Jo. 3.16; 11.51-52; Rm. 14.9
OBJETIVO: Apresentar a mensagem da salvação e do compromisso com Jesus Cristo como o maior valor a ser alcançado na vida.
INTRODUÇÃO: Jesus é um enigma na história. Sua vida, seus milagres, sua mensagem, seus ensinos, seus exemplos... tudo isso é analisado constantemente por milhões de pessoas ao redor do mundo.
Qual a razão de sua morte? Foi ele um mero idealista? Foi um visionário? Foi mal compreendido? A Bíblia apresenta algumas razões muito objetivas pelas quais Jesus morreu.
CONTEXTO: João escreve aos gentios com o intuito de demonstrar que Jesus é o Filho de Deus. Vamos encontrar Senhor Jesus na entrevista com Nicodemos, anunciando a este o grande amor de Deus. No segundo texto vamos encontrar os líderes da religião judaica procurando o momento certo para a prisão e execução de Jesus. No terceiro texto vamos encontrar o apóstolo Paulo demonstrando aos romanos que a vida do cristão em todos os seus aspectos pertence Cristo, pois é Ele o Senhor sobre todos.
TRANSIÇÃO: Quero compartilhar nesta oportunidade algumas RAZÕES PELAS QUAIS JESUS MORREU.
I – CRISTO MORREU POR CAUSA DO GRANDE AMOR DE DEUS.
a – A Bíblia revela Deus com seu Ser cheio de amor.
1. Muitos na história, não lendo a Bíblia com coerência e honestidade, acusa o VT de revelar um Deus cheio de ira enquanto o NT de revelar um Deus bondoso.
2. Toda a Bíblia revela Deus como sendo misericordioso, compassivo e cheio de amor por suas criaturas.
2.1 – Êx. 34:6 ‘’.
2.2 – Nm. 14:18 ‘’.
2.3 – Dt. 4:31 ‘’.
2.4 – Ne. 9:17 ‘’.
2.5 – Sl. 86:5 ‘’.
2.6 – Sl. 86:15 ‘’.
2.7 – Sl. 108:4 ‘’.
2.8 – Sl. 145:8 ‘’.
2.9 – Jl. 2:13 ‘’.
3. Quando Adão e Eva pecam, Deus os expulsa de sua perfeita presença, não por manifestação de ira, mas de seu imenso amor, como que preservando-os para a salvação que haveria de ser providenciada em Cristo Jesus.
b – O amor de Deus não exclui a justiça.
1. O texto de João 3.16 aponta para a maior manifestação do amor de Deus, quando entregou seu único Filho para morrer em lugar dos pecadores.
2. Este mesmo texto revela a justiça de Deus. O pecado não poderia ficar sem punição, por isso Deus entregou Jesus em lugar dos pecadores.
2.1 – Rm. 5.9-10 ‘Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. ’.
c – O amor de Deus alcança e transforma o pecador.
1. ‘... para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna’.
2. O mesmo Evangelho de João nos ensina que todos quantos recebem a Jesus como seu salvador passam por transformações profundas, definitivas e eternas:
1.1 – São transformados em filhos de Deus.
1.2 – Passam da morte para a vida.
3. O amor de Deus alcança e transforma o pecador!
II – CRISTO MORREU PARA REUNIR A FAMÍLIA DE DEUS.
a – Deus criou a humanidade para ser sua família.
1. Nas Escrituras se percebe com clareza que Deus criou a raça humana para pertencer a Ele e com Ele conviver de forma muito especial.
2. Por razões próprias Deus dotou o homem com a liberdade de permanecer em casa ou experimentar a vida longe de Sua santa presença.
3. O plano de Deus para a humanidade perdura e Ele haverá de ter sua família reunida.
4. Caifás profetiza que a morte de Jesus era o ponto de convergência dos filhos de Deus que estão dispersos pelo mundo.
4.1 – Jo. 11.51-52 ‘’.
b – A família de Deus será reunida.
1. O apóstolo Paulo afirma aos efésios que Cristo convergirá todas as coisas do céu e da terra.
1.1 – Ef. 1. 10 ‘de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra’.
2. Nenhum dos filhos arrolados como pertencentes à família de Deus ficará de fora ou se perderá, antes, todos serão alcançados com a salvação e terão a vida eterna.
2.1 – Jo. 6.39 ‘E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia’.
2.2 – Jo. 10.28-29 ‘Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar’.
3. O Decreto de Deus é certo e imutável, porque ele tem por base a eterna e imutável da vontade de Deus, e por isso, há uma certeza do número de eleitos e réprobos conhecidos somente por Deus, os quais não é possível ser aumentado, nem diminuído (Jo 13:18; II Tm 2:19) .
III – CRISTO MORREU PARA SER SENHOR.
a – Com o pecado o homem proclamou seu senhorio.
1. A experiência do pecado na história humana não foi outra coisa que a tentativa do homem em ser o seu próprio senhor.
2. Ilustração: ‘Toda vez que a sua vontade cruza com a vontade de Deus, e você escolhe a sua vontade contra a vontade de Deus, aí você está tentando ser senhor sobre sua vida’.
3. A experiência do pecado continua sendo a mesma a cada queda que temos e expressamos a mesma vontade de Adão e Eva: ‘Eu quero!’.
b – A morte de Cristo traz à tona a submissão voluntária.
1. O contexto de Paulo neste capítulo da epístola aos Romanos aponta para a decisão pessoal do cristão em assumir o senhorio do Senhor sobre sua vida.
2. Paulo não está aqui tratando do senhorio absoluto de Cristo como soberano do universo.
3. Está tratando da disposição do cristão em abrir mão de coisas que até mesmo poderia fazer em função de agradar ao Senhor Jesus como o Senhor de sua vida.
3.1 – Rm. 14.9 ‘’.
4. Ilustração: ‘Toda vez que a sua vontade cruza com a vontade de Deus, e você escolhe a vontade de Deus contra a sua vontade, aí Deus está sendo Senhor sobre sua vida’.
c – A morte de Cristo garante o senhorio final.
1. O senhorio de Cristo é algo que os convertidos experimentam de modo terno e voluntário em suas vidas (e quanta bênção e prazer há nisto!), porém o não convertido vai experimentar de modo visível e final na Sua volta.
2. Pela morte de Cristo lhe foi dado o direito de estar na condição de Juíz e Senhor no destino do universo.
2.1 – Fp. 2.11 ‘’.
3. Ilustração: Tomé, depois de poder checar o fato da ressurreição de Jesus, cai de joelhos aos pés do Senhor dizendo: ‘Senhor meu, e Deus meu’. Jesus, olhando firmemente para Tomé lhe exorta: ‘Bem aventurados os que não viram e creram’. É melhor e mais proveitoso para esta vida e para a vida na eternidade, se dobrar diante do Senhor e receber seu senhorio agora, mesmo não O vendo, do que rejeitá-lo nesta presente vida e no último dia experimentar de forma dura, reprovativa e justa este mesmo senhorio, nas palavras: ‘Apartai-vos de mim malditos’.
CONCLUSÃO: As razões pelas quais Cristo morreu poderiam ser desdobradas em muitas outras expressões.
As razões pelas quais Cristo morreu já alcançaram sua vida?
• O grande e imensurável amor de Deus.
• Ser parte da família de Deus.
• Estar sob o fato de que Jesus é o Senhor.
Creia que a morte de Jesus foi por você.
Receba-o como seu Salvador e Senhor.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
COMO TRABALHAR A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA?
Js. 24.14-16
OBJETIVO: Ensinar que a família será preservada na medida em que a mesma aprender a viver na adoração, na comunhão e na realização da missão ao Senhor.
INTRODUÇÃO: Como construir famílias fortes em meio a uma sociedade corrompida? Preservar a família é um desafio para a cristandade de nosso tempo. Preservar o lar implica em vincular a família nos princípios de Deus. A igreja é fator preponderante nesse vínculo.
CONTEXTO: Josué estava ciente que sua missão de conquistar e distribuir a terra prometida ao povo de Israel chegara ao fim.
Josué estava ciente também que o povo de Israel teria diante de si muitos desafios, mas principalmente o de construir uma sociedade temente ao Senhor.
Josué estava ainda ciente de que para tal proeza, a tarefa teria que ser iniciada e levada a frente a partir da base da sociedade, que é a família.
Famílias tementes ao Senhor, somaria uma nação temente ao Senhor.
TRANSIÇÃO: Quero falar nesta oportunidade sobre o tema: COMO TRABALHAR A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA?
I – A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA ACONTECE QUANDO ESTA É INTEGRADA NA PRÁTICA DA VERDADEIRA ADORAÇÃO.
a – A universidade da relação família-Igreja.
1. Todas as raças vivem e se desenvolvem em torno desses dois elementos: família e igreja, ou família e religião.
2. Segundo a Antropologia e outras ciências que estudam o comportamento humano, não se encontrou ainda um povo que fosse totalmente a-religioso ou que vivesse sem a presença da família.
3. Como bem expresso naquela tão conhecida máxima social: ‘A família é a célula-máter da sociedade’.
4. Família e Igreja sempre andaram de mãos dadas na História da Humanidade.
b – Uma sociedade temente a Deus tem sua origem na família.
1. Josué havia aprendido o valor do temor do Senhor.
1.1 – Josué se originava de uma família temente ao Senhor.
1.2 – Aprendeu através da mentoria de Moisés.
1.3 – Aprendeu através dos exemplos da história de Israel.
2. A tripla alternativa oferecida por Josué.
2.1 – Josué propõe uma tripla alternativa ao povo de Israel.
a) Olhem para os deuses aos quais serviram vossos pais.
b) Olhem para os deuses dos amorreus, no presente.
c) Olhem para o Deus de Israel.
2.2 – Josué coloca-se na dianteira do exemplo.
a) ‘Eu e minha casa serviremos ao Senhor’.
b) Coloque-se também na dianteira do exemplo.
3. Pode-se comprovar a adoração em família na tradição judaica.
3.1 – Desde Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó e tantos outros personagens bíblicos, vão encontrar a família toda em busca do conhecimento e da adoração a Deus.
3.2 – Dt. 6.6-7 ‘Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas’.
3.3 – Sl. 78.5-7 (NTLH) ‘O SENHOR deu leis ao povo de Israel e mandamentos aos descendentes de Jacó. Ordenou aos nossos antepassados que ensinassem essas leis aos seus filhos para que os seus descendentes as aprendessem, e eles, por sua vez, as ensinassem aos seus filhos. Assim eles também porão a sua confiança em Deus; não esquecerão o que ele fez e obedecerão sempre aos seus mandamentos’.
II – A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA ACONTECE QUANDO ESTA É INTEGRADA NA PRÁTICA DA COMUNHÃO.
a – Comunhão é íntima participação na vida uns dos outros.
1. Josué sabia o valor da vivência de uma família sadia e sólida, que vivencia uma verdadeira comunhão onde a participação da vida de um com o outro fortalece os laços e possibilita forta amparo.
1.1 – ‘Eu e minha casa’.
2. A vivência numa família saudável é uma escola de comunhão.
2.1 – Que melhor lugar para se aprender a repartir uns com os outros que na família?
2.2 – Que melhor lugar para se aprender a suportar uns aos outros que na família?
2.3 – Que melhor lugar para se aprender a perdoar uns aos outros que na família?
