura que os germes da corrupção estão presentes em cada um de nós.
3.1 – Jr. 17.9 (BV) ‘O coração é a coisa mais mentirosa e traiçoeira que existe do mundo; o coração do homem é terrivelmente cheio de maldade. Não há ninguém capaz de saber até que ponto é mau e pecador o coração humano!’.
3.2 – Jr. 17.9 (NVI) ‘O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?’.
4. Algures alguém afirmou que: ‘Há tanto mal em cada um de nós, como há bem em cada um de nós, de modo tal, que nenhum de nós jamais poderia falar contra qualquer um de nós’.
b – Deus estabeleceu leis ao ser humano para restringir o poder da corrupção.
1. As leis de Deus tem um duplo propósito:
1.1 – Demonstrar a cada um de nós que somos pecadores.
1.2 – Restringir o poder da corrupção na vida humana.
2. Mesmo com as leis humanas e divinas o poder da corrupção, qual praga, se propaga e alastra em todos os seguimentos da vida humana.
III – A CORRUPÇÃO SÓ TERÁ A CURA ÚLTIMA NA REGENERAÇÃO.
a – Pode-se atenuar o poder da corrupção através de leis justas e punição adequada.
1. Infelizmente as leis humanas não conseguem brecar ou estancar o poder da corrupção que sintoma de um mal maior que em nossa gênese: o pecado.
2. I Tm. 1.8-10 ‘Sabemos que a Lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas, para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os sequestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina’.
b – Através da educação e transformação dos valores ético-morais e culturais.
1. Há países onde a educação transforma os valores éticos, morais e culturais, modelando uma sociedade mais justa e menos destruída pela corrupção.
2. Onde não há um esforço real de transformar pela educação e cultura sadia (é o caso do Brasil) a corrupção cresce e se aflora de forma galopante.
c – Através do poder transformador do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
1. Jesus, mesmo sendo Deus, assumiu carregar a culpa de uma parte da humanidade para lhes trazer libertação, cura e transformação.
1.1 – II Co. 8.9 ‘Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos’.
2. O Evangelho transforma o indivíduo de dentro pra fora, pois faz nascer nele uma nova natureza e uma nova vida.
3. As provas estão por aí, incontestes, espalhadas onde quer que haja um cristão.
3.1 – Rm. 1.16 (BV) ‘Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego’.
3.2 – I Co. 6.9-11 (BV) ‘Vocês então não sabem que os que fazem tais coisas não têm parte no reino de Deus? Não se enganem a si próprios. Aqueles Que vivem imoralmente, que são adoradores de ídolos, adúlteros ou homossexuais - não terão parte no seu reino. Nem tampouco os ladrões, os gananciosos, os bêbados, os caluniadores e os salteadores. Houve tempo quando alguns de vocês eram exatamente isso, porém agora seus pecados foram lavados; vocês estão separados para Deus, e Ele os aceitou devido ao que o Senhor Jesus Cristo e o Espírito de nosso Deus fizeram por vocês’.
d – Através da implantação de uma nova ordem quando da Regeneração.
1. Infelizmente não é nesta vida que tal praga será erradicada, mas aqueles que já experimentaram o poder transformador do Evangelho sabem por convicção e experiência que chegará esse dia.
2. ‘Novos céus e nova terra’ é a expressão bíblica para descrever a nova ordem em um mundo livre do pecado e da corrupção.
CONCLUSÃO: O brasileiro Marcos Archer, preso em 2004 por entrar na Indonésia com 13,4 quilos de cocaína e condenado à pena de morte naquele país, a despeito de vários pedidos de clemência remetidos pelos presidentes Lula e Dilma, foi executado no dia 18/01/2015. Alguns poderiam objetar: ‘Meu Deus do Céu, em pleno século XXI, esses bárbaros, ainda fizeram isso? Não foi justo!’ Mas, ia ser justo ele levar o veneno para vender às criancinhas, entregando-as à morte lenta das drogas?! Certamente ia destruir casas inteiras, desfazer lares, prostituir meninas e meninos... Isso é justo? É justo?! Deus cumpriu nele a lei para os que zombam da eternidade como se dela não fossem fazer parte, zombam como se não houvesse um Deus nessa Terra, zombam como se nem houvesse justiça. Pois bem, o Marcos Archer implorou clemência, mas não teve clemência ao levar drogas pra lá. Ainda ponderou: ‘Não é justo eu morrer assim, fuzilado aqui!’ Talvez alguém que ache que a morte dele não justificasse o seu erro. Quanto ao seu estado espiritual, até onde se percebe, Marcos Archer terá uma estada no inferno, longa e eterna. Rejeitou os caminhos de Deus nessa terra, Deus o rejeita na eternidade, preferiu as más obras, e, à Luz de Deus, viverá eternamente nas trevas .
Os germes da corrupção estão em sua vida.
Deus oferece o remédio com cura definitiva através do sacrifício de seu filho Jesus Cristo.
O que você fará com esse remédio?
Quer a cura?
Receba Jesus como seu salvador e experimente o poder transformador do Evangelho, nesta vida e por toda a eternidade.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
A PEDRA FUNDAMENTAL DA IGREJA
I Pe. 1.1-10
OBJETIVO: Apresentar ao povo de Deus o ensino de que o Senhor Jesus é o alicerce sólido sobre o qual está construída a nossa salvação.
INTRODUÇÃO: Geralmente na construção de um templo como este, lança-se previamente a pedra fundamental.
O que é a pedra fundamental?
O que se coloca ali?
O que significa?
CONTEXTO: Vamos falar um pouco de arquitetura. Quando vamos construir uma casa o que fazemos? Achamos o terreno. Limpamos. Preparamos os alicerces para depois começarmos a construir ou levantar as paredes. Ao levantarmos as paredes, no canto, na união entre uma e outra parede normalmente colocamos, o que? Exatamente! Nesse lugar vão as colunas de concreto. Essas colunas são fortes e proveem a sustentação da casa. Estas colunas são angulares pois situam-se num ângulo apropriado para dar sustentação, normalmente na junção entre duas paredes. Essas pilastras sustentam as paredes e o telhado e mantém a casa de pé. Hoje em dia usamos pilastras para dar sustentação a um edifício. Na arquitetura antiga, quando as construções eram feitas com pedras, uma pedra muito forte era utilizada como “pedra angular”. Esta pedra era cuidadosamente selecionada na pedreira e talhada no tamanho e formato corretos para ser a “pedra angular” – a pedra que iria receber o maior peso do edifício e sustentá-lo.
TRANSIÇÃO: A Igreja de Jesus também é alicerçada sobre um firme fundamento tendo como pedra principal o próprio Senhor Jesus.
I – UMA PEDRA PROFETIZADA.
a – O que é Pedra angular?
1. Nas construções antigas, a pedra angular era a pedra de esquina que servia para alinhar toda a construção.
1.1 – A escolha de uma boa pedra facilitaria a construção conforme a planta.
1.2 – Uma pedra fora de esquadria resultaria numa construção errada.
1.3 – Os construtores de Israel julgavam Jesus uma pedra inadequada para o tipo de construção que eles queriam.
1.4 – Deus o julgou perfeito para edificar a igreja conforme a planta divina.
2. Pedro fez a aplicação direta quando repreendeu os líderes em Jerusalém:
2.1 – At. 4:11 ‘Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular’.
b – Jesus era profetizado como a Pedra desde o VT.
1. Sl. 118.22-23 ‘A essa pedra, que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular. E essa pedra eu quero para mim, como firme fundamento, que procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos’.
2. Is. 8. 14 ‘Tropeçaram na pedra de tropeço, como está escrito: Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, e aquele que nela crê não será confundido’.
3. Is. 28.16 ‘Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada; aquele que crer não foge’.
II – UMA PEDRA ESTABELECIDA.
a – Pedro ou Jesus?
1. Uma leitura tendenciosa em Mateus pode levar a uma conclusão errada.
1.1 – Mt 16.18-19 ‘Jesus diz: Também Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus: o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus’.
2. Breve consideração exegética:
2.1 – Pedro em grego é petros, que significa pequena pedra movível.
2.2 – A palavra grega para pedra é petra, que significa massa imóvel ou rochedo.
2.3 – Poderíamos traduzir o que Jesus disse assim: ‘Você é uma pequena pedra móvel, mas a minha Igreja está alicerçada em uma rocha firme’.
3. Qual pedra então é a que Jesus se refere?
3.1 – A afirmação de Pedro.
3.2 – O fato de que Ele, Jesus, era o Cristo, o Filho do Deus vivo.
3.3 – Todo o ensino bíblico dos apóstolos indicará que Jesus é a rocha sobre a qual Jesus está construída.
b – A Igreja é construída sobre a pessoa e obra de Cristo.
1. A doutrina acerca do alicerce da Igreja não pode ser baseada numa única referência bíblica e ainda assim interpretada de forma tendenciosa.
2. É preciso que se veja todos os outros textos que apontam para Jesus como a base sólida sobre a qual a Igreja é edificada.
2.1 – Ef. 2: 19-22 ‘Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito’.
2.2 – 1 Pe. 2.4-6 ‘E chegando-vos para Ele pedra Viva, reprovada na Verdade pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa. 6 Pois na Escritura se diz: Vede, ponho em Sião uma Pedra Angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido’.