2.4 – Que melhor lugar para se aprender a amar uns aos outros que na família?
2.5 – Que melhor lugar para aprender a se abrir uns com os outros que na família?
3. É ali na convivência familiar que os princípios mais elementares do evangelho podem se tornar práticas de vida, procedimentos e comportamentos que adornarão a doutrina e a Igreja de Deus.
b – A verdadeira comunhão é fruto da verdadeira adoração.
1. A família que adora e cresce em seus relacionamentos em torno da Palavra e da Casa de Deus, é família capaz de abrir e se dar em comunhão com outros irmãos.
2. O amor de Cristo quebra as barreiras e nos faz um só povo e uma só família.
III – A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA ACONTECE QUANDO ESTA É INTEGRADA NA PRÁTICA DE MISSÕES.
a – Família missionária.
1. Grande bênção é ter famílias que são missionárias onde quer que estejam.
1.1 – Abrem seus lares para iniciar trabalhos pioneiros de evangelização.
1.2 – São pessoas que se dispõem a convidar amigos e vizinhos para ouvirem da fé em Jesus.
1.3 – São fontes de bênção no crescimento da Igreja.
2. Sua família é uma família missionária?
b – Família de missionários.
1. Sempre que se fala em missões, lembra-se de pronto de uma pessoa ou uma família que se dispôs e saiu para uma terra distante.
2. Normalmente foram para um povo de outra cultura, com a finalidade de evangeliza-los e falar-lhes do amor salvador de Cristo.
3. Foram inúmeras as famílias que se dispuseram a fazer tal investida. Temos um bom número delas.
3.1 – Nas próprias páginas das Escrituras.
a) Abraão e Sara, de Ur dos Caldeus para Canaã.
b) Áquila e Priscila, de Roma para Corinto, para Éfeso.
c) Apóstolo Pedro e família, da Palestina para Roma.
d) Apóstolo João e família (Maria, mãe de Jesus), da Palestina para a Ásia (Éfeso).
3.2 – Nas páginas da História da Igreja.
a) Conde Nicolaus Ludwig Von Zinzendorf, depois de fundar Herrnhut, uma comunidade de refugiados cristãos na Morávia, enviou missionários, e ele mesmo se dispôs a ir.
b) William Carey (O Pai das Missões Modernas), da Inglaterra para a Índia.
c) Adoniran Judson, dos EUA para a Índia.
d) David Linvingstone, da Escócia para o coração da África.
e) John Willians (O Apóstolo dos Mares do Sul), comido por índios antropófagos, na Ilha de Erromango, no Pacífico Sul.
f) Amy Carmichael, do Reino Unido para a Índia.
g) Áshbel Green Simonton, dos EUA para o Brasil.
c – Propósito de Jesus para seu povo como Igreja e família.
1. Fomos alcançados pelo e para o Evangelho com um propósito bem definido. Temos uma missão!
1.1 – I Pe. 2.9-10 ‘Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz. Antes, vocês não eram o povo de Deus, mas agora são o seu povo; antes, não conheciam a misericórdia de Deus, mas agora já receberam a sua misericórdia’.
2. Pais evangelizem seus filhos!
2.1 – Desde a mais tenra idade, contem-lhes as histórias magníficas do nosso Deus e do seu santo Livro.
2.2 – Ensine-os sobre a necessidade da salvação.
2.3 – Leve-os a se entregarem a Cristo recebendo-O como seu Salvador.
3. Filhos evangelizem seus pais!
3.1 – Filhos que têm pais ainda não convertidos devem apresentá-los em oração incessante a Deus.
3.2 – Devem clamar pela misericórdia de Deus para que se convertam.
3.3 – Aproveitem cada oportunidade para testemunhar, para lhes falar do amor de Cristo por eles.
4. Uma família evangelizada será fundamento e alicerce firme para se ter uma sociedade transformada.
CONCLUSÃO: ‘Eu e minha casa serviremos ao Senhor’.
Só através de um forte vínculo com a Palavra de Deus poderemos restaurar nossas famílias e, através delas, restaurar nossa sociedade.
Adoração! Comunhão! Missão! Esses três pilares são vínculos fortes entre família e Deus.
Decida sua vida e a vida de sua família com Jesus e faça parte da família de Deus, uma nova sociedade.
OBJETIVO: Ensinar que a família será preservada na medida em que a mesma aprender a viver na adoração, na comunhão e na realização da missão ao Senhor.
INTRODUÇÃO: Como construir famílias fortes em meio a uma sociedade corrompida? Preservar a família é um desafio para a cristandade de nosso tempo. Preservar o lar implica em vincular a família nos princípios de Deus. A igreja é fator preponderante nesse vínculo.
CONTEXTO: Josué estava ciente que sua missão de conquistar e distribuir a terra prometida ao povo de Israel chegara ao fim.
Josué estava ciente também que o povo de Israel teria diante de si muitos desafios, mas principalmente o de construir uma sociedade temente ao Senhor.
Josué estava ainda ciente de que para tal proeza, a tarefa teria que ser iniciada e levada a frente a partir da base da sociedade, que é a família.
Famílias tementes ao Senhor, somaria uma nação temente ao Senhor.
TRANSIÇÃO: Quero falar nesta oportunidade sobre o tema: COMO TRABALHAR A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA?
I – A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA ACONTECE QUANDO ESTA É INTEGRADA NA PRÁTICA DA VERDADEIRA ADORAÇÃO.
a – A universidade da relação família-Igreja.
1. Todas as raças vivem e se desenvolvem em torno desses dois elementos: família e igreja, ou família e religião.
2. Segundo a Antropologia e outras ciências que estudam o comportamento humano, não se encontrou ainda um povo que fosse totalmente a-religioso ou que vivesse sem a presença da família.
3. Como bem expresso naquela tão conhecida máxima social: ‘A família é a célula-máter da sociedade’.
4. Família e Igreja sempre andaram de mãos dadas na História da Humanidade.
b – Uma sociedade temente a Deus tem sua origem na família.
1. Josué havia aprendido o valor do temor do Senhor.
1.1 – Josué se originava de uma família temente ao Senhor.
1.2 – Aprendeu através da mentoria de Moisés.
1.3 – Aprendeu através dos exemplos da história de Israel.
2. A tripla alternativa oferecida por Josué.
2.1 – Josué propõe uma tripla alternativa ao povo de Israel.
a) Olhem para os deuses aos quais serviram vossos pais.
b) Olhem para os deuses dos amorreus, no presente.
c) Olhem para o Deus de Israel.
2.2 – Josué coloca-se na dianteira do exemplo.
a) ‘Eu e minha casa serviremos ao Senhor’.
b) Coloque-se também na dianteira do exemplo.
3. Pode-se comprovar a adoração em família na tradição judaica.
3.1 – Desde Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó e tantos outros personagens bíblicos, vão encontrar a família toda em busca do conhecimento e da adoração a Deus.
3.2 – Dt. 6.6-7 ‘Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas’.
3.3 – Sl. 78.5-7 (NTLH) ‘O SENHOR deu leis ao povo de Israel e mandamentos aos descendentes de Jacó. Ordenou aos nossos antepassados que ensinassem essas leis aos seus filhos para que os seus descendentes as aprendessem, e eles, por sua vez, as ensinassem aos seus filhos. Assim eles também porão a sua confiança em Deus; não esquecerão o que ele fez e obedecerão sempre aos seus mandamentos’.
II – A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA ACONTECE QUANDO ESTA É INTEGRADA NA PRÁTICA DA COMUNHÃO.
a – Comunhão é íntima participação na vida uns dos outros.
1. Josué sabia o valor da vivência de uma família sadia e sólida, que vivencia uma verdadeira comunhão onde a participação da vida de um com o outro fortalece os laços e possibilita forta amparo.
1.1 – ‘Eu e minha casa’.
2. A vivência numa família saudável é uma escola de comunhão.
2.1 – Que melhor lugar para se aprender a repartir uns com os outros que na família?
2.2 – Que melhor lugar para se aprender a suportar uns aos outros que na família?
2.3 – Que melhor lugar para se aprender a perdoar uns aos outros que na família?
2.4 – Que melhor lugar para se aprender a amar uns aos outros que na família?
2.5 – Que melhor lugar para aprender a se abrir uns com os outros que na família?
3. É ali na convivência familiar que os princípios mais elementares do evangelho podem se tornar práticas de vida, procedimentos e comportamentos que adornarão a doutrina e a Igreja de Deus.
b – A verdadeira comunhão é fruto da verdadeira adoração.
1. A família que adora e cresce em seus relacionamentos em torno da Palavra e da Casa de Deus, é família capaz de abrir e se dar em comunhão com outros irmãos.
2. O amor de Cristo quebra as barreiras e nos faz um só povo e uma só família.
III – A PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA ACONTECE QUANDO ESTA É INTEGRADA NA PRÁTICA DE MISSÕES.
a – Família missionária.
1. Grande bênção é ter famílias que são missionárias onde quer que estejam.
1.1 – Abrem seus lares para iniciar trabalhos pioneiros de evangelização.
1.2 – São pessoas que se dispõem a convidar amigos e vizinhos para ouvirem da fé em Jesus.
1.3 – São fontes de bênção no crescimento da Igreja.
2. Sua família é uma família missionária?
b – Família de missionários.
1. Sempre que se fala em missões, lembra-se de pronto de uma pessoa ou uma família que se dispôs e saiu para uma terra distante.
2. Normalmente foram para um povo de outra cultura, com a finalidade de evangeliza-los e falar-lhes do amor salvador de Cristo.
3. Foram inúmeras as famílias que se dispuseram a fazer tal investida. Temos um bom número delas.
3.1 – Nas próprias páginas das Escrituras.
a) Abraão e Sara, de Ur dos Caldeus para Canaã.
b) Áquila e Priscila, de Roma para Corinto, para Éfeso.
c) Apóstolo Pedro e família, da Palestina para Roma.
d) Apóstolo João e família (Maria, mãe de Jesus), da Palestina para a Ásia (Éfeso).
3.2 – Nas páginas da História da Igreja.
a) Conde Nicolaus Ludwig Von Zinzendorf, depois de fundar Herrnhut, uma comunidade de refugiados cristãos na Morávia, enviou missionários, e ele mesmo se dispôs a ir.
b) William Carey (O Pai das Missões Modernas), da Inglaterra para a Índia.
c) Adoniran Judson, dos EUA para a Índia.
d) David Linvingstone, da Escócia para o coração da África.
e) John Willians (O Apóstolo dos Mares do Sul), comido por índios antropófagos, na Ilha de Erromango, no Pacífico Sul.
f) Amy Carmichael, do Reino Unido para a Índia.
g) Áshbel Green Simonton, dos EUA para o Brasil.
c – Propósito de Jesus para seu povo como Igreja e família.
1. Fomos alcançados pelo e para o Evangelho com um propósito bem definido. Temos uma missão!
1.1 – I Pe. 2.9-10 ‘Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz. Antes, vocês não eram o povo de Deus, mas agora são o seu povo; antes, não conheciam a misericórdia de Deus, mas agora já receberam a sua misericórdia’.
2. Pais evangelizem seus filhos!
2.1 – Desde a mais tenra idade, contem-lhes as histórias magníficas do nosso Deus e do seu santo Livro.
2.2 – Ensine-os sobre a necessidade da salvação.