2.3 – Mt 21.42 ‘Nunca leste nas Escrituras; A pedra que os edificadores rejeitaram, essa se tornou a Pedra Angular; o Senhor fez isto, e é maravilhoso aos nossos olhos’.
III – UMA PEDRA ETERNA.
a – A Pedra Angular é a principal do edifício.
1. 1 Pe. 2.4,6 ‘E chegando-vos para Ele pedra Viva, reprovada na Verdade pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa. 6 Pois na Escritura se diz: Vede, ponho em Sião uma Pedra Angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido’.
2. É nele que todas as pedras se apoiam e se alinham.
2.1 – 1 Pe. 2.5 ‘também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo’.
2.2 – Ef. 2.11b-22a ‘Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo o edifício, bem ajustado...’.
b – A salvação do cristão é construída sobre Jesus.
1. Pedro é que mais se refere a Cristo como a Pedra onde se constrói o edifício que é a Igreja.
1.1 – At. 4.11-12 ‘Porque Jesus, o Messias, é Aquele a quem se referem as Escrituras quando falam de uma 'pedra rejeitada pelos construtores que se tornou a pedra principal da esquina. Não há salvação em nenhum outro mais! Debaixo do céu inteiro não existe nenhum outro nome para os homens chamarem a fim de serem salvos’.
1.2 – 1 Pe. 2.4-6 ‘E chegando-vos para Ele pedra Viva, reprovada na Verdade pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa. 6 Pois na Escritura se diz: Vede, ponho em Sião uma Pedra Angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido’.
2. Paulo: 1 Co 3.11 ‘Pois ninguém pode por outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo’.
c – Que significa construir sobre a Rocha.
1. É o próprio Senhor Jesus que faz alusão de se construir sobre a rocha.
2. Mt. 7.24-27:
2.1 – A rocha está em referência para as Palavras de Jesus.
2.2 – Crer em Jesus é crer em suas Palavras.
2.3 – Construir sobre a rocha, que é sua palavra, é construir sobre o próprio Jesus.
3. O fundamento onde se constrói nossa vida é o próprio Senhor, e não há outro.
3.1 – 1 Co 3.10 (NVI) ‘Conforme a graça de Deus que me foi concedida, eu, como sábio construtor, lancei o alicerce, e outro está construindo sobre ele. Contudo, veja cada um como constrói’.
4. Construir sobre a rocha significa construir nossa vida.
4.1 – Seus valores.
4.2 – Seus princípios.
4.3 – Seus procedimentos.
5. Cada um dos salvos dará contas de si mesmo a Deus.
5.1 – II Co. 5.10 (NVI) ‘Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más’.
5.2 – Como você está construindo sua vida?
5.3 – Como Deus o avaliará?
CONCLUSÃO: Jesus é o Alicerce.
Nós o edifício.
Como temos construído?
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
A Prática da Oração
O PODER DA ORAÇÃO
III
‘A Prática da Oração’.
Mt. 6.5-13
‘E agora, a respeito da oração. Quando orarem, não sejam como os fingidos, que oram publicamente nas esquinas das ruas e nas sinagogas, para todo mundo ver. Verdadeiramente, essa é toda a recompensa que eles poderão ter. Mas vocês, quando orarem, retirem-se, completamente a sós, fechem a porta atrás de vocês, e orem ao seu Pai secretamente; e seu Pai, que conhece os seus segredos, recompensará vocês". Não fiquem recitando sempre a mesma oração, como os pagãos fazem, pois pensam que as orações repetitivas é que são eficientes. Lembrem-se: seu Pai sabe exatamente o que vocês precisam, até mesmo antes que vocês peçam a Ele! Orem desta maneira: 'Nosso Pai do céu, nós adoramos o seu santo nome. Pedimos que seu reino venha logo. Que a sua vontade seja feita aqui na terra, tal como é feita no céu. Dê-nos hoje outra vez o nosso alimento, como sempre, e perdoe-nos os nossos pecados, tal como nós temos perdoado aqueles que pecaram contra nós. Não nos ponha em tentação, mas livre-nos do Maligno. Amém!' (BV).
INTRODUÇÃO: O próprio Senhor Jesus nos ensinou a não sermos incessantemente repetitivos.
Em algumas culturas pagãs as orações são sempre a repetição da mesma coisa. Nos dias de Elias os pagãos até mesmo se mutilavam enquanto repetiam a mesma frase. Jesus disse: ‘Não pensem que serão ouvidos pelo muito falar’.
Por outro lado Jesus nos diz para orarmos sem desistir.
A oração, mais que uma lamúria sobre problemas, colocada aos pés do Senhor, deve fluir na vida do cristão de forma tão natural que não precise nem de lugar de hora certa, mas que so0e sempre como uma conversa suave e tranquila de um filho com o Pai amado.
No Antigo Testamento encontramos cerca de oitenta e cinco orações originais (Kohler). Há mais ou menos sessenta salmos completos e cartoze porções de salmos que podem ser chamados de orações.
No Novo Testamento existem certas áreas claramente definidas nas quais se exibe ensinamento sobre a oração; porém, a fonte de onde todas as suas instruções à oração emanam, é a própria doutrina e prática de Cristo.
Hoje compartilharemos sobre o subtema A Prática da Oração.
I – OBSERVANDO A PRÁTICA DA ORAÇÃO PELOS NOSSOS SÍMBOLOS DE FÉ.
a – A Oração pelo prisma da Confissão de Fé.
1. A Confissão de Fé de Westminster no Capítulo XXI (do Culto Religioso e do Dia de Repouso), nas Seções III e IV nos dizem o seguinte:
1.1 – SEÇÃO III – ‘A oração, com ações de graças, sendo uma parte especial do culto religioso, é por Deus requerida de todos os homens; e, para que seja aceita, tem de ser feita em nome do Filho, com auxílio de seu Espírito, segundo sua vontade, com entendimento, reverência, humildade, fervor, fé, amor e perseverança; e se for vocal, que seja numa língua conhecida’.
1.2 – SEÇÃO IV – ‘A oração deve ser feita por coisas lícitas e em favor de todo gênero de pessoas vivas ou que virão a viver no futuro; mas não em favor dos mortos, nem em favor daqueles de quem soubermos que cometeram o pecado da morte’.
b – A Oração pelo prisma do Catecismo maior.
1. Os Catecismos de Westminster (Breve e Maior) foram elaborados para a catequese e discipulado da membresia através de perguntas e respostas.
2. Nesta consulta usaremos o Catecismo Maior de Westminster:
2.1 – Pergunta 178. ‘O que é oração?’ Resposta: ‘Oração é um oferecimento de nossos desejos a Deus, em nome de Cristo e com o auxílio de seu Espírito, e com a confissão de nossos pecados e um grato reconhecimento de suas misericórdias’.
2.2 – Pergunta 185. ‘Como devemos orar?’ Resposta: ‘Devemos orar com solene apreensão da majestade de Deus e profunda convicção de nossa própria indignidade, necessidades e pecados; com corações penitentes, gratos e francos; com entendimento, fé, sinceridade, fervor, amor e perseverança, esperando nele com humilde submissão à sua vontade’.
2.3 – Pergunta 183. ‘Por quem devemos orar?’ Resposta: ‘Devemos orar por toda a Igreja de Cristo na terra, pelos magistrados e outras autoridades, por nós mesmos, pelos nossos irmãos e até mesmo pelos nossos inimigos, e pelos homens de todas as classes, pelos vivos e pelos que ainda hão de nascer; porém, não devemos orar pelos mortos, nem por aqueles que se sabe terem cometido o pecado para a morte’.
II – OBSERVANDO A PRÁTICA DA ORAÇÃO PELA EXPERIÊNCIA DA IGREJA.
a – A simplicidade da oração.
1. Olhando nossas raízes reformadas podemos alavancar alguns nomes da história:
1.1 – O mais longo capítulo das Institutas é dedicado à oração, que Calvino chamou ‘o principal exercício da fé e o meio pelo qual recebemos diariamente os benefícios de Deus’.
1.2 – Porém, se toda a vida cristã, desde o primeiro passo até a perseverança final, é um dom de Deus, por que orar? A resposta é que os fiéis não oram para informar ou convencer Deus de alguma coisa, mas para expressarem sua fé, confiança e dependência dele.
1.3 – Calvino propôs quatro regras para a oração:
a) reverência: evitar toda ostentação ou arrogância;
b) contrição: deve proceder de um coração arrependido;
c) humildade: ter em mente a glória de Deus;
d) confiança: firme esperança de que a oração será respondida.
1.4 – Isso se aplica tanto à oração individual quanto às orações coletivas da igreja. A oração é a parte principal do culto a Deus (Is 56.7; Mt 21.13)
2. ‘Quando buscamos a Deus em oração, o diabo sabe que estamos querendo mais poder para lutar contra ele, e por isso procura lançar contra nós toda a oposição que é capaz de arregimentar’ (Richard Sibbes – 1577-1635 Pastor anglicano).
3. ‘A oração é um instrumento poderoso não para fazer com que a vontade do homem seja feita no céu, mas para fazer com que a vontade de Deus seja feita na terra’ (Robert Law – 1788-1874 – Tenente General do Exército Britânico).
4. ‘Aqueles que oram fazem mais pelo mundo que aqueles que lutam; e se o mundo vai de mal a pior, é porque existem mais batalhas do que orações’ (George S. Patton – George Smith Patton, 11/11/1885-21/12/1945, Gal do 3º Exército EUA, 2ª Guerra Mundial).
b – A oração e a manipulação do divino.
1. A oração não funciona como um instrumento de manipulação dos caprichos ou necessidades humanas.
1.1 – ‘Não é a aritmética de nossas orações - quantas elas são; nem a retórica de nossas orações - quão eloquentes elas são; nem a geometria de nossas orações - quão longas elas são; nem a música de nossas orações - quão doce nossa voz pode ser; nem a lógica de nossas orações - quão argumentativas elas podem ser; nem o método de nossas orações – quão ordenadas elas podem ser, que Deus leva em consideração. O que mais importa é o fervor espiritual’ (William Lee – 1563-1614, clérigo e inventor inglês).
2. Não somos nós que mudamos o eterno propósito de Deus com a nossa oração, mas Ele nos aperfeiçoa no cumprimento diário de Sua vontade em nós.
3. Benjamin Palmer afirma que a oração é essencialmente feita em três aspectos:
3.1 – É o apelo da criatura dependente.
3.2 – É o lamento do culpado pecador.
3.3 – É a articulada adoração de uma alma inteligente.
Assim, pode-se ver nestes três aspectos a relação de Deus com o homem:
3.4 – Sob o primeiro aspecto, Deus é considerado em sua relação natural como o criador e preservador de todas as suas criaturas.
3.5 – Sob o segundo, ele é contemplado em sua graciosa relação como o redentor e salvador dos pecadores.
3.6 – E por último, ele é adorado em sua consumada santidade e glória.
c – A oração que Deus responde.
1. Já se viu que Deus não tem prazer na oração do ímpio.
2. Deus responde a oração de pessoas que guardam os seus mandamentos.
3. Quais são as partes constantes da oração verdadeiramente bíblica?
3.1 – Características da Oração Modelo:
a) Adoração: ‘Pai nosso, santificado seja o Teu nome’.
b) Proclamação: ‘Venha o teu reino...’.
c) Intercessão: ‘O pão nosso de cada dia...’.
d) Confissão: ‘Perdoa as nossas dívidas’.
e) Proteção: ‘Não nos deixes cair, mas livra-nos...’.
f) Glorificação: ‘Teu é o Reino, o poder e a glória’.
4. Mesmo que se tenham muitos exemplos de orações registradas nas Escrituras, recebemos de nosso Senhor um modelo de oração: A Oração Dominical.
III – OBSERVANDO OS EMPECILHOS À ORAÇÃO.
a – Alguns empecilhos à oração.
1. Orar fora da vontade de Deus.
1.1 – I Jo. 5.16
2. Satanás e seus anjos.
2.1 – Dn. 10.10-12
3. Pecados guardados.
3.1 – Is 59.1-2, Sl. 66.19-20
4. Dúvida em Deus.
4.1 – Tg. 1.5-7
b – A oração pela perspectiva bíblica.
Vista Panorâmica da Oração
Quanto a Diz a Bíblia Base Bíblica
Instrumentalidade Meio de graça Hb. 4.16
Aperfeiçoamento Espírito Santo Rm. 8.26
Alvos internos Todos os santos Ef. 6.18
Alvos externos Todos os homens I Tm. 2.1
Ter respostas Vontade de Deus I Jo. 5.16
Organização Não sabemos orar Rm. 8.26
Divulgação Orarás em secreto Mt. 6.6
Orientação Orarás ao Pai Mt. 6.8
Constância Sem cessar I Ts. 5.17
Mediação Em nome de Jesus Jo. 14.15
Eficácia Pode muito Tg. 5.16
Formas Oração, Súplicas, Intercessão, Ações de Graças, Petições I Tm. 2.1
Tempo Em todo o tempo Ef. 6.18
Mito Não tem poder Mt. 18.18
CONCLUSÃO: Não deixe de orar.
Ore na perspectiva correta.
Não faça da oração uma muleta ou um amuleto.
Exerça a oração como meio de comunhão constante com o Pai.
Lembre-se: A oração é instrumento de comunhão, afeto e amor entre Deus e seus filhos.
III
‘A Prática da Oração’.
Mt. 6.5-13
‘E agora, a respeito da oração. Quando orarem, não sejam como os fingidos, que oram publicamente nas esquinas das ruas e nas sinagogas, para todo mundo ver. Verdadeiramente, essa é toda a recompensa que eles poderão ter. Mas vocês, quando orarem, retirem-se, completamente a sós, fechem a porta atrás de vocês, e orem ao seu Pai secretamente; e seu Pai, que conhece os seus segredos, recompensará vocês". Não fiquem recitando sempre a mesma oração, como os pagãos fazem, pois pensam que as orações repetitivas é que são eficientes. Lembrem-se: seu Pai sabe exatamente o que vocês precisam, até mesmo antes que vocês peçam a Ele! Orem desta maneira: 'Nosso Pai do céu, nós adoramos o seu santo nome. Pedimos que seu reino venha logo. Que a sua vontade seja feita aqui na terra, tal como é feita no céu. Dê-nos hoje outra vez o nosso alimento, como sempre, e perdoe-nos os nossos pecados, tal como nós temos perdoado aqueles que pecaram contra nós. Não nos ponha em tentação, mas livre-nos do Maligno. Amém!' (BV).
INTRODUÇÃO: O próprio Senhor Jesus nos ensinou a não sermos incessantemente repetitivos.
Em algumas culturas pagãs as orações são sempre a repetição da mesma coisa. Nos dias de Elias os pagãos até mesmo se mutilavam enquanto repetiam a mesma frase. Jesus disse: ‘Não pensem que serão ouvidos pelo muito falar’.
Por outro lado Jesus nos diz para orarmos sem desistir.
A oração, mais que uma lamúria sobre problemas, colocada aos pés do Senhor, deve fluir na vida do cristão de forma tão natural que não precise nem de lugar de hora certa, mas que so0e sempre como uma conversa suave e tranquila de um filho com o Pai amado.
No Antigo Testamento encontramos cerca de oitenta e cinco orações originais (Kohler). Há mais ou menos sessenta salmos completos e cartoze porções de salmos que podem ser chamados de orações.
No Novo Testamento existem certas áreas claramente definidas nas quais se exibe ensinamento sobre a oração; porém, a fonte de onde todas as suas instruções à oração emanam, é a própria doutrina e prática de Cristo.
Hoje compartilharemos sobre o subtema A Prática da Oração.
I – OBSERVANDO A PRÁTICA DA ORAÇÃO PELOS NOSSOS SÍMBOLOS DE FÉ.
a – A Oração pelo prisma da Confissão de Fé.
1. A Confissão de Fé de Westminster no Capítulo XXI (do Culto Religioso e do Dia de Repouso), nas Seções III e IV nos dizem o seguinte:
1.1 – SEÇÃO III – ‘A oração, com ações de graças, sendo uma parte especial do culto religioso, é por Deus requerida de todos os homens; e, para que seja aceita, tem de ser feita em nome do Filho, com auxílio de seu Espírito, segundo sua vontade, com entendimento, reverência, humildade, fervor, fé, amor e perseverança; e se for vocal, que seja numa língua conhecida’.
1.2 – SEÇÃO IV – ‘A oração deve ser feita por coisas lícitas e em favor de todo gênero de pessoas vivas ou que virão a viver no futuro; mas não em favor dos mortos, nem em favor daqueles de quem soubermos que cometeram o pecado da morte’.
b – A Oração pelo prisma do Catecismo maior.
1. Os Catecismos de Westminster (Breve e Maior) foram elaborados para a catequese e discipulado da membresia através de perguntas e respostas.
2. Nesta consulta usaremos o Catecismo Maior de Westminster:
2.1 – Pergunta 178. ‘O que é oração?’ Resposta: ‘Oração é um oferecimento de nossos desejos a Deus, em nome de Cristo e com o auxílio de seu Espírito, e com a confissão de nossos pecados e um grato reconhecimento de suas misericórdias’.
2.2 – Pergunta 185. ‘Como devemos orar?’ Resposta: ‘Devemos orar com solene apreensão da majestade de Deus e profunda convicção de nossa própria indignidade, necessidades e pecados; com corações penitentes, gratos e francos; com entendimento, fé, sinceridade, fervor, amor e perseverança, esperando nele com humilde submissão à sua vontade’.
2.3 – Pergunta 183. ‘Por quem devemos orar?’ Resposta: ‘Devemos orar por toda a Igreja de Cristo na terra, pelos magistrados e outras autoridades, por nós mesmos, pelos nossos irmãos e até mesmo pelos nossos inimigos, e pelos homens de todas as classes, pelos vivos e pelos que ainda hão de nascer; porém, não devemos orar pelos mortos, nem por aqueles que se sabe terem cometido o pecado para a morte’.