2.3 – Leve-os a se entregarem a Cristo recebendo-O como seu Salvador.
3. Filhos evangelizem seus pais!
3.1 – Filhos que têm pais ainda não convertidos devem apresentá-los em oração incessante a Deus.
3.2 – Devem clamar pela misericórdia de Deus para que se convertam.
3.3 – Aproveitem cada oportunidade para testemunhar, para lhes falar do amor de Cristo por eles.
4. Uma família evangelizada será fundamento e alicerce firme para se ter uma sociedade transformada.
CONCLUSÃO: ‘Eu e minha casa serviremos ao Senhor’.
Só através de um forte vínculo com a Palavra de Deus poderemos restaurar nossas famílias e, através delas, restaurar nossa sociedade.
Adoração! Comunhão! Missão! Esses três pilares são vínculos fortes entre família e Deus.
Decida sua vida e a vida de sua família com Jesus e faça parte da família de Deus, uma nova sociedade.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
PORQUE NÃO ANDAR ANSIOSOS?
Mt 6.25-34
OBJETIVO: Ensinar que o cristão precisa se livrar de ansiedades rotineiras, e aprender a confiar no Senhor.
INTROD: Alguém aqui nunca experimentou ansiedade? Esta é uma experiência comum entre os humanos, especialmente dentre os adultos. A Bíblia nos aponta para vários personagens que vivenciaram processos de ansiedade.
CONTEXTO: Jesus estava pregando um de seus mais belos sermões, se não o mais belo. Conhecido como ‘Sermão do Monte’, ele abrange muitas questões práticas que interferem diretamente com as situações diárias da vida de qualquer pessoa. O Senhor Jesus estava tratando com pessoas que, na sua maioria, possivelmente, não teria o que comer no dia seguinte. Vivam debaixo de uma carga tributária injusta e opressora. Não havia trabalho e ganho, e a miséria rondava solta no meio do povo. ‘Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos?’ – estas eram questões cruciais para qualquer cidadão palestino naquela época.
TRANSIÇÃO: As questões que te afligem hoje talvez não sejam comida ou vestuário, mas certamente, outras preocupações podem minar suas forças e causar profunda ansiedade. Jesus nos ensina a não andarmos ansiosos. Quero refletir com vocês nesta oportunidade sobre: PORQUE NÃO ANDAR ANSIOSOS?
I – PORQUE A ANSIEDADE EXCLUI A DEPENDÊNCIA DE DEUS.
a – A ansiedade busca solução no próprio indivíduo.
1. A ansiedade é um processo psicológico que se desenvolve diante de uma situação de incertezas e apreensões.
2. A ansiedade traz implicações em muitos outros segmentos da vida, seja na área física, mental, emocional e mesmo espiritual, as vezes trazendo conseqüências irreparáveis.
3. Ilustração: ‘Abrão e Sara tiveram a promessa de que seriam pais de muitas nações. Passaram-se os anos e nada de Deus cumprir a promessa. Sara inicia o processo de ansiedade e, com o jeitinho de mulher, influencia seu esposo. Induz Abraão a se deitar com Hagar, sua serva e, para que se começasse a ‘grande nação’, já que Deus estava demorando ou quem sabe, havia se esquecido. A partir desta antecipação surgiram problemas posteriores na vida do casal, envolvendo a concubina, seu filho, e problemas que atravessam milênios na história’.
4. Não é a toa que o Senhor Jesus ensina seus discípulos a a não serem ansiosos por nada. Você é um discípulo? Esse ensino é para você!
5. Toda vez que se entra no processo de ansiedade passa-se a buscar uma solução imediata baseada no próprio indivíduo que, geralmente está sob pressão e sem a devida visão e compreensão do todo naquelas circunstâncias de sua vida.
b – A ansiedade busca solução no que é material.
1. O Senhor Jesus ensinava pessoas que, na sua maioria, possivelmente, não teria o que comer no dia seguinte.
2. Mt. 6.25 ‘Por isso vos digo, não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais que as vestes?’
3. O Senhor Jesus passa a lhes dar exemplos de confiança no Deus criador e providente que, certamente haveria de cuidar de cada um deles, mesmo diante da opressão e da dominação de outro povo.
4. Não é fácil não ser ansioso quanto ao que comer ou vestir:
2.1 – Diante da instabilidade do trabalho.
2.2 – Diante da insuficiência de um salário mínimo que não te oferece poder de compra.
2.3 – Diante de situações inesperadas que surgem e parecem que irão te devorar.
c – A ansiedade exclui a dependência de Deus.
1. O Senhor Jesus baseia seu ensino na providência de Deus:
1.1 – Leva seus ouvintes a observar a beleza das flores, que têm a melhor vestimenta com o mínimo esforço.
1.2 – Orienta-os a ver a tranquilidade das aves, que recebem o melhor alimento sem grandes realizações.
1.3 – Mt. 6.31 ‘Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos?’.
2. Jesus ensina que a ansiedade exclui a dependência de Deus, em outras palavras, gera incredulidade no cristão e o leva a querer resolver os problemas sem considerar Deus ou seus valores e princípios.
3. Jesus afirma que essa atitude é coisa de ‘gentio’.
3.1 – Mt. 6.32 ‘Porque os gentios é que procuram todas estas coisas’.
3.2 – ‘Gentio’ era um termo designativo usado pelo judeu para todas as gentes, de todas as nações, que não os judeus. Assim como no decorrer da história surgiu o termo ‘pagão’ para designar todos os que não eram cristãos.
4. Cultive uma vida de confiança constante em Deus. Quando lhe vier dúvidas, incredulidades e ansiedades, volte-se para a fé.
II – PORQUE A ANSIENDADE EXCLUI A REALIDADE DO REINO DE DEUS.
a – Duas realidades em conflito.
1. Vivemos entre duas realidades com referência ao Reino de Deus: o ‘Já’ e o ‘Ainda não’.
O ‘Já’ O ‘Ainda Não’
O Reino de Deus ‘já’ veio. O Reino de Deus ‘ainda não’ veio em sua plenitude
Nós ‘já’ estamos salvos. Nós ‘ainda não’ estamos salvos na plenitude do plano de Deus.
Nós ‘já’ temos a libertação do poder do pecado. Nós ‘ainda não’ vivemos livres da presença do pecado.
Nós ‘já’ vivemos a vida eterna. Nós ‘ainda não’ estamos livres da morte.
Nós ‘já’ somos novas criaturas. Nós ‘ainda não’ vivemos livres da nossa velha criatura, nosso velho homem com sua genética pecaminosa.
Nós ‘já’ somos santos. Nós ‘ainda não’ estamos experimentando a santidade plena.
Nós ‘já’ desfrutamos da glória de Deus. Nós ‘ainda não’ estamos na glória plena com Deus.
2. Há cristãos que querem exigir para o momento presente, a realidade última do Reino de Deus, que se dará na consumação da história.
3. Não perca a verdade das afirmações bíblicas, pois do contrário gravíssimos problemas virão à lume.
3.1 – Uma pessoa que para de tomar seus medicamentos, acreditando que Jesus já levou suas enfermidades, está se antecipando para viver uma realidade que ainda será futura.
b – Viva a realidade presente do Reino de Deus.
1. Mt. 6.33 ‘Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu Reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas’.
2. A caminhada com Deus é segura e garante ao cristão a provisão para cada circunstância que tiver que atravessar, mesmo que essa circunstância seja a dor, a enfermidade, a perda ou mesmo a morte.
3. ‘Todas estas coisas vos serão acrescentadas’ indica todos os suprimentos necessários para a caminhada dentro da sua realidade e da realidade do Reino de Deus.
III – PORQUE A ANSIEDADE EXCLUI A POSSIBILIDADE DE VIVER BEM CADA DIA.
a – Viver o amanhã é sofrer por antecipação.
1. Não sofra duas ou mais vezes pelo mesmo problema. Viver o amanhã é sofrer por antecipação.
2. O Senhor Jesus é enfático: ‘Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã’ (Mt. 6.34).
b – Basta ao dia o seu próprio mal.
1. Jesus não foi um visionário alienado que não considerava as dificuldades naturais da existência humana, antes era certo e consciente da sobrecarga que é viver sob pressão de problemas que ainda estão por vir.
2. Viver ansioso por um problema que ainda não se configurou na tela da vida é deixar de viver bem o momento de hoje.
3. O fardo do dia de hoje com suas preocupações, com seus problemas, com suas dificuldades, já é demasiadamente pesado para se carregar. Deixe o fardo de amanhã para amanhã.
4. Mt. 6.34 ‘O amanhã trará os seus cuidados’.
4.1 – Problemas no dia de amanhã, são líquidos e certos.
4.2 – Cada dia carrega seus males próprios.
4.3 – Solucione um problema de cada vez.
4.4 – Resolva os de hoje.
CONCLUSÃO: Jesus quer que o cristão viva bem, confiante no poder e presença de Deus conosco.
OBJETIVO: Ensinar que o cristão precisa se livrar de ansiedades rotineiras, e aprender a confiar no Senhor.
INTROD: Alguém aqui nunca experimentou ansiedade? Esta é uma experiência comum entre os humanos, especialmente dentre os adultos. A Bíblia nos aponta para vários personagens que vivenciaram processos de ansiedade.
CONTEXTO: Jesus estava pregando um de seus mais belos sermões, se não o mais belo. Conhecido como ‘Sermão do Monte’, ele abrange muitas questões práticas que interferem diretamente com as situações diárias da vida de qualquer pessoa. O Senhor Jesus estava tratando com pessoas que, na sua maioria, possivelmente, não teria o que comer no dia seguinte. Vivam debaixo de uma carga tributária injusta e opressora. Não havia trabalho e ganho, e a miséria rondava solta no meio do povo. ‘Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos?’ – estas eram questões cruciais para qualquer cidadão palestino naquela época.
TRANSIÇÃO: As questões que te afligem hoje talvez não sejam comida ou vestuário, mas certamente, outras preocupações podem minar suas forças e causar profunda ansiedade. Jesus nos ensina a não andarmos ansiosos. Quero refletir com vocês nesta oportunidade sobre: PORQUE NÃO ANDAR ANSIOSOS?
I – PORQUE A ANSIEDADE EXCLUI A DEPENDÊNCIA DE DEUS.
a – A ansiedade busca solução no próprio indivíduo.
1. A ansiedade é um processo psicológico que se desenvolve diante de uma situação de incertezas e apreensões.
2. A ansiedade traz implicações em muitos outros segmentos da vida, seja na área física, mental, emocional e mesmo espiritual, as vezes trazendo conseqüências irreparáveis.
3. Ilustração: ‘Abrão e Sara tiveram a promessa de que seriam pais de muitas nações. Passaram-se os anos e nada de Deus cumprir a promessa. Sara inicia o processo de ansiedade e, com o jeitinho de mulher, influencia seu esposo. Induz Abraão a se deitar com Hagar, sua serva e, para que se começasse a ‘grande nação’, já que Deus estava demorando ou quem sabe, havia se esquecido. A partir desta antecipação surgiram problemas posteriores na vida do casal, envolvendo a concubina, seu filho, e problemas que atravessam milênios na história’.
4. Não é a toa que o Senhor Jesus ensina seus discípulos a a não serem ansiosos por nada. Você é um discípulo? Esse ensino é para você!
5. Toda vez que se entra no processo de ansiedade passa-se a buscar uma solução imediata baseada no próprio indivíduo que, geralmente está sob pressão e sem a devida visão e compreensão do todo naquelas circunstâncias de sua vida.
b – A ansiedade busca solução no que é material.
1. O Senhor Jesus ensinava pessoas que, na sua maioria, possivelmente, não teria o que comer no dia seguinte.
2. Mt. 6.25 ‘Por isso vos digo, não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais que as vestes?’
3. O Senhor Jesus passa a lhes dar exemplos de confiança no Deus criador e providente que, certamente haveria de cuidar de cada um deles, mesmo diante da opressão e da dominação de outro povo.
4. Não é fácil não ser ansioso quanto ao que comer ou vestir:
2.1 – Diante da instabilidade do trabalho.
2.2 – Diante da insuficiência de um salário mínimo que não te oferece poder de compra.
2.3 – Diante de situações inesperadas que surgem e parecem que irão te devorar.
c – A ansiedade exclui a dependência de Deus.
1. O Senhor Jesus baseia seu ensino na providência de Deus:
1.1 – Leva seus ouvintes a observar a beleza das flores, que têm a melhor vestimenta com o mínimo esforço.
1.2 – Orienta-os a ver a tranquilidade das aves, que recebem o melhor alimento sem grandes realizações.
1.3 – Mt. 6.31 ‘Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos?’.
2. Jesus ensina que a ansiedade exclui a dependência de Deus, em outras palavras, gera incredulidade no cristão e o leva a querer resolver os problemas sem considerar Deus ou seus valores e princípios.
3. Jesus afirma que essa atitude é coisa de ‘gentio’.
3.1 – Mt. 6.32 ‘Porque os gentios é que procuram todas estas coisas’.
3.2 – ‘Gentio’ era um termo designativo usado pelo judeu para todas as gentes, de todas as nações, que não os judeus. Assim como no decorrer da história surgiu o termo ‘pagão’ para designar todos os que não eram cristãos.
4. Cultive uma vida de confiança constante em Deus. Quando lhe vier dúvidas, incredulidades e ansiedades, volte-se para a fé.
II – PORQUE A ANSIENDADE EXCLUI A REALIDADE DO REINO DE DEUS.
a – Duas realidades em conflito.
1. Vivemos entre duas realidades com referência ao Reino de Deus: o ‘Já’ e o ‘Ainda não’.
O ‘Já’ O ‘Ainda Não’
O Reino de Deus ‘já’ veio. O Reino de Deus ‘ainda não’ veio em sua plenitude
Nós ‘já’ estamos salvos. Nós ‘ainda não’ estamos salvos na plenitude do plano de Deus.
Nós ‘já’ temos a libertação do poder do pecado. Nós ‘ainda não’ vivemos livres da presença do pecado.
Nós ‘já’ vivemos a vida eterna. Nós ‘ainda não’ estamos livres da morte.
Nós ‘já’ somos novas criaturas. Nós ‘ainda não’ vivemos livres da nossa velha criatura, nosso velho homem com sua genética pecaminosa.
Nós ‘já’ somos santos. Nós ‘ainda não’ estamos experimentando a santidade plena.
Nós ‘já’ desfrutamos da glória de Deus. Nós ‘ainda não’ estamos na glória plena com Deus.
2. Há cristãos que querem exigir para o momento presente, a realidade última do Reino de Deus, que se dará na consumação da história.
3. Não perca a verdade das afirmações bíblicas, pois do contrário gravíssimos problemas virão à lume.
3.1 – Uma pessoa que para de tomar seus medicamentos, acreditando que Jesus já levou suas enfermidades, está se antecipando para viver uma realidade que ainda será futura.
b – Viva a realidade presente do Reino de Deus.
1. Mt. 6.33 ‘Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu Reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas’.
2. A caminhada com Deus é segura e garante ao cristão a provisão para cada circunstância que tiver que atravessar, mesmo que essa circunstância seja a dor, a enfermidade, a perda ou mesmo a morte.
3. ‘Todas estas coisas vos serão acrescentadas’ indica todos os suprimentos necessários para a caminhada dentro da sua realidade e da realidade do Reino de Deus.
III – PORQUE A ANSIEDADE EXCLUI A POSSIBILIDADE DE VIVER BEM CADA DIA.
a – Viver o amanhã é sofrer por antecipação.
1. Não sofra duas ou mais vezes pelo mesmo problema. Viver o amanhã é sofrer por antecipação.
2. O Senhor Jesus é enfático: ‘Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã’ (Mt. 6.34).
b – Basta ao dia o seu próprio mal.
1. Jesus não foi um visionário alienado que não considerava as dificuldades naturais da existência humana, antes era certo e consciente da sobrecarga que é viver sob pressão de problemas que ainda estão por vir.
2. Viver ansioso por um problema que ainda não se configurou na tela da vida é deixar de viver bem o momento de hoje.
3. O fardo do dia de hoje com suas preocupações, com seus problemas, com suas dificuldades, já é demasiadamente pesado para se carregar. Deixe o fardo de amanhã para amanhã.
4. Mt. 6.34 ‘O amanhã trará os seus cuidados’.
4.1 – Problemas no dia de amanhã, são líquidos e certos.
4.2 – Cada dia carrega seus males próprios.
4.3 – Solucione um problema de cada vez.
4.4 – Resolva os de hoje.
CONCLUSÃO: Jesus quer que o cristão viva bem, confiante no poder e presença de Deus conosco.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
IMPLICAÇÕES DA MORTE DE JESUS PARA O QUE CRÊ
Mt. 27.45-56
OBJETIVO: Ensinar que a morte de Jesus produz implicações transformadoras sobre aquele que crê.
INTRODUÇÃO: Milhares de pessoas sofreram morte de cruz. A morte de Jesus tem um valor especial e único.
CONTEXTO: Mateus escreve seu Evangelho no intuito de demonstrar que Jesus era de fato o Filho de Deus, o prometido para a salvação dos pecadores.
TRANSIÇÃO: Que diferença faz na sua vida saber que Jesus morreu na cruz? Quero trazer exposição deste texto sob o tema IMPLICAÇÕES DA MORTE DE JESUS PARA O QUE CRÊ.
I – A MORTE DE JESUS ABRE UM NOVO CAMINHO PARA O QUE CRÊ.
a – A tentativa de se achegar a Deus pelos próprios esforços.
1. O pecado afastou o homem de Deus e Deus do homem.
1.1 – A natureza santa de Deus não poderia estar em comunhão com o que pecaminoso e imundo.
a) Gn. 3.23-24 ‘Então, disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal; assim, que não estenda a mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente. O Senhor Deus, por isso, o lançou fora do jardim do Éden, a fim de lavrar a terra de que fora tomado. E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do Jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida’.
b) Is. 64.6 ‘Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como um trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam’.
1.2 – A natureza e inclinação do homem depois do pecado é não se achegar a Deus, antes rejeitá-lo.
2. Dado o ‘semen religiones’, instinto religioso criado no homem, sempre haverá um vazio e uma necessidade de se preenchê-lo com o sobrenatural.
3. Ilustração: Tente se levantar do chão puxando os cordões dos próprios sapatos.
b – Deus que fechou a porta de acesso é quem pode abri-la.
1. Após o pecado da raça humana, o Senhor Deus colocou o homem fora do alcance da vida eterna, enquanto pecador.
1.1 – Gn. 3.24 ‘E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do Jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida’.
2. Deus é que busca o homem através da revelação de sua Palavra, e no tempo certo, através da obra redentora de Jesus cristo, seu Filho.
c – Jesus é o novo e único caminho para Deus.
1. O véu do templo judaico estava entre o santo lugar e o santo dos santos e simbolizava a separação do homem pecador para com o Deus santo.
2. As medidas do véu:
2.1 – Esse véu tinha mais ou menos 18 metros de altura.
2.2 – Josefo, historiador dos judeus, também nos diz que o véu tinha 12 cm de grossura, e que cavalos puxando o véu dos dois lados não podiam parti-lo.
2.3 – A narrativa no livro de Êxodo nos ensina que esse grosso véu era feito de material azul, roxo e escarlate e de tecido de qualidade.
2.4 – O tamanho e grossura do véu deram muito mais importância aos eventos que aconteceram no exato momento da morte de Cristo na cruz.
2.5 – Mt. 27.50-51a ‘E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo’.
3. O que podemos aprender disso tudo?
3.1 – De certa forma, o véu era um símbolo de Cristo como sendo o único caminho ao Pai (Jo. 14:6).
3.2 – O Sumo Sacerdote tinha que entrar no Santo dos Santos através do véu; e Cristo é o nosso Sumo Sacerdote, e quando cremos no Seu trabalho completo passamos a compartilhar do Seu sacerdócio.
3.3 – Hb. 10.19-20 ‘Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus, pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne’.
3.4 – Vemos aqui a imagem da carne de Jesus sendo rasgada a nosso favor no momento em que Ele partia o véu por nós.
4. O véu sendo rasgado de cima para baixo é um fato histórico.
4.1 – Essas coisas eram uma sombra das coisas por vir, e todas apontam para Jesus.
4.2 – O véu apontava para a separação entre o homem e Deus.
5. O véu do Tabernáculo era um lembrete constante de que o pecado nos torna ineptos para entrar na presença de Deus.
5.1 – Jesus Cristo, através de sua morte, removeu as barreiras entre Deus e o homem.
5.2 – Por isso podemos agora nos aproximar dEle com confiança.
II – A MORTE DE JESUS CONQUISTA UMA NOVA VIDA PARA O QUE CRÊ.
a – Mortos físicos ressuscitaram com a morte de Jesus.
1. Somente Mateus relata esses eventos miraculosos.
2. É mais que um portento sem razão de ser; antes aponta para o fato de que a morte de Cristo possibilita a imortalidade.
2.1 – II Tm. 1.10 ‘... o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o Evangelho’.
2.2 – A morte foi vencida.
3. Aponta para o fato de que a morte física também será de todo dissipada e vencida.
4. O que na morte de Cristo foi uma pequena amostragem, na sua segunda vinda será em plenitude, trazendo a imortalidade física a todos os seus.
b – Mortos espirituais ressuscitam com a morte de Jesus.
1. Este fato miraculoso das ressurreições aponta também para o fato de que a morte de Cristo traz vida espiritual e eterna aos que nEle crêem.
2. Cristo sofreu o inferno, a nossa morte, e aqueles que nEle crêem, e possuem o verdadeiro arrependimento, recebem a vida eterna.
2.1 – A morte na cruz significava, por si mesma, a exclusão da comunidade de Israel e da comunidade romana.
2.2 – A dor, as câimbras, a hemorragia, a vergonha, o sofrimento, tudo isto aponta para o significado do inferno que é a separação eterna de Deus e o sofrimento eterno.
2.3 – ‘O pecado e o inferno estão casados, a não ser que o arrependimento anuncie o divórcio’ (C.H. Spurgeon).
3. Todo ser humano é um aborto espiritual até que nasça de novo em Cristo.
3.1 – Todos nós chegamos a este mundo espiritualmente mortos.
3.2 – É preciso ser ressuscitado pelo poder da morte de Cristo, mediante a fé.
4. Você precisa crer na morte de Cristo em seu lugar e recebê-lo como seu único Salvador.
c – A Igreja pós-moderna e o Evangelho enfraquecido.