II – OBSERVANDO A PRÁTICA DA ORAÇÃO PELA EXPERIÊNCIA DA IGREJA.
a – A simplicidade da oração.
1. Olhando nossas raízes reformadas podemos alavancar alguns nomes da história:
1.1 – O mais longo capítulo das Institutas é dedicado à oração, que Calvino chamou ‘o principal exercício da fé e o meio pelo qual recebemos diariamente os benefícios de Deus’.
1.2 – Porém, se toda a vida cristã, desde o primeiro passo até a perseverança final, é um dom de Deus, por que orar? A resposta é que os fiéis não oram para informar ou convencer Deus de alguma coisa, mas para expressarem sua fé, confiança e dependência dele.
1.3 – Calvino propôs quatro regras para a oração:
a) reverência: evitar toda ostentação ou arrogância;
b) contrição: deve proceder de um coração arrependido;
c) humildade: ter em mente a glória de Deus;
d) confiança: firme esperança de que a oração será respondida.
1.4 – Isso se aplica tanto à oração individual quanto às orações coletivas da igreja. A oração é a parte principal do culto a Deus (Is 56.7; Mt 21.13)
2. ‘Quando buscamos a Deus em oração, o diabo sabe que estamos querendo mais poder para lutar contra ele, e por isso procura lançar contra nós toda a oposição que é capaz de arregimentar’ (Richard Sibbes – 1577-1635 Pastor anglicano).
3. ‘A oração é um instrumento poderoso não para fazer com que a vontade do homem seja feita no céu, mas para fazer com que a vontade de Deus seja feita na terra’ (Robert Law – 1788-1874 – Tenente General do Exército Britânico).
4. ‘Aqueles que oram fazem mais pelo mundo que aqueles que lutam; e se o mundo vai de mal a pior, é porque existem mais batalhas do que orações’ (George S. Patton – George Smith Patton, 11/11/1885-21/12/1945, Gal do 3º Exército EUA, 2ª Guerra Mundial).
b – A oração e a manipulação do divino.
1. A oração não funciona como um instrumento de manipulação dos caprichos ou necessidades humanas.
1.1 – ‘Não é a aritmética de nossas orações - quantas elas são; nem a retórica de nossas orações - quão eloquentes elas são; nem a geometria de nossas orações - quão longas elas são; nem a música de nossas orações - quão doce nossa voz pode ser; nem a lógica de nossas orações - quão argumentativas elas podem ser; nem o método de nossas orações – quão ordenadas elas podem ser, que Deus leva em consideração. O que mais importa é o fervor espiritual’ (William Lee – 1563-1614, clérigo e inventor inglês).
2. Não somos nós que mudamos o eterno propósito de Deus com a nossa oração, mas Ele nos aperfeiçoa no cumprimento diário de Sua vontade em nós.
3. Benjamin Palmer afirma que a oração é essencialmente feita em três aspectos:
3.1 – É o apelo da criatura dependente.
3.2 – É o lamento do culpado pecador.
3.3 – É a articulada adoração de uma alma inteligente.
Assim, pode-se ver nestes três aspectos a relação de Deus com o homem:
3.4 – Sob o primeiro aspecto, Deus é considerado em sua relação natural como o criador e preservador de todas as suas criaturas.
3.5 – Sob o segundo, ele é contemplado em sua graciosa relação como o redentor e salvador dos pecadores.
3.6 – E por último, ele é adorado em sua consumada santidade e glória.
c – A oração que Deus responde.
1. Já se viu que Deus não tem prazer na oração do ímpio.
2. Deus responde a oração de pessoas que guardam os seus mandamentos.
3. Quais são as partes constantes da oração verdadeiramente bíblica?
3.1 – Características da Oração Modelo:
a) Adoração: ‘Pai nosso, santificado seja o Teu nome’.
b) Proclamação: ‘Venha o teu reino...’.
c) Intercessão: ‘O pão nosso de cada dia...’.
d) Confissão: ‘Perdoa as nossas dívidas’.
e) Proteção: ‘Não nos deixes cair, mas livra-nos...’.
f) Glorificação: ‘Teu é o Reino, o poder e a glória’.
4. Mesmo que se tenham muitos exemplos de orações registradas nas Escrituras, recebemos de nosso Senhor um modelo de oração: A Oração Dominical.
III – OBSERVANDO OS EMPECILHOS À ORAÇÃO.
a – Alguns empecilhos à oração.
1. Orar fora da vontade de Deus.
1.1 – I Jo. 5.16
2. Satanás e seus anjos.
2.1 – Dn. 10.10-12
3. Pecados guardados.
3.1 – Is 59.1-2, Sl. 66.19-20
4. Dúvida em Deus.
4.1 – Tg. 1.5-7
b – A oração pela perspectiva bíblica.
Vista Panorâmica da Oração
Quanto a Diz a Bíblia Base Bíblica
Instrumentalidade Meio de graça Hb. 4.16
Aperfeiçoamento Espírito Santo Rm. 8.26
Alvos internos Todos os santos Ef. 6.18
Alvos externos Todos os homens I Tm. 2.1
Ter respostas Vontade de Deus I Jo. 5.16
Organização Não sabemos orar Rm. 8.26
Divulgação Orarás em secreto Mt. 6.6
Orientação Orarás ao Pai Mt. 6.8
Constância Sem cessar I Ts. 5.17
Mediação Em nome de Jesus Jo. 14.15
Eficácia Pode muito Tg. 5.16
Formas Oração, Súplicas, Intercessão, Ações de Graças, Petições I Tm. 2.1
Tempo Em todo o tempo Ef. 6.18
Mito Não tem poder Mt. 18.18
CONCLUSÃO: Não deixe de orar.
Ore na perspectiva correta.
Não faça da oração uma muleta ou um amuleto.
Exerça a oração como meio de comunhão constante com o Pai.
Lembre-se: A oração é instrumento de comunhão, afeto e amor entre Deus e seus filhos.
A Razão de Ser da Oração na Vida do Cristão
O PODER DA ORAÇÃO
II
‘A Razão de Ser da Oração na Vida do Cristão’.
Mensagem: Rev. Emiliano Cunha
Jó 23.3-4
Introdução: Foi dito que a oração não é o que muitos pensam ser:
- A Oração tem poder.
- A Oração é respondida pela quantidade de fé de quem ora.
- A Oração é um cheque em branco.
- A Oração é solução para todos os problemas.
- A Oração é a mão que move a mão que move o mundo.
- A Oração é aceita quando é bem orquestrada com palavras.
Existem alguns mecanismos que Deus instituiu com a finalidade de transmitir sua graça aos seus filhos. Na teologia reformada isto é chamado de ‘meio de graça’.
A verdadeira oração é um meio que Deus estabeleceu para que pudéssemos utilizar a aliança que ele tem conosco.
Quero compartilhar nesta oportunidade, dentro do tema geral O Poder da Oração, acerca do sub tema ‘A Razão de Ser da Oração na Vida do Cristão’.
I – A ORAÇÃO E O MISTICISMO CRISTÃO.
a – Onde se aloja o misticismo na Oração.
1. O que é o elemento místico?
1.1 – Aquilo que a inteligência humana tem dificuldade em explicar.
1.2 – Misterioso.
2. Toda religião tem seu aspecto místico, mágico, sobrenatural. A religião cristã não é diferente.
3. Não podemos negar a presença do sobrenatural no cristianismo, justamente porque é a verdadeira e única religião e o poder de Deus nos é revelado.
4. Se tirar o sobrenatural do cristianismo não será mais o cristianismo e a Bíblia poderá ser rasgada e descartada.
5. Vivemos em uma época de grande misticismo supersticioso misturado ao cristianismo. Especialmente no cristianismo brasileiro, e olhando só para a classe evangélica, temos muito engano por conta do misticismo:
5.1 – Água ungida.
5.2 – Óleo ungido.
5.3 – Rosa ungida.
5.4 – Lenço abençoado.
5.5 – Sal grosso.
5.6 – Lâmpada santa.
5.7 – Oração de poder.
b – A oração não possui mística própria.
1. Existe por ai muito engano sobre o assunto, e falar sobre isso causa um determinado desconforto para muitos.
2. Quando o Senhor nos deixou essa opção de oração ele queria que utilizássemos este recurso para estreitar essa relação e comunhão com Ele.
3. A oração NÃO tem poder em si mesma. O poder quem tem é Deus, Ele é o Todo- poderoso, capaz de transformar situações irreversíveis em algo totalmente possível.
4. A oração só funciona se estivermos em concordância com aquilo que Deus nos deixou através de seus ensinamentos. Somente com essas condições ela vai atender o que pedimos.
c – A oração do ímpio não é aceita pelo Senhor.
1. A oração feita por um ímpio alcançará o favor e a resposta de Deus?
1.1 – Pr. 15:8 ‘O sacrifício dos ímpios é abominável ao Senhor, mas a oração dos justos é o seu contentamento’.
1.2 – Pr. 15:29 ‘Longe está o Senhor dos ímpios, mas escutará a oração dos justos’.
1.3 – Jo.9.31 ‘Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus e faz a sua vontade, a esse ouve’.
2. Ordinariamente a Deus não tem prazer na oração do ímpio, pois a oração importa em comunhão e que comunhão tem o ímpio com Deus?
d – A oração é um privilégio para os filhos de Deus.