1. Suportai-me ainda mais irmãos. Preciso falar dessa Igreja doente de nossos dias, que não prega a salvação em Cristo, mas se embriaga com ensinos enganosos.
2. A doutrina deles está realmente mais perto do budismo, do hinduísmo e da Nova Era do que do verdadeiro cristianismo.
2.1 – O inferno, o pecado e o arrependimento são deixados de lado para que ninguém se ofenda.
2.2 – Além disso, eles afirmam que não há absolutos suficientes para podermos falar sobre inferno, pecado e céu.
2.3 – Para os pós-modernos, a mensagem sólida do Evangelho é dogmática demais e arrogante.
3. Cuidado com a pregação moderna. Ela pode te deixar no caminho do inferno.
III – A MORTE DE JESUS CONCEDE UMA NOVA CONFISSÃO PARA O QUE CRÊ.
a – Uma nova confissão para o centurião.
1. O centurião, comandante responsável pela execução de Jesus, vendo todos esses eventos miraculosos acontecendo, e sabedor do que se afirmava acerca de Jesus, entregou-se em arrependimento e fé.
1.1 – Mt. 27.54 ‘Verdadeiramente este era Filho de Deus’.
2. Outros que o acompanhavam também fizeram esta confissão.
3. Esta é a confissão que salva.
3.1 – Rm. 10.9 ‘Se, com tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo’.
4. Não pode ser uma confissão labial e formal, mas lábios que falam aquilo que enche o seu coração.
4.1 – ‘O fogo pintado não precisa de combustível; uma confissão morta e formal é sustentada com facilidade’ (Thomas Manton).
b – Uma nova confissão para milhares na história.
1. Milhares de pessoas na história tiveram suas vidas transformadas pelo poder do Evangelho e da pessoa bendita de Jesus.
2. A lista é infindável:
2.1 – A confissão de Tomé.
2.2 – A confissão de Paulo.
2.3 – A confissão de Agostinho.
2.4 – A confissão de Lutero.
3. Apocalipse afirma que serão milhões de milhões e milhares de milhares os que cantarão esta confissão de fé eternamente no Reino de Deus.
c – Uma nova confissão para você.
1. Jesus exige de cada um esta confissão como a senha de entrada no Reino.
1.1 – Mt. 10.32-33 ‘Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus’.
2. Não se engane com a mera religiosidade. Você precisa de uma confissão de fé bíblica enchendo seu coração, sua mente, seus lábios e sua vida.
CONCLUSÃO: Um novo caminho! Uma nova vida! Uma nova confissão!
A morte de Jesus já trouxe estas implicações à sua vida?
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
ENTUSIASMO NA OBRA DO SENHOR
I Re. 18.1-19
OBJETIVO: Ensinar que para o cristão ser entusiasmado na obra do Senhor precisa ter o olhar voltado para o futuro; pois olhar só o presente, desanima.
INTRODUÇÃO: O desânimo é um dos instrumentos mais eficientes de Satanás. Conta-se a história de que um dia Satanás, estando à beira da bancarrota, expôs à ven¬da todos os seus instrumentos de tentação. Um pequeno objeto, em forma de cunha, tinha o preço mais alto. Quando lhe perguntaram o que continha, Sa¬tanás respondeu: ‘Este é o desânimo. Quando consigo introduzi-lo no coração do cristão, sei que em breve o terei ao meu lado’. O preço era tão elevado que Satanás ainda tem consigo o pequeno instrumento em forma de cunha, e dele se serve em sua atividade no coração dos homens.
CONTEXTO: A história de Elias e Obadias está encravada num contexto de falência moral, ética e espiritual do povo de Deus.
TRANSIÇÃO: Quero compartilhar nesta oportunidade o tema: ENTUSIASMO NA OBRA DO SENHOR.
I – CLIMA POLÍTICO-RELIGIOSO NOS DIAS DE ELIAS.
a – Era um período de sucessão de reis ímpios.
1. Nos dias de Elias, Israel estava sendo governado por reis maus e idólatras.
1.1 – I Rs. 16.25,26 (Onri) ‘… fez o que era mau aos olhos do Senhor; e fez pior do que todos quantos foram antes dele’.
1.2 – I Rs. 16.30,31 (Acabe) ‘E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele…’.
2. O rei Acabe destaca-se nas Escrituras como um rei idólatra.
2.1 – Ele andou nos caminhos de Jeroboão (I Rs. 16.31).
2.2 – Serviu a Baal e o adorou (I Rs. 16.31); conduzindo toda a nação à idolatria.
2.3 – Como se não bastasse, Acabe casou-se com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; casamento este, jamais aprovado por Deus.
3. Tudo isto fez Israel mergulhar no mais profundo paganismo, sem nenhuma pretensão de preservar o culto a Jeová, tornando-se uma nação idólatra e pagã, como as demais nações.
b – Era um período de crise econômica.
1. Quando Acabe substituiu o culto à Jeová pela adoração à Baal, Elias apareceu perante o rei para anunciar a ausência de chuva e orvalho sobre a terra (I Rs. 17.1).
1.1 – A chuva é um dos principais elementos de sustentação da natureza, a falta dela provoca seca, fome e miséria.
1.2 – As Escrituras dizem que “… a fome era extrema em Samaria” (I Rs. 18.2).
2. A crise econômica devido a seca deixou o povo de Israel em extrema miséria, doenças e muitos estavam morrendo.
3. Isto fez com que Acabe se irasse ainda mais com Elias, pois achava que ele era o culpado daquela calamidade.
c – Era um período de crise espiritual.
1. Jezabel, esposa do rei Acabe, ocupa o lugar de esposa mais ímpia da Bíblia.
1.1 – Controlava o seu esposo (I Rs. 21.25).
1.2 – Jezabel levou a nação de Israel a adorar seus deuses (I Rs. 18.19,20).
1.3 – Como se não bastasse, intentou matar a todos os profetas do Senhor (I Rs. 18.4).
2. Como ter ânimo para anunciar a Palavra de Deus em meio a crises tão destruidoras e desestimulantes?
3. Quantas vezes, situações adversas também tiram o ânimo e a disposição do povo de Deus, minando-lhes as forças e a coragem para anunciar o Reino de Deus!
4. Você já passou ou tem passado por situações de desânimo?
II – A FONTE DO ENTUSIASMO DO POVO DE DEUS.
a – Olhar para as circunstâncias gera desânimo, apatia ou frieza.
1. Um fato à frente na vida de Elias ilustra bem esse conceito.
1.1 – Elias enfrenta os profetas de Baal numa prova de fogo, e mata os 450 profetas.
1.2 – Jezabel toma conhecimento do extermínio dos profetas e avisa que mataria a Elias.
1.3 – Elias foge e se esconde em uma caverna, abatido e desanimado.
2. Passar por vales de desânimos pode ser uma experiência na vida de qualquer cristão, mesmo daqueles a quem julgamos tão fortes.
3. Se formos esperar ter as condições ideais primeiro, para depois nos deixarmos possuir por Deus, sempre teremos razões para adiarmos Seu agir.
b – Olhar para Deus gera entusiasmo e renovação.
1. Entusiasmo significa uma pessoa cheia de Deus.
1.1 – Segundo Albuquerque a etimologia da palavra vem do grego: Entusiasmo (do grego en + theos, literalmente ‘em Deus’) originalmente significava inspiração divina ou ânimo pela presença de Deus.
1.2 – Uma pessoa entusiasmada está disposta a enfrentar dificuldades e desafios, não se deixando abater e transmitindo confiança aos demais ao seu redor.
2. ‘Nada de grandioso jamais foi realizado sem entusiasmo’ (Ralph Waldo Emerson).
3. Exemplos de entusiasmo.
3.1 – Obadias.
a) Servo do rei Acabe (mordomo do palácio).
b) Escondeu cem profetas do Senhor e os sustentou com pão e água, pondo em risco a sua própria vida.
c) Caso fosse descoberto, tanto ele como os cem profetas, seriam mortos à mando de Jezabel.
d) Era um homem temente a Deus, aí está o segredo!
3.2 – Elias.
a) Anunciou a seca.
b) Foi para o Querite.
c) Foi para Sarepta.
d) Foi de encontro a Acabe.
e) Apresentou a prova de fogo.
f) Exterminou os 450 sacerdotes de Baal.
g) Era um homem cheio de Deus. Esse era o segredo!
3.3 – Só pessoas entusiasmadas poderiam ter tais atitudes sem se desanimar diante das dificuldades.
4. ‘Cristianismo é a dedicação total de tudo o que conheço a meu respeito a tudo o que conheço a respeito de Jesus Cristo’ (William Temple).
5. Paulo sofreu tantas oposições, que tinha tudo para ser desanimado, mas dele ouvimos palavras de entusiasmo:
3.1 – Fp. 4.13 ‘Tudo posso nAquele que me fortalece’.
3.2 – I Co. 15.58 ‘Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão’.
CONCLUSÃO: Abandone a descrença e deixe-se entusiasmar pelo grande e maravilhoso Deus revelado nas Escrituras.
OBJETIVO: Ensinar que para o cristão ser entusiasmado na obra do Senhor precisa ter o olhar voltado para o futuro; pois olhar só o presente, desanima.
INTRODUÇÃO: O desânimo é um dos instrumentos mais eficientes de Satanás. Conta-se a história de que um dia Satanás, estando à beira da bancarrota, expôs à ven¬da todos os seus instrumentos de tentação. Um pequeno objeto, em forma de cunha, tinha o preço mais alto. Quando lhe perguntaram o que continha, Sa¬tanás respondeu: ‘Este é o desânimo. Quando consigo introduzi-lo no coração do cristão, sei que em breve o terei ao meu lado’. O preço era tão elevado que Satanás ainda tem consigo o pequeno instrumento em forma de cunha, e dele se serve em sua atividade no coração dos homens.
CONTEXTO: A história de Elias e Obadias está encravada num contexto de falência moral, ética e espiritual do povo de Deus.
TRANSIÇÃO: Quero compartilhar nesta oportunidade o tema: ENTUSIASMO NA OBRA DO SENHOR.
I – CLIMA POLÍTICO-RELIGIOSO NOS DIAS DE ELIAS.
a – Era um período de sucessão de reis ímpios.
1. Nos dias de Elias, Israel estava sendo governado por reis maus e idólatras.
1.1 – I Rs. 16.25,26 (Onri) ‘… fez o que era mau aos olhos do Senhor; e fez pior do que todos quantos foram antes dele’.
1.2 – I Rs. 16.30,31 (Acabe) ‘E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele…’.
2. O rei Acabe destaca-se nas Escrituras como um rei idólatra.
2.1 – Ele andou nos caminhos de Jeroboão (I Rs. 16.31).
2.2 – Serviu a Baal e o adorou (I Rs. 16.31); conduzindo toda a nação à idolatria.
2.3 – Como se não bastasse, Acabe casou-se com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; casamento este, jamais aprovado por Deus.
3. Tudo isto fez Israel mergulhar no mais profundo paganismo, sem nenhuma pretensão de preservar o culto a Jeová, tornando-se uma nação idólatra e pagã, como as demais nações.
b – Era um período de crise econômica.
1. Quando Acabe substituiu o culto à Jeová pela adoração à Baal, Elias apareceu perante o rei para anunciar a ausência de chuva e orvalho sobre a terra (I Rs. 17.1).