1. Mas na sua muita misericórdia e devido a sua graça comum que é derramada sobre maus e bons, o ímpio muitas vezes é agraciado com o favor de Deus.
2. ‘A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos’ (Tg. 5:16).
3. Note que não se diz que a oração é poderosa, mas que ela pode muito em seus efeitos.
4. A oração não precisa ser bonita, longa com palavras difíceis, ela tem que ser sincera, objetiva e principalmente com fé. Vejam o exemplo de Elias quando fez descer fogo do céu. Sua oração foi curta, mas a resposta foi imediata (1 Re. 18:36-38).
5. Não se pode esquecer que oração não deve ser somente para pedir.
6. A oração como meio de comunhão com Deus é carregada de agradecimento, de um senso de confissão e principalmente de um desejo de glorificar e adorar o nosso do Senhor.
e – Siga o modelo conforme foi dado.
1. Veja isso na oração em que ele nos orientou a fazer: (Mt. 6:9-13).
2. A Oração do Senhor é uma Oração à ser rezada (meramente repetida) ou um modelo de oração?
3. Se a resposta a primeira interrogação for positiva, então a oração tem poder em si mesma.
4. Se a resposta da segunda interrogação for positiva então nossas orações precisam ser reconstruídas.
5. Só quero abrir os olhos de algumas pessoas que acham que se fecharem os olhos de qualquer maneira, e começar a falar e pedir as coisas vão acontecer, porque entendem que sua oração tem poder.
6. Muitas vezes nem é uma oração verdadeira, pode ser apenas um desabafo, que nem é direcionada para Deus.
7. Imagine se Deus não fosse o mediador entre o que pedimos em oração e o que realmente precisamos?
7.1 – O mundo seria bem bagunçado, porque sinceramente tem gente por ai pedindo cada coisa em oração que se realizasse o mundo estaria muito enrolado.
7.2 – Tem pessoas que vão orar e praticamente se esquecem de Deus.
7.3 – É um tal de ‘sai capeta’, ‘não te aceito demônio’, ‘tá amarrado Satanás’ que, parecem que a oração é até para ele.
8. Não se deve esquecer que a oração visa ser direcionada para Deus e não usá-la para falar com o inimigo. Isso é falta de discernimento.
II – A RAZÃO DE SER DA ORAÇÃO.
a – A oração é meio de graça, não máquina de guerra.
1. A oração está mais para um conversar amável entre Pai e filho, entre o Noivo e a noiva, do que para uma metralhadora pronta para aniquilar o inimigo.
2. Deus nos deu a oração como meio de graça, não como máquina de guerra.
3. Você precisa saber: A sua oração não tem poder, mas a oração entre você e Deus com total comunhão é MUITO EFICAZ e vai te conduzir às bênçãos de Deus e seu Reino.
4. A vida cristã tem como alvo maior a glória de Deus e esta através da obediência sincera que é fruto de um coração quebrantado e entregue diante da cruz do Senhor, qual oferta colocada no altar.
b – O perigo de não orarmos.
1. Embora filhos de Deus por adoção em Cristo, os efeitos da Queda perduram em nossa vida no presente de modo tal que nos tornamos preguiçosos e até indiferentes à oração.
2. Através das Escrituras Deus nos convida e até mesmo nos ordena a orar, de sorte que não orar se constitui em pecado contra Deus, pois o mesmo se desdobra na quebra de muitos aspectos da vida cristã:
2.1 – Não orar é não manter comunhão com o Pai.
2.2 – Não orar é não amar o perdido com paixão salvadora.
2.3 – Não orar é não buscar a comunhão e o bem do próximo.
2.4 – Não orar é deixar de participar do governo de Deus no mundo.
3. Nas palavras de eminente teólogo reformado Robert Charles Sproul em seu livro A Oração Muda As Coisas? pág. 10: ‘O novo nascimento desperta um novo desejo de comunhão com Deus, mas o pecado resiste ao Espírito’ .
4. A negligência da oração é uma das principais causas de estagnação na vida cristã.
5. O mesmo teólogo e pastor, Sproul, em seu livro ‘A Oração Muda as Coisas?’ indica-nos que ‘a oração motiva e nutre a obediência, colocando o coração na mentalidade apropriada para desejar a obediência’ .
6. A Bíblia nos oferece diversos exemplos desta realidade, contudo apresento aqui dois breves textos:
6.1 – Lc. 22.39-62: Pedro e os outros discípulos não foram determinados na oração quando o Senhor Jesus lhe dissera: ‘Orai para que não entreis em tentação’ e o próximo passo destes aprendizes do Senhor foi o de tentar enfrentar o exército romano com uma única espada, em seguida Pedro nega a Jesus e os demais fogem.
6.2 – Js. 9.14: Josué não buscou ao Senhor foi enganado facilmente pelo inimigo.
III – OUVINDO A IGREJA SOBRE A ORAÇÃO.
1. Isaac Watts, nascido a 17/07/1674 e falecido em 25/11/1748, foi poeta, pregador, teólogo, lógico e pedagogo inglês, tendo sido autor de cerca de 750 hinos, chamado o pai do hino inglês, no livro A guide to Prayer: ‘Oração é a conversa que Deus permite-nos manter com Ele, enquanto estamos aqui embaixo. Ela é a linguagem que a criatura usa para se comunicar com o Criador, e que a alma de um santo muitas vezes recorre para aproximar de Deus, experiências de grande deleite e, deste modo, habita com seu Pai celestial por um curto período de tempo, antes que ele vá para o céu’ .
2. João Crisóstomo: ‘A oração é uma panóplia (armadura) contra todo mal, um tesouro que nunca se diminui, uma mina que jamais poderá ser esgotada, um céu sem qualquer obstrução de nuvem, um horizonte imperturbado por tempestades. É a raiz, a fonte, a mãe, de incontáveis bênçãos’ .
3. Robert Charles Sproul em seu livro The Prayer of the Lord, assim diz: ‘O mais importante, é que a oração é que nos transforma. Podemos envolver mais profundamente nesta comunhão com Deus e conhecer Aquele com quem estamos falando mais intimamente, e um crescente conhecimento de Deus é revelado ainda mais brilhante, e o que somos e a nossa necessidade é transformada em conforme Ele quer. A oração nos altera profundamente’ .
4. A oração bíblica nada mais é do que uma conversa com Deus, mas isso é tudo. Podemos ilustrá-la de várias maneiras:
4.1 – Adoração.
4.2 – Intercessão.
4.3 – Gratidão.
5. Li algures:
Orar antes de fazer algo é dependência.
Orar depois de fazer algo é gratidão.
Orar sempre é comunhão.
CONCLUSÃO: Mais do que nos achegarmos a Deus com uma lista de pedidos, somos ensinados a orar numa relação de adoração e comunhão como filhos que conversam amavelmente com o Pai.
Vamos conversar um pouco em nossa próxima preleção sobre a prática da oração.
Que continuemos com o mesmo pedido dos discípulos em nossos lábios: ‘Senhor, ensina-nos a orar!’
Feche seus olhos e fale isto com Jesus: ‘Senhor, ensina-me a orar!’
II
‘A Razão de Ser da Oração na Vida do Cristão’.
Mensagem: Rev. Emiliano Cunha
Jó 23.3-4
Introdução: Foi dito que a oração não é o que muitos pensam ser:
- A Oração tem poder.
- A Oração é respondida pela quantidade de fé de quem ora.
- A Oração é um cheque em branco.
- A Oração é solução para todos os problemas.
- A Oração é a mão que move a mão que move o mundo.
- A Oração é aceita quando é bem orquestrada com palavras.
Existem alguns mecanismos que Deus instituiu com a finalidade de transmitir sua graça aos seus filhos. Na teologia reformada isto é chamado de ‘meio de graça’.
A verdadeira oração é um meio que Deus estabeleceu para que pudéssemos utilizar a aliança que ele tem conosco.
Quero compartilhar nesta oportunidade, dentro do tema geral O Poder da Oração, acerca do sub tema ‘A Razão de Ser da Oração na Vida do Cristão’.
I – A ORAÇÃO E O MISTICISMO CRISTÃO.
a – Onde se aloja o misticismo na Oração.
1. O que é o elemento místico?
1.1 – Aquilo que a inteligência humana tem dificuldade em explicar.
1.2 – Misterioso.
2. Toda religião tem seu aspecto místico, mágico, sobrenatural. A religião cristã não é diferente.
3. Não podemos negar a presença do sobrenatural no cristianismo, justamente porque é a verdadeira e única religião e o poder de Deus nos é revelado.
4. Se tirar o sobrenatural do cristianismo não será mais o cristianismo e a Bíblia poderá ser rasgada e descartada.
5. Vivemos em uma época de grande misticismo supersticioso misturado ao cristianismo. Especialmente no cristianismo brasileiro, e olhando só para a classe evangélica, temos muito engano por conta do misticismo:
5.1 – Água ungida.
5.2 – Óleo ungido.
5.3 – Rosa ungida.
5.4 – Lenço abençoado.
5.5 – Sal grosso.
5.6 – Lâmpada santa.
5.7 – Oração de poder.
b – A oração não possui mística própria.
1. Existe por ai muito engano sobre o assunto, e falar sobre isso causa um determinado desconforto para muitos.
2. Quando o Senhor nos deixou essa opção de oração ele queria que utilizássemos este recurso para estreitar essa relação e comunhão com Ele.
3. A oração NÃO tem poder em si mesma. O poder quem tem é Deus, Ele é o Todo- poderoso, capaz de transformar situações irreversíveis em algo totalmente possível.
4. A oração só funciona se estivermos em concordância com aquilo que Deus nos deixou através de seus ensinamentos. Somente com essas condições ela vai atender o que pedimos.
c – A oração do ímpio não é aceita pelo Senhor.
1. A oração feita por um ímpio alcançará o favor e a resposta de Deus?
1.1 – Pr. 15:8 ‘O sacrifício dos ímpios é abominável ao Senhor, mas a oração dos justos é o seu contentamento’.
1.2 – Pr. 15:29 ‘Longe está o Senhor dos ímpios, mas escutará a oração dos justos’.
1.3 – Jo.9.31 ‘Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus e faz a sua vontade, a esse ouve’.
2. Ordinariamente a Deus não tem prazer na oração do ímpio, pois a oração importa em comunhão e que comunhão tem o ímpio com Deus?
d – A oração é um privilégio para os filhos de Deus.
1. Mas na sua muita misericórdia e devido a sua graça comum que é derramada sobre maus e bons, o ímpio muitas vezes é agraciado com o favor de Deus.
2. ‘A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos’ (Tg. 5:16).
3. Note que não se diz que a oração é poderosa, mas que ela pode muito em seus efeitos.
4. A oração não precisa ser bonita, longa com palavras difíceis, ela tem que ser sincera, objetiva e principalmente com fé. Vejam o exemplo de Elias quando fez descer fogo do céu. Sua oração foi curta, mas a resposta foi imediata (1 Re. 18:36-38).
5. Não se pode esquecer que oração não deve ser somente para pedir.
6. A oração como meio de comunhão com Deus é carregada de agradecimento, de um senso de confissão e principalmente de um desejo de glorificar e adorar o nosso do Senhor.
e – Siga o modelo conforme foi dado.
1. Veja isso na oração em que ele nos orientou a fazer: (Mt. 6:9-13).
2. A Oração do Senhor é uma Oração à ser rezada (meramente repetida) ou um modelo de oração?
3. Se a resposta a primeira interrogação for positiva, então a oração tem poder em si mesma.
4. Se a resposta da segunda interrogação for positiva então nossas orações precisam ser reconstruídas.
5. Só quero abrir os olhos de algumas pessoas que acham que se fecharem os olhos de qualquer maneira, e começar a falar e pedir as coisas vão acontecer, porque entendem que sua oração tem poder.
6. Muitas vezes nem é uma oração verdadeira, pode ser apenas um desabafo, que nem é direcionada para Deus.
7. Imagine se Deus não fosse o mediador entre o que pedimos em oração e o que realmente precisamos?
7.1 – O mundo seria bem bagunçado, porque sinceramente tem gente por ai pedindo cada coisa em oração que se realizasse o mundo estaria muito enrolado.
7.2 – Tem pessoas que vão orar e praticamente se esquecem de Deus.
7.3 – É um tal de ‘sai capeta’, ‘não te aceito demônio’, ‘tá amarrado Satanás’ que, parecem que a oração é até para ele.
8. Não se deve esquecer que a oração visa ser direcionada para Deus e não usá-la para falar com o inimigo. Isso é falta de discernimento.
II – A RAZÃO DE SER DA ORAÇÃO.
a – A oração é meio de graça, não máquina de guerra.
1. A oração está mais para um conversar amável entre Pai e filho, entre o Noivo e a noiva, do que para uma metralhadora pronta para aniquilar o inimigo.
2. Deus nos deu a oração como meio de graça, não como máquina de guerra.
3. Você precisa saber: A sua oração não tem poder, mas a oração entre você e Deus com total comunhão é MUITO EFICAZ e vai te conduzir às bênçãos de Deus e seu Reino.
4. A vida cristã tem como alvo maior a glória de Deus e esta através da obediência sincera que é fruto de um coração quebrantado e entregue diante da cruz do Senhor, qual oferta colocada no altar.
b – O perigo de não orarmos.
1. Embora filhos de Deus por adoção em Cristo, os efeitos da Queda perduram em nossa vida no presente de modo tal que nos tornamos preguiçosos e até indiferentes à oração.
2. Através das Escrituras Deus nos convida e até mesmo nos ordena a orar, de sorte que não orar se constitui em pecado contra Deus, pois o mesmo se desdobra na quebra de muitos aspectos da vida cristã:
2.1 – Não orar é não manter comunhão com o Pai.
2.2 – Não orar é não amar o perdido com paixão salvadora.
2.3 – Não orar é não buscar a comunhão e o bem do próximo.
2.4 – Não orar é deixar de participar do governo de Deus no mundo.
3. Nas palavras de eminente teólogo reformado Robert Charles Sproul em seu livro A Oração Muda As Coisas? pág. 10: ‘O novo nascimento desperta um novo desejo de comunhão com Deus, mas o pecado resiste ao Espírito’ .
4. A negligência da oração é uma das principais causas de estagnação na vida cristã.
5. O mesmo teólogo e pastor, Sproul, em seu livro ‘A Oração Muda as Coisas?’ indica-nos que ‘a oração motiva e nutre a obediência, colocando o coração na mentalidade apropriada para desejar a obediência’ .
6. A Bíblia nos oferece diversos exemplos desta realidade, contudo apresento aqui dois breves textos:
6.1 – Lc. 22.39-62: Pedro e os outros discípulos não foram determinados na oração quando o Senhor Jesus lhe dissera: ‘Orai para que não entreis em tentação’ e o próximo passo destes aprendizes do Senhor foi o de tentar enfrentar o exército romano com uma única espada, em seguida Pedro nega a Jesus e os demais fogem.
6.2 – Js. 9.14: Josué não buscou ao Senhor foi enganado facilmente pelo inimigo.
III – OUVINDO A IGREJA SOBRE A ORAÇÃO.
1. Isaac Watts, nascido a 17/07/1674 e falecido em 25/11/1748, foi poeta, pregador, teólogo, lógico e pedagogo inglês, tendo sido autor de cerca de 750 hinos, chamado o pai do hino inglês, no livro A guide to Prayer: ‘Oração é a conversa que Deus permite-nos manter com Ele, enquanto estamos aqui embaixo. Ela é a linguagem que a criatura usa para se comunicar com o Criador, e que a alma de um santo muitas vezes recorre para aproximar de Deus, experiências de grande deleite e, deste modo, habita com seu Pai celestial por um curto período de tempo, antes que ele vá para o céu’ .
2. João Crisóstomo: ‘A oração é uma panóplia (armadura) contra todo mal, um tesouro que nunca se diminui, uma mina que jamais poderá ser esgotada, um céu sem qualquer obstrução de nuvem, um horizonte imperturbado por tempestades. É a raiz, a fonte, a mãe, de incontáveis bênçãos’ .
3. Robert Charles Sproul em seu livro The Prayer of the Lord, assim diz: ‘O mais importante, é que a oração é que nos transforma. Podemos envolver mais profundamente nesta comunhão com Deus e conhecer Aquele com quem estamos falando mais intimamente, e um crescente conhecimento de Deus é revelado ainda mais brilhante, e o que somos e a nossa necessidade é transformada em conforme Ele quer. A oração nos altera profundamente’ .
4. A oração bíblica nada mais é do que uma conversa com Deus, mas isso é tudo. Podemos ilustrá-la de várias maneiras:
4.1 – Adoração.
4.2 – Intercessão.
4.3 – Gratidão.
5. Li algures:
Orar antes de fazer algo é dependência.
Orar depois de fazer algo é gratidão.
Orar sempre é comunhão.
CONCLUSÃO: Mais do que nos achegarmos a Deus com uma lista de pedidos, somos ensinados a orar numa relação de adoração e comunhão como filhos que conversam amavelmente com o Pai.
Vamos conversar um pouco em nossa próxima preleção sobre a prática da oração.
Que continuemos com o mesmo pedido dos discípulos em nossos lábios: ‘Senhor, ensina-nos a orar!’
Feche seus olhos e fale isto com Jesus: ‘Senhor, ensina-me a orar!’
‘Desmistificando a Oração’
O PODER DA ORAÇÃO
Introdução: Alguém pode orar e não ser um cristão, mas é impossível ser um cristão e não orar.
A oração era a conversação diária e natural que Adão mantinha com o Criador antes da Queda. Certamente Adão não empostava a voz, colocava-se de pé e falava num tom retumbante!
Como é que você se dirige ao seu esposo pela manhã, ao lhe avisar que o café está servido?
– ‘Oh, meu amado! Venho nesta manhã linda e radiante lhe informar que o café está na mesa. Que seja para você tão nutritivo e abençoador’.
Ou você diz simplesmente:
– ‘Querido, o café está pronto. Venha!’
Embora Deus nos tenha criado para a comunhão com Ele, os efeitos da Queda trouxeram grande avaria em nossa espiritualidade e desta forma, em certo sentido, a oração não é natural para nós.