1.1 – A chuva é um dos principais elementos de sustentação da natureza, a falta dela provoca seca, fome e miséria.
1.2 – As Escrituras dizem que “… a fome era extrema em Samaria” (I Rs. 18.2).
2. A crise econômica devido a seca deixou o povo de Israel em extrema miséria, doenças e muitos estavam morrendo.
3. Isto fez com que Acabe se irasse ainda mais com Elias, pois achava que ele era o culpado daquela calamidade.
c – Era um período de crise espiritual.
1. Jezabel, esposa do rei Acabe, ocupa o lugar de esposa mais ímpia da Bíblia.
1.1 – Controlava o seu esposo (I Rs. 21.25).
1.2 – Jezabel levou a nação de Israel a adorar seus deuses (I Rs. 18.19,20).
1.3 – Como se não bastasse, intentou matar a todos os profetas do Senhor (I Rs. 18.4).
2. Como ter ânimo para anunciar a Palavra de Deus em meio a crises tão destruidoras e desestimulantes?
3. Quantas vezes, situações adversas também tiram o ânimo e a disposição do povo de Deus, minando-lhes as forças e a coragem para anunciar o Reino de Deus!
4. Você já passou ou tem passado por situações de desânimo?
II – A FONTE DO ENTUSIASMO DO POVO DE DEUS.
a – Olhar para as circunstâncias gera desânimo, apatia ou frieza.
1. Um fato à frente na vida de Elias ilustra bem esse conceito.
1.1 – Elias enfrenta os profetas de Baal numa prova de fogo, e mata os 450 profetas.
1.2 – Jezabel toma conhecimento do extermínio dos profetas e avisa que mataria a Elias.
1.3 – Elias foge e se esconde em uma caverna, abatido e desanimado.
2. Passar por vales de desânimos pode ser uma experiência na vida de qualquer cristão, mesmo daqueles a quem julgamos tão fortes.
3. Se formos esperar ter as condições ideais primeiro, para depois nos deixarmos possuir por Deus, sempre teremos razões para adiarmos Seu agir.
b – Olhar para Deus gera entusiasmo e renovação.
1. Entusiasmo significa uma pessoa cheia de Deus.
1.1 – Segundo Albuquerque a etimologia da palavra vem do grego: Entusiasmo (do grego en + theos, literalmente ‘em Deus’) originalmente significava inspiração divina ou ânimo pela presença de Deus.
1.2 – Uma pessoa entusiasmada está disposta a enfrentar dificuldades e desafios, não se deixando abater e transmitindo confiança aos demais ao seu redor.
2. ‘Nada de grandioso jamais foi realizado sem entusiasmo’ (Ralph Waldo Emerson).
3. Exemplos de entusiasmo.
3.1 – Obadias.
a) Servo do rei Acabe (mordomo do palácio).
b) Escondeu cem profetas do Senhor e os sustentou com pão e água, pondo em risco a sua própria vida.
c) Caso fosse descoberto, tanto ele como os cem profetas, seriam mortos à mando de Jezabel.
d) Era um homem temente a Deus, aí está o segredo!
3.2 – Elias.
a) Anunciou a seca.
b) Foi para o Querite.
c) Foi para Sarepta.
d) Foi de encontro a Acabe.
e) Apresentou a prova de fogo.
f) Exterminou os 450 sacerdotes de Baal.
g) Era um homem cheio de Deus. Esse era o segredo!
3.3 – Só pessoas entusiasmadas poderiam ter tais atitudes sem se desanimar diante das dificuldades.
4. ‘Cristianismo é a dedicação total de tudo o que conheço a meu respeito a tudo o que conheço a respeito de Jesus Cristo’ (William Temple).
5. Paulo sofreu tantas oposições, que tinha tudo para ser desanimado, mas dele ouvimos palavras de entusiasmo:
3.1 – Fp. 4.13 ‘Tudo posso nAquele que me fortalece’.
3.2 – I Co. 15.58 ‘Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão’.
CONCLUSÃO: Abandone a descrença e deixe-se entusiasmar pelo grande e maravilhoso Deus revelado nas Escrituras.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
PRECISA-SE DE FILHOS ESPELHADOS EM PAIS CHEIOS DA PALAVRA
PRECISA-SE DE FILHOS ESPELHADOS EM PAIS CHEIOS DA PALAVRA
Dt. 6.1-9
OBJETIVO: Ensinar que os mandamentos e estatutos do Senhor são as balizas necessárias para a educação de nossos filhos e para a construção de uma sociedade mais justa.
INTRODUÇÃO: Certas coisas na vida são de responsabilidade pessoal e por isso são intransferíveis.
A tarefa da condução dos filhos nos caminhos do Senhor é uma dessas coisas intransferíveis.
CONTEXTO: Deuteronômio foi o último livro escrito por Moisés, quando estavam nas terras de Moabe, a leste do Jordão e do Mar Morto. Estavam às portas de entrar na terra prometida.
Moisés faz uma revisão, uma repetição e uma aplicação da Lei buscando infundir no povo a fé que os capacitaria a prosseguir obediente e vitoriosamente na nova terra.
TRANSIÇÃO: Não se pode transferir a responsabilidade dada por Deus aos pais.
O dever de construir o caráter dos filhos sempre será cobrado por Deus diretamente aos pais e não às instituições, sejam elas governamentais ou religiosas.
Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: PRECISA-SE DE FILHOS ESPELHADOS EM PAIS CHEIOS DA PALAVRA.
I – É PRECISO DE PAIS COM UMA CONFISSÃO DE FÉ BÍBLICA.
a – O conteúdo de uma confissão de fé bíblica.
1. ‘Ouça Israel’.
1.1 – (em hebraico שמע ישראל) = Shemá Israel.
1.2 – ‘Ouça Israel’.
2. O ‘Shemá Israel’ são as duas primeiras palavras da seção da Torá que constitui a profissão de fé central do monoteísmo judaico (Dt. 6:4-9) no qual se diz שמע ישראל י-ה-ו-ה אלקינו י-ה-ו-ה אחד (Shemá Yisrael Adonai Elokêinu Adonai Echad - Escuta ó Israel, Adonai nosso Deus é Um).
3. Embora sendo uma confissão de fé judaica, esta confissão de fé sintetiza a unicidade de Deus na vida do cristão.
4. Cremos em um Deus único, embora triúno, apresentado no CMW com as seguintes palavras:
4.1 – Pergunta 7: ‘Quem é Deus?’
4.2 – Resposta: ‘Deus é espírito, em si e por si infinito em seu ser, glória, bem-aventurança e perfeição; todo-suficiente, eterno, imutável, insondável, onipresente, infinito em poder, sabedoria, santidade, justiça, misericórdia e clemência, longânimo e cheio de bondade e verdade’.
5. O povo de Israel passara cerca de 430 anos de escravidão no Egito, com um conhecimento miscigenado de sua fé com o panteísmo egípcio.
5.1 – Saíram sob a condução de Moisés e agora, 40 anos depois, na época da escrita do Deuteronômio, estavam conhecendo quem, de fato era o Deus de Israel.
6. Os pais cristãos precisam confessar e explicar sua fé, e não se contentar com o que é denominado de fé implícita, isto é, uma fé apenas internalizada, que não se torna explicável, entendível e discutível. Filhos se espelham nos pais.
b – A importância de uma confissão de fé bíblica.
1. CFW – Cap. I, § I – Da Escritura Sagrada:
1.1 – ‘... foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda’.
1.2 – Moisés estava cumprindo este princípio exarado na Confissão de Fé de Westminster: registrando a vontade de Deus para que o povo pudesse tê-la e, obedecendo-a, melhor viver com o próximo e com Deus.
2. Deus quer que seu povo tenha, não uma fé meramente implícita, antes, só com uma fé explícita é que pode conhecer sua pessoa, seu ser, atributos e caráter, desviando-se dos enganos do diabo.
2.1 – Criar filhos conforme as Escrituras reclamam uma firme confissão de fé dos pais e não apenas um esteriótipo da deidade.
2.2 – Pais, seus filhos conhecem e confessam a fé a partir da sua confissão de fé?
II – É PRECISO DE PAIS COM UM COMPROMISSO DEVOCIONAL COM A PALAVRA DE DEUS.
a – É preciso ir além da confissão de fé formal.
1. Moisés, iluminado pelo Espírito de Deus, demarca a necessidade de se relacionar com o Deus da confissão de fé a cada dia.
2. A confissão de fé precisa sair do formal teórico e se alojar em verdadeiro relacionamento com Deus, através de verdadeiro amor para com Deus.
2.1 – Dt. 6.5 ‘Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força’.
2.2 – Amar a Deus envolve toda a vida do indivíduo:
a) ‘De todo o coração’ envolve a natureza moral do homem. O coração indica o centro da vida moral.
b) ‘De toda a alma’ envolve a natureza intelectual do homem. Não se pode relacionar com Deus sem o exercício de nosso intelecto. Até mesmo o culto deve ser racional (Rm. 12.1).
c) ‘De toda a tua força’ envolve a física do homem. Não deixe para se oferecer ao Senhor quando lhe faltarem as forças físicas (Ec. 12.1).
3. Amor a Deus que não se expresse em ações e envolvimentos práticos na vida do cristão, pode ser apenas fruto de um coração enganado pelo pecado e soberba humana.
b – É preciso vivenciar a confissão de fé no dia-a-dia.
1. Não basta ter a Bíblia como Palavra de Deus. É preciso tê-la em nosso coração através do estudo constante.
1.1 – Dt. 6.6 ‘Estas palavras estarão no teu coração’.
1.2 – Só com a Escritura em nosso coração, enchendo nossa mente e guiando nossos passos é que seremos espelhos nos quais nossos filhos se verão.
2. A confissão de fé deixa de ser mero espectro de um elaborado sobre o Que ou Quem é Deus e passa a ser um relacionamento, pessoal e diário com o Senhor.
4. É neste ponto que os filhos passam a perceber que Deus não é apenas um elemento de religião na vida dos pais.
5. É nesse ponto que os filhos passam a perceber que Deus, para os pais é uma pessoa, amiga, amada, com a qual os pais mantêm um relacionamento de constante temor e obediência saudável.
III – É PRECISO DE PAIS QUE NÃO SE CANSEM DE UM TRABALHO A LONGO PRAZO.
a – Inculcar é trabalho a longo prazo.
1. O que significa inculcar : verbo transitivo direto.
1.1 – Apontar, citar, apregoar.
1.2 – Demonstrar.
1.3 – Dar a entender, indicar, revelar.
1.4 – Repetir (alguma coisa) com insistência, para frisá-la no espírito; repisar.
1.5 – Recomendar elogiosamente; propor, aconselhar.
1.6 – Dar-se, oferecer, apresentar-se.
1.7 – Mostrar-se, impor-se, insinuar-se.
1.8 – Descobrir-se, revelar-se.
2. Os pais só poderão ver seus filhos vivenciando a Palavra de Deus se esses mandamentos e estatutos forem parte de ações e de uma caminhada diária, onde se procura formar o comportamento baseado nesses princípios de Deus.
b – Como e quando realizar o trabalho de inculcar.
1. A tarefa de assimilar a Palavra de Deus e seus princípios e valores nunca será completa na vida do cristão aqui nesta caminhada.