Mesmo que o novo nascimento desperta um novo desejo de comunhão com Deus, o pecado, que continua presente em nosso ser, resiste ao Espírito, por isso, em certa medida o exercício da oração é laborioso e exige trabalho e disciplina.
A oração é tanto um privilégio como um dever para cada cristão.
A oração é para o cristão o que a respiração é para a vida, no entanto, nenhum outro dever cristão é tão negligenciado.
Quero falar nesta primeira conversa, dentro do tema O PODER DA ORAÇÃO, sobre o seguinte sub-tema:
I ‘Desmistificando a Oração’.
Ef. 3.20-21
Qual é o poder da oração? Ganha um chocolate quem acertar a resposta!
Existem muitos cristãos frustrados com a oração e mesmo que orem, por ser um exercício religioso, já não esperam realmente que suas orações sejam ouvidas ou respondidas.
I – CONCEITOS ERRADOS SOBRE A ORAÇÃO.
a – A Oração tem poder.
1. Há uma ideia popular que afirma que a oração tem poder inerente.
1.1 – Este é um conceito errado e que precisamos ter o discernimento correto: A oração não tem poder nela mesma!
1.2 – De acordo com a Bíblia, o poder da oração é simplesmente o poder de Deus, o qual escuta e responde às orações.
2. Considere o seguinte:
2.1 – O Senhor pode fazer qualquer coisa; não há nada impossível para Ele (Lc. 1:37).
2.2 – O Senhor todo-poderoso convida o Seu povo a orar a Ele.
a) A Oração deve ser perseverante (Lc. 18:1).
b) A Oração deve ser com ação de graças (Fp. 4:6).
c) A Oração deve ser em fé (Tg. 1:5).
d) A Oração deve ser conforme a vontade de Deus (Mt. 6:10).
e) A Oração deve ser para a glória de Deus (Jo. 14:13-14).
2.3 – O Senhor todo-poderoso escuta as orações de Seus filhos.
a) Ele nos manda orar, e promete escutar nossas orações.
b) Sl. 18:6 ‘Na minha angústia, invoquei o SENHOR, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos’.
2.4 – O Senhor todo-poderoso responde às orações.
a) Sl. 17:6 ‘Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras’.
b) Sl. 34:17 ‘Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações’.
b – A Oração é respondida pela quantidade de fé de quem ora.
1. Outro conceito errado sobre a oração é que a quantidade de fé determina se Deus vai ou não responder as nossas orações.
2. No entanto, às vezes o Senhor responde nossas orações apesar da nossa falta de fé.
2.1 – Em Atos 12, a igreja ora pela libertação de Pedro da prisão (v.5), e Deus responde suas orações (v.7-11).
2.2 – Pedro bate à porta do lugar onde as pessoas estavam reunidas para orar, mas aqueles que estavam orando de primeira se recusaram a acreditar que realmente era Pedro.
2.3 – Eles oraram para que Pedro fosse liberto, mas não acreditavam que iriam receber uma resposta à sua oração.
3. Não existe oração poderosa, existe sim, um Deus poderoso.
3.1 – Então, pode-se perguntar até mesmo sobre o nosso tema: Qual é o poder da oração? Resposta: NENHUM!
3.2 – A oração não tem poder. Mas Deus tem poder!
3.3 – O poder não é da oração, mas o poder é de Deus.
3.4 – O poder não se aloja na oração, mas o poder se aloja em Deus.
3.5 – O poder não se encontra na oração, como um fim em si mesma, mas o poder se encontra em Deus!
3.6 – Ilustração: É como se eu dissesse que esse fio que tenho em minhas mãos, tem muita energia nele mesmo. Mão tem. Mas uma vez ligado a fonte de energia, aí sim, a energia estará no fio, mas não é energia dele mesmo; é advinda de uma outra fonte.
4. Diz a Bíblia em Tg. 5.16: PolÝ ἰscÚei dšhsij dikaίou ἐnergoumšnh – ‘a oração do justo pode muito em sua eficácia’.
4.1 – Ela tem a eficiência de acessar o poder de Deus.
4.2 – Não que ela tenha poder em si mesma, mas que alcança muito em sua eficiência.
4.3 – Não que ela tenha poder em si mesma, mas porque é o instrumento ou o mecanismo que Deus instituiu para se acessar o poder Dele.
4.4 – A eficácia da oração não vem de nós – não são palavras especiais que dizemos ou um jeitinho especial que oramos ou até mesmo quão frequentemente repetimos nossas orações.
4.5 – A eficácia da oração não é baseado em que direção nos viramos ou qual a posição dos nossos corpos quando oramos.
4.6 – A eficácia da oração não vem do uso de artefatos, imagens, velas ou do rosário.
4.7 – A eficácia da oração é baseado em Quem escuta nossa oração e a ela responde.
a) A Oração nos coloca em contato com o Deus todo-poderoso, e devemos esperar grandes resultados, quer Deus queira nos dar ou negar o que pedimos, ou até mesmo se Ele pede para que esperemos nEle.
b) Qualquer que seja a resposta das nossas orações, o Deus a quem oramos é a fonte de todo o poder. Ele pode e vai nos responder de acordo com a Sua perfeita vontade e no momento que Ele julgar correto.
5. O número de cristãos frustrados com a oração é maior do que se imagina.
5.1 – Você já se sentiu assim em algum tempo de sua caminhada cristã?
5.2 – Porque isto acontece?
5.3 – Uma das razões porque isto acontece é porque existem formas inadequadas pelas quais se olha para a oração.
c – A Oração é um cheque em branco.
1. Muitos que encaram a oração como um cheque em branco se vêm no direito de pedir o que quiserem e exigir que Deus lhes seja favorável.
2. Para que a oração obtenha resposta, não basta apresentar o pedido, antes, há condições estabelecidas pelo próprio Deus.
d – A Oração é solução para todos os problemas.
1. Há problemas que Deus não dará solução numa perspectiva ou expectativa humana.
2. Há doenças que são para a morte, e mesmo que se ore incessantemente sobre a cura, Deus não realizará o nosso desejo.
2.1 – Um exemplo bem simples é a morte de Tiago em Atos 12.
a) Não estava a Igreja orando?
b) No entanto Deus permitiu que Tiago fosse degolado.
c) Se algum cristão ali pensava nesta proposição, ficou frustrado e sem entender.
e – A Oração é a mão que move a mão que move o mundo.
1. Muitos oram como se sua oração fosse mais forte que o próprio Deus.
2. Se nossa oração pudesse mover a mão de Deus, teríamos mais poderes que o próprio Deus.
f – A Oração é aceita quando é bem orquestrada com palavras.
1. ‘Não é a aritmética de nossas orações - quantas elas são; nem a retórica de nossas orações - quão eloquentes elas são; nem a geometria de nossas orações - quão longas elas são; nem a música de nossas orações - quão doce nossa voz pode ser; nem a lógica de nossas orações - quão argumentativas elas podem ser; nem o método de nossas orações - quão ordenadas elas podem ser, que Deus leva em consideração. O que mais importa é o fervor espiritual’ (William Lee).
CONCLUSÃO: É preciso que tenhamos a compreensão correta acerca da oração, sem o misticismo que a religiosidade a cobre.
– A oração não é mágica!
– A oração não tem poder em si mesma.
John Piper: ‘Orar não significa que tudo o que pedimos acontecerá. Significa que confiamos que Deus nos escutará e nos atenderá da melhor forma’.
Leonard Ravenhill: ‘Livros sobre oração são excelentes, mas são insuficientes. Livros sobre cozinhar podem ser muito bons, porém se tornam inúteis se não houver alimentos para se fazer algo prático; assim também é a oração. Pode-se ler uma biblioteca de livros sobre oração e não obter, como resultado, nenhum poder para orar. Precisamos aprender a orar, e para isso, é preciso orar’ .
Samuel Chadwick: ‘A maior preocupação do diabo é afastar os cristãos da oração. Ele não teme os estudos, nem o trabalho e nem a religião daqueles que não oram. Ele ri de nossa labuta, zomba de nossa sabedoria, mas treme quando nós oramos’.
Agostinho de Hipona: ‘A oração é o encontro da sede de Deus e da sede do homem’.
Ela não é o poder!
A oração é meio de graça!
Ela não possui poder nela mesma!
A oração é uma ferramenta que Deus disponibilizou para que acessássemos o seu poder.
Uma vida de oração sem frustação e sem culpa é vivida pelo cristão quando se tem esta compreensão.
Meu sincero desejo é que essa reflexão possa ser útil para uma perspectiva correta da oração em nossa vida.
Que Deus nos ajude a vivermos em oração de forma correta, desfrutando de verdadeira comunhão com o Pai e buscando acima de tudo a glória e a honra de seu santo nome.
Introdução: Alguém pode orar e não ser um cristão, mas é impossível ser um cristão e não orar.
A oração era a conversação diária e natural que Adão mantinha com o Criador antes da Queda. Certamente Adão não empostava a voz, colocava-se de pé e falava num tom retumbante!
Como é que você se dirige ao seu esposo pela manhã, ao lhe avisar que o café está servido?