2. Como já insinuado em palavras anteriores, esta é uma tarefa a longo prazo e sempre inacabada na vida de nossos filhos.
3. Moisés está cônscio disto e insiste que o povo use de todos os momentos, oportunidades e situações para inculcar os princípios de Deus nos corações de seus filhos, de modo tal que sempre as gerações seguintes vivam na vontade de Deus.
4. Situações indicadas como oportunas (Dt. 6.7-9):
4.1 – ‘Assentado em sua casa’.
4.2 – ‘Andando pelo caminho’.
4.3 – ‘Ao deitar-se’.
4.4 – ‘Ao levantar-se’.
4.5 – ‘Atarás na mão’.
4.6 – ‘Frontal entre os teus olhos’.
4.7 – ‘Escreverás nos umbrais e nas portas’.
c – Não transfira responsabilidades.
1. Esta é uma tarefa que compete aos pais e é intransferível.
2. Nem a Igreja, nem a escola, nem o Estado, nem a polícia... ninguém poderá repassar aos seus filhos esses valores, pois os mesmos devem ser sua vida repassada aos mesmos.
CONCLUSÃO: Quer ver seus filhos cheios da Palavra e andando no temor do Senhor?
Não transfira responsabilidades.
Encha-se da Palavra de Deus.
Transmita aos seus filhos o todo tempo.
Dt. 6.1-9
OBJETIVO: Ensinar que os mandamentos e estatutos do Senhor são as balizas necessárias para a educação de nossos filhos e para a construção de uma sociedade mais justa.
INTRODUÇÃO: Certas coisas na vida são de responsabilidade pessoal e por isso são intransferíveis.
A tarefa da condução dos filhos nos caminhos do Senhor é uma dessas coisas intransferíveis.
CONTEXTO: Deuteronômio foi o último livro escrito por Moisés, quando estavam nas terras de Moabe, a leste do Jordão e do Mar Morto. Estavam às portas de entrar na terra prometida.
Moisés faz uma revisão, uma repetição e uma aplicação da Lei buscando infundir no povo a fé que os capacitaria a prosseguir obediente e vitoriosamente na nova terra.
TRANSIÇÃO: Não se pode transferir a responsabilidade dada por Deus aos pais.
O dever de construir o caráter dos filhos sempre será cobrado por Deus diretamente aos pais e não às instituições, sejam elas governamentais ou religiosas.
Quero compartilhar nesta oportunidade sobre o tema: PRECISA-SE DE FILHOS ESPELHADOS EM PAIS CHEIOS DA PALAVRA.
I – É PRECISO DE PAIS COM UMA CONFISSÃO DE FÉ BÍBLICA.
a – O conteúdo de uma confissão de fé bíblica.
1. ‘Ouça Israel’.
1.1 – (em hebraico שמע ישראל) = Shemá Israel.
1.2 – ‘Ouça Israel’.
2. O ‘Shemá Israel’ são as duas primeiras palavras da seção da Torá que constitui a profissão de fé central do monoteísmo judaico (Dt. 6:4-9) no qual se diz שמע ישראל י-ה-ו-ה אלקינו י-ה-ו-ה אחד (Shemá Yisrael Adonai Elokêinu Adonai Echad - Escuta ó Israel, Adonai nosso Deus é Um).
3. Embora sendo uma confissão de fé judaica, esta confissão de fé sintetiza a unicidade de Deus na vida do cristão.
4. Cremos em um Deus único, embora triúno, apresentado no CMW com as seguintes palavras:
4.1 – Pergunta 7: ‘Quem é Deus?’
4.2 – Resposta: ‘Deus é espírito, em si e por si infinito em seu ser, glória, bem-aventurança e perfeição; todo-suficiente, eterno, imutável, insondável, onipresente, infinito em poder, sabedoria, santidade, justiça, misericórdia e clemência, longânimo e cheio de bondade e verdade’.
5. O povo de Israel passara cerca de 430 anos de escravidão no Egito, com um conhecimento miscigenado de sua fé com o panteísmo egípcio.
5.1 – Saíram sob a condução de Moisés e agora, 40 anos depois, na época da escrita do Deuteronômio, estavam conhecendo quem, de fato era o Deus de Israel.
6. Os pais cristãos precisam confessar e explicar sua fé, e não se contentar com o que é denominado de fé implícita, isto é, uma fé apenas internalizada, que não se torna explicável, entendível e discutível. Filhos se espelham nos pais.
b – A importância de uma confissão de fé bíblica.
1. CFW – Cap. I, § I – Da Escritura Sagrada:
1.1 – ‘... foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda’.
1.2 – Moisés estava cumprindo este princípio exarado na Confissão de Fé de Westminster: registrando a vontade de Deus para que o povo pudesse tê-la e, obedecendo-a, melhor viver com o próximo e com Deus.
2. Deus quer que seu povo tenha, não uma fé meramente implícita, antes, só com uma fé explícita é que pode conhecer sua pessoa, seu ser, atributos e caráter, desviando-se dos enganos do diabo.
2.1 – Criar filhos conforme as Escrituras reclamam uma firme confissão de fé dos pais e não apenas um esteriótipo da deidade.
2.2 – Pais, seus filhos conhecem e confessam a fé a partir da sua confissão de fé?
II – É PRECISO DE PAIS COM UM COMPROMISSO DEVOCIONAL COM A PALAVRA DE DEUS.
a – É preciso ir além da confissão de fé formal.
1. Moisés, iluminado pelo Espírito de Deus, demarca a necessidade de se relacionar com o Deus da confissão de fé a cada dia.
2. A confissão de fé precisa sair do formal teórico e se alojar em verdadeiro relacionamento com Deus, através de verdadeiro amor para com Deus.
2.1 – Dt. 6.5 ‘Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força’.
2.2 – Amar a Deus envolve toda a vida do indivíduo:
a) ‘De todo o coração’ envolve a natureza moral do homem. O coração indica o centro da vida moral.
b) ‘De toda a alma’ envolve a natureza intelectual do homem. Não se pode relacionar com Deus sem o exercício de nosso intelecto. Até mesmo o culto deve ser racional (Rm. 12.1).
c) ‘De toda a tua força’ envolve a física do homem. Não deixe para se oferecer ao Senhor quando lhe faltarem as forças físicas (Ec. 12.1).
3. Amor a Deus que não se expresse em ações e envolvimentos práticos na vida do cristão, pode ser apenas fruto de um coração enganado pelo pecado e soberba humana.
b – É preciso vivenciar a confissão de fé no dia-a-dia.
1. Não basta ter a Bíblia como Palavra de Deus. É preciso tê-la em nosso coração através do estudo constante.
1.1 – Dt. 6.6 ‘Estas palavras estarão no teu coração’.
1.2 – Só com a Escritura em nosso coração, enchendo nossa mente e guiando nossos passos é que seremos espelhos nos quais nossos filhos se verão.
2. A confissão de fé deixa de ser mero espectro de um elaborado sobre o Que ou Quem é Deus e passa a ser um relacionamento, pessoal e diário com o Senhor.
4. É neste ponto que os filhos passam a perceber que Deus não é apenas um elemento de religião na vida dos pais.
5. É nesse ponto que os filhos passam a perceber que Deus, para os pais é uma pessoa, amiga, amada, com a qual os pais mantêm um relacionamento de constante temor e obediência saudável.
III – É PRECISO DE PAIS QUE NÃO SE CANSEM DE UM TRABALHO A LONGO PRAZO.
a – Inculcar é trabalho a longo prazo.
1. O que significa inculcar : verbo transitivo direto.
1.1 – Apontar, citar, apregoar.
1.2 – Demonstrar.
1.3 – Dar a entender, indicar, revelar.
1.4 – Repetir (alguma coisa) com insistência, para frisá-la no espírito; repisar.
1.5 – Recomendar elogiosamente; propor, aconselhar.
1.6 – Dar-se, oferecer, apresentar-se.
1.7 – Mostrar-se, impor-se, insinuar-se.
1.8 – Descobrir-se, revelar-se.
2. Os pais só poderão ver seus filhos vivenciando a Palavra de Deus se esses mandamentos e estatutos forem parte de ações e de uma caminhada diária, onde se procura formar o comportamento baseado nesses princípios de Deus.
b – Como e quando realizar o trabalho de inculcar.
1. A tarefa de assimilar a Palavra de Deus e seus princípios e valores nunca será completa na vida do cristão aqui nesta caminhada.
2. Como já insinuado em palavras anteriores, esta é uma tarefa a longo prazo e sempre inacabada na vida de nossos filhos.
3. Moisés está cônscio disto e insiste que o povo use de todos os momentos, oportunidades e situações para inculcar os princípios de Deus nos corações de seus filhos, de modo tal que sempre as gerações seguintes vivam na vontade de Deus.
4. Situações indicadas como oportunas (Dt. 6.7-9):
4.1 – ‘Assentado em sua casa’.
4.2 – ‘Andando pelo caminho’.
4.3 – ‘Ao deitar-se’.
4.4 – ‘Ao levantar-se’.
4.5 – ‘Atarás na mão’.
4.6 – ‘Frontal entre os teus olhos’.
4.7 – ‘Escreverás nos umbrais e nas portas’.
c – Não transfira responsabilidades.
1. Esta é uma tarefa que compete aos pais e é intransferível.
2. Nem a Igreja, nem a escola, nem o Estado, nem a polícia... ninguém poderá repassar aos seus filhos esses valores, pois os mesmos devem ser sua vida repassada aos mesmos.
CONCLUSÃO: Quer ver seus filhos cheios da Palavra e andando no temor do Senhor?
Não transfira responsabilidades.
Encha-se da Palavra de Deus.
Transmita aos seus filhos o todo tempo.
A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES DE SEU POVO
Sl. 46.1-11
OBJETIVO: Apresentar o ensino de que o Senhor é sempre presente mesmo nas horas de tribulação de seu povo.
INTRODUÇÃO: O Hino da Reforma, Ein´feste Burg, ‘Castelo Forte é o nosso Deus’, escrito por Martinho Luthero, teve seu ponto de partida neste salmo.
CONTEXTO: Na simples leitura do salmo, infere-se que o mesmo foi escrito num momento de crise do autor, que faz uma impressionante confissão de fé. A crise permanece sem identificação, mas o salmo se estende além de qualquer situação local, indicando o poder soberano do Senhor sobre toda a terra.
TRANSIÇÃO: Tribulações fazem parte da agenda do povo de Deus, mas a poderosa e consoladora presença do Senhor também. Quero compartilhar nesta reflexão sobre A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES DE SEU POVO
I – A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES SE MANIFESTA NO SOCORRO CONSOLADOR.
a – Deus é o socorro de seu povo.
1. Não se sabe, pela simples leitura do salmo, qual era a natureza da crise que assolava o autor.
2. Percebe-se que o autor tenha atravessado uma tribulação e experimentado a presença protetora e consoladora do Senhor.
3. Os que confiam no Senhor do Universo, podem enfrentar qualquer crise, pois o Senhor é o refúgio de seu povo.
4. Nossa segurança do cristão se acha em Deus.
b – Deus é o socorro presente nas tribulações.
1. A confiança do cristão não se instala nas coisas ou no mundo a sua volta, mas tão somente no Senhor que ele professa como seu Deus.
2. Esta confiança em Deus se demonstra em dois interessantes detalhes:
2.1 – Refúgio dá o aspecto defensivo ou externo da salvação. É em Deus onde encontramos proteção.
2.2 – Fortaleza dá a entender o aspecto dinâmico. É Deus no íntimo que fortalece os fracos .
3. É nessa combinação do externo com o interno que o cristão se robustece na hora da crise e sai vencedor, a despeito da natureza destruidora da mesma.
3.1 – Hb. 11.33-34 ‘... os quais, por meio da fé ... da fraqueza tiraram força...’.
3.2 – Este Deus poderoso que é força interna e externa é que é o socorro bem presente nas tribulações.
3.3 – A palavra presente tem a conotação como sendo ‘o que pode ser achado’.
a) Is. 55.6 ‘Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto’.
c – Não há barreiras para o socorro do Senhor.
1. O autor desta poesia está convicto de que o Senhor é socorro suficiente não importando a natureza das dificuldades que se apresentem.
1.1 – ‘Ainda que a terra se transtorne’.
1.2 – ‘Ainda que os montes se abalem’.
1.3 – ‘Ainda que as águas tumultuem’.
1.4 – ‘Ainda que os montes se estremeçam’.
2. A dramaticidade dos eventos que se posicionam como barreiras estarrecem os que, sem temor a Deus se deparam com os mesmos, mas nunca hão de estarrecer os que confiam no Senhor.
3. ♫ ‘Deus não rejeita a oração’.
II – A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES SE MANIFESTA EM SUA SOBERANIA CONSTANTE.
a – Deus é soberano sobre seu povo.
1. A cidade de Deus é um dos grandes temas do Velho testamento, onde se ressalta a presença de Deus com o seu povo.
2. No livro dos Salmos, especialmente este (46) e os dois seguintes (47 e 48) apresentam este tema de maneira empolgante: Deus tem uma cidade e um povo!
2.1 – Deus é quem garante a segurança de sua cidade.
2.2 – Deus é quem garante a segurança de seu povo.
a) Sl. 46.5 ‘Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará deste o amanhecer’.
3. O Novo Testamento tem essa visão da cidade de Deus bem mais ampliada e aponta para a Igreja, como o povo de propriedade particular e exclusiva de Deus.
4. No exercício de sua soberania sobre o seu povo, Ele dá a garantia de que eles estarão seguros.
4.1 – Com Deus as águas já não são mares ameaçadores: são um rio que dá vida !
a) Sl. 46.4 ‘Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo’.
4.2 – A promessa de que jamais será abalada obtém mais força pela contraposição ao fato de que nos versos anteriores se que diz que ‘os montes se abalem’.
4.3 – O povo de Deus que é a sua cidade, estará sempre seguro, promessa descrita com riqueza de detalhes em Apocalipse 21.
a) A descrição da nova Jerusalém aponta para uma cidade com alta muralha, indicando sua segurança.
b) A descrição da nova Jerusalém aponta para uma cidade com fundamentos bem estabelecidos, indicando sua estabilidade e permanência.
b – Deus é soberano sobre as nações.
1. O autor apresenta Deus como sendo soberano sobre todas as nações e, como o Todo Poderoso faz assolações na terra.
2. No decurso da história bíblica se vê nações se levantando e outras caindo, e na apresentação dos profetas, sempre de acordo com o atuar soberano de Deus na história.
2.1 – Dn. 2.20-21 ‘Seja bendito o nome de deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder; é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes’.
3. Para o autor do Salmo ele é o IHWH-Tsebaoth, o Senhor dos Exércitos, podendo indicar aquele que detém o poder sobre os exércitos do céu e da terra.
4. O salmista aponta para as assolações que Deus efetua na terra, controlando as nações, até mesmo as suas guerras.
III – A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES SE MANIFESTA NA SERENIDADE RESIGNADA DE SEU POVO.
a – Serenidade indica compreensão do porquê das tribulações.
1. Embora não constante no texto em explanação, o cristão sabe pela Escritura que o porquê das tribulações está ligado à pecaminosidade da raça humana.
2. A pecaminosidade está relacionada ao pecado original, aos pecados sociais ou aos pecados pessoais, seus diretamente ou de terceiros.
3. ‘No mundo tereis aflições’ – é a palavra do Mestre de Nazaré.
b – Serenidade aponta para um aquietar diante do Deus soberano.
1. Quando se conhece o Deus soberano pode se desenvolver a atitude de um coração que se resigna e aguarda na intervenção oportuna de Deus a favor de seu povo.
1.1 – Sl. 46.10 ‘Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus’.
1.2 – Ex. 14.13 ‘Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor’.
2. Somos desafiados na Escritura a assumirmos uma atitude de quietude e resignação, sabendo que o Senhor luta por nós.
CONCLUSÃO: Estás a passar por um vale de lágrimas, de angústia, de tribulações ou de dor?
O Senhor está presente!
O Senhor é soberano!
Tenha um espirito resignado e aguarde o livramento do Senhor!
OBJETIVO: Apresentar o ensino de que o Senhor é sempre presente mesmo nas horas de tribulação de seu povo.
INTRODUÇÃO: O Hino da Reforma, Ein´feste Burg, ‘Castelo Forte é o nosso Deus’, escrito por Martinho Luthero, teve seu ponto de partida neste salmo.
CONTEXTO: Na simples leitura do salmo, infere-se que o mesmo foi escrito num momento de crise do autor, que faz uma impressionante confissão de fé. A crise permanece sem identificação, mas o salmo se estende além de qualquer situação local, indicando o poder soberano do Senhor sobre toda a terra.
TRANSIÇÃO: Tribulações fazem parte da agenda do povo de Deus, mas a poderosa e consoladora presença do Senhor também. Quero compartilhar nesta reflexão sobre A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES DE SEU POVO
I – A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES SE MANIFESTA NO SOCORRO CONSOLADOR.
a – Deus é o socorro de seu povo.
1. Não se sabe, pela simples leitura do salmo, qual era a natureza da crise que assolava o autor.
2. Percebe-se que o autor tenha atravessado uma tribulação e experimentado a presença protetora e consoladora do Senhor.
3. Os que confiam no Senhor do Universo, podem enfrentar qualquer crise, pois o Senhor é o refúgio de seu povo.
4. Nossa segurança do cristão se acha em Deus.
b – Deus é o socorro presente nas tribulações.
1. A confiança do cristão não se instala nas coisas ou no mundo a sua volta, mas tão somente no Senhor que ele professa como seu Deus.
2. Esta confiança em Deus se demonstra em dois interessantes detalhes:
2.1 – Refúgio dá o aspecto defensivo ou externo da salvação. É em Deus onde encontramos proteção.
2.2 – Fortaleza dá a entender o aspecto dinâmico. É Deus no íntimo que fortalece os fracos .
3. É nessa combinação do externo com o interno que o cristão se robustece na hora da crise e sai vencedor, a despeito da natureza destruidora da mesma.
3.1 – Hb. 11.33-34 ‘... os quais, por meio da fé ... da fraqueza tiraram força...’.
3.2 – Este Deus poderoso que é força interna e externa é que é o socorro bem presente nas tribulações.
3.3 – A palavra presente tem a conotação como sendo ‘o que pode ser achado’.
a) Is. 55.6 ‘Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto’.
c – Não há barreiras para o socorro do Senhor.
1. O autor desta poesia está convicto de que o Senhor é socorro suficiente não importando a natureza das dificuldades que se apresentem.
1.1 – ‘Ainda que a terra se transtorne’.
1.2 – ‘Ainda que os montes se abalem’.
1.3 – ‘Ainda que as águas tumultuem’.
1.4 – ‘Ainda que os montes se estremeçam’.
2. A dramaticidade dos eventos que se posicionam como barreiras estarrecem os que, sem temor a Deus se deparam com os mesmos, mas nunca hão de estarrecer os que confiam no Senhor.
3. ♫ ‘Deus não rejeita a oração’.
II – A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES SE MANIFESTA EM SUA SOBERANIA CONSTANTE.
a – Deus é soberano sobre seu povo.
1. A cidade de Deus é um dos grandes temas do Velho testamento, onde se ressalta a presença de Deus com o seu povo.
2. No livro dos Salmos, especialmente este (46) e os dois seguintes (47 e 48) apresentam este tema de maneira empolgante: Deus tem uma cidade e um povo!
2.1 – Deus é quem garante a segurança de sua cidade.
2.2 – Deus é quem garante a segurança de seu povo.
a) Sl. 46.5 ‘Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará deste o amanhecer’.
3. O Novo Testamento tem essa visão da cidade de Deus bem mais ampliada e aponta para a Igreja, como o povo de propriedade particular e exclusiva de Deus.
4. No exercício de sua soberania sobre o seu povo, Ele dá a garantia de que eles estarão seguros.
4.1 – Com Deus as águas já não são mares ameaçadores: são um rio que dá vida !
a) Sl. 46.4 ‘Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo’.
4.2 – A promessa de que jamais será abalada obtém mais força pela contraposição ao fato de que nos versos anteriores se que diz que ‘os montes se abalem’.
4.3 – O povo de Deus que é a sua cidade, estará sempre seguro, promessa descrita com riqueza de detalhes em Apocalipse 21.
a) A descrição da nova Jerusalém aponta para uma cidade com alta muralha, indicando sua segurança.
b) A descrição da nova Jerusalém aponta para uma cidade com fundamentos bem estabelecidos, indicando sua estabilidade e permanência.
b – Deus é soberano sobre as nações.
1. O autor apresenta Deus como sendo soberano sobre todas as nações e, como o Todo Poderoso faz assolações na terra.
2. No decurso da história bíblica se vê nações se levantando e outras caindo, e na apresentação dos profetas, sempre de acordo com o atuar soberano de Deus na história.
2.1 – Dn. 2.20-21 ‘Seja bendito o nome de deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder; é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes’.
3. Para o autor do Salmo ele é o IHWH-Tsebaoth, o Senhor dos Exércitos, podendo indicar aquele que detém o poder sobre os exércitos do céu e da terra.
4. O salmista aponta para as assolações que Deus efetua na terra, controlando as nações, até mesmo as suas guerras.
III – A PODEROSA E CONSOLADORA PRESENÇA DO SENHOR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES SE MANIFESTA NA SERENIDADE RESIGNADA DE SEU POVO.
a – Serenidade indica compreensão do porquê das tribulações.
1. Embora não constante no texto em explanação, o cristão sabe pela Escritura que o porquê das tribulações está ligado à pecaminosidade da raça humana.
2. A pecaminosidade está relacionada ao pecado original, aos pecados sociais ou aos pecados pessoais, seus diretamente ou de terceiros.
3. ‘No mundo tereis aflições’ – é a palavra do Mestre de Nazaré.
b – Serenidade aponta para um aquietar diante do Deus soberano.
1. Quando se conhece o Deus soberano pode se desenvolver a atitude de um coração que se resigna e aguarda na intervenção oportuna de Deus a favor de seu povo.
1.1 – Sl. 46.10 ‘Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus’.
1.2 – Ex. 14.13 ‘Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor’.
2. Somos desafiados na Escritura a assumirmos uma atitude de quietude e resignação, sabendo que o Senhor luta por nós.
CONCLUSÃO: Estás a passar por um vale de lágrimas, de angústia, de tribulações ou de dor?
O Senhor está presente!
O Senhor é soberano!
Tenha um espirito resignado e aguarde o livramento do Senhor!
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