– ‘Oh, meu amado! Venho nesta manhã linda e radiante lhe informar que o café está na mesa. Que seja para você tão nutritivo e abençoador’.
Ou você diz simplesmente:
– ‘Querido, o café está pronto. Venha!’
Embora Deus nos tenha criado para a comunhão com Ele, os efeitos da Queda trouxeram grande avaria em nossa espiritualidade e desta forma, em certo sentido, a oração não é natural para nós.
Mesmo que o novo nascimento desperta um novo desejo de comunhão com Deus, o pecado, que continua presente em nosso ser, resiste ao Espírito, por isso, em certa medida o exercício da oração é laborioso e exige trabalho e disciplina.
A oração é tanto um privilégio como um dever para cada cristão.
A oração é para o cristão o que a respiração é para a vida, no entanto, nenhum outro dever cristão é tão negligenciado.
Quero falar nesta primeira conversa, dentro do tema O PODER DA ORAÇÃO, sobre o seguinte sub-tema:
I ‘Desmistificando a Oração’.
Ef. 3.20-21
Qual é o poder da oração? Ganha um chocolate quem acertar a resposta!
Existem muitos cristãos frustrados com a oração e mesmo que orem, por ser um exercício religioso, já não esperam realmente que suas orações sejam ouvidas ou respondidas.
I – CONCEITOS ERRADOS SOBRE A ORAÇÃO.
a – A Oração tem poder.
1. Há uma ideia popular que afirma que a oração tem poder inerente.
1.1 – Este é um conceito errado e que precisamos ter o discernimento correto: A oração não tem poder nela mesma!
1.2 – De acordo com a Bíblia, o poder da oração é simplesmente o poder de Deus, o qual escuta e responde às orações.
2. Considere o seguinte:
2.1 – O Senhor pode fazer qualquer coisa; não há nada impossível para Ele (Lc. 1:37).
2.2 – O Senhor todo-poderoso convida o Seu povo a orar a Ele.
a) A Oração deve ser perseverante (Lc. 18:1).
b) A Oração deve ser com ação de graças (Fp. 4:6).
c) A Oração deve ser em fé (Tg. 1:5).
d) A Oração deve ser conforme a vontade de Deus (Mt. 6:10).
e) A Oração deve ser para a glória de Deus (Jo. 14:13-14).
2.3 – O Senhor todo-poderoso escuta as orações de Seus filhos.
a) Ele nos manda orar, e promete escutar nossas orações.
b) Sl. 18:6 ‘Na minha angústia, invoquei o SENHOR, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos’.
2.4 – O Senhor todo-poderoso responde às orações.
a) Sl. 17:6 ‘Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras’.
b) Sl. 34:17 ‘Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações’.
b – A Oração é respondida pela quantidade de fé de quem ora.
1. Outro conceito errado sobre a oração é que a quantidade de fé determina se Deus vai ou não responder as nossas orações.
2. No entanto, às vezes o Senhor responde nossas orações apesar da nossa falta de fé.
2.1 – Em Atos 12, a igreja ora pela libertação de Pedro da prisão (v.5), e Deus responde suas orações (v.7-11).
2.2 – Pedro bate à porta do lugar onde as pessoas estavam reunidas para orar, mas aqueles que estavam orando de primeira se recusaram a acreditar que realmente era Pedro.
2.3 – Eles oraram para que Pedro fosse liberto, mas não acreditavam que iriam receber uma resposta à sua oração.
3. Não existe oração poderosa, existe sim, um Deus poderoso.
3.1 – Então, pode-se perguntar até mesmo sobre o nosso tema: Qual é o poder da oração? Resposta: NENHUM!
3.2 – A oração não tem poder. Mas Deus tem poder!
3.3 – O poder não é da oração, mas o poder é de Deus.
3.4 – O poder não se aloja na oração, mas o poder se aloja em Deus.
3.5 – O poder não se encontra na oração, como um fim em si mesma, mas o poder se encontra em Deus!
3.6 – Ilustração: É como se eu dissesse que esse fio que tenho em minhas mãos, tem muita energia nele mesmo. Mão tem. Mas uma vez ligado a fonte de energia, aí sim, a energia estará no fio, mas não é energia dele mesmo; é advinda de uma outra fonte.
4. Diz a Bíblia em Tg. 5.16: PolÝ ἰscÚei dšhsij dikaίou ἐnergoumšnh – ‘a oração do justo pode muito em sua eficácia’.
4.1 – Ela tem a eficiência de acessar o poder de Deus.
4.2 – Não que ela tenha poder em si mesma, mas que alcança muito em sua eficiência.
4.3 – Não que ela tenha poder em si mesma, mas porque é o instrumento ou o mecanismo que Deus instituiu para se acessar o poder Dele.
4.4 – A eficácia da oração não vem de nós – não são palavras especiais que dizemos ou um jeitinho especial que oramos ou até mesmo quão frequentemente repetimos nossas orações.
4.5 – A eficácia da oração não é baseado em que direção nos viramos ou qual a posição dos nossos corpos quando oramos.
4.6 – A eficácia da oração não vem do uso de artefatos, imagens, velas ou do rosário.
4.7 – A eficácia da oração é baseado em Quem escuta nossa oração e a ela responde.
a) A Oração nos coloca em contato com o Deus todo-poderoso, e devemos esperar grandes resultados, quer Deus queira nos dar ou negar o que pedimos, ou até mesmo se Ele pede para que esperemos nEle.
b) Qualquer que seja a resposta das nossas orações, o Deus a quem oramos é a fonte de todo o poder. Ele pode e vai nos responder de acordo com a Sua perfeita vontade e no momento que Ele julgar correto.
5. O número de cristãos frustrados com a oração é maior do que se imagina.
5.1 – Você já se sentiu assim em algum tempo de sua caminhada cristã?
5.2 – Porque isto acontece?
5.3 – Uma das razões porque isto acontece é porque existem formas inadequadas pelas quais se olha para a oração.
c – A Oração é um cheque em branco.
1. Muitos que encaram a oração como um cheque em branco se vêm no direito de pedir o que quiserem e exigir que Deus lhes seja favorável.
2. Para que a oração obtenha resposta, não basta apresentar o pedido, antes, há condições estabelecidas pelo próprio Deus.
d – A Oração é solução para todos os problemas.
1. Há problemas que Deus não dará solução numa perspectiva ou expectativa humana.
2. Há doenças que são para a morte, e mesmo que se ore incessantemente sobre a cura, Deus não realizará o nosso desejo.
2.1 – Um exemplo bem simples é a morte de Tiago em Atos 12.
a) Não estava a Igreja orando?
b) No entanto Deus permitiu que Tiago fosse degolado.
c) Se algum cristão ali pensava nesta proposição, ficou frustrado e sem entender.
e – A Oração é a mão que move a mão que move o mundo.
1. Muitos oram como se sua oração fosse mais forte que o próprio Deus.
2. Se nossa oração pudesse mover a mão de Deus, teríamos mais poderes que o próprio Deus.
f – A Oração é aceita quando é bem orquestrada com palavras.
1. ‘Não é a aritmética de nossas orações - quantas elas são; nem a retórica de nossas orações - quão eloquentes elas são; nem a geometria de nossas orações - quão longas elas são; nem a música de nossas orações - quão doce nossa voz pode ser; nem a lógica de nossas orações - quão argumentativas elas podem ser; nem o método de nossas orações - quão ordenadas elas podem ser, que Deus leva em consideração. O que mais importa é o fervor espiritual’ (William Lee).
CONCLUSÃO: É preciso que tenhamos a compreensão correta acerca da oração, sem o misticismo que a religiosidade a cobre.
– A oração não é mágica!
– A oração não tem poder em si mesma.
John Piper: ‘Orar não significa que tudo o que pedimos acontecerá. Significa que confiamos que Deus nos escutará e nos atenderá da melhor forma’.
Leonard Ravenhill: ‘Livros sobre oração são excelentes, mas são insuficientes. Livros sobre cozinhar podem ser muito bons, porém se tornam inúteis se não houver alimentos para se fazer algo prático; assim também é a oração. Pode-se ler uma biblioteca de livros sobre oração e não obter, como resultado, nenhum poder para orar. Precisamos aprender a orar, e para isso, é preciso orar’ .
Samuel Chadwick: ‘A maior preocupação do diabo é afastar os cristãos da oração. Ele não teme os estudos, nem o trabalho e nem a religião daqueles que não oram. Ele ri de nossa labuta, zomba de nossa sabedoria, mas treme quando nós oramos’.
Agostinho de Hipona: ‘A oração é o encontro da sede de Deus e da sede do homem’.
Ela não é o poder!
A oração é meio de graça!
Ela não possui poder nela mesma!
A oração é uma ferramenta que Deus disponibilizou para que acessássemos o seu poder.
Uma vida de oração sem frustação e sem culpa é vivida pelo cristão quando se tem esta compreensão.
Meu sincero desejo é que essa reflexão possa ser útil para uma perspectiva correta da oração em nossa vida.
Que Deus nos ajude a vivermos em oração de forma correta, desfrutando de verdadeira comunhão com o Pai e buscando acima de tudo a glória e a honra de seu santo nome.
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